Questões de Concurso Comentadas sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português

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Q2021389 Português


Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo


Com o aumento desproporcional, o Brasil bateu a marca das 42 mil presas, ultrapassou a Rússia - 37 mil - e assumiu a terceira posição no ranking dos países com mais mulheres atrás das grades. A lista é encabeçada por EUA - 211 mil - e China - 145 mil.

Os dados são da quinta edição do World Female Imprisonment List, levantamento global sobre mulheres presas realizado pelo ICPR - sigla em inglês para Instituto de Pesquisa em Políticas Criminal e de Justiça de Birkbeck College, Universidade de Londres, no Reino Unido.

Para comparação, considerando homens presos, o Brasil ocupa, desde 2017, a mesma terceira posição no ranking global, também atrás de EUA e China. Desde 2000, essa população aumentou 22% no globo, quase um terço do crescimento entre mulheres

A taxa de encarceramento feminino no Brasil, que em 2000 era de 6 presas para cada 100 mil mulheres, agora é de 20, o que coloca o país em 15º lugar no ranking proporcional liderado por EUA (64), Tailândia (47), El Salvador (42), Turcomenistão (38), Brunei (36), Macau, na China, (32), Belarus (30), Uruguai (29), Ruanda (28) e Rússia (27).

O documento britânico compila dados prisionais de fontes oficiais e destaca tanto o fornecimento incompleto de dados pelo governo da China quanto a indisponibilidade total de informações de outros cinco países: Cuba, Etiópia, Coreia do Norte, Somália e Uzbequistão.

Os dados consideram tanto presas provisórias, aquelas que ainda não foram julgadas, quanto condenadas. No Brasil, 45% das mulheres encarceradas são presas provisórias.

Para Catherine Heard, diretora do projeto no ICPR, é preocupante o aumento de mulheres presas porque as evidências mostram que a prisão é, particularmente, prejudicial a elas. "Seus impactos adversos continuam por muito mais tempo e podem causar danos irreparáveis, não apenas às mulheres, individualmente, mas também a seus filhos."


Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo (msn.com). Adaptado. 

Seus impactos adversos 'continuam' por muito mais tempo e 'podem' causar danos irreparáveis.
Transpondo os verbos destacados para o pretérito imperfeito do indicativo, tem-se:
Alternativas
Q2019560 Português
Acidentes de trânsito em Curitiba causam 50 mortes e deixam 3 mil feridos em 2022

    Curitiba registrou quase 3 mil pessoas feridas no trânsito ao longo de dez meses de 2022. Os dados são do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), da Polícia Militar (PM). Outro triste número revela que mais de 50 pessoas morreram em virtude de acidentes, no trânsito da capital paranaense.
     Segundo o relatório obtido pela Tribuna do Paraná, até o dia 19 de outubro, foram 4.589 colisões em Curitiba, sendo que 2.972 pessoas tiveram que passar pelo atendimento dos socorristas. Pelos números, o mês de março foi o que teve mais batidas, com um total de 546, ou seja, 17 ocorrências por dia
    Para o tenente Lazarotto, do BPTran, os números apontam que é preciso conscientizar o motorista para que se respeite a lei e evite transtornos. “A pandemia não mudou o motorista, mas é preciso conscientizar as pessoas que estão conduzindo veículos, para que evitem a exposição”
   Ainda de acordo com o tenente do BPTran, é possível identificar os acidentes mais comuns. “No dia a dia, percebemos que o maior índice de acidentes ocorre em colisões transversais, ou seja, em cruzamentos. Já os óbitos têm uma relação com as motocicletas, talvez pela demanda no serviço de entregas”, comenta.
     Aliás, os números no período mais forte da pandemia da Covid-19, pouco se alteraram. Mesmo com os estabelecimentos fechados e com menos fluxo no trânsito, os acidentes seguiram matando. Em maio de 2022, foram 376 acidentes com 280 feridos e 3 mortes. “Não existe um perfil do motorista, mas percebe-se que o acidente ocorre geralmente por imprudência, seja pela falta de prática na direção ou algo que interfere como álcool ou outro tipo de substância”, diz Lazarotto.
     Comparada a outros capitais que utilizam a blitz como forma de reprimir o mau motorista, Curitiba pouco faz nesse sentido. Na opinião do tenente, a fiscalização realizada na cidade com operações pontuais, acaba sendo mais eficaz.
    A blitz demanda efetivo e estamos carentes com isso, mesmo com as escolas de formação de mais agentes, e existe uma mudança de modalidade. Entendeu-se que contra o consumo de álcool a blitz não tem muito efeito, pois as pessoas se comunicam e não passam pelo local. Os policiais fazem a amostragem e pegam as pessoas saindo dos bares. Parece que não existe uma fiscalização, mas é algo mais pontual”, completou Lazarotto.

Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/acidentes-de-transito-em-curitiba-causam-50-mortes-e-deixam-3-mil-feridos-em-2022/
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do verbo em destaque no período: “Curitiba registrou quase 3 mil pessoas feridas no trânsito ao longo de dez meses de 2022”.
Alternativas
Q2019151 Português
Texto CB2A1

    A estratégia de ensino-aprendizagem da leitura e escrita com base na abordagem da atitude leitora tem sido foco, nas duas últimas décadas, tanto de estudos e pesquisas acadêmicas quanto do interesse de organismos oficiais, materializados, por exemplo, por meio de projetos de formação continuada de professores da rede pública e pelos próprios Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN).

     A experiência com o livro, instrumento da cultura humana a ser apropriado pelas crianças, carrega a possibilidade da apropriação estética na esfera das atividades literárias, o que permitirá o desenvolvimento, desde a primeira infância, de qualidades inerentes ao ato de ler, contribuindo para a constituição do futuro leitor.

     Conceber a humanização na infância por meio da literatura é saber que cada um se torna humano também a partir dessas aprendizagens já que as qualidades próprias do gênero humano estão “encarnadas” nos objetos culturais, materiais ou não materiais, cujas características impulsionam o desenvolvimento sociocultural das crianças e desnudam a elas a função de tais objetos — fator fundamental na experimentação dos pequenos.

     Assim, as crianças podem construir para a leitura um sentimento que as aproxime desse instrumento cultural essencial de apropriação da experiência humana acumulada, fonte do processo de humanização que cada indivíduo precisa vivenciar para formar para si as qualidades humanas em suas máximas possibilidades.

     Para tanto, as crianças precisam reconhecer e usar os livros tal qual o adulto, como leitor autônomo, o faz: ler procurando compreender as informações em textos verbais ou imagéticos. O mediador de leitura pode ler e contar histórias às crianças, o que será muito importante, no entanto será preciso que a criança realize, por ela própria, inicialmente, as ações externas com o objeto livro, tateando-o, experimentando-o; na sequência, imitando o adulto; mais adiante, levantando hipóteses de previsões de/na/pela leitura literária para ir construindo sua identidade como leitor.

     Esse sentido para a leitura — essa atitude leitora — acaba por criar na criança uma nova necessidade, qual seja a de ler para compreender o que se diz nos textos lidos. Por meio de experiências positivas de leitura — experimentadas desde os seus primeiros contatos com a cultura escrita —, as crianças passam a ser afetadas positivamente por elas e estabelecem para a leitura um sentido adequado a sua função. Frente a situações de leitura, com o desenvolvimento de sua atitude leitora, a criança tende a procurar compreender o que alguém lê e, mais tarde, o que ela própria lê.

     Desenvolvida na prática pedagógica, essa atitude leitora pode contribuir de maneira significativa, a um só tempo, para o ensino da leitura literária e para a formação de leitores autônomos.

Cyntia G. G. S. Girotto et al. Metodologias de ensino — Educação literária e o ensino da literatura: a abordagem das estratégias de leitura na formação de professores e crianças. In: Célia Maria David et al. (Orgs). Desafios contemporâneos da educação. 1.ª ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2015, p 279–282 (com adaptações).
A respeito do emprego e da correlação de tempos e modos verbais no texto CB2A1, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q2016144 Português
Observe a frase:
“O dinheiro que compra o pão dos pobres comprou antes o divertimento dos abastados. (Machado de Assis)
Nessa frase há duas formas verbais sublinhadas, a primeira no presente do indicativo, a segunda no pretérito perfeito do indicativo.
Assinale a opção em que as formas verbais mostram a mesma correspondência de tempos de forma correta
Alternativas
Q2001901 Português
     Ora, graças a Deus, lá se foi mais um. Um ano, quero dizer. Menos um na conta, mais uma prestação paga. E tem quem fique melancólico. Tem quem deteste ver à porta a cara do mascate em cada primeiro do mês, cobrando o vencido. Quando compram fiado, têm a sensação de que o homem deu de presente, e se esquecem das prestações, que serão, cada uma, uma facada. Nem se lembram dessa outra prestação que se paga a toda hora, tabela Price insaciável comendo juros de vida, todo dia um pouquinho mais; um cabelo que fica branco, mais um milímetro de pele que enruga, uma camada infinitesimal acrescentada à artéria que endurece, um pouco mais de fadiga no coração, que também é carne e se cansa com aquele bater sem folga. E o olho que enxerga menos, e o dente que caria e trata de abrir lugar primeiro para o pivô, depois para a dentadura completa.
     O engraçado é que muito poucos reconhecem isso. Convencem-se de que a morte chega de repente, que não houve desgaste preparatório, e nos apanha em plena flor da juventude, ou em plena frutificação da maturidade; se imaginam uma rosa que foi colhida em plena beleza desabrochada. Mas a rosa, se a não apanha o jardineiro, que será ela no dia seguinte, após o mormaço do sol e a friagem do sereno? A hora da colheita não interessa ― de qualquer modo, o destino dela era murchar, perder as pétalas, secar, sumir-se.
     A gente, porém, não pode pensar muito nessas coisas. Tem que pensar em alegrias, sugestionar-se, sugestionar os outros. Vamos dar festas, vamos aguardar o ano novo com esperanças e risadas e beijos congratulatórios. Desejar uns aos outros saúde, riqueza e venturas. Fazer de conta que não se sabe; sim, como se a gente nem desconfiasse. Tudo que nos espera: dentro do corpo o que vai sangrar, doer, inflamar, envelhecer. As cólicas de fígado, as dores de cabeça, as azias, os reumatismos, as gripes com febre, quem sabe o tifo, o atropelamento. Tudo escondido, esperando. Sem falar nos que vão ficar tuberculosos, nas mulheres que vão fazer cesariana. Os que vão perder o emprego, os que se verão doidos com as dívidas, os que hão de esperar nas filas ― que seremos quase todos. E os que, não morrendo, hão de ver a morte lhes entrando de casa adentro, carregando o filho, pai, amor, amizade. As missas de sétimo dia, as cartas de rompimento, os bilhetes de despedida. E até guerra, quem sabe? Desgostos, desgostos de toda espécie. Qual de nós passa um dia, dois dias, sem um desgosto? Quanto mais um ano!

Rachel de Queiroz. Um ano de menos.
In: O Cruzeiro, Rio de Janeiro, dez./1951 (com adaptações). 

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se seguem. 
No trecho “os que hão de esperar nas filas” (último parágrafo), o termo “hão” corresponde a uma forma abreviada de haverão e, como tal, diz respeito ao tempo futuro. 
Alternativas
Q2001689 Português
ASSINALE A RESPOSTA CORRETA.

As palavras e as coisas

                                                        Antônio Prata                  
                
     Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar "índios" por "indígenas". Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes.
    Em certo momento dos anos 90, "favela" virou "comunidade". "Favelado" era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores destas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para "morador de comunidade", embora amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário. 
     A gente ouve "comunidade" e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
   Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos "favela" ou "favelados". Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente praquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
     O mesmo vale para "morador em situação de rua". Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu "em situação de rua" num 4 ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar "mendigo".
     "Mendigo" é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala "morador em situação de rua" vem junto o mesmo morninho no coração de "comunidade": essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
     Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la.
     Sobre "índios" e "indígenas", li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de "índio" ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos.
   Tá certo. Mas o problema, pensei, não tá no termo "índio", tá no preconceito do branco. Outro dia ouvi num podcast americano um escritor judeu indignado porque ele, que sempre chamou os de sua religião de "jews" (judeus), agora tinha que dizer "jewish people" (pessoas judias). Como se houvesse algo de errado em ser judeu, ele disse. Como se a mudança na nomenclatura incorporasse o preconceito, quando deveria ser justamente o contrário, feito os negros americanos dos anos 70 dizendo "say it loud, I’m black and I’m proud!" ("diga alto, sou preto e tenho orgulho!").  
   Eu estava errado. Fui salvo da ignorância por minha querida prima antropóloga, Florência Ferrari, e pelo mestre Sérgio Rodrigues. "Indígena" vem de "endógeno", aquele que pertence a um lugar. Ou seja: "povos indígenas" dão uma ideia da multiplicidade de etnias que aqui estavam. "Índio" é uma generalização preconceituosa, tipo "paraíba", no Rio, para se referir a qualquer nordestino ou nortista. Maravilha. Sai "índio". Entra "indígena". Viva a Paraíba.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2022/07/aspalavras-e-as-coisas.shtml (Adaptado) Acesso em: 22 set. 2022,
Em: “Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos "favela" ou "favelados", os verbos destacados estão flexionados no:
Alternativas
Q1998455 Português
Texto CG1A1-I

   No meio científico, a imaginação é conhecida como especulação e tratada com certa desconfiança –— nas publicações, costuma ser acompanhada de uma advertência obrigatória. Parte da redação de uma pesquisa consiste em limpála de voos fantasiosos, de conversa fiada e dos milhares de tentativas e erros que dão origem até mesmo às menores descobertas. Nem todo mundo que lê um estudo quer atravessar muito espalhafato. Ainda, os cientistas precisam parecer confiáveis. Entre sorrateiramente nos bastidores da ciência e talvez você não encontre as pessoas em sua melhor aparência. Mesmo nos bastidores, nas reflexões noturnas que compartilhei com colegas, era incomum entrar em detalhes de como havíamos imaginado –— de modo acidental ou deliberado –— os organismos que estudamos, fossem eles peixes, bromélias, cipós, fungos ou bactérias. Havia algo embaraçoso em admitir que o emaranhado de nossas conjecturas, fantasias e metáforas sem fundamento pudesse ter ajudado a moldar a nossa pesquisa. Apesar disso, a imaginação faz parte da atividade cotidiana da pesquisa. A ciência não é um exercício de racionalidade a sangue-frio. Os cientistas são – e sempre foram – emocionais, criativos, intuitivos, seres humanos inteiros, lançando perguntas sobre um mundo que não foi feito para ser catalogado e sistematizado. Sempre que eu perguntava o que esses fungos faziam e elaborava estudos para tentar entender seu comportamento, precisava imaginá-los.


Merlin Sheldrake. A trama da vida. Como os fungos constroem o mundo. São Paulo: Fósforo/Ubu Editora, 2021, p. 29 (com adaptações)
Assinale a opção em que as duas formas verbais destacadas do texto CG1A1-I estão conjugadas no mesmo tempo e modo.
Alternativas
Q1995113 Português
Texto II


       Tocar instrumento musical na infância deixa a
mente mais afiada na velhice


       Pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, descobriram uma ligação entre aprender um instrumento musical na infância ou adolescência e ter uma mente mais “jovem” quando a idade já está bem avançada. Quanto mais extensa em anos a experiência em tocar um instrumento, mais as habilidades cognitivas permanecem bem conservadas na velhice.
        Esse estudo teve uma peculiaridade incomum: aproveitou dados de outra pesquisa, esquecida, feita em 1947. À época, todas as crianças nascidas na Escócia em 1936 foram obrigadas a fazer uma bateria de testes de inteligência. No total, 70.805 crianças participaram. Esse trabalho foi redescoberto há alguns anos por um grupo de acadêmicos escoceses, liderados pelo professor Ian Deary, diretor do Centro de Envelhecimento Cognitivo e Epidemiologia Cognitiva da universidade, que pretendia estudar a mente. E os dados daquela época vieram a calhar. Os estudiosos do presente foram atrás dos voluntários do passado para avaliar sua saúde mental hoje, e que hábitos influenciaram nos aspectos positivos e negativos.
       Para analisar a influência do aprendizado musical, selecionaram uma amostra de habitantes das cidades de Edimburgo e Lothians, que tinham participado dos testes na década de 1940, quando todos tinham 11 anos de idade. Dos 366 indivíduos analisados, 117 relataram alguma experiência de tocar um instrumento musical – principalmente quando ainda eram meninos e meninas. [...]


(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/tocar-instrumentomusical-na-infancia-deixa-a-mente-mais-afiada-na-velhice/ Acesso em 30/08/2022)

Ao analisar, no título do texto, o emprego do verbo flexionado no Presente do Indicativo, percebe-se que ele confere, ao enunciado:
Alternativas
Q1994990 Português

Com base no texto apresentado, julgue o item.


O termo “BARATO!” é uma forma verbal no modo imperativo, uma vez que incita o interlocutor a tomar uma atitude.

Alternativas
Q1994984 Português

O texto apresentado refere-se a uma campanha de conscientização a respeito do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da chikungunya, da zika e da febre amarela urbana. A respeito desse texto, julgue o item. 


A palavra “problemão” termina em –ão porque é uma forma verbal flexionada no futuro, assim como o vocábulo terminarão, por exemplo.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Quadrix Órgão: CRESS-RJ Prova: Quadrix - 2022 - CRESS-RJ - Agente Fiscal |
Q1994762 Português

Texto para o item.  








Rubem Braga. O menino. In: Correio da Manhã, dez. 1952. Internet:<cronicabrasileira.org.br>  (com adaptações).

Acerca das ideias e dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item.


O uso do modo imperativo do verbo comprar, na linha 16, pode ser analisado como uma estratégia de personificação. 

Alternativas
Q1994014 Português
Texto I


      “Explicar, a mim, como é Alejandra, Bruno ponderou, como é seu rosto, como são as dobras de sua boca.” E pensou que eram justamente essas dobras desdenhosas e um certo brilho tenebroso nos olhos que diferenciavam mais que tudo o rosto de Alejandra do rosto de Georgina, a quem ele amara de verdade. Pois, agora compreendia, a ela é que amara realmente, e quando imaginou estar apaixonado por Alejandra era a mãe de Alejandra que buscava, como esses monges medievais que tentavam decifrar o texto primitivo debaixo das restaurações, debaixo das palavras apagadas e substituídas. E essa insensatez fora a razão de tristes mal-entendidos com Alejandra, tendo às vezes a mesma sensação de quem, após muitíssimos anos de ausência, chega à casa da infância e, ao tentar de noite abrir uma porta, depara com uma parede. Claro que seu rosto era quase o mesmo de Georgina: o mesmo cabelo preto com reflexos avermelhados, os olhos cinza-esverdeados, a boca idêntica e grande, as mesmas faces mongólicas, a mesma pele morena e pálida. Mas o “quase” era atroz, e mais ainda por ser tão sutil e imperceptível, pois assim o equívoco era mais profundo e doloroso. Os ossos e a carne – pensava – não bastam para formar um rosto, e é por isso que ele é infinitamente menos físico do que o corpo: é determinado pelo olhar, pelo ríctus da boca, pelas rugas, por todo esse conjunto de atributos sutis com que a alma se revela por meio da carne. Razão pela qual, no momento exato em que alguém morre, seu corpo se transforma abruptamente numa coisa diferente, tão diferente a ponto de se poder dizer “não parece a mesma pessoa”, apesar de ter os mesmos ossos e a mesma matéria de um segundo antes, um segundo antes desse misterioso instante em que a alma se retira do corpo e este fica tão morto como uma casa da qual se retiram para sempre os seres que moram nela, e, sobretudo, que sofreram e se amaram nela.


(SABATO, Ernesto. Sobre heróis e tumbas.
São Paulo: Planeta De Agostini, 2003, p.22-23)
Na oração “a quem ele amara de verdade”, a flexão do verbo é marcada por uma regularidade que indica tempo e modo. Tal flexão confere ao verbo o sentido de uma ação: 
Alternativas
Q1993973 Português
Do que somos feitos?


        Descobertas científicas estão, quase sempre, ancoradas em duas chaves: de um lado, a solução de problemas que vão prolongar a vida humana. Do outro, a revelação de evidências que podem nos dizer de onde viemos e o que fomos. Ao vasculhar o passado, o presente se modifica e novas narrativas são incorporadas aos estudos antropológicos. É o caso, por exemplo, da pesquisa divulgada recentemente na revista norte-americana Cell, que contesta a informação ______________ nas últimas décadas de que europeus e asiáticos são os únicos povos com resquícios do DNA neandertal.
       O estudo, de autoria do Instituto Max Planck, da Alemanha, também identificou traços genéticos de ascendência neandertal em populações modernas de toda a África. Esses genes foram descobertos pela primeira vez em 2010, em um trabalho realizado com fósseis antigos. A partir do DNA recuperado nesses ossos, os pesquisadores deduziram que os humanos modernos cruzaram com os neandertais cerca de 60.000 anos atrás, depois de deixarem a África.
       Para analisar e compilar os resultados sobre os vestígios de DNA neandertal em genomas africanos modernos, o biólogo Joshua Akey, da Universidade de Princeton, comparou o genoma de um neandertal da região russa de Altai, na Sibéria, com outros 2.504 genomas modernos, catalogados no 1.000 Genomes Project, que reúne genomas de todo o mundo. Os pesquisadores calcularam, então, a probabilidade de que cada trecho de DNA fosse herdado de um ancestral neandertal. O resultado chocou os cientistas. O estudo mostrou que o DNA de africanos modernos é composto de, aproximadamente, 0,3% de material neandertal. Isso equivale a cerca de 17 milhões de pares de bases. Estudos que analisaram populações europeias e asiáticas apontam presença entre 1% e 2% de DNA neandertal.

(Fonte: Isto é - adaptado.)
Em “Os pesquisadores calcularam, então, a probabilidade de que cada trecho de DNA fosse herdado de um ancestral neandertal.”, a forma verbal sublinhada está no:
Alternativas
Q1993774 Português

1. Leia o texto a seguir: 


Dificuldade de concentração pode ser sinal de nevoeiro cerebral; veja como cuidar

Sintomas incluem esquecimento, lentidão e sobrecarga com tarefas banais


Tenho dificuldade para me lembrar das coisas e muitas vezes me sinto exausto, como se não conseguisse "clarear" a cabeça. Isso é nevoeiro cerebral? E o que posso fazer para resolver?

O "branco" mental, quando aparece, pode ser confuso. O que você acabou de dizer? Você precisava comprar frango e cenouras no caminho para casa, ou era só frango? Por que de repente é tão difícil se concentrar no que você está fazendo, e por que parece que seu cérebro é 30 anos mais velho que você?

Se você está se sentindo lento e esquecido, se distrai facilmente ou fica completamente sobrecarregado por tarefas banais, pode estar enfrentando um fenômeno comum conhecido como névoa cerebral.

Embora não seja um diagnóstico clínico oficial que acabaria em um prontuário médico, o nevoeiro cerebral pode surgir após várias noites sem dormir, quando se tomam certos medicamentos, como anti-histamínicos, ou em consequência de "jetlag", entre muitos outros cenários.

Algumas pessoas experimentam uma espécie de nevoeiro cerebral após uma grande refeição, durante períodos particularmente estressantes da vida ou quando passam por grandes mudanças hormonais, como durante a gravidez ou a menopausa.

A condição também pode ser um sintoma de doença como lyme, lúpus e esclerose múltipla, após o tratamento de câncer ou mesmo durante um resfriado particularmente forte.

Nos últimos anos, o termo também começou a ser associado ao comprometimento cognitivo que muitas pessoas vivem durante ou após a Covid-19.

Aproximadamente 20% a 30% dos pacientes de Covid têm nevoeiro cerebral que persiste ou se desenvolve durante os três meses após a infecção inicial, e mais de 65% daqueles com Covid longa também relatam sintomas neurológicos.

"Está se tornando uma crise de saúde neurológica", disse Michelle Monje, neurologista da Universidade de Stanford que estudou o comprometimento cognitivo relacionado à quimioterapia e ao coronavírus.

QUANDO VOCÊ DEVE CONSULTAR UM MÉDICO?

O nevoeiro cerebral pode ser frustrante e preocupante, não importa quando ou como você o sinta. Os problemas cognitivos podem aumentar e diminuir, tanto naquela relacionada à Covid19 como em outros tipos, disse Jacqueline Becker, neuropsicóloga clínica do Hospital Mount Sinai, em Nova York.

Mas se os sintomas persistirem por várias semanas ou tornarem a vida extremamente difícil, você deve procurar uma avaliação médica.

"Algumas pessoas são capazes de continuar seu trabalho e sua vida normal, mas podem precisar fazer pausas mais frequentes entre as tarefas", disse Becker. "E há outras que ficam completamente incapacitadas por isso."

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2022/09/dificuldade-deconcentracao-pode-ser-sinal-de-nevoeiro-cerebral-veja-como-cuidar.shtml. Excerto. Acesso em 20/09/2022.

Em “Algumas pessoas experimentam uma espécie de nevoeiro cerebral após uma grande refeição” (5º parágrafo), o verbo destacado está conjugado no:
Alternativas
Q1992032 Português
TEXTO 01

[...]


    Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.

   No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.

   Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.

  Só de longe em longe parava para tomar fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.

    E o almoço, ao meio-dia, onde, junto ao pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e animou.

   Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!...

   E até lhe amargou o gosto daquela carne, lembrando-se de que Cordulina, a essa hora, engolia talvez um triste resto de farinha, e junto dela, devorada a magra ração, os meninos choravam...

   Mas, à tarde, quando sentiu tinir no bolso o jornal ganho, um novo sentimento o animou.

   Tinha finalmente algum dinheiro – só dois níqueis, é bem verdade! –, mas dinheiro ganho com seu esforço, com os calangros dos seus braços, e que o auxiliaria a alimentar a filharada esfomeada...

[...]

Assinale a alternativa em que o verbo indicado está empregado no texto 1 com valor positivo:

Alternativas
Q1991572 Português
       Por que não aprendi a tocar violão? Sempre me constituiu motivo de tristeza e humilhação esta precária musicalidade. Uns tocam piano, existe até quem toque harpa. Eu, nem ao violão me afiz. E não se diga que era pouco o esforço de D. Chiquinha, minha mestra. Afinava, afinava, apertava as cravelhas, dava um dó agudíssimo na prima, depois outro dó grave no bordão...
     Eu pegava no violão de luxo que minha madrinha de crisma mandara do Pará, ajeitava-o mal e mal no colo, começava de boa vontade: dum, dum, dum...
       — Não! Valha-me Santa Cecília! Segunda! Mude!
       E eu: dum, dum, dum...
      Ai, música, divina música. D. Chiquinha carpia-se. Tanto sentimento de que ela dava exemplo, tanta devoção empregada à toa. Eu recomeçava, dócil: primeira, segunda...
       — D. Chiquinha, fiquei com uma bolha no dedo.
    Já não sei como a descobrimos: decerto andava nas suas idas e vindas de casa em casa de aluno. Cobrava dez mil-réis por mês e mais o dinheiro do bonde. Duas aulas por semana.
     Professora de violão, o seu sonho secreto fora sempre o violino, entretanto. Nas prateleiras da sua sala, guardava ela o seu estradivário — uma rabeca de cego, fanhosa, inválida, metida numa remendada mortalha de veludo azul. Em certos dias de bom humor e segredo, ela pegava comovida o arco e executava ao violino a valsa dos Sinos de Comeville.
     Fora desfeita da sorte aquele meu fracasso, porque eu me supunha dotada e alimentava ambições. Chegara até a pensar, não digo em concertos, mas num brilhante recital de caridade em que aparecesse de vestido comprido (teria então uns doze anos) e, num belo contralto, cantasse ao violão certo tango argentino da minha preferência. Mas tudo neste mundo são vaidades: jamais atingi o tango argentino.
       Voltando a D. Chiquinha: o instrumento plebeu que ensinava constituía para minha mestra uma fonte de dissabores. A começar pelo apelido que lhe davam: D. Chiquinha do Violão. Quando alguém o repetia em sua frente, ela corrigia logo, irritada: — Chiquinha do Violão, não senhor. Francisca dos Santos. Violão não é meu dono.
       Por música clássica não tinha interesse, ou antes, a ignorava. Para D. Chiquinha, a mais requintada manifestação de arte era a serenata. E dentro desse critério me ensinava visando talvez fazer de mim o que ela já fora em moça —- a musa de todos os seresteiros da cidade. Sim, não só objeto passivo de canções e arpejos noturnos mas musa ativa e colaborante. O seresteiro dizia da calçada a sua trova, e lá da penumbra da alcova a donzela tomava do violão e na mesma toada respondia. Eram essas as suas lembranças mais queridas, aqueles duelos musicais, canta tu de lá, canto eu de cá-e entre os dois o grupo desvanecido dos comparsas que ajudavam no acompanhamento.   
       Nos acompanhamentos, a nossa favorita era a modinha “A mais gentil das praieiras”. Dessa eu gostava muito. Porém a mão rebelde não me acompanhava o entusiasmo.


(Adaptado de: QUEIROZ, Rachel. “A mais gentil das praieiras”. Melhores crônicas. São Paulo: Global Editora, 2012, 1? edição digital)  
Chegara até a pensar, não digo em concertos, mas num brilhante recital de caridade em que aparecesse de vestido comprido (teria então uns doze anos) e, num belo contralto, cantasse ao violão certo tango argentino da minha preferência.
Consideradas as relações de sentido estabelecidas pelo contexto, substituindo “Chegara" por “Cheguei”, os verbos sublinhados assumirão as seguintes formas: 
Alternativas
Q1991075 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Erasmo Carlos seguiu jovem e entendeu a vida melhor que a gente


  Erasmo era um menino. Atendia o telefone fazendo voz de velhinha, dizendo que o Erasmo não estava —até identificar o interlocutor. Se fosse alguém íntimo, ele logo mudava de voz e se "revelava". Se não fosse íntimo, mas ainda assim alguém que ele queria ou precisava atender, ele dizia que ia chamar o Erasmo —e voltava na sequência, num teatro no qual o interlocutor fingia acreditar. Por fim, se fosse alguém que ele não queria atender, ele seguia como velhinha até o fim, dizendo que ia "anotar o recado".

  Erasmo era um menino. Tinha flâmulas e escudos do Vasco espalhados em seu escritório. No mesmo espaço, tinha um braço falso pendurado saindo da porta de sua estante, como aqueles que meninos prendem nos porta-malas. Fazia graça com os esqueletos de seu armário, esses que todos temos e fingimos não.

  Erasmo era um menino. "Minha Fama de Mau", livro no qual trabalhamos juntos, testemunha isso em seus relatos. Tudo é visto por ele com um olhar de pureza desprotegida para o encanto da existência, desses que só meninos. O prazer com que conta travessuras da infância —como mexer no letreiro do cinema da Tijuca para gerar palavras inocentemente indecentes —parece ser o mesmo que ele sentiu quando as realizou.

  Erasmo era um menino. Está lá o deslumbre sincero e de peito aberto de garoto suburbano de estudo limitado frente à exuberância musical e intelectual da bossa nova e da Tropicália e de Milton Nascimento. Assim como a fé no amor como condição inerente à pele, que se manteve fina, imune aos calos que costumam engrossá-la como resposta às porradas inevitáveis da vida —não atoa, seguiu apaixonando-se e apaixonado até o fim, como menino.

  Erasmo era um menino. Passou a vida escrevendo versos que eram a depuração do menino que tinha que manter a fama de mau ao mesmo tempo em que não queria mais conversa com quem não tem amor. Erasmo era um menino. E eu achava isso lindo demais, um feito existencial admirável. Era isso que eu queria dizer pra ele, sem saber como, quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon" —o seriado dos anos 1930 que passava por aqui em cinemas como os da Tijuca de sua meninice. 

  Erasmo era um menino. Tanto que se permitia às vezes, como menino, olhar para o horizonte. Lembro de Erasmo assim ao ouvir uma pergunta que Chico Buarque mandou para ele para uma reportagem que fiz por ocasião do lançamento do "Erasmo Carlos Convida - Volume 2", de 2007. Pedi a todos os convidados do disco uma pergunta para repassar ao anfitrião. Chico, gaiato, apenas pôs uma interrogação no primeiro verso de "Olha", que ele havia gravado em dueto com o Tremendão para o disco: "Olha, você tem todas as coisas?". Ao ouvir, Erasmo ficou sério: "Não, não tenho não [pensativo]. Eu posso dizer que não tenho todas as coisas e...[olhou pela janela, sério, e ficou calado por um minuto] nunca vou ter. Ninguém tem." Erasmo era um homem. E entendeu tudo.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2022/11/erasmo-carlos-seguiujovem-e-entendeu-a-vida-melhor-que-a-gente.shtml. Acessado em 23/11/2022. Adaptado.

Assinale a alternativa em que o verbo destacado esteja no mesmo tempo e modo do destaque abaixo.
“(...)quando o presenteei certa vez num aniversário com um DVD de "Flash Gordon".”.
Alternativas
Q1987355 Português
Leia a tira para responder à questão.




(Bill Watterson. O essencial de Calvin e Haroldo. São Paulo: Conrad, 2018)
A respeito das formas verbais usadas na tira, é correto afirmar que
Alternativas
Q1986849 Português
Leia o trecho da letra de música a seguir para responder à questão.


“Coisas são só coisas

servem só pra tropeçar

têm seu brilho no começo

mas se viro pelo avesso

são fardo pra carregar”.


(Chico César. De uns tempos pra cá.
Disponível em: https://m.letras.mus.br. Acesso em: 07.03.2022. Adaptado)
No trecho – Coisas são só coisas / servem só pra tropeçar… – os dois verbos destacados estão no tempo presente. Passando-os para o tempo futuro, tem-se, respectivamente:
Alternativas
Q1985711 Português
Em todas as frases a seguir, a forma verbal destacada está relacionada à ação de cair.
Assinale a opção que indica a frase em que a seleção do verbo está corretamente feita.
Alternativas
Respostas
861: B
862: A
863: A
864: D
865: E
866: D
867: D
868: A
869: E
870: E
871: C
872: E
873: D
874: A
875: D
876: A
877: B
878: C
879: E
880: C