Questões de Concurso Comentadas sobre emprego do hífen em português

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Q714383 Português
De acordo com as regras ortográficas em vigor, a única dupla de palavras corretamente hifenizadas é
Alternativas
Q709216 Português
Analise as sequências de palavras apresentadas nos itens a seguir: I. intervem, infra-hepático, antiaéreo, magoo, auto-instrução. II. autoeducação, cossecante, inter-resistente, supra-auricular. III. bio-organismo, alcaloide, intervém, entrerregiões, reidratar. IV. macro-sistema, saúdo, hübneriano, semi-herbáceo. NÃO há desvio gramatical nas palavras contidas:
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Q708419 Português
Quanto aos termos empregados no texto CB1A1AAA, às ideias nele contidas e à ortografia oficial da língua portuguesa, assinale a opção correta.
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Q696321 Português

Texto

"Desde 1º de maio de 2009, estão em vigor as novas regras ortográficas da língua portuguesa. No entanto, a obrigatoriedade da aplicação só aconteceu no dia 1º de janeiro deste ano, 2016, quando a nova ortografia será considerada correta. Apesar de alterar apenas 0,5 % das palavras da língua portuguesa no Brasil, as mudanças foram percebidas de imediato quando começaram a ser adotadas."

Dentre as alterações ocorridas na nossa língua, podemos citar:

I. O alfabeto ganha três letras.

II. O fim do trema.

III. Emprego do hífen.

IV. Emprego do acento agudo

É CORRETO afirmar que:

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Q674675 Português

Responda a questão de acordo com a nova ortografia:

Está incorreto apenas:

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Q674674 Português

Responda a questão de acordo com a nova ortografia:

Está correto apenas:

Alternativas
Q673908 Português

Responda a questão levando em consideração as regras da nova ortografia:

Está incorreto apenas:

Alternativas
Q673907 Português

Responda a questão levando em consideração as regras da nova ortografia:

Está correto apenas:

Alternativas
Q673868 Português
Segundo a nova ortografia, está incorreto:
Alternativas
Q662155 Português

Texto: Quem é carioca

    Claro que não é preciso nascer no Rio de Janeiro para ser genuinamente carioca, ainda que haja nisto um absurdo etimológico. É notório que há cariocas vindos de toda parte, do Brasil e até fora do Brasil. Ainda há pouco tempo chamei Armando Nogueira de carioca do Acre, nascido na remota e florestal cidade de Chapuri. Armando conserva, de resto, a marca acriana num resíduo de sotaque nortista, cuja aspereza nada tem a ver com a fala carioca, que não cospe as palavras, mas antes as agasalha carinhosamente na boca. Mas não é a maneira de falar, ou apenas ela, que caracteriza o carioca. Há sujeitos nascidos, criados e vividos no Rio – poucos, é verdade – que falam cariocamente e não têm, no entanto, nem uma pequena parcela de alma carioca. Agora mesmo estou me lembrando de um, sujeito ranheta, que em tudo que faz ou diz põe aquela eructação subjacente que advém de sua azia espiritual. Este, ainda que o prove com certidão de nascimento, não é carioca nem aqui nem na China. E assim, sem querer, já me comprometi com uma certa definição do carioca, que começa por ser não propriamente, ou não apenas um ser bemhumorado, mas essencialmente um ser de paz com a vida. Por isso mesmo, o carioca, pouco importa sua condição social, é um coração sem ressentimento. Nisto, como noutras dominantes da biotipologia do carioca, há de influir fundamentalmente a paisagem, ou melhor, a natureza desta mui leal cidade do Rio de Janeiro.

      Aqui, mais do que em qualquer outro lugar, é impossível a gente não sofrer um certo aperfeiçoamento imposto pela natureza. A paisagem, de qualquer lado que o olhar se vire, se oferece com a exuberância e a falta de modos de um camelô. O carioca sabe que não é preciso subir ao Corcovado ou ao Pão de Açúcar para ser atropelado por um belo panorama (belo panorama, aliás, é um troço horrível). Por isso mesmo, nunca um só carioca foi assaltado no Mirante Dona Marta, que está armadinho lá em cima à espera dos otários, isto é, dos turistas.

       Pois o que o carioca não é, o que ele menos é – é turista. O que caracteriza o carioca é exatamente uma intimidade com a paisagem, que o dispensa de encarar, por exemplo, a praia de Copacabana com um olhar que não seja o rigorosamente familiar. O carioca não visita coisa nenhuma, muito menos a sua cidade, entendida aqui como entidade global e abstratamente concreta. Ele convive com o Rio de igual para igual e nesta relação só uma lei existe, que é a da cordialidade. O carioca está na sua cidade como o peixe no mar.

      Por tudo isso, qualquer sujeito que não esteja perfeita e estritamente casado com a paisagem ou, mais que isto, com a cidade, não é carioca – é um intruso, um corpo estranho. E é isto o que transparece à primeira vista, não adianta disfarçar. O carioca autêntico, o genuíno mesmo, esse que chegou ao extremo de nascer no Rio, esse não engana ninguém e nunca dá um único fora – sua conduta é cem por cento carioca sem o menor esforço. O carioca é um ser espontâneo, cuja virtude máxima é a naturalidade. Não tem dobras na alma, nem bolor, nem reservas. Também pudera, sua formação, desde o primeiro vagido, foi feita sob o signo desta cidade superlativa, onde o mar e a mata – verde e azul – são um permanente convite para que todo mundo saia de si mesmo, evite a própria má companhia - comunique-se. Sobre esse verde e esse azul, imagine-se ainda o esplendor de um sol que entra pela noite adentro – um sol que se apaga, mas não se ausenta. Diante disto e de mais tudo aquilo que faz a singularidade da beleza do Rio, como não ser carioca?

     Apesar de tudo, há gente que consegue viver no Rio anos a fio sem assimilar a cidade e sem ser por ela assimilada. Gente que nunca será carioca, como são, por exemplo, Dom Pedro II e Vinícius de Morais, autênticos cariocas de todos os tempos, segundo Afonso Arinos. A verdade é que nem todo mundo consegue a taxa máxima de “cariocidade”, que tem, por exemplo, um Aloysio Salles. No extremo oposto, está aquele homem público eminente que vi passeando outro dia em Copacabana.Ia de braço com a mulher e, da cabeça aos sapatos, como dizia Eça de Queiroz, proclamava a sua falta de identificação com o que se pode chamar “carioca way of living”. Sapatos, aliás, que não eram esporte, ao contrário da camisa desfraldada. Esse é um que não precisa abrir a boca, já se viu que está no Rio como uma barata está numa sopa de batata, no mínimo, por simples erro de revisão.

Otto Lara Resende. In: Antologia de crônicas: 80 crônicas exemplares / organizada por Herberto Sales. 3 ed. São Paulo: Ediouro, 2010. Páginas 197 - 199

Segundo o Novo Acordo Ortográfico, emprega-se o hífen em “bem-humorado”. O hífen também está corretamente empregado em:
Alternativas
Q661376 Português
A frase escrita corretamente, de acordo com a norma-padrão, é:
Alternativas
Q660887 Português
De acordo com as regras ortográficas em vigor, a única dupla de palavras corretamente hifenizadas é
Alternativas
Q655162 Português
De acordo com as regras ortográficas em vigor, a única dupla de palavras corretamente hifenizadas é
Alternativas
Q646019 Português
Assinale a alternativa em que o uso ou o não uso do hífen estão corretos em todos os vocábulos da mesma série. Para tal, considere as regras do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q642015 Português

Estão corretas as frases, quanto à hifenização:

a) O abaixo-assinado foi entregue à diretoria da empresa.

b) Os abaixo assinados solicitaram aumento salarial.

Alternativas
Q642014 Português

      “Pós-impressionismo foi uma definição elástica para agrupar artistas que ultrapassavam um movimento claramente estabelecido, o impressionismo – mas tateavam, com ansiedade explícita, em busca de um novo referencial. O impressionismo firmou-se como o movimento mais célebre da pintura do século XIX, por obra de uma geração que, com Claude Monet e Pierre-Auguste Renoir à frente, usou da força de seu individualismo e autoestima inabaláveis para atacar as convenções da arte acadêmica.”

                          (In: Veja, Rio de Janeiro: Abril, ano 49, n.18, p. 93, mai. 2016.)

Palavras como autoobservação e autohomenagem devem ser grafadas sem hífen, como autoestima.
Alternativas
Q642013 Português

      “Pós-impressionismo foi uma definição elástica para agrupar artistas que ultrapassavam um movimento claramente estabelecido, o impressionismo – mas tateavam, com ansiedade explícita, em busca de um novo referencial. O impressionismo firmou-se como o movimento mais célebre da pintura do século XIX, por obra de uma geração que, com Claude Monet e Pierre-Auguste Renoir à frente, usou da força de seu individualismo e autoestima inabaláveis para atacar as convenções da arte acadêmica.”

                          (In: Veja, Rio de Janeiro: Abril, ano 49, n.18, p. 93, mai. 2016.)

No sistema ortográfico vigente, o emprego do hífen é determinado nas palavras iniciadas por prefixos tônicos como pós, pré e pró. Por esse motivo, pós-impressionismo é hifenizado.
Alternativas
Q641987 Português

Analise as frases abaixo.

a) Nossa reinvindicação é igual à dos servidores estaduais.

b) O MPSC sediou o XX Congresso Nacional de Meio-Ambiente em abril.

As duas frases estão gramaticalmente corretas.

Alternativas
Q635447 Português
Em se tratando das palavras que devem omitir o hífen, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a única opção em que todas deixam de receber corretamente este sinal.
Alternativas
Q630573 Português

Leia o cartoon. 

             Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/Images/AOCartoon2.jpg. Acesso em 05 de mar. de 2016


O efeito de humor no cartoon é produzido devido a uma mudança na grafia da palavra “microondas” de acordo com o Novo Acordo Ortográfico. Segundo esse documento 

Alternativas
Respostas
741: A
742: B
743: B
744: D
745: D
746: E
747: E
748: A
749: A
750: D
751: E
752: B
753: C
754: B
755: C
756: E
757: C
758: E
759: A
760: C