Questões de Concurso Sobre flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva) em português

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Q2294601 Português
Leia o texto a seguir:


Cidade do Canadá ordena fuga de 20 mil habitantes por
incêndios florestais ‘sem precedentes’


Ordem dada na quarta à noite para deixar Yellowknife, uma das
maiores cidades dos Territórios do Noroeste, marcou o último
capítulo de um terrível verão de queimadas no país


Milhares de pessoas que receberam ordens para fugir dos incêndios florestais que avançam no extremo-norte do Canadá se amontoaram nesta quinta-feira em um aeroporto local para embarcar em voos, enquanto uma longa fila de carros se dirigia para o sul na única estrada aberta para a retirada.

A ordem dada na quarta-feira à noite para deixar Yellowknife, uma das maiores cidades dos Territórios do Noroeste, marcou o último capítulo de um terrível verão de incêndios no Canadá, com dezenas de milhares de pessoas obrigadas a abandonar suas casas e vastas áreas queimadas.

— Estamos todos cansados do termo “sem precedentes”, mas não há outra forma de descrever essa situação — disse a primeira-ministra regional, Caroline Cochrane, na rede social X, anteriormente Twitter.

Até a manhã desta quinta-feira, mais de mil incêndios florestais estavam ativos, incluindo cerca de 230 nos Territórios do Noroeste do país.

Os mais de 20 mil moradores de Yellowknife, a capital regional, têm até o meio-dia de sexta-feira (horário local) para partir pela estrada ou em voos comerciais e militares.

A prefeita da cidade, Rebecca Alty, alertou os motoristas que as chamas margeiam as poucas estradas que cruzam esse amplo território e que encontrariam visibilidade limitada pela fumaça.

Imagens compartilhadas nas redes sociais e na televisão canadense mostravam grandes extensões de mata queimada. Nos carros e caminhões que conseguiram sair antes que as vias ficassem intransitáveis, os faróis derreteram, e a pintura se desprendeu dos veículos.

— Minha irmã levou cinco horas [para percorrer 100 km] — contou Maggie Noble no X sobre a lenta fuga de Yellowknife no escuro.

A cidade decretou emergência no início desta semana, que logo se expandiu por todo o território do norte do país, com os bombeiros obrigados a se retirar em algumas áreas.

— Infelizmente, nossa situação de incêndios florestais piorou com fogo no oeste de Yellowknife que agora representa uma ameaça real para a cidade — disse aos jornalistas na quarta à noite o ministro do Meio Ambiente dos Territórios do Noroeste, Shane Thompson. — Sem chuvas, é possível que [o fogo] alcance os arredores da cidade no fim de semana.


Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2023/08/17/cidade-do-canadaordena-fuga-de-20-mil-habitantes-por-incendios-florestais-sem-precedentes.
ghtml. Acesso em 17/08/2023
“Imagens compartilhadas nas redes sociais e na televisão cana-dense mostravam grandes extensões de mata queimada” (7º parágrafo). Na voz passiva, essa frase seria: 
Alternativas
Q2290229 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


A uma légua, pouco mais ou menos, da antiga vila de Tamanduá, na província de Minas Gerais, e a pouca distância da estrada que vai para a vizinha vila da Formiga, via-se, há de haver quarenta anos, uma pequena e pobre casa, mas alva, risonha e nova. Uma porta e duas janelinhas formavam toda a sua frente. Um estreito caminho, partindo da porta da casa, cortava o vargedo e ia atravessar o capão e o córrego, por uma pontezinha de madeira, fechada do outro lado por uma tronqueira de varas. Junto à ponte, de um lado e outro do caminho, viam-se duas corpulentas paineiras, cujos galhos, entrelaçando-se no ar, formavam uma arcada de verdura, à entrada do campo onde pastava o gado. Era uma bela tarde de janeiro. Dois meninos brincavam à sombra das paineiras: um rapazinho de doze a treze anos e uma menina, que parecia ser pouco mais nova do que ele. A menina era morena; de olhos grandes, negros e cheios de vivacidade, de corpo esbelto e flexível como o pendão da imbaúba. O rapaz era alvo, de cabelos castanhos, de olhar meigo e plácido e em sua fisionomia como em todo o seu ser transluziam indícios de uma índole pacata, doce e branda.A menina, sentada sobre a relva, despencava um molho de flores silvestres de que estava fabricando um ramalhete, enquanto seu companheiro, atracando-se como um macaco aos galhos das paineiras, balouçava-se no ar, fazia mil passes e piruetas para diverti-la. Perto deles, espalhados no vargedo, umas três ou quatro vacas e mais algumas reses estavam tosando tranquilamente o fresco e viçoso capim. O sol, que já não se via no céu, tocava com uma luz de ouro os topes abaulados dos altos espigões; uma aragem quase imperceptível mal rumorejava pelas abas do capão e esvoaçava por aquelas baixadas cheias de sombra.  

Autor: Bernardo Guimarães. Trecho extraído da obra O Seminarista. 
Os verbos apresentam flexão em voz. As vozes do verbo indicam se o sujeito gramatical é o agente ou o paciente da ação verbal, ou seja, se pratica ou se sofre a ação. Nesse sentido, a frase “viam-se duas corpulentas paineiras” está na: 
Alternativas
Q2289702 Português
Todas as frases abaixo estão na voz ativa.
Assinale a frase em que a passagem para a voz passiva foi feita de forma adequada.
Alternativas
Q2288243 Português
     1. Os paroquianos estranharam que, apesar de tão mogo, o vigário novo fosse a tal ponto reservado, só falando o indispensável, sempre com a batina lambuzada de terra ou de tinta, às voltas com os reparos materiais da igreja. Com o tempo, acreditou-se, o sacerdote se faria amigo pelo menos das pessoas mais importantes do lugar, o prefeito, o presidente da Câmara, os representantes da Justiça, o médico, dois ou trés fazendeiros, o farmacêutico. Na porta do estabelecimento deste último é que se discutia a personalidade do vigário, formando-se um grupo contra e outro a favor.

     2. - Parece que ele até faz pouco-caso da gente.

     3. - Nunca vi um sujeito de cara tão amarrada.

     4. Os simpatizantes pegavam pelo aspecto mais evidente do padre.

     5. - Mas que homem danado de trabalhador!

     6. E o padre, sem dar mostras de perceber o pasmo da cidade, sempre com suas ferramentas, ativo e suarento. Uma notícia, entretanto, deu aos munícipes a impressão de que iria começar o degelo, isto é, o vigário passaria a ter um contato mais direto e caloroso com o povo e os interesses locais. Ele procurara o prefeito e os vereadores para pleitear um cemitério novo, o velho, nos fundos da casa paroquial, estava mesmo impraticável. Foi um alívio. Enfim, o padre tomara uma atitude perfeitamente normal, uma atitude que o incorporava à comunidade.

     7. - Eu não dizia - exclamava o farmacêutico -, eu apostava que o homem quer o trabalhar por nós. Francamente, este cemitério é indigno do progresso da cidade. A gente aqui nem pode morrer por falta de lugar.

    8. Com o entusiasmo, a Câmara votou uma verba especial para a aquisição de um terreno e benfeitorias adequadas. E não demorou que o novo campo-santo, depois de abençoado, fosse inaugurado com um discurso, no qual o prefeito apelava para os céus: aprouvesse a Deus que jamais um corpo inânime viesse a transpor os umbrais daquela necrópole. Seis dias depois, entretanto, um corpo inânime transpunha os umbrais daquela necrópole: Deus, de repente, chamara o farmacêutico.

       9. O vigário, realizada a sua única aspiração, passou a desaparecer por longas horas do dia; fora dos ofícios religiosos, raramente era visto, inquietando ainda mais os habitantes. Uma tarde, a bomba estourou: a viúva do coronel Inácio, inda levar flores à campa do falecido, no velho cemitério, descobrira a verdade macabra, a paisagem inacreditável: o antigo cemitério da cidade transformara-se escandalosamente numa horta. O estupor e a revolta não tiveram limites. Depois de muitos debates, uma comissão foi encarregada de levar ao vigário um pedido enérgico: aquilo não podia continuar, ali repousavam os entes queridos de todas as famílias da cidade: e estas esperavam que o senhor vigário arrancasse sem mais demora todos os pés de hortaliças. O vigário respondeu que não via matéria de escândalo, citou um versículo do Antigo Testamento e despediu a todos com impaciência.

      10. Foi aí que os homens válidos, pedindo a compreensão de Deus, resolveram invadir o cemitério, munidos de enxadas, facas e varapaus, para acabar com a horta que já não deixava ninguém dormir em paz, nem os mortos, nem os vivos. Pois, quando se aproximaram do cemitério, foram barrados pelo cano da espingarda do vigário: ali ninguém entrava vive. Os homens voltaram desapontados e tornaram a discutir o impasse. Alguém então teve a ideia de se levar uma denúncia ao bispo da diocese. Uma semana depois, o padre embarcava numa jardineira com a mala, a espingarda e a cara amarrada. A população toda, depois de decidir que as hortaliças seriam destruídas, e não doadas aos pobres, entrou com o máximo respeito no velho cemitério e devastou a bela plantação.


(Adaptado de: CAMPOS, Paulo Mendes. Balé do pato e outras crônicas. São Paulo: Ática, 2012)
Pode ser transposto para a voz passiva o seguinte trecho da crônica:
Alternativas
Q2284820 Português
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.


Os surdos-mudos cantam


Aconteceu em Uberaba. Disseram-me que antes da minha fala haveria um coro de crianças surdas que cantaria o hino nacional. Desacreditei. Crianças surdas não cantam. Aí entraram as crianças no palco. Um menininho de não mais de quatro anos de idade olhava espantado para aquele mundaréu de pessoas, todo mundo olhando para ele! Entrou a regente e fez-se silêncio. Silêncio para nós, porque para os surdos é sempre silêncio. Iniciou-se o hino nacional. Os acordes introdutórios. A regente levantou os braços... e eles cantaram o hino nacional com gestos! Cantaram com as mãos, os braços, os olhos, o rosto, o corpo inteiro! A voz calada, o corpo cantando! Ouvimos a música que mora no silêncio. Terminado o hino, todas as crianças se abriram num enorme sorriso e correram a abraçar a regente. E, aí, cantaram pra mim a “Serra da Boa Esperança”. Por vezes não é possível não chorar.


(ALVES, R. Ostra feliz não faz pérolas. São Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2008.)
A respeito do texto, analise as afirmativas.

I. O texto está construído predominantemente com frases curtas, criando ênfase no efeito de sentido pretendido pelo narrador.
II. O advérbio aparece duas vezes no texto (Aí, aí); em ambas funciona como articulador textual marcando certa retificação do sentido.
III. A forma verbal Iniciou-se pode ser substituída por Foi iniciado, alterando da voz passiva sintética para a voz passiva analítica.
IV. A expressão mundaréu de pessoas apresenta sentido de grande quantidade de pessoas, visto que o sufixo nominal aréu pode indicar aumento ou coleção.
V. Na forma verbal Desacreditei, o prefixo indica negação, assim como os prefixos pro, retro e tres.

Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2283256 Português
Assinale a frase abaixo que exemplifica uma construção de voz passiva.
Alternativas
Q2281685 Português
A Era da Exploração e os alimentos


(Texto desenvolvido especificamente para este concurso. Os textos
originais estão disponíveis em Impactos da Era da Exploração
(https://www.historycrunch.com/impacts-of-exploration.html#/) e Quando
se trata de alimentos frescos, o Peru se destaca no cenário mundial
(https://nowthatslogistics.com/quando-se-trata-de-alimentos-frescos-operu-se-destaca-no-cenario-mundial/?lang=pt-br)



      A Era dos Descobrimentos, conhecida como Era da Exploração, é a definida como uma das mais relevantes épocas de exploração geográfica da história humana. Iniciada no século XV, perdurou até o século XVII.
    As descobertas feitas pelos exploradores europeus permitiram uma maior compreensão dos continentes americanos e dos povos que neles habitavam.
  Um resultado importante desse período, ______ (I. às – as) vezes esquecido, é a disseminação de novos tipos de alimentos advindo do continente americano para todo o mundo. Muitos historiadores tendem a se concentrar na descoberta de ouro e prata, bem como em novos povos. No entanto, a globalização da alimentação também foi um aspecto importante. Alguns alimentos comuns no cotidiano, padrão em muitos países modernos, originaram-se no Novo Mundo. Milho, tomate, aspargo, pimenta malagueta e batata são alguns dos exemplos mais conhecidos. Esses alimentos desempenham um papel importante tanto na alimentação quanto nas economias modernas.
    O amendoim, por exemplo, é um alimento muito conhecido no mundo todo. Grande parte dos arqueólogos acreditam que o amendoim seja um alimento básico para algumas culturas ______ (II. à – há), pelo menos, 3.500 anos. Descobriu-se que esse alimento é nativo do Peru e de outro país da América do Sul, o Brasil.
   O fato é que os marinheiros europeus levaram o amendoim para Espanha e de lá foi introduzido em outros países europeus. Hoje, ele se tornou um alimento básico da alimentação cotidiana na Europa, América do Norte, África e Ásia. Também é uma cultura comercial importante para muitos países africanos e para parte dos EUA. De fato, sem o amendoim, as economias dessas áreas seriam fortemente afetadas.
   Além do amendoim, o Peru é citado como o país de origem de outros alimentos atualmente populares. A alcachofra foi outro alimento que os exploradores trouxeram do Novo Mundo para a Europa e, atualmente, ela é um dos vegetais mais conhecidos em diversas partes do mundo. Relatórios confirmam que o Peru continua a exportar cerca de US$ 20 milhões em alcachofras por ano! A maior exportação peruana, no entanto, é a do aspargo.
    As exportações de uvas frescas, mirtilos, abacates, café e aspargos do Peru aumentaram 18% em 2021, graças à significativa demanda global por seus produtos frescos.
  Pode-se constatar que da Era da Exploração à Era da Globalização, o acesso aos alimentos ampliou-se e se espalhou pelo mundo, garantindo o desenvolvimento no país que produz os alimentos, enriquecendo sobremaneira a alimentação cotidiana e a balança comercial nos países citados e diversos outros. 
A densidade da área da sintaxe confere a ela estudos diversos, dentre eles, o das vozes verbais. Analise as afirmativas e assinale a alternativa em que a oração na voz ativa: “Os marinheiros europeus levaram o amendoim para a Espanha” está corretamente formada na voz passiva:

I. A Espanha recebeu o amendoim dos marinheiros europeus.
II. O amendoim foi levado para a Espanha pelos marinheiros europeus.
III. Os marinheiros europeus trouxeram para a Espanha o amendoim.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2280959 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.

Educação profissional para o século XXI

Novo Ensino Médio facilitará a integração dos jovens à sociedade do trabalho, com impactos sociais relevantes.

*Por Horácio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski
05/08/2023 

O Novo Ensino Médio (NEM) entrou no debate público neste ano e foi alçado a um patamar compatível a sua importância. A etapa final da educação básica é complexa por muitas razões, sendo momento delicado de transição à vida adulta. É também a etapa que tem os piores resultados de aprendizagem e índices altos de evasão. Não há bala de prata em políticas públicas; não se chega facilmente a consensos em problemas complexos. Mas há um ponto específico que merece atenção redobrada nas alterações que podem ser feitas após a conclusão da acertada consulta pública realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que ouviu estudantes e professores.

Primeiramente, vale dizer que o NEM traz avanços que não podem retroceder. Destacamos aqui três pilares importantíssimos: a ampliação da carga horária, a flexibilização curricular para atender à diversidade de anseios de aprofundamento e vocações das juventudes e a expansão da Educação Profissional e Tecnológica (EPT), modalidade possível de ser mais conectada com as demandas do século XXI que podem impulsionar a inserção profissional e a renda dos jovens.

A EPT não pode ser vista como ponto de chegada da formação, mas como opção que precede e cria oportunidades para o ingresso no ensino superior ou no mercado de trabalho. Isso é fundamental para um país mais próspero e justo. E também urgente para uma geração inteira de jovens que hoje ainda vê poucas opções para seu futuro.

Dada a relevância que a formação técnica e profissional pode ter para o ensino médio e para o país, são preocupantes algumas propostas apresentadas no debate público, por serem capazes de impor um freio relevante na expansão do ensino técnico. Elas dizem respeito à mudança na divisão de tempos entre a parte do ensino médio comum a todos (chamada de “formação geral básica”) e a constituída por opções de trilhas formativas (“chamada de itinerários formativos”).

Há um consenso expressivo de que a regra atual, que restringe a parte comum do currículo ao máximo de 1.800 horas (das 3 mil horas totais ao longo dos três anos), é um equívoco. Dependendo de como esse número for ampliado, pode causar grandes prejuízos à articulação da EPT com o ensino médio. Isso porque pode impedir que os cursos técnicos de nível médio sejam trabalhados na carga horária total de 3 mil horas. Caso exija-se um mínimo de 2.400 horas para a parte comum a todos os estudantes, restariam apenas 600 horas para os itinerários formativos, inviabilizando um curso técnico dentro das 3 mil horas.

Há soluções no debate que dão conta de superar os desafios atuais, sem prejudicar o avanço do EPT. E, também importante, dando flexibilidade aos estados para que possam pensar diferentes arranjos para seu ensino médio. As propostas do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) têm ido nesta linha.

O NEM representa uma grande oportunidade para a valorização da formação profissional dos jovens e, portanto, para o desenvolvimento inclusivo do país que não podemos perder. Mais que atender às demandas de um setor industrial e de serviços ávidos por jovens de boa formação, na sua busca contínua por aumento de produtividade, facilitará a integração dos jovens à sociedade do trabalho, com impactos sociais relevantes e redução do grave problema do desemprego nessa faixa etária. 

Na reta final do debate sobre o NEM, o Brasil tem a chance de alcançar um desenho de política muito melhor que o originalmente proposto, mas mantendo os avanços trazidos. Em especial, a possibilidade de expandirmos para valer as oportunidades oferecidas aos jovens de cursar a EPT ao longo do ensino médio. O MEC acertou em abrir uma consulta pública e ampliar o diálogo. O mais importante, porém, reside na forma como a concluirá. Disso depende o futuro de milhões de estudantes. E, também, do próprio país.

Fonte: *Horácio Lafer Piva, Pedro Passos e Pedro Wongtschowski são empresários.
https://oglobo.globo.com
Assinale a alternativa em que ocorre o emprego da voz passiva no fragmento de frase apresentado.
Alternativas
Q2280492 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.


TEXTO I


[...]

A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam pelo menos 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos, incluindo quem vive com doenças crônicas ou incapacidade, e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes.

A prática de atividade física regular é fundamental para prevenir e controlar doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer, bem como para diminuir os sintomas de depressão e ansiedade, reduzir o declínio cognitivo, melhorar a memória e exercitar a saúde do cérebro. Estima-se que até 5 milhões de mortes por ano no mundo poderiam ser evitadas se a população global fosse mais ativa.


Disponível em: https://www.paho.org/pt/noticias/30-6- 2021-ministerio-da-saude-do-brasil-lanca-guia-atividadefisica-para-populacao#:~:text=A%20OPAS%20e%20 a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o,dia%20para%20 crian%C3%A7as%20e%20adolescentes. Acesso em: 14 jun. 2023.
Do ponto de vista sintático, no trecho “Estima-se que até 5 milhões de mortes por ano no mundo poderiam ser evitadas se a população global fosse mais ativa”, há
Alternativas
Q2279878 Português
Texto 2 – Por que a pontuação nos jogos de tênis segue a ordem 15, 30 e 40? (adaptado)

Uma dica: tem a ver com o jeu de paume, ancestral do tênis atual.

Por Maria Clara Rossini

A hipótese mais provável tem a ver com o jogo de palma (jeu de paume), modalidade francesa da qual o tênis é descendente. A principal diferença entre os dois é que, em vez da raquete, antigamente os jogadores usavam a mão mesmo para rebater a bola. Cada jogador ficava a 60 pés (18 metros) da rede.

Os pontos eram contados de um em um. A cada vez que um jogador marcava, ele deveria se aproximar 15 pés da rede. Depois, mais 15 pés (ficando a 30 pés do início da quadra). É de se esperar que no terceiro ponto o jogador se aproximasse mais 15 pés – só que essa posição ficava muito próxima da rede, o que aniquilaria o desempenho do participante. O jogador, então, tinha de se aproximar só mais 10 pés, totalizando 40 de distância da sua posição inicial em vez de 45.

Acontece que também existem registros de jogos de tênis que seguiam a ordem “15, 30 e 45”. Um poema escrito no século 15, por exemplo, narra uma partida de tênis entre o rei Henrique 5º, da Inglaterra e um nobre francês – e utiliza o 45 na contagem. O mesmo ocorre em uma poesia escrita pelo duque Charles de Orleães, da mesma época.

Esse tipo de registro coloca uma dúvida na cabeça dos historiadores do esporte. Uma hipótese que justificaria o “45” é o uso de relógios como ferramenta de marcar a pontuação do jogo. Cada quarto de hora representaria um ponto, e quem conseguisse dar a volta primeiro ganhava. Apesar de fazer algum sentido, não há evidências do uso de relógios para esse fim. É provável que muitos passaram a usar o 45 simplesmente por ser uma progressão mais natural, com intervalos uniformes.

Mesmo assim foi o 15, 30, 40 que vingou. O jeu de paume agradece.

Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/oraculo/por-que-a-pontuacaonos-jogos-de-tenis-segue-a-ordem-15-30-e-40/
“Uma hipótese que justificaria o ‘45’ é o uso de relógios como ferramenta de marcar a pontuação do jogo.” (Texto 2, 4º parágrafo)
A alternativa em que a conversão da oração sublinhada para a voz passiva preserva o significado original e NÃO acarreta desvio em relação à norma padrão é:
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Q2267759 Português

     "Nenhuma pedagogia realmente libertadora pode ficar distante dos oprimidos, quer dizer, pode fazer deles seres desditados, objetos de um “tratamento” humanitarista, para tentar, através de exemplos retirados de entre os opressores, modelos para a sua “promoção”. Os oprimidos hão de ser o exemplo para si mesmos, na luta por sua redenção."

                                                                                                           


 (FREIRE, P. Pedagogia do oprimido.)



Texto I





SOUZA, J.  A elite do atraso: da escravidão à Lava Jato. Rio de Janeiro: Leya, 2017, p. 88-89. (adaptado).

“As classes são reproduzidas no tempo pela família e pela transmissão afetiva pelos pais aos

filhos de uma dada ‘economia emocional’”. (linhas 1-2) 


O período destacado acima encontra-se na voz passiva verbal.


A correta transposição dessa forma para a voz ativa pode ser vista em 

Alternativas
Q2267485 Português

Leia o meme a seguir.



Imagem associada para resolução da questão



ARTES DEPRESSÃO. 07 de março de 2016. Disponível em: https://pbs.twimg.com/media/Cc8yc8_W4AAOHOn?format=jpg&name=small. Acesso em: 20 mar. 2023.



Analisando-se o contexto sintático da partícula SE presente nesse meme, pode-se dizer que ela funciona como 

Alternativas
Q2263770 Português
TEXTO

ORGANIZAÇÕES DE PROSTITUTAS*
    Desde meados da década de 1970, o trabalho sexual tem se mostrado como um fator de organização de base para mulheres, homens e transgêneros em diferentes partes do mundo. Mas é nas décadas de 1980 e 1990 que emergem os principais grupos e organizações dos direitos das prostitutas na Europa Ocidental e nos Estados Unidos, como um movimento verdadeiramente autoidentitário destas mulheres. Não obstante, as trabalhadoras sexuais do Terceiro Mundo e de outros países não-ocidentais já estavam também ocupadas, agindo e se manifestando contra injustiças, demandando direitos humanos, civis, políticos e sociais – como no Equador em 1982; no Brasil em 1987 e no Uruguai em 1988.
    No Brasil, as organizações e associações de prostitutas espalhadas pelo país se encontram, em sua grande maioria, articuladas em redes, como a Rede Brasileira de Prostitutas, de ação no âmbito nacional; e a Federação Nacional das Trabalhadoras do Sexo, cuja atuação tende a concentrar-se na região nordeste do país. Cabe mencionar que esse movimento social não tem um caráter homogêneo. As ações dos grupos organizados de prostitutas se desenvolvem em um contexto marcado por diferentes posições frente à problemática da prostituição e, no que se refere a esses grupos, eles assumem posturas diferentes em termos dos principais pontos a serem reivindicados.
   As posições divergentes aparecem principalmente em relação à discussão sobre regulação/legalização da atividade. A Rede Brasileira de Prostitutas defende a regulamentação da prostituição, ou seja, aposta no reconhecimento da prostituição como profissão, em que a descriminalização em torno da atividade possa fornecer instrumentos legais capazes de combater a exploração que sofre a prostituta. A Federação Nacional das Trabalhadoras do Sexo assume uma postura de ressalva em relação à legalização, alegando que ela concederia ainda mais poder aos empresários da indústria do sexo, aumentando a vulnerabilidade das prostitutas. 
    Quanto à questão do tráfico, nas (poucas) ocasiões em que representantes dessas organizações participaram dos grandes debates públicos, as intervenções provocaram tensões. O motivo é que a Rede Brasileira de Prostitutas percebe a discussão sobre tráfico de pessoas como mais uma maneira, referendada pela opinião pública, de combater a prostituição. Nesse sentido, o fato de que algumas organizações de prostitutas se insiram no movimento de combate ao tráfico, estimuladas pelo apoio de agências transnacionais de financiamento, aparece como um ponto de tensão entre as trabalhadoras do sexo.
    Evidencia-se que no contexto da prostituição feminina há relações marcadas por diferentes momentos de ruptura e continuidade, simultâneas, que têm impactos diversos. Por um lado, permite a criação de um sujeito coletivo com capacidade de vocalizar suas demandas, como é o caso na questão da epidemia da AIDS; e de outro continuam sendo desconsideradas, quando o assunto é a legalização da prostituição, ou tráfico de pessoas, por exemplo. O que se percebe, então, é o clima de tolerância que existe sobre a prostituição, que passa a ser melhor incluída no cenário nacional, mas não as prostitutas, alvo permanente de violência e preconceitos.
       A dificuldade de dissociar tráfico e prostituição não apenas se tornou um interessante fato histórico a ser registrado, como aponta para questões mais abrangentes e pertinentes que precisam ser ainda mais exploradas, uma vez que atingem cenários e atores que são, frequentemente, ignorados, ou quando abordados, são mal interpretados. O fato é que o fenômeno do tráfico para a prostituição tem recebido muito mais atenção nas pesquisas realizadas sobre o tema do que o tráfico em outros setores. Pode-se afirmar que esse fato tampouco é novidade quando se pensa nas pesquisas realizadas no século passado.
      Contudo, aponta para a dificuldade de se sustentar empiricamente a afirmação de que o tráfico é mais intimamente ligado à prostituição ou à indústria do sexo do que para qualquer outro setor econômico; pois a falta de pesquisas mais extensas sobre o tráfico para a agricultura, indústria, comércio, construção, trabalho doméstico, entre outros, além de não gerar nenhum parâmetro comparativo, só fortalece a ideia de que prostituição e tráfico são (e sempre foram) analiticamente e empiricamente associados. 
     Neste sentido, a (íntima) relação entre tráfico e prostituição permite e justifica um trabalho de pesquisa mais extenso que aborde a perspectiva do coletivo de prostitutas com relação a um fenômeno que se insere, de certa forma, no seu modo de vida. E que inclua na discussão a interlocução entre o tráfico para o comércio sexual com outras formas de tráfico, como o doméstico, na medida em que ambas envolvem a participação de mulheres oriundas da América Latina.

(Extraído [e atualizado conforme o Acordo Ortográfico vigente] de: Andreia Skackauskas Vaz de Mello (2009). As organizações de prostitutas no Brasil e o tráfico internacional de pessoas. XXVII Congreso de la Asociación Latinoamericana de Sociología. VIII Jornadas de Sociología de la Universidad de Buenos Aires. Asociación Latinoamericana de Sociología, Buenos Aires, páginas: 8-10). * Este título é o mesmo da seção do artigo do qual o texto aqui exposto foi extraído.
Analise a organização morfossintática do período abaixo e, em seguida, assinale a afirmação INCORRETA.
A Federação Nacional das Trabalhadoras do Sexo assume uma postura de ressalva em relação à legalização, alegando que ela concederia ainda mais poder aos empresários da indústria do sexo, aumentando a vulnerabilidade das prostitutas.
Alternativas
Q2258802 Português
Analise a frase abaixo para responder à questão.
“A empresa enfrenta um colapso financeiro”.
Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal da frase acima na voz passiva.
Alternativas
Q2257097 Português
Marque V ou F, conforme seja verdadeira ou falsa a assertiva.
( ) Em "dissolve-se a nossa personalidade no grupo", o pronome "se" indetermina o sujeito da oração.
( ) O segmento destacado em "falando somos importantes, pois constituímos O CENTRO DAS ATENÇÕES GERAIS" pode se transformar em sujeito, caso a estrutura em que está inserido seja apassivada.
( ) A voz passiva correspondente a "não alcançando mais de 30%" é "sem serem alcançados mais de 30%".
Está correta a alternativa
Alternativas
Q2253522 Português
As verdades da Ciência

         Li recentemente nos jornais que o renomado cientista Stephen Hawking fez uma declaração sensacional, para dizer o mínimo. Afirma que cometeu um erro ao enunciar, nos anos 70, a sua teoria dos buracos negros, e agora se prepara para apresentar as devidas correções diante de um plenário de cientistas. Para entender o de que vou aqui tratar não é necessário saber o que são os buracos negros; basta lembrar que constituem uma das questões mais controversas e cativantes da astrofísica moderna.
        Para os que lidam com as ciências, não há nada de excepcional nessa atitude de Hawking, mas entendo que o episódio deva ser levado ao conhecimento dos jovens de todas as escolas não-fundamentalistas e leigas, para que reflitam sobre os princípios da ciência moderna. Esta não crê que o novo está sempre certo, ou que a verdade reside congelada num passado remoto. Ao contrário, ela se baseia no princípio da “falibilidade”, segundo o qual a ciência avança corrigindo-se constantemente, desmentindo suas hipóteses por meios de tentativa e erro, reconhecendo os próprios enganos e considerando que um experimento malsucedido não é um fracasso, podendo ser tão valioso quanto outro bem-sucedido, por provar que determinada linha de pesquisa estava equivocada, e que é necessário corrigi-la, ou mesmo recomeçar do zero.
      Esse modo de pensar opõe-se a todas as formas de fundamentalismo, a todas as interpretações literais das sagradas escrituras – também passíveis de constante reinterpretação – e a todas as certezas dogmáticas das próprias idéias. Essa é a boa “filosofia”, no sentido cotidiano e socrático do termo, que a escola deveria ensinar.

Umberto Eco
(Adaptado do site http:// revistaentrelivros.uol.com.br)
Admite transposição para a voz passiva o segmento sublinhado na seguinte frase:
Alternativas
Q2253274 Português
O enunciado “Os trabalhos anteriores do coreógrafo Maicon Clenk já foram assistidos por mais de 20 milhões de espectadores em todo o mundo.” (linhas 3 e 4). Está na voz passiva. Alterando-se a estrutura sintática da oração e trazendo-a para a voz ativa teremos uma estrutura gramaticalmente correta e com o mesmo sentido em:
Alternativas
Q2253170 Português
A agressividade de todos nós

        Todos temos, em algum grau, tendência para comportamentos agressivos. Se os números mostram o quanto são raras as doenças que levam à agressividade extrema, os neurocientistas apresentam uma teoria estatisticamente muito mais provável para o desencadeamento da violência em pessoas aparentemente normais. Segundo o neurologista Renato Sabbatini, da Universidade Estadual de Campinas, cerca de dois terços do aprendizado humano derivam da interação social. “O cérebro nada mais é que um processador de dados que, por meio de comparações e identificações, assimila e adapta as atitudes repetidas no meio em que vivemos”, afirma. Ou seja: uma cena vista com muita freqüência, desde pequeno, leva a concluir que isso é certo, independentemente de a cena ser seu pai cometendo um delito ou sua mãe cuidando de crianças carentes.
        Renato explica, no entanto, que esse arcabouço de memória é colocado em xeque cada vez que somos confrontados com uma situação nova, desconfortável ou potencialmente perigosa. “Todos nós temos a violência entre o rol de respostas disponíveis em nosso banco de dados. Faz parte do nosso instinto de autopreservação. Diante de uma ofensa acionamos uma luta entre os estímulos que nos levam à agressão e as travas que detêm esses impulsos. São travas morais, éticas, afetivas e racionais. O importante é saber qual estímulo é capaz de ativar esse comportamento”, diz. A educação moral e os valores em que acreditamos podem conter esses rompantes. A afetividade também.
        A pressão do grupo social em que o indivíduo vive é outro fator importante para desempatar essa guerra interna de nervos. A necessidade de aceitação coletiva é muito mais efetiva nas decisões individuais do que imaginamos e pode, em situações-limite, predominar sobre qualquer mecanismo cerebral. Há essa necessidade primitiva, nos seres humanos, de serem aceitos pelos outros e se sentirem pertencentes a um grupo. Isso é tão essencial quanto alimentar-se, matar a sede ou dormir.

(Adaptado de Tatiana Bonumá. Revista Super Interessante,
edição 184 , pp. 589. São Paulo: Abril, janeiro de 2003)         
NÃO admite transposição para a voz passiva a construção do seguinte segmento:
Alternativas
Q2251222 Português

             

Considere a frase abaixo.
No mundo, o desmatamento arranca 15 milhões de hectares de terra por ano.
Passando-a para a voz passiva analítica, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2249937 Português
Leia o texto para responder à questão.

Mais inflação, juros e dúvidas

        O Brasil pode chegar ao fim do ano com inflação de 7%, o dobro da meta oficial, e juros básicos avançando para 14%, segundo projeções do mercado financeiro, turbinadas pela recente alta do petróleo e dos alimentos no mercado internacional. A insegurança econômica gerada pela guerra na Ucrânia e pelas sanções impostas à Rússia torna mais escuro um horizonte já nublado. Apesar do cenário mais preocupante, a maioria dos especialistas consultados pelo Estadão/Broadcast continua prevendo uma alta de juros de 10,75% para 11,75% na próxima semana, quando será realizada a reunião periódica do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (BC).
        O aperto mais forte da política monetária virá em seguida, e poderá prolongar-se mais do que se estimava antes da guerra. As possibilidades de recuperação econômica a partir de 2023, já muito limitadas, tornam-se mais problemáticas com as pressões inflacionárias e com as novas incertezas. Pelas projeções do mercado conhecidas na última segunda- -feira, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer 0,42% neste ano e 1,5% no próximo. Se as condições de crédito ficarem piores do que se esperava, as famílias serão mais pressionadas, a retomada do emprego será mais complicada e a atividade econômica terá menos impulso para avançar.
         O cenário já tenebroso inclui uma inflação já muito alta, uma produção industrial com 9 quedas em 12 meses e vendas do varejo 1% abaixo do patamar pré-pandemia. A recuperação mensal de 0,8% em janeiro ficou longe de compensar a queda de 1,5% em dezembro e de recriar o dinamismo perdido a partir de 2020. Além do desemprego, também a alta de preços continua limitando severamente os gastos familiares.
        Alguma segurança econômica ainda é garantida pelo agronegócio, com produção suficiente de alimentos para suprimento interno e para exportação. Problemas de abastecimento de fertilizantes, em consequência da guerra, geram alguma preocupação. Mas há estoques e, além disso, o plantio da próxima safra de verão só deverá começar no segundo semestre. Até lá, as condições internacionais poderão melhorar. Além disso, haverá tempo para a procura de novos fornecedores de adubos para substituir a Rússia, se for o caso. De toda forma, o espaço de tolerância para erros será quase nulo, neste ano.

(https://opiniao.estadao.com.br. 11.03.2022. Adaptado)
O emprego de voz passiva é constatado na passagem: 
Alternativas
Respostas
401: A
402: A
403: A
404: D
405: C
406: A
407: B
408: B
409: C
410: D
411: C
412: D
413: D
414: C
415: D
416: D
417: D
418: D
419: C
420: B