Questões de Concurso
Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português
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revistaescola.abril.com.br, em
12/10/2015)
Texto para responder à questão.
O Búfalo
Com relação aos componentes destacados do trecho, é correto afirmar que:
Texto para responder à questão.
Restos de Carnaval
A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.
I. Os verbos usados foram flexionados no pretérito perfeito e no futuro do pretérito do modo indicativo. II. FUI CORRENDO é uma forma perifrástica em que o verbo auxiliar, juntamente com a forma nominal do verbo, contribuem para a expressão do aspecto verbal. III. TÃO atribui valor de tempo aos elementos aos quais se refere.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. pretérito imperfeito do subjuntivo, ela assumiria a forma ‘exigiria’. II. futuro do pretérito, ela assumiria a forma ‘exigisse’. III. pretérito mais-que-perfeito, ela assumiria a forma ‘exigira’.
Quais estão corretas?
Então uma rã pulou para o seu colo e disse: -Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Uma bruxa má lançou-me um encanto, e eu transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco, e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os nossos filhos e seríamos felizes para sempre…
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à doré, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava… NEM MORTA!
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Conto de fadas para mulheres do século XXI. /s.n.b./
O tempo verbal usado pelo personagem no trecho “A minha mãe poderia vir morar conosco, e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias, as minhas roupas, criarias os nossos filhos e seríamos felizes para sempre…” permite-lhe enumerar uma sequência de:
Conceituar a educação como bem de consumo ajuda a promover uma mentalidade consumista em seus usuários, professorado e alunado; estimula-os a abraçarem o trabalho escolar e as ofertas de formação pensando como consumidores, ou seja, em seu valor de intercâmbio com o mercado ou nos benefícios que podem auferir ao cursarem uma disciplina, especialidade ou titulação. A instituição escolar aparece como imprescindível somente enquanto proporcionadora de recursos para se obterem, no dia de amanhã, benefícios estritamente privados, visando ao enriquecimento a título individual.
Contudo, ao mesmo tempo que se produz esta aposta na mercantilização do sistema educativo, surgem diagnósticos acerca da degradação das sociedades atuais, da decadência moral, violência e egoísmo das pessoas que habitam os países desenvolvidos. Vivemos uma época que algumas pessoas, bem como grupos sociais, definem como de pânico moral; para alguns grupos, a educação é responsável por tudo e, ao mesmo tempo, quase todo mundo a considera tábua de salvação capaz de nos conduzir a um futuro social diferente.
Uma população atemorizada, que vive em situação de pânico moral, surge da constatação de que aquilo que até determinado momento eram ideais compartilhados, estilos de vida que serviam de modelo e parâmetros de avaliação da convivência e do modo de viver de uma comunidade, está sendo destruído. Insegurança e medo do desconhecido se convertem em pânico à medida que alguns meios de comunicação amplificam os delitos cometidos pelas pessoas, especialmente as de determinados grupos sociais – que são absolutamente rotuladas como perigosas. Assim, algumas etnias minoritárias – como a cigana, os imigrantes marroquinos ou nigerianos, ou grupos juvenis específicos, como os punks, cabeças raspadas, roqueiros, hooligans etc. – acabam convertendo-se nos principais inimigos da sociedade e acusadas de toda a violência que existe em nosso entorno, devido à forma como os meios de comunicação de massa relatam suas ações, destacando-as, normalmente, com exagero. Dessa maneira, gera-se na sociedade uma forte hostilidade contra estes grupos sociais marginalizados, vistos como ameaça à paz social, capazes de destruir o mundo de valores hegemônicos e de levarem os cidadãos a submergirem em um ambiente de caos e destruição.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. A instituição escolar em tempos de intolerância. TEIAS: Revista da Faculdade de Educação / UERJ – n. 3, jun. 2001.
O tempo verbal empregado no texto é coerente com o gênero textual a que pertence. Analisando-se tal aspecto na construção das suas sequências, pode-se perceber a recorrência do:
As provas do Enem 2015 (Exame Nacional do Ensino Médio) foram marcadas por jovens que foram aos locais de prova se divertir com os candidatos atrasados, pela polêmica sobre questões que tratavam da luta pelos direitos das mulheres e por provas exigentes para os quase 6 milhões de candidatos que fizeram o exame.
Com uma ponta de sadismo, jovens foram para frente dos locais de prova em Curitiba, Belo Horizonte e no Rio com cervejas e energético nas mãos apenas para ver o desespero dos candidatos que se atrasaram para o Enem. "Vim ver o show de horrores, a desgraça alheia, antes de ir para uma festa de cerveja", disse sorrindo Natália Cristina Borges, 30, na porta da PUC-MG (Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais).
Os portões foram fechados às 13h (horário de Brasília) e poucos minutos depois a hashtag #ShowDosAtrasados já era usada em redes sociais para fazer gozação com quem perdeu a prova. Apesar de toda a torcida contra, o percentual de participantes que perderam a prova este ano foi o menor desde 2009, segundo o MEC (Ministério da Educação). O índice de abstenção foi de 25,5%. E apenas 743 candidatos foram eliminados nos dois dias de prova, seja por estarem com objetos proibidos pelo edital, como celular, boné e lápis, seja por deixarem a sala antes do período mínimo de duas horas.
Os alunos que estavam inscritos no exame em Rio do Sul (SC) e Taió (SC) tiveram a prova cancelada. As cidades foram alagadas devido às fortes chuvas que atingiram o Estado de Santa Catarina no final da semana passada. No Pará, os candidatos que faziam a prova em uma escola de Marituba tiveram o exame suspenso por falta de energia elétrica. Todos eles terão a chance de fazer as provas nos dias 1° e 2 de dezembro, mesmo período em que participam do exame os detentos.
No primeiro dia de provas, uma questão sobre um excerto da escritora feminista Simone de Beauvoir pedia que o candidato soubesse qual era a marca desse movimento social da década de 1960. A cobrança causou fervor nas redes sociais, com postagens de apoio e de crítica. A rixa que já estava posta no sábado aumentou no domingo após a divulgação do tema da redação do Enem: "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira". A escolha foi comemorada por grupos feministas: "A realidade é muito dura, pois neste momento em que milhares de pessoas estão refletindo sobre o tema para fazer a redação, muitas mulheres estão sendo violentadas, agredidas, estupradas", postou um grupo.
No domingo à noite, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, rebateu as críticas ao tema da redação e a uma suposta "doutrinação" nas questões da prova. "O debate pedagógico e político é próprio desse tipo de exame", disse. "Quem sabe se conseguirmos discutir com transparência essa questão possamos reduzir a violência contra as mulheres."
E além de todas essas polêmicas, os milhões de participantes do Enem enfrentaram provas difíceis, que exigiram dos alunos conteúdo e rapidez na resolução das provas, na avaliação de professores.
No primeiro dia, o aluno precisava ler e interpretar bem, saber os conteúdos e estar antenado em assuntos recentes, como Estado Islâmico, selfies e a economia da China.
"Foi uma prova bem elaborada, com temas amplos, diversidade de tema, exigiu não só leitura de texto, o aluno tinha que saber o conteúdo para interpretar, ler gráficos e tabelas", explicou Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo Vestibulares. Cobrou-se do aluno que ele soubesse autores em filosofia e conceitos em biologia e física para que respondesse às questões.
Já no domingo, os professores consideraram os textos da prova de linguagens longos demais e as questões de matemática trabalhosas, o que reduzia o tempo do candidato para fazer a prova. "Tanto os professores de português quanto os de matemática disseram que o tempo foi insuficiente para responder todas as questões. É preciso rever isso para o ano que vem", disse Vera Lúcia Antunes, coordenadora do Curso e Colégio Objetivo.
O gabarito oficial do Enem será divulgado pelo MEC na próxima quarta-feira (28). O ministro prometeu para a primeira semana de janeiro de 2016 a divulgação das notas do exame.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/noticias/
Assinale a alternativa CORRETA, observando os itens destacados em cada trecho do texto de referência:
No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser uma questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava que não se deve proibir alguma coisa a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a sua natureza a levar a engolir alfinetes?” indaguei, lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu. Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.
Russel, Bertrand. Ensaios céticos in: Platão e Fiorin: Para entender o texto. Vocabulário: Vitupério: insulto, ofensa. Eliseu: profeta bíblico Assinale a alternativa correta.
- Meus amigos, hoje começa uma nova fase na vida do nosso clube. Até agora, cada um jogava o futebol que sabia. Eu ensinava alguma coisa, é verdade, mas a gente se guiava mesmo era pelo instinto. Isso acabou. Graças a um dos nossos diretores, que é um cara avançado e sabe das coisas, nós vamos jogar de maneira completamente diferente. Nós vamos jogar de maneira científica.
Abriu uma pasta e de lá tirou uma série de tabelas e gráficos feitos em computador.
- Sabem o que é isso? É o modelo matemático para o nosso jogo. Foi feito com base em todas as partidas que jogamos contra o nosso adversário, desde 1923. Está tudo aqui, cientificamente analisado. E está aqui também a previsão para a nossa partida. Eles provaram estatisticamente que o adversário vai marcar um gol aos 12 minutos do primeiro tempo. Nós vamos empatar aos 24 minutos do segundo tempo e vamos marcar o gol da vitória aos 43 minutos. Portanto, não percam a calma. Esperem pelo segundo tempo. É aí que vamos ganhar.
Os jogadores se olharam, perplexos. Mas ciência é ciência; tudo o que eles tinham a fazer era jogar de acordo com o modelo matemático.
Veio o grande dia. Estádio lotado, começou a partida, e, tal como previsto, o adversário fez um gol aos 12 minutos. E aí sucedeu o inesperado.
Um jogador chamado Fuinha, um rapaz magrinho, novo no time, pegou a bola, invadiu a área, chutou forte e empatou. Cinco minutos depois, fez mais um gol.
E outro. E outro. O jogo terminou com o marcador de 7 a 1, um escore nunca registrado na história dos dois times.
Todos se cumprimentavam, felizes. Só o técnico não estava muito satisfeito:
- Gostei muito de sua atuação, Fuinha, mas você não me obedeceu. Por que não seguiu o modelo matemático?
O rapaz fez uma cara triste:
- Ah, seu Osvaldo, eu nunca fui muito bom nessa tal de matemática. Aliás, foi por isso que o meu pai me tirou do colégio e me mandou jogar futebol. Se eu soubesse fazer contas, não estaria aqui, jogando para o senhor. O técnico suspirou. Acabara de concluir: uma coisa é o modelo matemático. Outra coisa é a vida propriamente dita, nela incluída o futebol.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff29039905.htm. Acesso em 21 dez. 2015
Os verbos destacados estão flexionados no pretérito perfeito do indicativo, EXCETO em:
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Investir na carreira como um meio para a realização pessoal é algo que perseguimos também aqui na redação. No mês passado, após um ano estudando na Universidade de Columbia, em Nova York, recebemos de volta o jornalista José Eduardo Costa. Ele chega com novas referências, pronto para assumir mais responsabilidades: é o novo redator-chefe. Profissional competente, daqueles que se encaixam na melhor definição de talento, Zé vai estar ao meu lado ajustando o rumo para uma equipe comprometida com o propósito de prestar o melhor serviço para você. Estamos aqui para ouvir mais.
Escreva pra gente: redaçã[email protected].
Juliana de Mari, diretora de redação Você AS edição 121 julho 2008.
No trecho “Escreva pra gente: [email protected]”,
o verbo destacado encontra-se no:

Transpondo esse período para o tempo pretérito perfeito do modo indicativo tem-se:
Para responder a questão, leia o texto abaixo.

I. A forma pertence ao modo imperativo. II. A flexão verbal, em “amamente”, faz com que a forma concorde com a terceira pessoa do singular. III. O modo em que a forma verbal aparece é muito comum nos anúncios publicitários.
Está correto o que se afirma em:
Capacitação ambiental
A capacitação ambiental das organizações portuárias, que constitui um dos principais instrumentos da sua gestão ambiental, inicia-se pela criação de um núcleo ambiental na estrutura da instituição, composto por profissionais de diversos campos, como química, biologia, oceanografia, arquitetura e urbanismo, entre outros, bem como pelos próprios profissionais do porto.
Além disso, a capacitação deve envolver o incremento do conhecimento teórico e prático das matérias ambientais e a formação de uma base adequada de dados técnicos para se realizar uma boa gestão ambiental.
A capacitação deve ser complementada com o treinamento dos agentes portuários para as condições e situações de gestão ambiental, especialmente para as emergências.
Os planos de emergência requerem simulações que devem ser periódicas e aprimoradas constantemente, tanto pela agregação de tecnologia, como de métodos de atuação.
(…)
http://www.antaq.gov.br
O segredo das amizades que duram
Ana Carolina Prado
O que faz com que as pessoas virem amigas? E por que algumas amizades duram e outras não? Um artigo do site Psychology Today reuniu alguns estudos que trazem bons esclarecimentos sobre o tema. Os pontos principais, bem práticos, estão listados a seguir:
Condições para começar uma amizade
Além de alguns fatores básicos, como ter contato com a pessoa com alguma regularidade (afinal, assim temos mais chance de conhecê-la melhor e aprofundar nossos laços) e ter coisas em comum, dois aspectos são fundamentais para que se passe do posto de conhecido para o de amigo:
1. Disposição de se abrir.
Segundo Beverley Fehr, pesquisadora da Universidade de Winnipeg e autora do livro “Friendship Processes”, o que determina que passemos de meros conhecidos a amigos é a disposição de se abrir e revelar coisas mais pessoais ao outro – e isso precisa vir dos dois lados. “Nos estágios iniciais da amizade, isso tende a ser um processo gradual. Uma pessoa aceita o risco de revelar uma informação pessoal e ‘testa’ se a outra faz o mesmo”, diz ela. Aqui, a reciprocidade é essencial para a coisa funcionar, porque leva a outra condição importante:
2. Intimidade.
De acordo com a pesquisa de Fehr, pessoas com boas amizades envolvendo o mesmo sexo têm uma boa compreensão do que envolve a intimidade: elas sabem se abrir e expressar suas emoções, sabem o que dizer quando o amigo lhes conta algo e respeitam os limites – entendem, por exemplo, que sinceridade não significa falar tudo o que lhes vêm à cabeça, especialmente no que se refere a opiniões sobre a vida e os gostos do outro. Até porque outras condições apontadas foram aceitação, lealdade e confiança. Essas qualidades foram consideradas mais importantes do que ajudas práticas, como emprestar dinheiro.
Por que algumas amizades duram e outras não?
Ok, entendemos o que dá aquele pontapé inicial às amizades. Mas há outro fator, descoberto pelas psicólogas sociais Carolyn Weisz e Lisa F. Wood, da Universidade de Puget Sound, em Tacoma, Washington, que é fundamental para fazer com que as nossas relações durem: o apoio à nossa identidade social. Em outras palavras, procuramos amigos que entendam e validem a ideia que temos sobre nós mesmos e sobre o nosso papel na sociedade ou grupo de que fazemos parte – o que pode estar associado à religião, etnia, profissão ou mesmo participação em algum clube.
Para chegar a essa conclusão, elas acompanharam um grupo de estudantes universitários por anos durante toda a sua graduação, sempre pedindo a eles que descrevessem níveis de proximidade, contato, apoio geral e apoio à identidade social que sentiam em relação a amigos do mesmo sexo. A conclusão foi que todos esses fatores ajudaram a predizer se a amizade seria mantida ou não. Mas um único fator pôde predizer quem seria elevado à posição de melhor amigo: a pessoa, nesses casos, era parte de um mesmo grupo (fraternidade, time etc.) ou pelo menos apoiava e reafirmava o papel do amigo dentro desse grupo. Um cristão podia ter como melhor amigo alguém que não tivesse religião, desde que esse amigo apoiasse sua identidade como cristão. E, como temos vários papéis na vida, é mais provável que nosso melhor amigo esteja ligado ao papel que é mais importante para nós, que melhor representa a nossa identidade.
Por que escolhemos assim os amigos? Segundo o estudo, além de isso estar relacionado a níveis maiores de intimidade e compreensão, também envolve o aumento da autoestima. Esse senso de identidade que influencia até o comportamento de viciados em drogas. Outro estudo de Weisz concluiu que as pessoas eram mais propensas a se livrar de seus vícios depois de três meses quando sentiam que seus papéis sociais e senso de identidade entravam em conflito com o uso de drogas.
“Nossas identidades sociais são tão importantes para nós que estamos dispostos a ficar com as pessoas que apoiam a nossa identidade social e nos afastar daqueles que não fazem isso. Podemos até mudar de amigos, quando os antigos não apoiam nossa visão atual de nós mesmos”, diz o artigo do Psychology Today. “A sabedoria popular diz que escolhemos os amigos por causa de quem eles são. Mas acontece que nós realmente os amamos por causa da maneira como eles apoiam quem nós somos.”
Como manter a amizade
De acordo com Debra Oswald, psicóloga da Universidade de Marquette (em Wisconsin, EUA), que estudou o relacionamento entre voluntários que estavam no ensino médio e seus melhores amigos, há quatro comportamentos básicos necessários para manter o vínculo – que valem para todo mundo, não importa se você tem 15 ou 70 anos.
Os dois primeiros são pontos que exploramos bastante até agora: tomar a iniciativa de se abrir e apoiar nossos amigos. O terceiro ponto é a interação. Não importa se o amigo é seu vizinho ou mora em outro continente: você precisa estar em contato com ele, seja escrevendo, conversando ao telefone, visitando. Felizmente, com a internet, a proximidade física tem pouco efeito sobre nossa capacidade de manter uma amizade.
Por fim, é importante ser positivo. Precisamos nos abrir com nossos amigos, mas isso não significa que está tudo bem ficar choramingando por horas e só ver o lado negativo de tudo. É claro que faz parte de ser amigo segurar a onda durante os perrengues da vida, mas, no final das contas, a intimidade que faz com que uma amizade prospere deve ser algo agradável e que faça bem para os dois lados.
Disponível em:<http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/o-segredo-das-amizades-que-duram/>

