Questões de Concurso
Comentadas sobre figuras de linguagem em português
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I. Na expressão “[...] cada escritor a mais no mundo corresponde a um Napoleão a menos” (8º§), há uma metáfora.
II. Em “[...] literatura só participa da política, do poder e da História como instrumento ou cúmplice” (3º§), há uma antítese.
III. Na expressão “[...] meros escritores [...]” (3º§), há uma ironia.
Está correto o que se afirma em
I. Na frase A Casa Branca anunciou uma nova política, tem-se o emprego de metonímia. II. Há erro de concordância nominal em A reunião dos diretores e gerentes foi marcado para amanhã. III. Os vocábulos descrição e discrição estabelecem entre si uma relação de homonímia.
Pode-se afirmar que:
Disponível em: <https://4.bp.blogspot.com/- tojXuOmOpLc/WdrJqmBHx3I/AAAAAAAAMJk/7yVeR2DqBj43QXQirrTzr_G9w A9oAg8EwCLcBGAs/s1600/apareceu.jpg>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Qual recurso linguístico é utilizado no texto para tratar da publicidade direcionada?
Escolha a palavra entre parênteses que completa corretamente as frases abaixo.
▪ A diretora agiu com muita ( descrição / discrição ) pois o caso era sigiloso.
▪ Teve sua carteira de motorista suspensa pois ( infligiu / infringiu ) muitas leis de trânsito.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as frases.
Preencha as lacunas abaixo com o emprego correto dos pronomes eu e mim.
▪Entre ......... e você não há segredos!▪A professora pediu para .........levar a redação amanhã. ▪Tinha muita coisa para ......... arrumar em casa. ▪Nossa convivência está muito complicada para ......... .
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Leia os versos abaixo:
“Árvores encalhadas pedem socorro
Mata-paus vou-bem-de-saúde se abraçam
O céu tapa o rosto
Chove...chove...chove”
(Raul Bopp. Cobra Norato e outros poemas. RJ: Civ. Bras., 1978).
A figura de linguagem utilizada é a:
Leia a fábula abaixo:
A raposa e a cegonha
Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça, serviu a sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha com seu bico comprido mal pode tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava ao gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte. Assim que chegou, a raposa se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a cegonha ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, aborrecidíssima só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição, enquanto ia andando para casa faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro”.
(Esopo. Fábulas de Esopo.)