Questões de Concurso
Comentadas sobre flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo) em português
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O verbo em destaque encontra-se conjugado no:
Conjugando o verbo em destaque no imperfeito do subjuntivo, tem-se:
Conjugando o verbo no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:

“Dá-me a tua mão”.
Assinale a alternativa em que o verbo em destaque é usado nesse mesmo modo verbal.
Conjugando o verbo no imperfeito do subjuntivo, tem-se:
O verbo presente na frase encontra-se no:
Texto 2
A casa das palavras
Eduardo Galeano

GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno.
15. ed. Porto Alegre: L&PM, 2021. p. 19.

Internet: : <www.fonosp.org.br>
Acerca da estrutura linguística e do vocabulário empregados no texto, julgue o item.
O emprego do verbo “dar” (linha 11) estaria incorreto
caso fosse flexionado no texto da seguinte forma: dá.
As velas do Mucuripe Vão sair para pescar Vou levar as minhas mágoas Prás águas fundas do mar Hoje a noite namorar Sem ter medo da saudade Sem vontade de casar
Calça nova de riscado Paletó de linho branco Que até o mês passado Lá no campo ainda era flor Sob o meu chapéu quebrado O sorriso ingênuo e franco De um rapaz novo encantado Com 20 anos de amor
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/fagner/45932/#abum:raimundo-fagner-1993>. Acesso em: 06 mar. 2023.
Dadas as afirmativas a respeito das marcas linguísticas da composição musical,
I. No verso: “Vida, vento, vela, leva-me daqui”, as vírgulas foram empregadas para separar orações que apresentam função sintática semelhante.
II. Em: “Vida, vento, vela, leva-me daqui”, o pronome oblíquo está proclítico, atendendo à eufonia, ou seja, ao som harmonioso do verso.
III. Nos versos: “Vão sair para pescar” / “Vou levar as minhas mágoas”, as locuções verbais, empregadas na linguagem informal, equivalem ao futuro do presente, formado pelo verbo “IR” no presente do indicativo mais o infinitivo do verbo principal.
IV. Nos versos: “Vão sair para pescar” / “Vou levar as minhas mágoas”, as locuções verbais são exemplos de tempos compostos.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://brainly.com.br. Acesso em: 7 jan. 2023.
I. A conjugação do verbo, no segundo quadro, permite afirmar que o personagem é um viking.
II. As expressões “de ouro”, “de prata” e “de cem anos” são acessórias e, por isso não interferem no sentido do que se quis dizer.
III. Os tipos de linguagem que compõem o texto são, exclusivamente: formal, verbal e objetiva.
IV. A pessoa verbal usada na primeira fala inclui o personagem entre aqueles os quais consideram que para ser feliz é necessário ter uma casa grande ou um navio imenso.
V. A linguagem não verbal do texto traz informações que estão relacionadas ao termo “vikings”, usado na primeira fala do texto.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 a seguir para responder à questão que a ele se refere.
Texto 04

Disponível em: https://medium.com/. Acesso em: 7 mar. 2023.
I - A conjunção “mas” insere, na terceira fala, uma ideia de contradição. II - A grafia “por quê” justifica-se por estar no final de frase interrogativa. III - O uso do “eles” em “Você já leu eles?” é uma marca da oralidade. IV - A frase “Você já leu eles?”, normativamente, seria “Você já os leu?”. V - O verbo “vive” insere, na primeira fala, uma ideia de continuidade.
Estão CORRETAS as afirmativas
- Texto CGIAI-I
Nem mais como tema literário serve ainda esse assunto de seca. Já cansou quem escreve, cansou quem lê e cansou principalmente quem o sofre. Parece mesmo que cansou o próprio Deus Nosso Senhor, pois que afinal, repetindo um gesto sucedido há exatamente um século (o último diz a tradição que foi em 1851), contra todos os cálculos, contra todas as experiências, ultrapassando os otimismos mais alucinados, fez começar um inverno no Nordeste durante a primeira quinzena de abril.
Eu estava lá. Assisti mais uma vez à mágica transformação do deserto em jardim do paraíso. E vendo o céu escurecer bonito, depois de tantos meses de desesperança, os compadres diziam que eu lhes levara o inverno nas malas. O fato é que, durante a viagem de ida, enquanto o "Constellation" da Panair voava por cima do colchão compacto de nuvens carregadas de água, me dava uma vontade desesperada de rebocá-las todas, lá para onde tanta falta faziam, levá-las como rebanho de golfinhos prisioneiros e despejá-las em cheio sobre os serrotes do Quixadá.
Pois choveu. Encheram-se os açudes, as várzeas deram nado, os rios subiram de barreira a barreira.
Mas ninguém espere muito de um inverno assim tardio. Já se agradece de joelhos o pasto aparentemente garantido, o gado salvo. Mas não se espera que haja milho. Talvez feijão, desse precoce que dá em dois meses. E o algodão aguenta, provavelmente. Nada mais.
Rachel de Queiroz. Choveu! (com adaptações).
Sem alteração da coerência das ideias do texto CGIAl-I, a expressão de tempo e de modo verbal da oração "haja milho" (terceiro período do último parágrafo) seria preservada caso a forma verbal "haja" fosse substituída por
- Texto CGIAI-I
Nem mais como tema literário serve ainda esse assunto de seca. Já cansou quem escreve, cansou quem lê e cansou principalmente quem o sofre. Parece mesmo que cansou o próprio Deus Nosso Senhor, pois que afinal, repetindo um gesto sucedido há exatamente um século (o último diz a tradição que foi em 1851), contra todos os cálculos, contra todas as experiências, ultrapassando os otimismos mais alucinados, fez começar um inverno no Nordeste durante a primeira quinzena de abril.
Eu estava lá. Assisti mais uma vez à mágica transformação do deserto em jardim do paraíso. E vendo o céu escurecer bonito, depois de tantos meses de desesperança, os compadres diziam que eu lhes levara o inverno nas malas. O fato é que, durante a viagem de ida, enquanto o "Constellation" da Panair voava por cima do colchão compacto de nuvens carregadas de água, me dava uma vontade desesperada de rebocá-las todas, lá para onde tanta falta faziam, levá-las como rebanho de golfinhos prisioneiros e despejá-las em cheio sobre os serrotes do Quixadá.
Pois choveu. Encheram-se os açudes, as várzeas deram nado, os rios subiram de barreira a barreira.
Mas ninguém espere muito de um inverno assim tardio. Já se agradece de joelhos o pasto aparentemente garantido, o gado salvo. Mas não se espera que haja milho. Talvez feijão, desse precoce que dá em dois meses. E o algodão aguenta, provavelmente. Nada mais.
Rachel de Queiroz. Choveu! (com adaptações).
No terceiro período do segundo parágrafo do texto CGIAl-I, a forma verbal "levara" está flexionada no
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Conjugando o verbo destacado no imperfeito do subjuntivo, tem-se: