Questões de Concurso Comentadas sobre flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro) em português

Foram encontradas 3.531 questões

Q3031601 Português

A pesquisa 'ouviu' cerca de 3 mil escolas urbanas e rurais de todo o Brasil entre agosto de 2023 e abril deste ano.


(Fonte: https://https://encr.pw/seguranca

-nas-escolas.adaptado)


Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:

Alternativas
Q3030967 Português
Caixa de sapato

     “Preciso de um tempo.” Foi o que ela disse...Ou melhor, foi o que ela quis dizer.
     Nas entrelinhas do que escreveu, estava lá: me dê um tempo. Motivo, ou desculpa, também havia. Não chamaria de motivo bobo; pelo contrário, era um motivo que eu respeitava, assim como respeitaria qualquer decisão dela.
    O problema é que eu estava cego... Cego de amor. Confesso que mesmo que parecesse tão claro o que aconteceria em seguida, ainda me restou uma dúvida, uma esperança. Foi como se ela me jogasse de um precipício, mas segurasse uma de minhas mãos enquanto eu estava pendurado; e a esperança de que ela me desse sua outra mão, e me puxasse de volta, não passou de uma ilusão. Eu caí.
     Talvez o problema tenha sido eu, mas não me arrependo de nada que fiz.
    A todo momento fui sincero sobre o que sentia; mas talvez ela devesse ter dito a verdade logo de uma vez: foi lindo o que aconteceu com a gente, mas não dá mais. Me pouparia do sofrimento e a pouparia de usar uma desculpa.
   “Eu te amo”, ela disse. Mas um amor como ela descrevia não se acabaria em dias, em semanas. Pensava comigo mesmo: “talvez eu não fosse bom pra ela”, mas esse não é o ponto. Tudo o que fiz foi tratá-la com respeito, com afeto, com amor; mas parece que, pra ela, eu fui só mais um.
    Ela precisava de um tempo, e eu dei esse tempo, mesmo eu não querendo isso. Mas foi o melhor a se fazer.
    De que adiantaria tê-la ao meu lado, se o que, ou quem, ela queria não estava ali? Eu mesmo respondo: nada.
    Eu apenas estaria me enganando.
   “Nunca vou esquecer o que aconteceu com a gente, o nosso amor”; não, farei o possível para esquecer, porque, por mais lindo que tenha sido, aquela gota de esperança que ela deixou pingar sobre mim, me machucou ainda mais hoje.
   Guardei os bons momentos em uma caixa, e essa caixa... Bem, essa caixa sempre estará ali, quando quiser me lembrar de tudo; mas, como uma caixa de sapato, que guardamos no fundo de um armário, e esquecemos lá, espero que o mesmo aconteça com essas lembranças.
    O amor? Não o culpo, mas quero esquecer. Não por raiva, não por ódio a ele, mas por mim, pra que eu possa me sentir bem. Apesar de o amor ser aquilo que nos mantêm vivos, eu não estaria vivo por dentro mesmo que eu quisesse. Eu a amei incondicionalmente, com todas as minhas verdades, mas se não era o suficiente: paciência.
    Quem sabe, um dia, encontrar alguém para quem o que eu tenho a oferecer realmente valha a pena, alguém que me ame da mesma forma. Até lá desejo a ela toda felicidade do mundo, e pra mim... Bom, pra mim eu desejo que cada dia mais aquelas lembranças sejam esquecidas, e que todas as palavras ditas e digitadas voem pelo ar, e se dispersem com o vento, e, além disso, felicidade plena, aguardando, não desesperadamente, mas sim que inevitavelmente ela apareça; não qualquer uma, mas aquela que Deus modelou.

(TROVA, Vitor. Pensador, Crônicas para se ler em qualquer lugar, 2022. Adaptado.)
Os trechos a seguir foram retirados do texto. Quanto ao tempo verbal, assinale o vocábulo em destaque que se DIFERENCIA dos demais.
Alternativas
Q3030554 Português

TEXTO II


RAPIDINHO


    Todos nos beneficiamos e nos orgulhamos das conquistas da vida moderna, especialmente da crescente velocidade com que fazemos as coisas acontecerem. Mudanças que antigamente levavam séculos para se efetivarem, agora podem ser realizadas em poucas semanas, ou até em poucos dias.

    Nas sociedades tradicionais, as normas de conduta, as leis tinham uma extraordinária capacidade de perdurar. Tudo se modificava, mas sempre muito devagar. Também na utilização dos meios de transporte, o tempo transcorria com lentidão. A partir da metade do século XIX, foram sendo adotados meios de locomoção mais velozes. Na utilização dos meios de comunicação, o que existia foi substituído pelas maravilhas da eletrônica contemporânea. Não somos bobos, tratamos de aproveitar as possibilidades criadas por todos os novos recursos tecnológicos. Para que perder tempo, se podemos fazer depressa o que nossos antepassados só conseguiam fazer devagar, por que não haveríamos de acelerar nossas ações?

    Um dos expoentes do espírito pragmático da modernidade, o americano Benjamin Franklin, já ensinava no século XIII: “Tempo é dinheiro”. E explicava: se você desperdiça a possibilidade de ganhar uma moeda, não está perdendo apenas a moeda que deixou de ganhar, mas de fato está se privando das muitas pilhas de moedas que poderia adquirir por meio de bons e oportunos investimentos. Foi para assimilar a lição de Franklin que passamos a necessitar de relógios cada vez mais precisos e aperfeiçoados. Devemos medir rigorosamente o tempo para poder aproveitá-lo com rigor.

    Dedicamo-nos, então, a uma frenética corrida contra os ponteiros do relógio. Para sermos eficientes, competitivos, apressamos cada vez mais nossos movimentos. Saímos de casa correndo para o trabalho, somos cobrados para dar conta correndo de nossas tarefas e — habituados à corrida — alimentamo-nos às pressas, para depois voltarmos, correndo para casa. Sabemos que, na nossa sociedade, os mais rápidos são os vitoriosos. 

    Impõem-se, contudo, algumas perguntas: nas condições em que somos obrigados a viver, não estaremos pagando um preço altíssimo, mesmo se formos bons corredores e nos mostrarmos aptos para vencer? Uma reflexão condenada a desenvolver-se num exíguo prazo predeterminado não será, inevitavelmente, superficial? O pensamento que se formula rapidinho não tende a ser sempre meio oco?


(KONDER,Leandro,in O Globo,29 set.1996. Apud:A palavra: expressão e criatividade. Gil Carlos Pereira. São Paulo: Moderna. 1997. P. 47. Texto adaptado.).

Considere o fragmento: “...por que não haveríamos de acelerar nossas ações?” . Marque a alternativa que apresenta o tempo e o modo verbal nos quais o verbo “haveríamos” está flexionado:
Alternativas
Q3029447 Português
Leia a anedota a seguir e responda à questão.

Dois camaradas se encontram quando estão passeando com seus cachorros na rua.
Um deles, muito convencido, diz:
- O meu cachorro consegue ler!
O outro, mais convencido ainda:
- Eu já sabia. O meu me contou!

(Amir Mattos, org. Brincadeiras, pegadinhas e piadas da Internet. Belo Horizonte: Leitura, 2002. p. 12)
Considerando as alternativa a seguir, assinale aquela que contenha as formas verbais que estejam no futuro do pretérito, preenchendo corretamente as lacunas;        · Se ela trouxesse as chaves, nós ___________ entrar no salão. (poder)    · Se eles deixassem, vocês __________ as cartas. (escrever)    · Eu ___________ o convite, se pudesse. (aceitar)    · Se nós disséssemos isso, certamente eles se ___________. (ofender) 
Alternativas
Q3028651 Português
Paulo Freire, o mentor da Educação para a consciência.

Por Márcio Ferrari 01/10/2008


Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político. Para Freire, o objetivo maior da educação é conscientizar o aluno.

Isso significa, em relação às parcelas desfavorecidas da sociedade, levá-las a entender sua situação de oprimidas e agir em favor da própria libertação. O principal livro de Freire se intitula justamente Pedagogia do Oprimido e os conceitos nele contidos baseiam boa parte do conjunto de sua obra.

Ao propor uma prática de sala de aula que pudesse desenvolver a criticidade dos alunos, Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas (isto é, as "escolas burguesas"), que ele qualificou de educação bancária. Nela, segundo Freire, o professor age como quem deposita conhecimento num aluno apenas receptivo, dócil.

Em outras palavras, o saber é visto como uma doação dos que se julgam seus detentores. Trata-se, para Freire, de uma escola alienante, mas não menos ideologizada do que a que ele propunha para despertar a consciência dos oprimidos.

“Sua tônica fundamentalmente reside em matar nos educandos a curiosidade, o espírito investigador, a criatividade", escreveu o educador. Ele dizia que, enquanto a escola conservadora procura acomodar os alunos ao mundo existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquietá-los. [...]

“Os homens se educam entre si mediados pelo mundo", escreveu. Isso implica um princípio fundamental para Freire: o de que o aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior do que a do professor. Em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro - e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas, garantindo a todos a possibilidade de se expressar.

"Uma das grandes inovações da pedagogia freireana é considerar que o sujeito da criação cultural não é individual, mas coletivo", diz José Eustáquio Romão, diretor do Instituto Paulo Freire, em São Paulo.

A valorização da cultura do aluno é a chave para o processo de conscientização preconizado por Freire e está no âmago de seu método de alfabetização, formulado inicialmente para o ensino de adultos. Basicamente, o método propõe a identificação e catalogação das palavras-chave do vocabulário dos alunos - as chamadas palavras geradoras. Elas devem sugerir situações de vida comuns e significativas para os integrantes da comunidade em que se atua como, por exemplo, "tijolo" para os operários da construção civil.

Diante dos alunos, o professor mostrará lado a lado a palavra e a representação visual do objeto que ela designa. Os mecanismos de linguagem serão estudados depois do desdobramento em sílabas das palavras geradoras. O conjunto das palavras geradoras deve conter as diferentes possibilidades silábicas e permitir o estudo de todas as situações que possam ocorrer durante a leitura e a escrita. "Isso faz com que a pessoa incorpore as estruturas linguísticas do idioma materno", diz Romão. Embora a técnica de silabação seja, hoje, vista como ultrapassada, o uso de palavras geradoras continua sendo adotado com sucesso em programas de alfabetização em diversos países do mundo.

[...]

https://novaescola.org.br
“Freire condenava o ensino oferecido pela ampla maioria das escolas [...], que ele qualificou de educação bancária.” 3º§

Há correspondência modo-temporal entre a forma simples do verbo sublinhado e a composta conforme indica na opção
Alternativas
Q3028017 Português

Considere a frase abaixo:


Eu _____ muito.


Assinale a alternativa que preenche a lacuna com a conjugação correta do verbo VALER no presente do indicativo:

Alternativas
Q3027285 Português
No que se refere a frase “Ele finalmente concluiu o projeto após semanas de dedicação.”, assinale a alternativa que apresenta o tempo e modo verbal a palavra destacada que está conjugada. 
Alternativas
Q3026370 Português
Texto: O Cebolinha.

Esse é o Cebolinha. Quando ele fala troca a letra "R" pela letra "L" .
Em sua cabeça tem apenas cinco fios de cabelo.
Ele gosta de jogar bola, de tocar violão e sai sempre para brincar com seu amigo Cascão.
Na frase: "Ele gosta de jogar bola e tocar violão", a frase está:
Alternativas
Q3025669 Português
Está CORRETA a articulação entre os tempos e os modos verbais na frase:
Alternativas
Q3025563 Português
História de bem-te-vis

    Com estas florestas de arranha-céus que vão crescendo, muita gente pensa que passarinho é coisa de jardim zoológico; e outras até acham que seja apenas antiguidade de museu. Certamente chegaremos lá; mas por enquanto ainda existem bairros afortunados onde haja uma casa, casa que tenha um quintal, quintal que tenha uma árvore. Bom será que essa árvore seja a mangueira. Pois nesse vasto palácio verde podem morar muitos passarinhos.
    Os velhos cronistas desta terra encantaram-se com canindés e araras, tuins e sabiás, maracanãs e “querejuás todos azuis de cor finíssima...”. Nós esquecemos tudo: quando um poeta fala num pássaro, o leitor pensa que é leitura...
    Mas há um passarinho chamado bem-te-vi. Creio que ele está para acabar.
    E é pena, pois com esse nome que tem – e que é a sua própria voz – devia estar em todas as repartições e outros lugares, numa elegante gaiola, para no momento oportuno anunciar a sua presença. Seria um sobressalto providencial e sob forma tão inocente e agradável que ninguém se aborreceria.
    O que leva a crer no desaparecimento do bem-te-vi são as mudanças que começo a observar na sua voz. O ano passado, aqui nas mangueiras dos meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-te-vi caprichoso, muito moderno, que se recusava a articular as três sílabas tradicionais do seu nome, limitando-se a gritar: “...te-vi! ...te-vi”, com a maior irreverência gramatical. Como dizem que as últimas gerações andam muito rebeldes e novidadeiras, achei natural que também os passarinhos estivessem contagiados pelo novo estilo humano.
    Logo a seguir, o mesmo passarinho, ou seu filho ou seu irmão – como posso saber, com a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se a uma audácia maior. Não quis saber das duas sílabas, e começou a gritar apenas daqui, dali, invisível e brincalhão: “...vi! ...vi!...” o que me pareceu divertido, nesta era do twist.
    O tempo passou, o bem-te-vi deve ter viajado, talvez seja cosmonauta, talvez tenha voado com o seu team de futebol – que se não há de pensar de bem-te-vis assim progressistas, que rompem com o canto da família e mudam o leme dos seus brasões? (...)
    Mas hoje ouvi um bem-te-vi cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...te –vi!”. Pensei: “É uma nova escola poética que se eleva da mangueira!...”. Depois, o passarinho mudou. E fez: “Bem-te-te-te...vi!”. Tornei a refletir: “Deve estar estudando a sua cartilha... Estará soletrando...”. E o passarinho: “Bem-bem-bem...te-te-te... vi-vi-vi!”.
    Os ornitólogos devem saber se isso é caso comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido uma coisa assim! Mas as crianças, que sabem mais do que eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram e disseram: “Que engraçado! Um bem-te-vi gago!”.
    (É: talvez não seja mesmo exotismo, mas apenas gagueira...)


(MEIRELES, Cecília. 1901-1964 – Escolha o seu sonho: (crônicas) – 26ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 2005. Adaptado)
As frases transcritas do texto apresentam o mesmo tempo verbal, EXCETO:
Alternativas
Q3025523 Português
Com relação à forma verbal destacada, assinale a alternativa que apresenta aquela que está conjugada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3024573 Português
Bê, á, bá tech: como funciona o letramento na era digital?

    As crianças e adolescentes passam boa parte da vida no ambiente escolar. Essa convivência é fundamental para que consigam viver e conviver em sociedade. Para acompanhar as evoluções, é preciso, hoje, ir além da alfabetização básica. Matemática, história, português, geografia e outras disciplinas continuam essenciais, mas, para garantir a compreensão do mundo, as instituições de ensino precisam garantir o letramento digital, que é a compreensão e capacidade de interpretar, criar e desenvolver habilidades de leitura e escrita no cenário tecnológico.
    O termo letramento não é novo no vocabulário, e está diretamente ligado a alfabetização, mas com uma representação mais complexa. A ideia é não apenas decodificar as interações comunicativas, mas saber quando e como aplicá-las. Dessa forma, o estudante ganha mais autonomia e aprende, de forma crítica, como aproveitar os reais benefícios oferecidos pela tecnologia.
    Especialista em Educação da Fundação Itaú Social, Juliana Yade avalia que a formação tecnológica é importante para o futuro das crianças. “As crianças estão cada vez mais expostas à tecnologia desde cedo, sendo fundamental que elas desenvolvam habilidades digitais básicas para se prepararem para um mundo em que a tecnologia é tão essencial”, avalia.
    O domínio de múltiplas habilidades é uma das principais vantagens do letramento digital, pois ele estimula a multidisciplinaridade e a cooperação entre as diferentes áreas de conhecimento. “Também é imprescindível ensiná-las sobre segurança on-line, incluindo a importância de não compartilhar informações pessoais, identificar comportamentos de risco e entender, mesmo que minimamente, os princípios de privacidade”, comenta Yade.
    Na prática, a escola deve ensinar os estudantes com e sobre tecnologia, inserindo recursos educacionais digitais no dia a dia da instituição e abordando temas relacionados à cultura digital de forma interdisciplinar. “A integração bem-sucedida da educação com o letramento digital requer uma abordagem equilibrada, em que a tecnologia deve ser usada como uma ferramenta para aprimorar o aprendizado, e não como um recurso substituto. Isso garantirá que os estudantes estejam preparados para o mundo digital em constante evolução”, avalia Juliana Yade.
    A diretora pedagógica da Escola Canadense de Brasília, Amanda Payne, avalia o aprendizado tecnológico nas escolas como essencial. “Ajudamos os estudantes a fazer a seleção do que é válido, de quais sites têm informação confiável, onde verificar as fontes e, assim, ter uma educação mais prática para o dia a dia também”, acrescenta.
    A pedagoga Miliane Benício, mãe do Axl Benício, 11 anos, explica que apresenta para o filho o universo de possibilidades que a tecnologia oferece. “Assim, ele tem condições de ouvir de outra forma, uma reflexão sobre o mesmo assunto. E, como a escola é nossa cúmplice nessa leitura, procuramos uma escola que potencializasse habilidades e interesses que ele demonstrava possuir”, destaca a mãe.
    Apesar do letramento digital estar inserido na vida de muitos indivíduos antes mesmo da alfabetização, esse é um processo que não ocorre de forma rápida. É uma prática que demanda tempo, se relaciona com a realidade do aluno dentro e fora da sala de aula e precisa ser desenvolvida de forma equilibrada, devendo ser inserida no contexto escolar e acompanhada de perto pelos professores.
    “Observar o computador como um recurso, uma vez que ele vai além do formato tradicional de educação. Por isso, tanto nos anos iniciais quanto nos anos finais, os alunos estão construindo uma formação tecnológica, mas ao mesmo tempo se colocando de forma crítica dentro desse universo”, explica Amanda Payne.
    Juliana Yade acrescenta que é importante ressaltar que o letramento digital não é uma habilidade estática, mas uma competência em constante evolução, impulsionada pelo rápido avanço tecnológico. Portanto, as escolas devem continuar a adaptar seus currículos e métodos de ensino para garantir que os estudantes estejam preparados para enfrentar os desafios digitais de um mundo em constante mudança.
    “Além disso, precisamos ter em mente que as crianças, adolescentes e jovens são nativos digitais e estão familiarizados com diversos recursos tecnológicos desde muito cedo. É aí que a escola ganha protagonismo, apoiando na formação desses indivíduos para fazerem o uso crítico das ferramentas e do seu conteúdo”, conclui a especialista.


(Helena Dornelas. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 19/07/2024. Adaptado.)
“[...] procuramos uma escola que potencializasse habilidades e interesses que ele demonstrava possuir, [...]” (7º§) Os verbos sublinhados pertencem aos seguintes tempos e modos verbais, respectivamente:
Alternativas
Q3024135 Português
Texto para o item. 




Internet: <exame.com> (com adaptações).
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.

A flexão da forma verbal “proporciona” (linha 23) na terceira pessoa do singular justifica‑se pela concordância do verbo com o termo substantivo “o acesso” (linha 22), presente na expressão “acesso facilitado aos recursos financeiros”, a qual, por sua vez, é o referente sujeito da oração “favorecendo a eficiência operacional” (linha 25). 
Alternativas
Q3022418 Português
Considere a seguinte frase:

Eu participei de duas reuniões nesta tarde.

Se passarmos a forma verbal sublinhada para o tempo verbal futuro, a conjugação estará CORRETA em:
Alternativas
Q3021121 Português
TEXTO 3

Mas, se lhe faltava dinheiro, sobrava-lhe imaginação... Era um homem culto, inteligente, além de alegre. Não concluíra os estudos; o destino o confinara no modesto estabelecimento de secos e molhados, onde ele, entre paios e linguiças, resistia bravamente aos embates da existência. Os fregueses gostavam dele, entre outras razões porque vendia fiado e não cobrava nunca. Com os fornecedores, porém, a situação era diferente. Esses enérgicos senhores queriam seu dinheiro. O homem a quem meu pai devia, no momento, era conhecido como um credor particularmente implacável.
(Moacyr Scliar. A orelha de Van Gogh. Em: Histórias para (quase) todos os gostos. 5. ed. Porto Alegre: L&PM, 2015. p. 57-60.) 
Em qual alternativa o verbo está flexionado no pretérito mais – que - perfeito do indicativo?
Alternativas
Q3020121 Português
Analisar as frases a seguir:

· Verônica trabalhou o dia todo.
· O carro quebrou.
· Ele pediu férias.

Os verbos sublinhados indicam que tempo verbal?
Alternativas
Q3015925 Português

Texto I para responder à questão


    Território brasileiro e povoamento A história do povoamento indígena no Brasil é, antes de tudo, uma história de despovoamento, já que é possível considerar que o total de nativos que habitavam o atual território brasileiro em 1500 estava na casa dos milhões de pessoas e hoje mal ultrapassa os 300 mil indivíduos.

     Despovoamento, portanto! Eis o primeiro grande traço da história indígena no Brasil, como, de fato, ocorreu nas Américas em proporções gigantescas.

    O conhecimento sobre os nativos da terra foi possível graças aos registros produzidos por viajantes de várias nacionalidades que aqui aportaram desde o século XVI, aos relatórios dos colonizadores e outros estrangeiros, à correspondência dos jesuítas e às gramáticas da "língua geral" e de outras línguas.


Fonte : https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/historia-indigena.html

No excerto extraído do texto I, na frase “Eis o primeiro grande traço da história indígena no Brasil, como, de fato, ocorreu nas Américas em proporções gigantescas”, o verbo em destaque está no tempo: 
Alternativas
Q3010820 Português
Poema tirado de uma notícia de jornal


João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão [sem número Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro Bebeu  
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

BANDEIRA, Manuel: Libertinagem & Estrela da manhã, 1993.)
Se os verbos utilizados na construção do poema passassem para o prétérito-mais-que perfeito do indicativo, seriam assim dispostos, RESPECTIVAMENTE:

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
281: C
282: D
283: B
284: A
285: B
286: D
287: A
288: D
289: B
290: A
291: C
292: B
293: D
294: D
295: C
296: D
297: B
298: B
299: C
300: B