Questões de Concurso
Comentadas sobre emprego do hífen em português
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"Preservar o meio ambiente é cuidar do futuro, garantindo que as próximas gerações possam desfrutar de um planeta saudável e sustentável."
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta:
I.Os vocábulos 'paraquedas', 'parabrisa' e 'mandachuva' continuarão a ser grafados sem hífen.
II.Os vocábulos 'bem-vindo', 'recém-casado' e 'bem-querer' estão hifenizados corretamente.
III.Serão hifenizados os adjetivos gentílicos derivados de nomes geográficos compostos que contenham ou não elemento de ligação como 'belo-horizontino' e 'mato-grossense-do-sul'.
IV.O acento circunflexo não é mais empregado em palavras paroxítonas que terminam em 'êem' e em 'ôo' como 'veem' e 'abençoo'.
V.São acentuadas as vogais tônicas 'i' e 'u' das palavras paroxítonas quando estas vogais estiverem precedidas de ditongo decrescente como 'feiúra' e 'bocaiúva.'
VI. Estão grafados corretamente sem hífen os vocábulos: afrodescendente, eurocêntrico.
VII.'Anti-inflamatório', 'micro-ondas' e 'eletro-ótica' são hifenizadas, pois nas formações com prefixos, emprega-se o hífen quando o 1º elemento termina por vogal igual à que inicia o 2º elemento.
Estão corretas:
I.'bem-estar' é hifenizada, assim como afro-descendente.
II.'micro-organismos' é hifenizada, pois emprega-se o hífen nas formações com prefixo quando o 1º elemento termina por vogal igual à que inicia o 2º elemento.
III.'vírus' é uma paroxítona assim como 'caracteres'.
IV.'saúde' é acentuada pela mesma regra de 'faísca'.
Estão corretas:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão de 1 a 10.
Escrever as emoções: o sentido de dar palavras à ebulição interior
Julián Fuks
Às vezes sinto que minha filha tem escrito mais do que eu, ou tem sido mais verdadeira no que escreve. Mais imediata, talvez, no desembaraço de seus sete anos de idade. Criou agora seu caderno de sentimentos, algo como um diário ilustrado onde ela registra cada emoção forte que a acomete. Eu olho a urgência com que ela corre para o caderno, o vigor com que empunha o lápis, a concentração com que passa a ignorar tudo o que a cerca. Nada mais lhe importa nesse momento, a escrita toma toda a sua existência, e assim cada emoção turbulenta de origem se faz satisfação e leveza. Escreveu algo de essencial, traçou em linhas exatas seu sentimento, deu a uma vaga abstração sua forma concreta. Quisera eu escrever dessa maneira.
Seu caderno se inicia com a mais simples e expressiva das páginas. Tutu triste, vê-se em letras pequenas, e embaixo seu autorretrato de olhos pesados e duas lágrimas gordas sobre as bochechas. Segue ainda por afetos límpidos: Tutu animada, raivosa, impaciente, sonolenta, Tutu sem acreditar no que está acontecendo, neste caso um desenho de si boquiaberta e de olhos vidrados. Depois disso ela parece ter percebido a necessidade de explorar as causas subjacentes aos sentimentos, como Balzac alguma vez decidiu dar as raízes ocultas de cada fato. Passou a anotar coisas como "Tutu empolgada com o acampamento", e "Tutu aliviada porque um homem horrível não ganhou as eleições".
"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador". Leio essa frase em Clarice Lispector e acredito entender algo sobre minha filha, e algo sobre mim. Clarice emenda que talvez por isso tome tantos anos entre um verdadeiro escrever e outro, ainda que se empunhe o lápis todos os dias por uma vida inteira. Para mim dá-se o mesmo, alinhavo palavras sempre que me visita o caderno de sentimentos. Ali, se o tivesse, talvez me fosse mais sincero dizer: "Julián embevecido de admiração por sua filha."
Não posso, no entanto, encerrar meu comentário sobre o caso nesse ponto, porque há um acontecimento recente muito mais digno de nota do que tudo isso que contei. Lê-se numa das páginas do caderno: "Tutu infeliz porque a Peps não está sendo uma boa pessoa". Não sei qual conflito a levou a registrar palavras tão acerbas contra a irmã, decerto alguma dessas pequenezas que diariamente trovejam na relação entre as duas, precedidas e sucedidas de risos desabridos e abraços enérgicos.
Penélope não deixou passar sem vingança a acusação insolente. Enquanto folheava o caderno da irmã e tentava decifrar as palavras escritas com que já começa a se familiarizar — começa a se irmanar, eu poderia dizer — acabou calhando de rasgar uma folha, digamos sem querer. Foi tal a indignação da irmã com o gesto destrutivo que me pareceu razoável mostrar a ela a página em que Tulipa descrevera sua decepção primeira e indagar com veemência: é isso o que você deseja? Essa é a emoção que você quer provocar na sua irmã, a infelicidade? Não seria preferível criar nela uma impressão mais positiva, e constar numa página que falasse de entusiasmo, carinho, alegria?
Penélope então me encarou com olhos indecifráveis, ainda um tanto severos, e respondeu com segurança e presteza: claro que sim, dou um jeito nisso. Correu até seu quarto, fechou-se ali por alguns minutos, criou entre os que a esperávamos um momento palpável de apreensão e suspense. Retornou com o semblante desanuviado, plena de satisfação e leveza. Numa folha avulsa ela desenhara a irmã com seu inseparável caderninho nas mãos, com um largo sorriso a lhe cruzar o rosto inteiro, e delineara na ortografia atrevida de seus quatro anos: "Tutu feliz porque a Peps se comportou bem."
Não pude senão me espantar com sua intrepidez, com sua decisão de se fazer autora da página que gostaria de ver. Sua sagacidade buscara um atalho: não era preciso suscitar na irmã o devido sentimento, a ficção poderia suprir bem esse seu desejo, e ainda expor o ridículo da bronca que o pai lhe dera. Ela é uma escritora diferente de nós, foi o que pensei, talvez mais inventiva, mais livre, menos submissa às insignificâncias da realidade e às suas emoções correspondentes. E ao pensá-lo entendi que, se tivesse afinal meu próprio caderno de sentimentos, também anotaria em página nova minha profunda admiração por ela.
Um último ato encerra a história, mostrando as intrincadas relações entre ficção e realidade, ou o modo como a escrita das emoções pode alterar nossa existência no mundo, cuidando estranhamente de nos aproximar dos outros. Tulipa viu a página que a irmã depositara sobre a mesa, e sentiu que um sorriso largo lhe cruzava o rosto inteiro, sentiu uma comoção que lhe dominava o peito. Correu nesse mesmo instante para registrar o sentimento novo em seu caderno, para criar com suas mãos a exata correspondência com o desenho da irmã. Deu assim testemunho de uma ficção que se fez emoção tão verdadeira que foi capaz de coincidir com a vida. Também assim eu desejaria a minha escrita.
Disponível em:
https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/julian-fuks/2024/10/12/escrever-as-emocoes-o-sentido-de-dar-palavras-a-ebulicao-interior.htm. Acesso em 18 out. 2024.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O gigantesco experimento com árvores antigas que renova esperança no combate às mudanças climáticas
O gigantesco experimento com árvores antigas que renova esperança no combate às mudanças climáticas Cientistas da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, concluíram que árvores mais antigas se adapitam e respondem ao ambiente. Em um estudo com carvalhos ingleses de 180 anos expostos a altos níveis de dióxido de carbono por sete anos, os pesquisadores observaram que os carvalhos aumentaram a produção de madeira em quase 10%, contribuindo para a retenção de gases de efeito estufa e ajudando a combater o aquecimento global. O estudo, publicado na revista científica Nature Climate Change, destaca a importância de proteger e preservar florestas maduras para enfrentar as mudanças climáticas. Atualmente, o mundo perde o equivalente a um campo de futebol de floresta primária a cada seis segundos. "É uma prova de que a gestão cuidadosa das florestas existentes é crucial. As florestas antigas estão fazendo um grande trabalho para nós. O que não devemos fazer é derrubá-las." Os resultados são parte do experimento FACE (Free-Air Carbon Enrichment), conduzido pela Universidade de Birmingham desde 2016 em um bosque de 21 hectares em Staffordshire. O objetivo do FACE é entender em tempo real o impacto das mudanças climáticas sobre as florestas. No experimento, tubulações foram instaladas entre os carvalhos para liberar dióxido de carbono (CO2),simulando as condições que o planeta pode enfrentar se não reduzirmos as emissões de gases. Após sete anos, a equipe de pesquisadores descobriu que os carvalhos aumentaram sua produção de madeira, retendo CO2 por mais tempo e evitando seu efeito de aquecimento na atmosfera. Os carvalhos usaram o CO2 para produzir novas folhas, raízes e biomassa lenhosa. Embora novas folhas e raízes sejam depósitos temporários de CO2, a maior parte do gás foi convertida em formas que podem ser armazenadas por várias décadas. Estudos anteriores mostraram que árvores mais jovens podem aumentar a absorção de CO2, mas acreditava-se que as florestas maduras não eram tão adapitáveis. "É crucial entender o comportamento das árvores mais velhas, pois elas compõem a maior parte da cobertura florestal mundial", disse MacKenzie à BBC. Apesar dos resultados promissores, ele alertou que isso não é uma solução para o problema das emissões de combustíveis fósseis. "Não podemos simplesmente criar florestas suficientes para continuar queimando combustíveis fósseis como fazemos agora", afirmou. O experimento foi estendido até 2031 para continuar monitorando os carvalhos e verificar se o aumento na produção de madeira persiste. Richard Norby, professor da Universidade de Tennessee e autor do estudo, destacou a importância de manter o experimento por mais tempo para obter um registro mais longo e confiável. Os pesquisadores também esperam observar como os níveis elevados de CO2 afetam a longevidade das árvores e a biodiversidade local, como os insetos. Durante o estudo, notaram um aumento em algumas espécies de insetos, possivelmente devido às mudanças nas condições do ar.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd6yn6970pzo#:~:text=Ap%C 3%B3s%20sete%20anos adaptado)
O vocábulo 'biomassa' não apresenta hífen, assim como os das alternativas abaixo, EXCETO em:
Vegetais quentinhos
Não estamos falando de legumes recém-cozidos, mas de plantas que podem gerar seu próprio calor!
Muitas reações químicas que ocorrem dentro dos corpos dos seres vivos liberam energia na forma de calor. Quando sentimos frio, por exemplo, trememos para que nossos músculos liberem calor ao se contraírem. Alguns organismos aproveitam esse calor metabólico para controlar a temperatura do próprio corpo, sendo chamados endotérmicos. Ao fazerem isso, eles conseguem manter estáveis importantes funções vitais, como a digestão, mesmo em dias muito frios.
Mas o que poucas pessoas sabem é que também existem plantas endotérmicas!
Para muitas espécies de plantas, é importante manter as flores aquecidas. As flores são órgãos reprodutivos e, por isso, muito importantes para a planta. E a temperatura é um fator fundamental para o crescimento e o desenvolvimento da flor, para a germinação do pólen e até mesmo para atrair polinizadores.
As plantas geralmente se aquecem usando o calor do Sol, e muitas desenvolveram flores com características (tamanho, posição, direcionamento, forma e cores) que favorecem a captação da radiação solar. Mas algumas espécies, de pelo menos 11 famílias de plantas diferentes, se aquecem por conta própria.
A maioria das flores endotérmicas usa o calor para garantir a polinização, já que as flores quentinhas atraem insetos que buscam se aquecer. Em alguns casos, o calor também ajuda a dispersar o cheiro das flores, atraindo polinizadores a maiores distâncias. Um detalhe interessante é que muitas dessas flores endotérmicas são polinizadas por moscas e besouros saprófagos − que se alimentam de restos de animais e vegetais − e, por isso, o perfume que espalham lembra carne podre ou fezes frescas. Não é que espalhar fedor pode ter lá suas vantagens?!
(https://chc.org.br/artigo/vegetais-quentinhos/)
"Não estamos falando de legumes recém-cozidos, mas de plantas que podem gerar seu próprio calor!"
O vocábulo 'recém-cozidos' está escrito com hífen corretamente, assim como os das alternativas abaixo, EXCETO:
O mistério dos pequenos pontos vermelhos no espaço que intriga os astrônomos
O poder do telescópio espacial James Webb foi colocado à prova recentemente, com resultados que intrigaram até mesmo os cientistas.
O telescópio detectou no espaço indícios de objetos que se formaram há 12 bilhões de anos — relativamente pouco depois do Big Bang, que teria ocorrido há 13,8 bilhões de anos.
Trata-se de objetos que nunca haviam sido detectados antes e que desafiam o que a ciência sabe sobre como se formam as galáxias.
Devido ao seu brilho no espectro vermelho dos instrumentos usados para observá-los, os astrônomos batizaram os objetos de "pequenos pontos vermelhos". Mas definir o que eles são está gerando um debate entre cientistas.
Eles parecem pequenas galáxias, com cerca de 3% do tamanho da Via Láctea — mas contendo bilhões de estrelas.
Também poderia se tratar de galáxias com grandes números de buracos negros, que é uma formação que nunca foi observada até hoje nas galáxias mais próximas que se tem conhecimento.
Tudo depende de como estes objetos astrofísicos estão sendo observados.
Alguns especialistas inclusive comparam a sua mudança de aparência com uma espécie de polvo que consegue mudar sua cor e forma para se camuflar.
Eles são "mestres do disfarce", diz o astrofísico Fabio Pacucci, do Instituto Smithsonian, nos Estados Unidos.
Os pequenos pontos vermelhos "vêm de distâncias tão longínquas que chegam aqui muito fracos", explica à BBC News Mundo o astrônomo Mario Hamuy, professor da Universidade de Chile.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem têm sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
Diferentemente dos telescópios de uso doméstico, os grandes telescópios como o James Webb podem captar a luz de objetos muito distantes no universo. Os sinais de energia que ele recebe podem ser captados em frequências distintas, que são analisadas em espectros.
Quando o James Webb focou nos pontos mais distantes do universo, ele se deparou com sinais dos "pequenos pontos vermelhos", que tinham características diferentes de objetos astrofísicos conhecidos anteriormente.
Dependendo de como se enxerga no espectro, eles possuem características que dividem as opiniões dos cientistas.
"Todas as fontes de luz do universo mudam de aparência quando se as observa em distintas janelas do espectro eletromagnético. Da mesma forma que acontece quando se faz uma imagem com raio-X ou com luz da sua mão. No primeiro caso, você verá os ossos da mão, e no segundo verá a pele", explica Hamuy.
"Os pequenos pontos vermelhos não são uma exceção. Dependendo da janela do espectro que você usa, verá regiões internas distintas do objeto", diz.
Como outros objetos do começo do universo, estes pontos existiram há bilhões de anos. Telescópios como o James Webb detectam a luz que viajou desde então pelo espaço.
Por causa dessas diferenças de análises do espectro que os cientistas viram nesses pequenos pontos vermelhos características diferentes: às vezes como uma galáxia que abriga milhões de estrelas, às vezes como uma galáxia com um buraco negro supermassivo.
"Não vemos este tipo de galáxias no nosso universo próximo. Foi algo que surgiu nessa época do início do universo, que durou por um certo tempo e que agora não vemos mais", disse à BBC News Mundo a astrofísica Begoña Vila, engenheira de instrumentos da Nasa.
"Quando se começou a observá-los, no princípio se pensava se tratar de outro objeto. Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."
Por serem diferentes e por serem "mestres do disfarce", os objetos estão desafiando os modelos que os cientistas construíram para explicar a origem das galáxias.
"Eles têm tamanhos típicos de 3 mil anos-luz de diâmetro, uns 3% do diâmetro da Via Láctea, por exemplo, e têm uma cor muito avermelhada, o que acontece porque a luz que eles emitem tem sido fortemente mudada pela presença de grãos de poeira ao seu redor."
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g5zkqgk9go adaptado
"Mas agora se sabe que são galáxias e isso é superemocionante para todos."
Em relação à ortografia do vocábulo 'superemocionante' é correto afirmar:
Em relação às regras ortográficas e às de acentuação, assinale com V(verdadeiro) ou com F(falso) para as afirmativas a seguir:
I. O advérbio 'bem', ao contrário de 'mal', pode não se aglutinar com o segundo elemento quando ele começa por consoante: bem-nascido, malnascido, mas, em muitos compostos, 'bem' aglutina-se com o segundo elemento: benfeito, benquerença.
II. Emprega-se o hífen nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal pela qual começa o segundo elemento como: anti-inflacionário e sobre-edificar.
III. Não se emprega o hífen nas formações com os prefixos tônicos 'pós' e 'pré', como nos exemplos: pósgraduação e próafricano.
IV. Acentuam-se todas as proparoxítonas, incluem-se neste preceito os vocábulos terminados em encontros vocálicos que costumam ser pronunciados como ditongos crescentes: área, espontâneo, ignorância, mágoa.
V. Recebem acento as palavras paroxítonas quando as vogais 'i' e 'u' ocorrem na sílaba tônica precedidas de ditongo, como: 'baiúca', 'teiú' e 'saúde'.
Estão corretas:
Rolar o feed nas redes sociais e verificar constantemente e-mails ou mensagens pode estar sobrecarregando seu cérebro; veja como fazer uma pausa estratégica
Já notou a sensação de prazer ao verificar o celular? A atenção constante ao barulho das notificações e o scroll infinito nas redes sociais podem parecer ações inofensivas, mas sobrecarregam o sistema de dopamina do cérebro, o que torna mais difícil manter o foco e a motivação. No trabalho, isso se reverte em mais procrastinação e menos atenção a metas e projetos a longo prazo. Se você está com dificuldades para se concentrar, pode estar precisando de uma desintoxicação de dopamina.
O detox ou jejum de dopamina consiste em uma pausa estratégica nas atividades superestimulantes para reiniciar o cérebro e restaurar a capacidade de se concentrar em metas significativas e de longo prazo. Ao minimizar os "picos" de dopamina a curto prazo, que pode vir de redes sociais, jogos ou de acumular muitas tarefas ao mesmo tempo, você pode reconstruír sua capacidade de fazer um trabalho profundo e retomar o controle da sua atenção.
https://forbes.com.br/carreira/2024/09/detox-de-dopamina-passos-para aumentar-o-foco-e-vencer-a-procrastinacao/
"O detox ou jejum de dopamina consiste em uma pausa estratégica nas atividades superestimulantes para reiniciar o cérebro e restaurar a capacidade de se concentrar em metas significativas e de longo prazo."
O vocábulo 'superestimulantes' não é hifenizado, da mesma forma que os das alternativas a seguir, EXCETO em:
(__)As formas verbais 'Têm' e 'lê' são exemplos de verbos que permaneceram com acento, para diferenciar a forma singular da de plural.
(__)O vocábulo 'razoável' e 'saúde' recebem acento pela regra das palavras que formam hiato.
(__)'Médica' e 'básico' são proparoxítonas.
(__)'Além' e 'olhar' são oxítonas.
(__)'Psicoativas' não é hifenizada, assim como 'autoescola'.
A sequência que preenche os parênteses corretamente é:
Com o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo 'terça-feira' permaneceu inalterado. Entretanto, diversas palavras passaram por modificações. Nas alternativas a seguir, identifique aquela que apresenta um vocábulo grafado de forma INCORRETA:
FRANKL, Viktor. Em busca de sentido. Petrópolis: Vozes, 2024, p. 122-123.
Considerando-se as regras ortográficas, qual das sequências preenche adequadamente as lacunas?