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Questões de Concurso Comentadas sobre flexão verbal de número (singular, plural) em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.313 questões

Q1670199 Português

“Saia desse livro com as mãos para cima!”


Transpondo-se a forma verbal imperativa para a 2ª pessoa do discurso, no singular, a forma correta é:

Alternativas
Q1624355 Português
Todas as frases abaixo sofreram a mesma alteração; a opção em que a mudança da frase traz um erro de conjugação verbal é:
Alternativas
Q1624321 Português
Leia o seguinte trecho de um dos discursos do orador brasileiro Rui Barbosa, proferido perante o Supremo Tribunal Federal em 1892, para responder à próxima questão.

“Formulando para nossa pátria o pacto da reorganização nacional, sabíamos que os povos não amam as suas constituições senão pela segurança das liberdades que elas lhes prometem, mas que as constituições, entregues, como ficam, ao arbítrio dos parlamentos e à ambição dos governos, bem frágil anteparo oferecem a essas liberdades, e acabam, quase sempre, e quase sempre se desmoralizam, pelas invasões, graduais, ou violentas, do poder que representa a legislação e do poder que representa a força. Nós, os fundadores da Constituição, não queríamos que a liberdade individual pudesse ser diminuída pela força, nem mesmo pela lei”.
Na última frase do texto, o verbo “queríamos” está flexionado no:
Alternativas
Q1608936 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta conjugação verbal, conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q1406820 Português

Leia as afirmativas a seguir:


I. De acordo com as novas regras ortográficas, permanece o acento diferencial em pôr/por. Assim, o vocábulo "Pôr" é verbo e o vocábulo "Por" é preposição. Por exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por ela.

II. Do ponto de vista morfológico, o verbo marca pessoa (1ª, 2ª ou 3ª), número (singular ou plural), tempo (pretérito, presente ou futuro), modo (indicativo, subjuntivo ou imperativo) e voz (ativa, passiva e reflexiva).


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1307577 Português

Leia o texto para responder à questão

Indústria da solidão


      “Já é de manhã, acorde”, diz meigamente uma voz feminina. O rapaz se senta, sonolento. E a câmera revela a dona da voz: a holografia de uma típica bonequinha japonesa, batizada de Azuma Hikari, protegida por uma cúpula de vidro.

    “Bom dia”, diz Azuma, sorridente. O jovem pressiona um botão e responde. Sensores detectam o movimento facial e a voz do rapaz. A holografia sorri, diz que o dia está chuvoso, sugere que ele leve o guarda-chuva e recomenda: “é melhor correr, para não se atrasar”. É uma típica conversa de um café da manhã em família.

    A cena é do vídeo comercial do Gatebox, nome dado à cápsula que contém Azuma, uma assistente virtual com inteligência artificial, que tem rosto, verbaliza sentimentos e carrega no tom romântico das conversas.

     Ao longo do dia, por mensagens enviadas ao celular, Azuma pergunta se o rapaz vai demorar, diz sentir saudades e relembra algumas vezes que o está esperando.

    Ele é recebido com pulinhos de alegria. E o rapaz confessa o prazer de saber que há alguém em casa à sua espera.

   A fabricante é objetiva na propaganda: Azuma é a companheira definitiva, uma namorada virtual, idealizada para aliviar a solidão de quem mora sozinho.

     É um mercado assustadoramente promissor. No Japão, uma pesquisa do Instituto Nacional de População e Previdência Social indica que cerca de 70% dos homens e 60% das mulheres entre 18 e 34 anos estão solteiros e cerca de 42% nunca mantiveram relações sexuais.

   Mas a epidemia da solidão está bem longe ser regional. Mais de 55 mil pessoas de 237 países preencheram um questionário proposto por instituições britânicas. Resultado: 33% delas disseram se sentir frequentemente sozinhas, índice que foi a 40% entre jovens de 16 a 24 anos.

    Os números explicam o sucesso de serviços como Personal Friend ou Rent a Friend. Por preços que variam de US$ 10 a US$ 60 por hora é possível contratar uma companhia para jantar, participar de um jogo ou apenas fazer uma caminhada, sem nenhuma conotação sexual.

  Se para muita gente parece coisa de maluco, para alguns médicos as iniciativas são tentativas desesperadas de manter a saúde, pois a falta de conexões sociais é um fator de risco mais importante para a morte precoce do que a obesidade e o sedentarismo.

   O impacto da solidão pode até diminuir, mas resta saber o que vai acontecer com a saúde mental dessa gente.

(Sílvia Correa. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/silviacorrea/2019/08. Acesso 29.08.2019. Adaptado)
O verbo “conter”, presente no texto em – nome dado à cápsula que contém Azuma –, também está empregado corretamente na alternativa:
Alternativas
Q1288686 Português
Leia o texto para responder a questão.

Faturando R$ 105 milhões, menino de 8 anos é youtuber mais bem pago do mundo pelo 2º ano

    Ryan, do canal Ryan's World (Mundo de Ryan), ganhou US$ 26 milhões (R$ 105 milhões, na cotação atual) em 2019, acima dos US$ 22 milhões (R$ 89 milhões) que tinha ganho em 2018, de acordo com um ranking anual da revista Forbes, com base nos ganhos estimados entre junho de 2018 e junho de 2019.
    O canal, aberto em março de 2015, teve seu grande lançamento com um vídeo em que Ryan abriu mais de 100 brinquedos escondidos em ovos-surpresa de plástico. O vídeo teve mais de 800 milhões de visualizações.
    As contas do YouTube Dude Perfect e Nastya ficaram em segundo e terceiro lugares, com US$ 20 milhões (R$ 81 milhões) e US$ 18 milhões (R$ 73 milhões), respectivamente.
    No total, segundo o ranking, os 10 youtubers mais bem pagos de 2019 ganharam US$ 162 milhões (R$ 658 milhões).
    O canal Dude Perfect apresenta cinco amigos com 30 anos brincando com brinquedos, como armas Nerf. Já o perfil Nastya mostra vídeos de Anastasia Radzinskaya, que nasceu no sul da Rússia, e tem paralisia cerebral.
  A conta de Jeffree Star tem dezenas de vídeos de tutoriais de maquiagem.
    [...]
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/salasocial-50845141
Analise: “O vídeo teve mais de 800 milhões de visualizações.” E assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1288418 Português

Emprego dos sonhos? Brasileiros sonham em ficar longe do escritório

Por Luísa Granato


      Você já se pegou pensando no meio do expediente que poderia realizar aquele mesmo trabalho no conforto de casa? Para 49% dos brasileiros empregados, cumprir o expediente longe do escritório é o maior desejo.

      É o que diz a pesquisa Alelo Hábitos do Trabalho, realizada pelo Ipsos, que ouviu 1.518 pessoas com trabalho registrado nas 12 principais regiões do país, além de 468 desempregadas e 347 autônomas.

      Nos dois últimos grupos, o trabalho remoto é valorizado por 55% dos respondentes. A pesquisa apresenta margem de erro de 2 pontos percentuais.

      Para os empregados, o trabalho remoto é a tendência principal. Em seguida, 10% dos entrevistados apontaram que gostam de espaços de trabalho compartilhados, o chamado “coworking”. Em terceiro lugar, com 7%, aparece o modelo de ambiente de trabalho focado apenas nos resultados.

      Em 6% das respostas, os profissionais citaram as tendências de trazer seu próprio dispositivo eletrônico e também estruturas sem hierarquia.

      Quando se trata de escritórios, a maioria (97) dos empregados acredita que novos ambientes de trabalho são positivos por conferirem maior conforto, qualidade de vida e produtividade.

      No entanto, apenas 35% dos entrevistados disseram que trabalham em empresas que adotam tendências do mercado. Em primeiro lugar, 42% podem desfrutar de espaços com pufes e sofás para descanso. Depois, 36% afirmaram que podem se vestir casualmente.

Disponível em https://exame.abril.com.br/carreira/emprego-dos-sonhos-brasileiros-sonham-em-ficar-longe-do-escritorio/ 

O verbo principal do título está conjugado em
Alternativas
Q1279516 Português
Leia o texto para responder a questão.

Pai do vício nas telas agora quer oferecer a cura

    Quase 80% dos usuários de smartphones checam seus celulares nos primeiros 15 minutos depois de acordar. E a tendência é só piorar, diz Nir Eyal, professor de Stanford e consultor especializado em ajudar empresas de tecnologia a tornar seus produtos mais viciantes. Nesse mercado, ele afirma que “as empresas que vencem são aquelas que conseguem inventar os produtos mais grudentos”.
      Eyal esclarece que as empresas criaram o processo de fisgar pessoas, de jogar o anzol, acionando quatro passos básicos. Começa com um gatilho, algo que diz ao usuário o que fazer, podendo ser externo ou interno. No Facebook, por exemplo, seria uma notificação que chama atenção para o que está acontecendo na rede. Isso leva ao segundo passo, a ação, algo que o usuário faz em busca de uma recompensa. Ele vai abrir o aplicativo, checar a notificação e começar a ler seu “feed” de notícias. O terceiro passo é a recompensa variável. O psicólogo americano B.F. Skinner mostrou que, quando uma recompensa é dada sem que possa ser prevista, a ação se torna mais frequente. E, então, chega-se à fase do investimento: quando o consumidor usa o produto de forma a aumentar a probabilidade de voltar a usá-lo.
     Eyal admite que depois de um tempo, as empresas nem precisam mais de gatilhos externos. Em vez disso, eles começam a acontecer por causa dos gatilhos internos, associações na mente do usuário. Quando você está entediado, entra no YouTube, se se sente sozinho, abre o Facebook, se tem uma dúvida, checa o Google. Geralmente, são os sentimentos negativos que fazem as pessoas voltarem.
    Agora, Eyal começa a pensar em um método para reverter o vício e ele não está sozinho. Antigos executivos do Facebook e WhatsApp tornaram-se críticos da tecnologia. Eles criaram o vício e agora querem oferecer a cura. Mas para isso acontecer é preciso que os consumidores entendam como sentimentos ruins, como tédio ou solidão, são manipulados para mantê-los fiéis a essas empresas. “Quero que as pessoas pensem em formas de ganhar mais controle de suas vidas, em vez de serem controladas pela tecnologia”, arremata Eyal.

(www1.folhauol.com.br.Adaptado, acessado em 13.10.2019)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase, de acordo com a conjugação verbal.
Se o usuário se __________fiel às empresas, é improvável que se __________contra o vício e _________controle sobre sua vida.
Alternativas
Q1256616 Português

 Na questão, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que se apresentam.


Imagem associada para resolução da questão

(Mauricio de Sousa. Chico Bento: histórias de pescador.

Porto Alegre: L&PM,2016. Adaptado.)

Alternativas
Q1162011 Português

Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.


Poeminho do Contra


Todos esses que aí estão

Atravancando meu caminho,

Eles passarão...

Eu passarinho!

Mario Quintana

Se as frases abaixo forem pluralizadas, a opção em que o verbo NÃO pode ir para o plural é:
Alternativas
Q1160496 Português

Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item.


A forma verbal “provenham” (linha 23) corresponde à flexão do verbo prover na terceira pessoa do plural do presente do subjuntivo.

Alternativas
Q1146226 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois velhinhos

Dois pobres inválidos, bem velhinhos, esquecidos numa cela de asilo. Ao lado da janela, retorcendo os aleijões e esticando a cabeça, apenas um podia olhar lá fora. Junto à porta, no fundo da cama, o outro espiava a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz. Com inveja, perguntava o que acontecia. Deslumbrado, anunciava o primeiro:

— Um cachorro ergue a perninha no poste.

Mais tarde:

— Uma menina de vestido branco pulando corda.

Ou ainda:

— Agora é um enterro de luxo.

Sem nada ver, o amigo remordia-se no seu canto. O mais velho acabou morrendo, para alegria do segundo, instalado afinal debaixo da janela.

Não dormiu, antegozando a manhã. Bem desconfiava que o outro não revelava tudo. Cochilou um instante. Era dia. Sentou-se na cama, com dores espichou o pescoço: entre os muros em ruína, ali no beco, um monte de lixo.

TREVISAN, Dalton. Mistérios de Curitiba. Rio de Janeiro: Record, 1979, p. 110 (Adaptado).

Releia o seguinte trecho.

“Junto à porta, no fundo da cama, o outro espiava a parede úmida, o crucifixo negro, as moscas no fio de luz”.

O verbo destacado está no singular porque também está no singular a palavra

Alternativas
Q1145382 Português

Observe:

Defender? Defendei vós.

Faça o mesmo com os verbos: vir, ver, trazer, pontuar e assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1143367 Português

Considerando o uso dos verbos, complete as lacunas das frases.


1. Nós havíamos ....................... a encomenda. (entregar)

2. O piso foi .................... por mim mesmo. (enxugar)

3. Eu ................. muito no verão. (suar)

4. Se tu .................... o fulano, diga a ele que quero lhe falar. (ver)

5. .................... para mim, quero ouvir tua voz. (cantar)


Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.

Alternativas
Q1142738 Português

      [...] Em suma, a política está colérica e os relacionamentos nas redes sociais ou mesmo fora delas são o seu retrato mais bem acabado. Um triste retrato de chorar lágrimas de esguicho. No ambiente amistoso ou não das mesas de bar não falávamos o que regurgitamos nesses ambientes. Conforme questionava Monteiro Lobato em A luz do baile, “como (o que mudou), se era a mesma gente?”. [...]

      É necessário que ____________ ao inferno do autoconhecimento e ____________ a própria alma. É preciso que ____________ ao outro o que ____________ de receber. Mas nem as crianças, nem os idosos, nem os desvalidos, nem sequer o luto dos que sofrem, expressão máxima da dignidade humana, são respeitados mais. A urgência deve ser o amor ao próximo, não o ódio sem proximidade. A reação é do instinto humano, mas no ambiente álgido de hoje muitos contra-atacam sem serem importunados pelo simples prazer de atingir alguém. Ou mesmo por puro comportamento de manada – uma maneira estranha de ser aceito ou mesmo aplaudido em suas bolhas, em geral, formada por pessoas que abominam o contraditório. [...]

(Disponível em: https://istoe.com.br/o-maniqueismo-que-nos-alimenta--e-o-amor-que-nos-falta/. Adaptado.) 

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q1132266 Português

Texto para o item. 


Internet: <https//exame.abril.com.br> (com adaptações).

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


Na oração “É muito comum” (linhas 15 e 16), a forma verbal “É” está flexionada na terceira pessoa do singular porque o sujeito é oracional.
Alternativas
Q1117729 Português
A alternativa em que os verbos estão conjugados de acordo com a norma-padrão é:
Alternativas
Q1113817 Português
A sentença que apresenta o verbo vir ou ver flexionado de forma CORRETA é:
Alternativas
Q2704274 Português

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 10.


Vida de clichê


___O jornalista Humberto Werneck lançou seu O pai dos burros – Dicionário de lugares-comuns e frases feitas. Dono de um dos grandes textos da imprensa brasileira, ele passou quase 40 anos colecionando os clichês que sujam as páginas de jornais, revistas, livros. Aquelas palavras que, de tanto ouvi-las, são as primeiras a aparecer na nossa cabeça, na ponta dos nossos dedos. Foram ditas muitas vezes antes, não causarão nenhuma reação inesperada. Não provocarão nada, nem de bom, nem de ruim.

___Por que então os clichês são tão populares? Porque são seguros, é o que disseram gente brilhante como H.L. Mencken e Hannah Arendt. Ao repetir uma ideia velha, o que foi dito e redito por tantos antes de nós, nada sai do nosso controle. Também nada acontece. Uma nova ideia é sempre um risco, não sabemos aonde ela vai nos levar. E, na falta de ousadia, o que nos sobra é medo.

___Li todas as 208 páginas, os 4.640 clichês, para conhecer as palavras das quais deveria fugir. Desde então, adquiri um incômodo que não sai de mim. Ao colecionar lugares-comuns, Werneck espera nos instigar a pensar antes de sair escrevendo – ou falando. Caso o jogo de palavras venha muito fácil, é porque já foi dito tantas vezes que abriu um escaninho no nosso cérebro. Basta apertar uma tecla invisível e sai de lá pronto. Não custa nada, nem mesmo um esforço mínimo. “O tempo é o senhor da razão”, “a esperança é a última que morre”, “nunca antes na história deste país”...

___Clichês são letra morta. Palavras que nasceram luminosas e morreram pela repetição, já que a morte de uma palavra é o seu esvaziamento de sentido. Agarrar-se aos lugares-comuns para não ousar arriscar-se ao novo é matar a possibilidade antes de ela existir. Parece-me que os lugares-comuns vão muito além das palavras. A gente pode transformar nossa vida inteira num clichê. Não basta apenas pensar antes de escrever, na tentativa de criar algo nosso. É preciso pensar para viver algo nosso – antes de repetir a vida de outros.


(Eliane Brum. A menina quebrada e outras colunas de Eliane Brum.

Porto Alegre, Arquipélago Editorial, 2013, Adaptado)

Um verbo flexionado no plural por força de expressão, mas que, segundo a norma-padrão da língua, deve manter-se no singular, está em:

Alternativas
Respostas
581: A
582: D
583: B
584: D
585: A
586: E
587: D
588: A
589: A
590: C
591: B
592: E
593: C
594: A
595: C
596: D
597: C
598: E
599: D
600: C