Questões de Concurso Sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q4361332 Português
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque está no mesmo tempo e modo verbal que “foi” (linha 21), retirado do Texto:
Alternativas
Q4355619 Português
“Algumas horas por semana de atividade física, mesmo de baixa intensidade, como passear ou se dedicar à jardinagem, poderiam diminuir o risco de morte nos homens idosos, sugere um estudo publicado nesta terça-feira.” (linhas 1 a 5). Assinale o tempo e o modo verbal nos quais se encontra o verbo destacado:
Alternativas
Q4349086 Português

Considere o fragmento do texto transcrito abaixo para analisar as afirmativas a seguir, indicando-os como verdadeiras (V) ou falsas (F).



Ensinar exige, pois, que revelemos as nossas razões, que apresentemos nossos argumentos, que sustentemos nossas opiniões e justifiquemos nossas escolhas perante nossos alunos, o que não é verdadeiro para ações como doutrinar ou treinar.



( ) Substituindo a primeira pessoa do plural pela primeira do singular, nove palavras ao todo (verbos e pronomes) deverão ser alteradas a fim de atender à sintaxe de concordância.


( ) Os verbos revelar, apresentar, sustentar e justificar estão empregados no modo subjuntivo.


( ) O que nas orações “que revelemos ...”, “que apresentemos...” e “que sustentemos...” é, nas três orações, pronome relativo.


( ) A única palavra acentuada recebe acento por ser oxítona.


( ) A conjunção ou expressa ideia de exclusão.

Alternativas
Q4347092 Português
Marque a alternativa que completa corretamente os espaços pontilhados das linhas 4, 6, 7, 10 e 18 do texto.
Alternativas
Q4344900 Português
Analise os itens a seguir:

I. As flexões dos verbos garantir (linha 16) e estabelecer (linha 18) correspondem ao presente do modo subjuntivo.
II. No penúltimo parágrafo do texto, os pronomes oblíquos retomam, respectivamente, o termo as famílias (linhas 30) e o termo suas influências negativas sobre o meio ambiente (linhas 30 e 31).
III. Os dois pontos empregados junto à oração: “Na verdade, é uma conta bem simples” (linhas 33 e 34) podem ser substituídos por um ponto de interrogação, sem que haja alteração de sentido ao contexto em que está situada.
IV. De acordo com o texto, a palavra drasticamente (linha 22) pode ser substituída, sem que alteração de sentido pela palavra aleatoriamente.
V. A conjunção Mas (linha 33) pode ser substituída pelas conjunções Porém, Todavia e Entretanto.

De acordo com o contexto do texto:
Alternativas
Q4344325 Português

Atribua 100 pontos para cada afirmativa correta sobre o texto I e 50 pontos para cada afirmativa incorreta. Após, assinale a alternativa que apresenta a soma de todos os pontos.



( ) O tempo verbal que predomina no texto é o presente do modo indicativo.


( ) Substituindo o último verbo do primeiro parágrafo do texto pelo verbo existir, mantendo o mesmo tempo e modo verbal, a forma correta será existia.


( ) A conjunção presente no primeiro período do segundo parágrafo expressa ideia de explicação.


( ) A palavra que inicia o penúltimo período do segundo parágrafo pode ser substituída, sem que haja alteração de sentido, pela expressão Ou seja.


( ) Substituindo o ponto final na frase: “Seria uma confusão generalizada.”, (linha 18), no último parágrafo, por um ponto de interrogação, o sentido da mesma ficaria inalterado.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2018 - PM-SP - Aluno Oficial - PM |
Q4136226 Português
Leia o texto para responder à questão.


À beira do abismo?

Se você é uma daquelas pessoas que acredita que o mundo caminha rapidamente para o abismo, o livro Factfulness, de Hans Rosling e família, pode ser um bom remédio. O tom é de autoajuda. O próprio autor usa a expressão “dados como terapia”. Mas isso em nada diminui o valor da obra, cujo propósito é mostrar que o planeta é um lugar bem melhor do que a maioria das pessoas pensa.

O médico sueco Hans Rosling, que teve como coautores seu filho Ola e sua nora Ana, basicamente usa montanhas de dados para nos convencer de que quase todas as nossas intuições sobre o estado econômico, sanitário e social dos humanos na Terra estão erradas, e o ritmo em que as melhoras têm ocorrido é surpreendente.

Rosling, que morreu no ano passado, antes da conclusão da obra, apela aos truques dos bons conferencistas, atividade na qual se consagrou. Ele começa submetendo seus leitores a testes de múltipla escolha com questões sobre distribuição de renda, gênero, educação, violência, saúde etc.

A maioria dos indivíduos testados se sai extremamente mal, e é aí que ele aproveita para dar as boas novas, isto é, informações como a de que a proporção de pessoas vivendo em pobreza extrema caiu à metade nos últimos 20 anos ou de que mais de 80% das crianças do mundo têm acesso a vacinas. Na sequência, Rosling esmiúça dez vieses (ele chama de instintos) que conspiram para que as pessoas não assimilem esse tipo de informação, que, vale ressaltar, tem sido destacada também por autores como Steven Pinker, Michael Shermer, Deirdre McCloskey.

Rosling não está afirmando que chegamos a um mundo ideal e não há mais nada a fazer. Ao contrário, diz que ainda há muito sofrimento desnecessário e que podemos melhorar. Mas um dos requisitos para tomar as decisões certas é ter uma noção realista da situação em que nos encontramos, e, nisso, boa parte da humanidade fracassa.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 02.09.2018. Adaptado)
Se você é uma daquelas pessoas que acredita que o mundo caminha rapidamente para o abismo, o livro Factfulness, de Hans Rosling e família, pode ser um bom remédio. (1o parágrafo)
Em uma reescrita dessa frase em conformidade com a norma-padrão da língua, as formas verbais destacadas (é/pode) devem ser substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q2063372 Português

TEXTO





Revista Galileu. Globo. 19/09/2018. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2018/09/temos-predisposicao-para-o-perdao-afirma-estudo.html> . Acesso em 5 out. 2018.

Assinale a alternativa cuja forma verbal se encontra no mesmo tempo e modo em que está empregado o verbo grifado em “Não fosse por isso, poderíamos acabar relações prematuramente” (linha 10).
Alternativas
Q2062006 Português

A QUESTÃO ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO


TEXTO




Revista Veja. (Adaptado.)

Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal simples “vendeu“ (L.11) e a composta
Alternativas
Q2056126 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

[...]

Pegue duas medidas de estupidez
Junte trinta e quatro partes de mentira
Coloque tudo numa forma untada previamente
Com promessas não cumpridas

Adicione a seguir o ódio e a inveja
As dez colheres cheias de burrice
Mexa tudo e misture bem
E não se esqueça antes de levar ao forno
Temperar com essência de espírito de porco
Duas xícaras de indiferença
E um tablete e meio de preguiça

[...]

Hoje não dá, hoje não dá
Está um dia tão bonito lá fora e eu quero brincar

Mas hoje não dá, hoje não dá
Vou consertar a minha asa quebrada e descansar

Gostaria de não saber
Destes crimes atrozes
É todo dia agora
E o que vamos fazer?
Quero voar pra bem longe
Mas hoje não dá
Não sei o que pensar
E nem o que dizer
Só nos sobrou do amor
A falta que ficou

Os anjos– Legião Urbana.
Disponível em: <https://bit.ly/2oaCovb>.
Acesso em: 25 ago. 2018.
Os verbos na primeira parte do texto estão, predominantemente, no modo
Alternativas
Q2056123 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Em relação ao verbo “gostar”, no primeiro quadrinho, considere as afirmativas a seguir.
I. Indica uma incerteza dependente de certa condição para se concretizar. II. Está conjugado na primeira pessoa do singular do futuro do pretérito do indicativo. III. Nesse caso, é um verbo transitivo direto.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IF-MT Órgão: IF-MT Prova: IF-MT - 2018 - IF-MT - Química |
Q2053050 Português

TEXTO II 


Hamlet


Hamlet diante do abismo

deveria ter dito como o outro de Shakespeare:

"To be or not to be – that is the question". 

Mas este Hamlet do meu poema 

jogou o chapéu pra trás, engoliu em seco 

e articulou: 

"Mas que buracão, meu Deus do céu"


É que este Hamlet do meu poema

é analfabeto,

trabalha na estiva,

é meu filho da minha lavadeira, 

nada tem com Shakespeare

e só é Hamlet por acaso. 


Gervásio Leite. Disponível em: http://www.academiadeletrasmt.com.br/revista-aml/obras-digitalizadas/262-antologia-poetica-mato-grossense

No texto "Hamlet", os verbos "deveria" (1ª estrofe, verso 2), "engoliu" (1ª estrofe, verso 5), "é" (2ª estrofe, verso 2) e "tem" (2ª estrofe, verso 5) estão conjugados, respectivamente, no: 
Alternativas
Q2047871 Português
Para responder a essa questão, assinale APENAS UMA ÚNICA alternativa correta e marque o número correspondente na Folha de Respostas.   


A forma verbal transcrita à esquerda que pode ser substituída, mantendo-se o seu sentido original, pela expressão indicada á direita é
Alternativas
Q2046435 Português
Relativamente à frase: ‘Há limites máximos para inertes (N2+ CO2), dióxido de carbono e oxigênio’, retirada do texto, afirma-se que:


  I. Caso o verbo haver fosse substituído pelo existir, implicaria necessidade de flexioná-lo na 3ª pessoa do plural, a fim de estabelecer a correta concordância.  II. Considerando o padrão culto da Língua Portuguesa, para que o período fosse considerado gramaticalmente correto, o verbo ‘Há’ deveria ser colocado imediatamente após ‘limites máximos’. III. O verbo ‘haver’, no contexto mencionado, flexionado no futuro do presente do indicativo, assumiria a forma ‘haverão’.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2044626 Português
Marque a alternativa em que a conjugação dos verbos no imperativo está INCORRETA:
Alternativas
Q2044620 Português
Os homens que se transformavam em barbantes
Moacyr Scliar

Havia uma cidade, grande, desenvolvida. As pessoas que moravam lá eram saudáveis, simpáticas e alegres. Não me lembro o nome da cidade, porque eu tinha quinze anos quando passei por ela, levado por meu pai. Nessa época, não me preocupava com o nome, mas sim com os lugares propriamente. Acontece que, certo dia, um habitante desta cidade saiu de casa, pela manhã, dirigindo-se alegremente ao emprego. Fez todas as coisas de praxe. Cumprimentou os vizinhos, o barbeiro da esquina, o vendeiro, os colegas no ponto de ônibus, agradeceu ao motorista, ao ascensorista, sentou-se em sua mesa. Nesse dia, no fim do expediente, o homem notou que seu pulso esquerdo parecia mais fino. ―Bobagem. Impressão. Acho que estou cansado demais.‖ Foi para casa, jantou, viu telenovela, dormiu. Na manhã seguinte, o pulso tinha se afinado mais. E suas canelas pareciam de criança. Chamou a mulher. Ela ficou tão impressionada, que o homem se arrependeu de ter mostrado. Não havia dor, apenas fraqueza. Partiu para o emprego. Contente, cumprimentando as pessoas e agradecendo ao motorista e ao ascensorista. No meio da tarde, porém, não conseguiu trabalhar. O pulso estava fino e dobrava-se. Maleável, sem consistência. O homem, envergonhado, puxou a manga da camisa. O mais que pôde, para que os colegas não vissem. Mas viram. Porque o homem tinha o corpo transformado. A cabeça, única coisa normal, caiu sobre a mesa. O torso não era mais grosso que um lápis, suas pernas e braços, finos como cordéis. Mas ele estava lúcido, coerente, o cérebro não tinha sido perturbado. Além do impacto, e da surpresa ante o estranho, o homem continuava o mesmo. Levado para casa, chamaram o médico. E o médico chamou outro médico. Porque:

— Não é o primeiro. É o terceiro, nesta semana.

Os jornais noticiaram o fato e as notícias trouxeram à luz novos casos. Pela cidade inteira, acontecia aquilo, as pessoas se adelgaçavam, tornavam-se frágeis. Em pouco tempo, outro fato surgiu, ao lado dos homens que se transformavam em barbantes. Eram os que se transformavam em vidro. Tinham que ter muito cuidado, ao andar pela rua, ao trabalhar, porque podiam se quebrar com qualquer batida. Vez ou outra, os homens de vidro se desfaziam. Em plena rua, à vista de todos. Como o vidro blindex que se estilhaça por inteiro. Aquela população alegre, saudável, descontraída, começou a viver apavorada. Sem saber se, a qualquer momento, o vírus (seria vírus?) podia atacar. Mudando a pessoa em vidro ou barbante. Muitos começaram a se mudar, indo para cidades distantes. A secretaria de saúde analisou o ar, a água, tudo, em busca das causas. Mas o ar era bom, não poluído. E as águas vinham de nascentes puras ou de poços artesianos límpidos. Pensou-se que algumas pessoas podiam estar colocando elementos venenosos na comida ou em caixas de água. Investigações nada concluíram. E até hoje, nada se sabe. A cidade parece estar se habituando à possibilidade de eventualmente alguém se transmutar. Não causa mais surpresa quando um barbante é levado pelo vento ou, em dias de chuva, é tragado pela enxurrada. Ou quando os vidros se liquefazem, no momento em que uma pessoa vira a esquina ou dá um esbarrão noutra. A população se acostumou. Parece que o homem se adapta às piores condições, conformando-se com os acontecimentos. Naquela cidade, tudo é muito frágil, a vida humana tem a espessura de um fio. Ou é delgada como um vidro. Mas isto vai se constituindo na normalidade.

Extraído de: BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras proibidas. São Paulo: Global, 1998.
No fragmento: Cumprimentou os vizinhos, o barbeiro da esquina, o vendeiro, os colegas no ponto de ônibus, agradeceu ao motorista, ao ascensorista (...), os verbos em destaque indicam qual tempo e modo, respectivamente? 
Alternativas
Q2042456 Português
As Boas Coisas da Vida
Rubem Braga

Uma revista mais ou menos frívola pediu a várias pessoas para dizer as “dez coisas que fazem a vida valer a pena”. Sem pensar demasiado, fiz esta pequena lista:

- Esbarrar às vezes com certas comidas da infância, por exemplo: aipim cozido, ainda quente, com melado de cana que vem numa garrafa cuja rolha é um sabugo de milho. O sabugo dará um certo gosto ao melado? Dá: gosto de infância, de tarde na fazenda.

- Tomar um banho excelente num bom hotel, vestir uma roupa confortável e sair pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha, achando que ali vão acontecer coisas surpreendentes e lindas. E acontecerem.

- Quando você vai andando por um lugar e há um bate-bola, sentir que a bola vem para o seu lado e, de repente, dar um chute perfeito – e ser aplaudido pelos serventes de pedreiro.

- Ler pela primeira vez um poema realmente bom. Ou um pedaço de prosa, daqueles que dão inveja na gente e vontade de reler.

- Aquele momento em que você sente que de um velho amor ficou uma grande amizade – ou que uma grande amizade está virando, de repente, amor. - Sentir que você deixou de gostar de uma mulher que, afinal, para você, era apenas aflição de espírito e frustração da carne – essa amaldiçoada.
- Viajar, partir…
- Voltar.

- Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio. - Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte – o assim chamado descanso eterno.

Texto adaptado de BRAGA, R., As Boas Coisas da Vida, 1988. 
Observe as correspondências entre os tempos do verbo manter.
Como usei a rolha de sabugo, a garrafa ____ um sabor de infância. Se eu não usasse o sabugo, ela não _____ o sabor de infância. Vou adorar, se ela ______ o sabor da infância.

A opção que completa, corretamente, as três lacunas é: 
Alternativas
Q2041747 Português
“O Brasil - que amarga uma crise fiscal e se esforça para não promover uma nova rodada de aumento de impostos - corre o risco de ficar para trás, o que significaria perda de investimentos e de empregos.” (linhas 4 a 8).
No período acima, há um verbo conjugado no futuro do pretérito do indicativo, o qual é empregado para:
Alternativas
Q2041693 Português
            Aprendam a brigar do jeito certo

           Casais _______ e casais infelizes brigam. Não dá para compartilhar seu dia a dia com alguém sem nunca ter brigado com essa pessoa. A questão é saber lidar com os conflitos do ______ certo. Segundo o psicólogo e pesquisador John Gottman, ofender seu parceiro, culpá-lo por ações suas, colocá-lo para baixo e até mesmo fugir das brigas ignorando o que ele diz são atitudes comuns entre casais mais propensos ao divórcio.

           Em vez disso, tenha o cuidado de nunca insultar seu parceiro, por mais bravo que esteja. Não ressuscite brigas anteriores e desencane do impulso de querer estar sempre certo. Não adianta nada “ganhar” uma discussão se a pessoa que você ama sai se sentindo para baixo ou não amada. E, embora seja importante sair para respirar um pouco se as coisas ficarem muito pesadas, não fuja das brigas. É preciso ter conversas desconfortáveis e estar aberto para ouvir coisas que você não gostaria de ouvir – mas tendo sempre o objetivo de resolver a situação.


https://super.abril.com.br/...- adaptado.
Considerando-se as conjugações verbais, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Certa vez, quando era pequeno, eu __________ o brinquedo preferido do meu irmão, porque ele ______ escondendo minhas coisas.
Alternativas
Q2040248 Português
Assinale a alternativa que traz a forma conjugada do pretérito imperfeito do indicativo da segunda pessoa do plural do verbo “ser”:
Alternativas
Respostas
2281: D
2282: D
2283: C
2284: B
2285: D
2286: B
2287: E
2288: B
2289: B
2290: C
2291: A
2292: D
2293: B
2294: A
2295: C
2296: B
2297: D
2298: A
2299: B
2300: C