Questões de Concurso Comentadas sobre figuras de linguagem em português

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Q2068446 Português
Assinale a alternativa em que ocorre silepse de pessoa.
Alternativas
Q2068361 Português
No tocante a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Paronomásia. B- Assonância. C- Onomatopeia. D- Antítese.
Coluna II.
1- É uma figura de linguagem que consiste na repetição de fonemas vocálicos, especialmente em sílabas tônicas, para inferir um som e estabelecer efeitos sonoros específicos no texto.
2- É a inserção de palavras no discurso que imitam sons.
3- Figura pela qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras, ou dois pensamentos, de sentido contrário.
4- É a repetição de palavras cujos sons são parecidos.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Avança SP Órgão: Prefeitura de Americana - SP Provas: Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Pedagogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Assistente Social | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Bibliotecário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Agente Fiscal de Rendas | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Arquiteto | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Engenheiro Civil | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Engenheiro de Segurança do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Farmacêutico | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Fisioterapeuta | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Jornalista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Fonoaudiólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Cardiologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Clínico Geral de Unidade Básica de Saúde - UBS | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico de Família | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Gastroenterologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Oftalmologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Neurologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Infectologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Urologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Hematologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Ginecologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Geriatra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Endocrinologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Dermatologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Veterinário | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Nutricionista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Procurador Jurídico | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Psicólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Sociólogo | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Medico Oncologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Cirurgião Dentista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Contador | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Pediatra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Pneumologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Psiquiatra | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Enfermeiro do Trabalho | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Reumatologista | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Enfermeiro | Avança SP - 2023 - Prefeitura de Americana - SP - Médico Ultrassonografista |
Q2063191 Português
A grama do vizinho

(Martha Medeiros)

     Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.

    Estamos todos no mesmo barco.

   Há no ar certo queixume sem razões muito claras.

   Converso com mulheres que estão entre os 40 e 50 anos, todas com profissão, marido, filhos, saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-quê perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem.

   De onde vem isso? Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antônio Cícero, uma música que dizia: “Eu espero / acontecimentos / só que quando anoitece / é festa no outro apartamento”.

   Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha convite. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são, ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

   As festas em outros apartamentos são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, revelam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim. Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos pra dançar pela sala e também motivos pra se refugiar no escuro, alternadamente.

    Só que os motivos pra se refugiar no escuro raramente são divulgados.

   Pra consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores.

  “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”.

  Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu estes versos não havia esta overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta. Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas, tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale ser incluído na nossa biografia. Ou será que é tão divertido passar dois dias na Ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzo na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé? Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista.

     As melhores festas acontecem dentro do nosso próprio apartamento. 
Em “Ao amanhecer descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma.” temos o uso da seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q2062247 Português
Segundo Cereja e Cochar (2013, p. 23), pode haver uma “relação entre dois textos caracterizada por um citar o outro”.
TEXTO I
No térreo do instituto, há uma sólida lareira em granito cinza-chumbo. Gravada na pedra, uma inscrição em escrita antiga que um amigo sueco decifrou para mim com alguma dificuldade: "A mente não alcança além da palavra". Uma forma elegante de afirmar que aquilo que não conseguimos explicar aos demais não sabemos realmente.
TEXTO II
Imagem associada para resolução da questão
Pela utilização de ideias de textos já existentes e pelo diálogo que os dois textos realizam com outros textos-fonte, é correto afirmar que ambos, cada um à sua maneira, exemplificam uma forma de
Alternativas
Q2061540 Português

MEDO DA ETERNIDADE

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. – Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. – Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. – Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse – repetiu minha irmã – que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

Jornal do Brasil, 06 de junho de 1970 (A descoberta do mundo, p.289-91) 2 DAS VANTAGENS DE SER BOBO – Clarice Lispector
Assinale a alternativa que se contrapõe ao texto:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: MSConcursos Órgão: Prefeitura de Patrocínio - MG Provas: MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Advogado | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Professor P2 (Geografia) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Cardiologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Gastroenterologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Proctologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Professor P2 (Educação Física) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Professor P2 (Artes) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Professor P2 (Ciências) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Professor P2 (Inglês) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Professor P2 (Matemática) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Fiscal Tributário | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Nefrologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Pneumologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Medicina do Trabalho) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Infectologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Urologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Cirurgia Geral) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Assistente Social | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Engenheiro de Segurança do Trabalho | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Enfermeiro | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Farmacêutico | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Pedagogo Supervisor | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Engenheiro Florestal | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Biólogo | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Engenheiro Civil | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Secretário Escolar | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Terapeuta Ocupacional | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Nutricionista | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Psiquiatra) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Geriatra) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Ginecologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Otorrinolaringologista) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Especialista (Pediatra) | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Fonoaudiólogo | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Médico Veterinário | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Pedagogo | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Psicólogo | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Engenheiro Ambiental | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Engenheiro Agrônomo | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Arquiteto | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Bibliotecário | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Geólogo | MS CONCURSOS - 2023 - Prefeitura de Patrocínio - MG - Odontólogo |
Q2061510 Português
Em se tratando de figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I. A- Gradação. B- Apóstrofe. C- Elipse. D- Zeugma.
Coluna II. 1- Ó céus, é preciso chover mais? 2- Tomara você me entenda.  3- Fiz a introdução, ele a conclusão. 4- Inicialmente calma, depois apenas controlada, até o ponto de total nervosismo.
Alternativas
Q2061398 Português


Imagem associada para resolução da questão

Na tirinha acima, a expressão “morrendo de inveja” é classificada como: 

Alternativas
Q2055350 Português
Dentro da área de estilística, há o recurso linguístico das “figuras de linguagem”, emprego de um termo com sentido diverso/diferente do que é convencionalmente usado, a sua finalidade é a de alcançar um efeito mais convincente na comunicação.
Leia o excerto de Dom Casmurro (1997, p.57) e observe os termos em destaque: “Como eu quisesse falar também para disfarçar o meu estado, chamei algumas palavras cá de dentro, e elas acudiram de pronto, mas de atropelo, e encheram-me a boca sem poder sair nenhuma. O beijo de Capitu fechava-me os lábios.”
Assinale a alternativa correta em relação à figura de linguagem.
Alternativas
Q2042680 Português
Ano-Novo


Meia-noite. Fim
de um ano, início
de outro. Olho o céu:
nenhum indício.

Olho o céu:
o abismo vence o
olhar. O mesmo
espantoso silêncio
da Via-Láctea feito
um ectoplasma
sobre a minha cabeça:
nada ali indica
que um ano novo começa.

E não começa
nem no céu nem no chão
do planeta:
começa no coração.

Começa com a esperança
de vida melhor
que entre os astros
não se escuta
nem se vê
nem pode haver:
que isso é coisa de homem
esse bicho

             estelar
             que sonha
             (e luta)


GULLAR, Ferreira. Obra poética. Vila Nova de Famalicão: Quasi, 2003. p.
401.

“que isso é coisa de homem / esse bicho / estelar / que sonha / (e luta)”


Nesse fragmento, observa-se o uso da figura de linguagem denominada

Alternativas
Q2041989 Português

As utilíssimas coisas inúteis

Marina Colasanti, quinta-feira, 16 de janeiro de 2020


Fui a uma liquidação de fim de ano porque precisava trocar uma roupa que havia ganho. E fiquei pasma com a quantidade de peças que cada um levava. Na demora da fila, as pessoas esticavam o braço para colher de arara ou prateleira uma bolsa, um cinto ou uma camiseta não vistos antes e acabavam ficando com ela. Tudo, mais que propriamente despertar desejo, era visto como um bom negócio. Afinal, os preços estavam em conta.

E ali mesmo me perguntei se aquela gente toda tiraria do armário o correspondente ao que estava levando, ou se apenas apertaria os cabides.

Compro muito pouco, mas tenho grande dificuldade para jogar fora. Acumulo. E embora tendo isenção profissional para acumular livros e papéis, não a tenho para o resto.

Calcula-se que um europeu ou americano possua em média 10 mil objetos. Para discutir consumismo e gênero no “The Pink and Blue Project”, a sul-coreana Jeongmee Yoon fotografou durante 10 anos crianças e adolescentes no seu quarto, com todos os seus objetos expostos. As fotos são surpreendentes, cada quarto parecendo um mercado.

Até hoje não consegui jogar fora a cama da minha cachorrinha que há três anos morreu, me parece ingratidão, depois de tanto amor que ela me deu. Nem consegui me desfazer dos tecidos para quimono que comprei no Japão e nunca fiz, ou da camisa de seda que comprei na Índia e já não uso. Se uma calça fica larga, penso que posso voltar a engordar, se uma saia fica larga, aperto. Nunca nada ficou apertado, o que me faz crer que dificilmente engordarei. Às vezes consigo jogar fora suéteres que ficaram com “bolinhas”.

Dizem os neurocientistas que acumular é comando do nosso cérebro, possivelmente vindo de tempos remotíssimos em que a abundância era rara ou inexistente, e qualquer pedaço de carne, qualquer pele de bicho, qualquer lasca de pedra era posse valiosa.

Hoje, os objetos de que nos rodeamos adquiriram outro sentido. Um deles é fazer parte da nossa identidade. Segundo o psicólogo Daniel Kahneman sofremos mais ao perder um objeto querido do que o prazer que tivemos ao adquiri-los – podemos imaginar o que sofreu Eike Batista ao perder a Lamborghini que, como um sofá, ficava estacionada na sala. Outro é dizer às multidões quem somos, qual o nosso patamar social.

É o que fazem alto e bom som as marcas. É a função do luxo.

Não compramos só em atendimento ao nosso desejo. Compramos também olhando pelos olhos dos outros, projetando nos olhos dos outros a imagem que teremos com nossas novas aquisições. Desse ponto de vista, quem compra muitas peças de roupa numa liquidação não está fazendo um bom negócio. Apesar do bom preço, está adquirindo o que já saiu de moda, o que se usou no ano anterior ou até mesmo no mês anterior. E tudo o que não é de hoje, é out.

Objetos podem ser inúteis, mas se dados com afeto temos dificuldade em nos desfazer deles. Xuxa tinha uma casa só para guardar memorabilia, presentes dados pelos fãs. Ninguém joga fora o bordado feito pela afilhada, o primeiro desenho do filho, a folha seca na página do livro dada pelo noivo. Os objetos tornamse então não apenas objetos, mas testemunhos do passado que cantam aos nossos olhos. E por isso os guardamos.

Marie Kondo, a japonesa famosa pelo método MarieKondo de arrumação, não se orienta pela ligação psicológica entre os humanos e seus objetos. O interesse dela é na ordem e na estética. Mas ao limpar nossos armários e gavetas corre o risco de nos deixar despidos.


Disponível em:<https://www.marinacolasanti.com/2020/02/expatriaram-o-gato.htmL>  . Acesso em: 17 fev. 2020.
“Mas ao limpar nossos armários e gavetas corre o risco de nos deixar despidos.”
O trecho em destaque nesse período valeu-se da figura de linguagem denominada
Alternativas
Q2041002 Português

Texto para o item.




Luis Fernando Veríssimo. Aprenda a chamar a polícia.

Internet: <www.refletirpararefletir.com.bb> (com adaptações).

Com base no texto apresentado, julgue o item.


É correto afirmar que, na fala “— Pensei que tivesse dito que não havia ninguém disponível” (linhas 37 e 38), o narrador está sendo irônico.

Alternativas
Q4007816 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Minha obra foi copiada por inteligência artificial mais do que a de Picasso



A inteligência artificial tem mudado a realidade como a conhecemos, mas para o artista digital Greg Rutkowski, tem causado grandes problemas. Ele disse que seu nome havia sido usado mais de quatrocentas mil vezes como prompt em ferramentas de inteligência artificial que geram arte desde o ano passado, mas sem o seu consentimento.


Prompts são os comandos enviados ao sistema de inteligência artificial para que ele gere a resposta almejada. Quando ele checou, disse que seu nome havia sido utilizado como prompt mais vezes do que os nomes dos artistas Pablo Picasso e Leonardo da Vinci.


Nascido na Polônia, Greg teve suas obras usadas em games como Dungeons and Dragons e Magic: The Gathering, mas tem receio de que a popularidade recém-descoberta neste mundo artificial afete trabalhos futuros.


Sites como Midjourney, Dall.E, NightCafe e Stable Diffusion são conhecidos como plataformas de inteligência artificial generativa. Eles são capazes de criar obras de arte geradas artificialmente em segundos a partir dos prompts que os usuários digitam.


As ferramentas aprenderam a coletar bilhões de imagens existentes na internet. E os artistas reclamam que isso é feito sem o consentimento deles. "Logo no primeiro mês que descobri, percebi que isso afetaria claramente minha carreira, e eu não seria capaz de reconhecer e encontrar meus próprios trabalhos na internet", diz Greg.


"Os resultados serão associados ao meu nome, mas não será a minha imagem. Não será criada por mim. Logo, os resultados confundirão as pessoas que descobrem meu trabalho. Tudo em que trabalhamos por tantos anos foi tirado de nós com muita facilidade pela inteligência artificial", acrescentou. "É bem difícil dizer se isso mudará toda a indústria a ponto de os artistas humanos se tornarem obsoletos. Acredito que meu trabalho e futuro estão sob um grande ponto de interrogação."


Embora os problemas sejam claros, há certas formas de as ferramentas de inteligência artificial serem usadas para beneficiar os artistas, de acordo com o animador Harry Hambley, artista que é a força criativa por trás do personagem Ketnipz, uma sensação da internet. "Acho que, para mim, a principal coisa que a arte generativa resolve é o tédio", diz ele. "Mas pode ser assustador, pois a internet já é um lugar selvagem, e misturar inteligência artificial com isso... não sabemos aonde vai dar."


"Se eu acho que meu trabalho será sacrificado pela inteligência artificial ou que esta fará melhor do que eu? Acredito que não. "Há mais na arte do que sua aparência. No fim das contas, há uma razão maior pela qual as pessoas se envolveram com o Ketnipz, e não acredito que seja apenas a sua mera estética".



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqq42vdygqxo. Adaptado.

'As ferramentas aprenderam a coletar' bilhões de imagens existentes na internet.



Na frase destacada, encontra-se uma figura de linguagem denominada:

Alternativas
Q4000813 Português
TEXTO I

LUZ DO SOL

Luz do sol,
Que a folha traga e traduz
Em verde novo em folha,
Em graça, em vida, em força, em luz...

Céu azul
E vem onde os pés
Tocam na terra
E a terra inspira e exala seus azuis...

(VELOSO Caetano.A arte maior de Caetano Veloso.Polygram,1985
Observe atentamente os versos extraídos do texto,em análise: "[...] Em verde novo em folha, / em graça, em vida, em força, em luz..." O Autor, nesses versos, empregou um recursos estilístico, a partir de variações da estrutura sintática das frases.
Marque a alternativa que apresenta a figura presente nos versos:
Alternativas
Q3998279 Português

Leia o poema “Igreja”, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.



Tijolo

areia

andaime

água

tijolo.

O canto dos homens trabalhando trabalhando

mais perto do céu

cada vez mais perto

mais

— a torre.


E nos domingos a litania dos perdões, o murmúrio das invocações.

O padre que fala do inferno

sem nunca ter ido lá.

Pernas de seda ajoelham mostrando geolhos.

Um sino canta a saudade de qualquer coisa sabida e já esquecida.

A manhã pintou-se de azul.

No adro ficou o ateu,

no alto fica Deus.

Domingo...

Bem bão! Bem bão!

Os serafins, no meio, entoam quii ieleisão.



Após ler o poema modernista de Carlos Drummond de Andrade, observe que o poeta empregou um arcaísmo – “geolhos” – no quarto verso da segunda estrofe, o qual resultaria hoje na palavra joelhos. Identifique o processo de mudança ocorrida nesse vocábulo, marcando a opção que considera correta:

Alternativas
Q3994473 Português

Leia o texto a seguir:


VIBRAÇÕES


Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo à musica das esferas; vibra a convulsão do verme, no segredo subterrâneo dos túmulos. Vive a luz, vive o perfume, vive o som, vive a putrefação. Vivem à semelhança os ânimos. A harpa do sentimento canta no peito, ora o entusiasmo, um hino, ora o adágio oscilante da cisma. A cada nota, uma cor, tal qual nas vibrações da luz. O conjunto é a sinfonia das paixões. Eleva-se a gradação cromática até à suprema intensidade rutilante; baixa à profunda e escura vibração das elegias. 


Sonoridade, colorido: eis o sentimento.

Dai o simbolismo popular das cores.


(POMPEIA, Raul. Canções sem metro. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2013. 303 p.)  

Na frase “Vibrar, viver. Vibra o abismo etéreo a música das esferas. ” Há uma ocorrência de: 
Alternativas
Q3077762 Português

Figuras de linguagem são recursos estilísticos usados na linguagem literária, na música, na publicidade e também na linguagem oral. Com o objetivo de dar ênfase à comunicação, torna a linguagem mais expressiva e nobre.


Assinale a figura de linguagem predominante no trecho do poema Recordação de Cecília Meireles:


Agora, o cheiro áspero das flores


leva-me os olhos por dentro de suas pétalas

Alternativas
Q3076723 Português
Figuras de linguagem são ferramentas que o escritor aplica no texto para conseguir um efeito determinado na interpretação do leitor. São formas de expressão mais localizadas em comparação às funções da linguagem, que são características globais do texto.
Nesse contexto, qual figura de linguagem predomina neste trecho: "A árvore genealógica de nossa família está exposta no museu da cidade"? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Guaçuí - ES Provas: IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° ano do Ensino Fundamental - Pré I e II das escolas de Ensino Regular | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° Ano das Escolas de Ensino Regular | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° do Ensino Fundamental - 1° e 2° Ano das Escolas Rurais | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° do Ensino Fundamental - 3° e 5° Ano das Escolas Rurais | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° do Ensino Fundamental - Educação de Jovens e Adultos 1° Segmento | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° Ano do Ensino Fundamental - 1° e 2° Ano das Escolas de Tempo Integral | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Professores da Educação Infantil Pré-Escola e 1° ao 5° do Ensino Fundamental - 3° e 5° Ano das Escolas de Tempo Integral | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Educação Especial - Escolas de Ensino Regular em Tempo Parcial - Para Área de Deficiência Auditiva | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Educação Especial - Escolas de Ensino Regular em Tempo Parcial - Para a Área de Deficiência Auditiva | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Educação Especial - Escolas de Ensino Regular em Tempo Parcial - Intérprete e Tradutor de Libras | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Educação Especial - Escolas de Ensino Regular em Tempo Parcial - Para Área de Deficiência Visual | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Educação Especial - Escolas de Ensino Regular em Tempo Parcial - Para Área de Altas Habilidades | IBADE - 2022 - Prefeitura de Guaçuí - ES - Professor MAMPA - Educação Especial - Escolas de Ensino Regular em Tempo Parcial - Para Área de Deficiência Intelectual |
Q3010513 Português
Leia um trecho da canção “A maior saudade” apresentado abaixo.

“Chega chamando pelo nome Quem chamou de amor E a boca que falou te amo Fala que acabou E o nosso pra sempre Infelizmente não vingou”
(Henrique e Juliano. A maior saudade. 2021.)

A figura de linguagem que compõe o sujeito da oração principal no terceiro e no quarto verso da estrofe apresentada é denominada: 
Alternativas
Q3009315 Português

Observe a composição do trecho da canção “O último xote do ano” apresentado abaixo. 


“Moça pra mim cê é final de libertadores

Uma obra-prima um Auto da Compadecida

Foguetes pra Nossa Senhora Aparecida

García Márquez, Gaza, Gozo, Gasolina

Moça bonita eu te quero todavia”

(Fi Barreto. O último xote do ano. 2021.)



A intertextualidade é estabelecida, nesta canção, por meio do uso da figura de linguagem denominada:


Alternativas
Q2683116 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Por que você deve voltar a usar o despertador clássico em vez do celular?


Troquei o despertador pelo telefone cerca de 10 anos atrás, depois de contar a alguém o que eu achava ser uma história engraçada sobre como meu despertador tinha tocado uma vez na minha mala enquanto estava no porta-malas de um táxi, nos obrigando a parar para que pudéssemos silenciá-lo. A piada causou perplexidade. "Você realmente usa despertador?", perguntaram-me, como se fosse um fax.


Sucumbi à pressão dos colegas e me livrei do meu relógio antigo. E aí acabou o luxo de acordar sem notificações e começou a miséria de olhar para elas no meio da noite ao verificar a hora no meu telefone.


À medida que nosso uso de telefones celulares continua a crescer (um relatório da Deloitte de 2018 descobriu que os usuários de smartphones dos EUA verificam seus celulares 14 bilhões de vezes por dia, acima dos 9 bilhões no mesmo relatório de 2016), especialistas em bem-estar dizem que está tendo um impacto negativo em nossas rotinas matinais.


"Quando você acorda pela manhã, idealmente você quer acordar e passar um pouco de tempo dentro de sua própria mente antes de ser bombardeado com tudo o que está acontecendo no mundo. Dê a si mesmo a chance de se ajustar ao mundo desperto", diz a especialista de saúde mental e bem-estar Lily Silverton. "Historicamente, não estamos acostumados a ser tirados de nós tanto quanto somos hoje."


Antes dos alarmes, eram galos, sinos de igreja, aldravas (pessoas eram pagas para acordá-lo batendo na porta ou janela com uma vara longa, algo que acontecia até a década de 1970 no Reino Unido industrial) e até nossas próprias bexigas que nos colocavam para fora da cama.


Acredita-se que o relojoeiro Levi Hutchins, de Concord, New Hampshire, tenha inventado um dos primeiros despertadores, em 1787. Seu design só disparava uma vez às 4 da manhã, seu horário preferido para acordar. Pouco parece ser conhecido sobre os detalhes do projeto real, mas ele escreveu: "O que foi difícil foi a ideia de um relógio que pudesse soar um alarme, não a execução da ideia. Foi a própria simplicidade de fazer o toque da campainha."


Foi anos depois, em 1874, que o inventor francês Antoine Redier se tornou a primeira pessoa a patentear um despertador mecânico ajustável. E, em 1876, Seth E. Thomas patenteou um pequeno relógio mecânico de corda nos Estados Unidos, levando grandes relojoeiros americanos a começarem a fabricar pequenos despertadores. Aparentemente, os relojoeiros alemães logo seguiram o exemplo e, no final do século 19, o despertador elétrico foi inventado.


Hoje, os despertadores têm muitos designs. No entanto, tudo o que eu procurava era um despertador simples, muito parecido com o meu original. E eu comprei um na loja de materiais de construção mais próxima por £ 8,50 (pouco mais de R$ 47,00). Na primeira noite em que o usei, me senti estranhamente empolgado em realizar fisicamente as configurações em vez de deslizar pela tela. Na manhã seguinte, numa espécie de anticlímax, acordei antes do despertador. Mas já sentia que havia conquistado o dia, em vez de correr atrás dele.


De acordo com Silverton, "a tecnologia explora nossas fraquezas psicológicas". E estar conectado, ela observou, é incrível, mas terrível ao mesmo tempo. "Trata-se de gerenciar isso e criar uma rotina que funcione para você." Rotina que agora acho que tenho. A reintrodução de um despertador me dá o tempo, o espaço e a separação que meu telefone não deu. Embora meu telefone ainda esteja ao lado da cama, a diferença é que não é mais a primeira coisa que procuro.


Minha primeira expressão do dia não é mais xingar por causa de um e-mail e sentir meu sangue ferver, me pego pensando gentilmente no que eu poderia comer no café da manhã. Isso me deu uma sensação de controle e calma. Estranhamente, me fez sentir mais jovem, acho que porque a experiência parece nostálgica ou talvez porque estou dormindo melhor. E o que pode ser mais luxuoso do que isso?


CNN Brasil. Por que você deve voltar a usar o despertador clássico em vez do celular?Disponível em: emmm-veezdocceular sil.com.br/tecnologia/por-que-voce-deve-voltar-a-usar-o-despertador-clasico-em-vez-do-celular/ Acesso em: 01 ago., 2022.

Associe a segunda coluna, de acordo com a primeira, que relaciona figuras de linguagem com seus exemplos:


Primeira coluna: figura de linguagem

(1)Ironia

(2)Paradoxo

(3)Gradação

(4)Hipérbole


Segunda coluna: exemplo

(_)O celular é importante e, ao mesmo tempo, nos atrapalha.

(_)Faz séculos que não uso um despertador convencional.

(_)É maravilhoso usar o celular como despertador: com todas essas notificações, não consigo dormir!

(_)O celular foi se transformando em algo importante, necessário, indispensável em nossas vidas.


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Respostas
1141: E
1142: C
1143: B
1144: C
1145: E
1146: C
1147: A
1148: C
1149: A
1150: A
1151: C
1152: D
1153: C
1154: D
1155: B
1156: A
1157: C
1158: B
1159: C
1160: D