Questões de Concurso Comentadas sobre divisão silábica em português

Foram encontradas 618 questões

Q2002790 Português
Assinale a alternativa em que a divisão silábica está correta em todas as palavras: 
Alternativas
Q1905281 Português
Um motorista comum consegue tirar um carro de Fórmula 1  do lugar?   

     Diversos  mortais  tiveram  a  oportunidade  de  dar  uma  volta  em  um  carro  de  Fórmula  1.  E  o  carro  assusta.  Os  elementos  básicos  são  os  mesmos:  acelerador,  freio,  _____________ (que é uma alavanca atrás do volante). Mas  eles  não  respondem  como  estamos  acostumados.  O  acelerador é curto e arisco. O carro morre fácil.    
  Mas  dá  para  tirar  do  lugar, sim.  Uma  vez  na  pista,  o  freio vira o problema: ele é quase uma _________ fixa, sem  curso  nenhum.  Antes  de  uma  curva, ou  você  freia  no  momento exato ou roda. Foi o que aconteceu mais de uma  vez com o tricampeão Niki Lauda, quando ele se aventurou a  pilotar um F‐1 moderno, aos 52 anos. 
(Site: Abril ‐ adaptado.)
Em  relação  à  divisão  silábica,  assinalar  a  alternativa  CORRETA:
Alternativas
Q1886441 Português
Sobre a separação silábica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1859584 Português

Texto para responder à questão.


Jornalismo – crise versus oportunidade 


   O jornalismo está fustigado não apenas por uma crise grave. Vive uma mudança cultural vertiginosa, enlouquecida, mas fascinante. A revolução digital é um processo disruptivo. Quebra todos os moldes e exige uma baita reinvenção pessoal. Quem não tiver disposição de mudar a própria cabeça, rápida e efetivamente, deve comprar uma rede e contemplar as belezas do mar.

   O jornalismo vai morrer? Não. Nunca se consumiu tanta informação como na atualidade. O modelo de negócios está na UTI. A publicidade tradicional evaporou-se. E não voltará. Além disso, perdemos o domínio da narrativa.

   O modo de produzir informação e o diálogo com o consumidor romperam o modelo tradicional. As pessoas rejeitam intermediações – dos partidos, das igrejas, das corporações, dos veículos de comunicação. 

   O que fazer? Olhar para trás? Tentar fazer mudanças cosméticas? Fazer o papel ridículo das velhas de minissaia? Não. Precisamos olhar para a frente e descobrir incríveis oportunidades.

   Mas é preciso, previamente, fazer uma autocrítica corajosa a respeito do modo como vemos o mundo e dialogamos com ele. 

   Qual é o nosso mundo? Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lembra-se disso, amigo leitor? Lá estavam nossas lembranças, nossos registros afetivos, nossa saudade. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava. Era bem legal.

   Agora fotografamos tudo e arquivamos compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos de nossos dispositivos móveis. Temos overdose de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Fica para depois. E continuamos fotografando e arquivando. Pensamos, equivocadamente, que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Mas é muito mais importante viver cada momento com intensidade. As relações afetivas estão sucumbindo à coletiva solidão digital.

   Algo análogo, muito parecido mesmo, acontece com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será?

   Não creio, sinceramente. Penso haver uma crescente nostalgia de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma demanda reprimida de reportagem. É preciso reinventar o jornalismo e recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e a magia do jornalismo de sempre.

   Jornalismo sem alma e sem rigor. É o diagnóstico de uma perigosa doença que contamina redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. É preciso dar novo brilho à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, isento.

   É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história.

   Sucumbe-se, frequentemente, ao politicamente correto. Certas matérias, algemadas por chavões inconsistentes que há muito deveriam ter sido banidos das redações, mostram o flagrante descompasso entre essas interpretações e a força eloquente dos números e dos fatos. Resultado: a credibilidade, verdadeiro capital de um veículo, se esvai pelo ralo dos preconceitos.

   A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do “velho ofício”. É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. O valor do jornalismo se chama informação de alta qualidade, talento, critério, ética, inovação. O Brasil precisa da segurança da informação confiável.


(Carlos Alberto Di Franco. O Estado de São Paulo. Acesso em:

06/09/2021. Adaptado.)

As sílabas das palavras estão corretamente separadas em: 
Alternativas
Q1856975 Português
Leia abaixo um verbete de um dicionário de língua portuguesa: “EXTREMOSO (ex.tre.mo.so) (ô) Adj. S. m. 1. Extremamente afetuoso. marido extremoso. 2. Exagerado, descomedido.”
A afirmativa INADEQUADA sobre os componentes desse verbete é:
Alternativas
Q1856803 Português

Texto para a questão. 

Carolina Fioratti. O formato do corpo de animais está mudando para

lidar com mudanças climáticas, diz estudo. In: Revista

Superinteressante, set./2021.

Internet:<super.abril.com.br>  (com adaptações).

Em cada uma das alternativas a seguir, é apresentada uma palavra retirada do texto, seguida de uma proposta de divisão silábica. Assinale a alternativa em que a divisão silábica apresentada está gramaticalmente correta.  
Alternativas
Q1856791 Português

Texto para a questão.


Bruno Costa. Estar na pindaíba. In: Aventuras na História, ed. 213, São

Paulo: Editora Caras, 2021 (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta a correta divisão silábica da palavra “pindaíba”. 
Alternativas
Q1847045 Português
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão. 

A REDENÇÃO DAS MALDITAS. 
As usinas nucleares podem ser a solução para um mundo poluído que precisa de energia limpa, mas, se quiserem continuar a existir, elas terão de se reinventar.

   Trinta e cinco anos depois do maior acidente nuclear da história, na cidade de Chemobyl, na Ucrânia, então parte da União Soviética, seus impactos ainda são sentidos. Em abril de 1986, uma sucessão de falhas técnicas e erros humanos resultou na explosão de um reator na usina, que acabou por espalhar radiação pela região, ameaçando toda a Europa. Parcialmente ocultado pelas autoridades soviéticas à época, o vazamento poderia ter sido muito pior se um grupo de trabalhadores locais não tivesse sacrificado a saúde - e em muitos casos a própria vida - para isolar o reator. Apesar disso, uma área de 2600 quilômetros quadrados, mais que o dobro da cidade do Rio de Janeiro, continua inabitável. No entanto, mesmo à sombra deste caso - e de outro desastre igualmente grave ocorrido em Fukushima, no Japão, dez anos atrás -, as usinas nucleares ainda pulsam: respondem atualmente por cerca de 10% da eletricidade do planeta, suprindo lares, escritórios, hospitais e fábricas em diversas partes do mundo. São tidas como uma fonte energética que confere estabilidade à malha elétrica, evitando os chamados apagões.
   As usinas nucleares são como grandes chaleiras que produzem vapor de água e, assim, movimentam turbinas para gerar eletricidade. O calor, no entanto, não vem do fogo, mas da fissão controlada de átonos de urânio. Existem hoje 440 reatores em funcionamento em 32 países, incluindo o Brasil. China e Índia pretendem construir novos reatores, assim como Estados Unidos, Reino Unido e Finlândia. A ascensão de fontes alternativas, como as energias eólica e solar, ampliou o leque de opções, mas as usinas nucleares continuam sendo, para muitos países, sinônimo de energia limpa, já que não emitem gases de efeito estufa. Segundo a Agência Internacional de Energia, os reatores atômicos evitaram, nos últimos cinquenta anos, a descarga de 60 gigatoneladas de CO2 na atmosfera, o que talvez justifique o posicionamento da França quanto às usinas nucleares, ora neutro, ora a favor: o país é o segundo maior gerador de eletricidade a partir delas, atrás apenas dos Estados Unidos.
   Os detratores das usinas nucleares costumam apontar o risco sempre presente de contaminação tanto por acidente quanto pelo descarte de combustível, capazes de provocar incontáveis mortes. Os números, porém, dizem o contrário: segundo levantamentos recentes, o carvão e o petróleo são responsáveis, respectivamente, por 24,6 e 38,4 mortes por terawatt de energia fornecida, enquanto a energia nuclear teria provocado 0,07 morte por terawatt - incluindo na conta as tragédias de Chernobyl e Fukushima. Já para o lixo atômico, um subproduto inevitável da operação, existem rigorosas regras de estocagem e reciclagem que têm funcionado a contento.
   Uma alternativa às grandes usinas, que custam caro, levam tempo para ser construídas e exigem rigorosa manutenção, seriam os small modular reactors, reatores modulares pequenos, quase totalmente automatizados, sem necessidade de armazenamento externo e transporte de lixo atômico. Trata-se de uma opção que tem atraído alguns dos mais prestigiados cérebros do planeta. Hoje, a empresa TerraPower - que tem Bill Gates, fundador da Microsoft, como presidente do conselho - está desenvolvendo um dos pequenos reatores mais avançados, capaz de alimentar a rede de uma cidade de 200000 habitantes.
   Por aqui, as usinas de Angra | e Il, no Estado do Rio de: Janeiro, geram cerca 3% de energia elétrica consumida no Brasil. A construção de Angra Ill foi interrompida em 2015 e ainda aguarda investimentos para ser finalizada. Segundo Leonam dos Santos Guimarães, presidente da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras, as instalações de Angra Ill estão preservadas, faltando apenas 40% para sua conclusão. “Não dá para pensar em um mundo descarbonizado sem energia nuclear”, disse o executivo a VEJA, corroborando a opinião de outros especialistas. O Brasil ainda demandará muita energia para crescer e, em algum nível, dependerá das usinas nucleares, sejam elas pequenas ou grandes. Implementá-las de forma segura será o enorme desafio.
Fonte: VEJA,14 DE ABRIL,2021. 
Analise a separação silábica, a classificação tônica e os encontros vocálicos e consonantais e assinale a alternativa em que ocorre falha:
Alternativas
Q1846952 Português
Texto para o item. 
Internet:<https://noticias.uol.com.br/> (com adaptações).

Com relação ao texto apresentado, julgue o item.


A separação silábica da palavra “crescendo” (linha 11) é feita corretamente da seguinte forma: cres-cen-do

Alternativas
Q1835460 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “consequência”. 
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN Provas: IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Administrador | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Administrador - Especializado em Recursos Humanos e Gestor de RH | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Analista Ambiental | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Analista de Controle Interno - Contador | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Analista de Sistema e Tecnólogo de Informação | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Arquiteto | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Arquiteto - Especializado em Trânsito e Engenheiro Civil | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Arte Educador | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Cirurgião Dentista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Bioquímico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Biólogo | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Auditor Fiscal do Tesouro Municipal | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Assistente Social | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Civil | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Psiquiatra | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Florestal | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Elétrico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Fisioterapeuta | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo Endodontista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Fonoaudiólogo | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Contador | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Economista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Educador Físico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Ambiental | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Químico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Sociólogo | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Mecânico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Supervisor Escolar | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Terapeuta Ocupacional | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Sanitarista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Geógrafo | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Turismólogo | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Engenheiro Segurança do Trabalho | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Urologista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Veterinário | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Músico Terapeuta | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Estatístico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Farmacêutico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Cardiologista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Generalista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Fiscal Urbanístico | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Geriatra | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Nutricionista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Ginecologista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Perito | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Otorrinolaringologista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Ortopedista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Zootecnista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo Buco Maxilo Facial | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo Diagnóstico Oral | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo para Portadores de Necessidades Especiais | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo Periodontista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Médico Pediatra | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo Protetista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Odontólogo Radiologista | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Psicólogo | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Psicólogo Organizacional | IBFC - 2021 - Prefeitura de São Gonçalo do Amarante - RN - Psicopedagogo |
Q1825130 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.

Guerra de narrativas (adaptado)
   Quando o sol parte e ficamos entretidos ao redor da fogueira ou de frente à telinha, passamos a uma dimensão em que é tênue a fronteira entre o real e o imaginário, o território dos mitos, as sutis engrenagens do nosso modelo social. Esse ritual repete-se há pelo menos 50 mil anos. E, como é da natureza do que é fundamental, histórias são simples. Todas têm começo, meio e fim; personagens e protagonistas; um cenário e um tempo. E mais: toda trama possui um narrador, alguém que escolhe que causo contar, onde o enredo começa e onde termina, o que entra e o que sai. Esse narrador nem sempre é visível, não há como apontar o autor de um mito ou do que entendemos como senso comum.
   Repetimos a balela do descobrimento da América sem pensar que aqui já viviam pessoas antes da invasão europeia. Se o uso da linguagem amplifica a capacidade de colaboração, histórias determinam e influenciam o comportamento social. Se repetimos a narrativa de opressão, perpetuamos sua essência.
   A habilidade narrativa determina quem tem voz. A tensão entre grupos em disputa pela narrativa é tão velha quanto a linguagem. Religiões e impérios sempre espalharam suas falas e disputaram a atenção. Identificar essas narrativas e a quem servem é o caminho para delimitar quem nos fala e inferir o que nos isola ou ajuda a colaborar.
   Não existe narrador isento. Por mais cuidadoso que seja, cada um carrega seu conjunto de valores e é perpassado pelos julgamentos e assunções que vêm com a cultura do grupo. Mesmo que não tenha mensagem específica, o contador de histórias sempre parte de sua visão de mundo.
 https://vidasimples.co/conviver/guerra-de-narrativas/
Em relação às regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q1811815 Português

Epidemia homicida


    Os últimos números de violência contra a mulher deixam claro que a sociedade brasileira sofre de uma séria enfermidade. Há algo muito errado acontecendo com os homens, e atos sexistas, em que eles se impõem pela força, estão sendo cometidos em proporções alarmantes. Uma epidemia de agressões e de assassinatos passionais acomete o país. Dados do Mapa da Desigualdade Social 2019 divulgados terça-feira 5, pela Rede Nossa São Paulo, uma ONG que acolhe vítimas, mostram que os casos de feminicídio na capital paulista aumentaram 167% no ano passado. [...]
    “A maior parte dos casos de feminicídio ocorre depois da ruptura de um relacionamento, quando a mulher termina uma relação abusiva. Os homens não aceitam a nova situação e matam”, diz a psicóloga Vanessa Molina, porta- -voz da Associação Fala Mulher, que oferece assistência e proteção para vítimas de violência doméstica e atendeu oito mil mulheres em 2018. “Os abusos começam antes da violência física, com manifestações de ciúmes, xingamentos e com o afastamento da mulher de familiares e amigos. É como se o homem achasse que a mulher pertence a ele, que não se conforma com a perda do controle sobre sua ‘posse’”. Para Vanessa há uma necessidade urgente de mudar a cultura machista que está por trás dos crimes de ódio, que acontecem em famílias de todas as classes sociais e, frequentemente, são cometidos dentro de casa, no lugar em que a mulher deveria se sentir mais segura. [...]
    Apesar do endurecimento das leis que penalizam esse tipo de violência, a epidemia de crimes passionais não arrefece. A Lei Maria da Penha, que estabelece cinco formas de agressão machista (física, psicológica, moral, patrimonial e sexual) e a Lei do Feminicídio, que caracterizou o homicídio de gênero, deram proteção legal para as mulheres, aumentaram o rigor da pena para agressores e assassinos, mas não inibiram os atos extremos.
    Na semana passada, em mais uma demonstração de que a sociedade tenta reagir à doença social, o Senado aprovou em primeiro e segundo turno Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que modifica o inciso 42 do artigo 5º da Constituição e torna inafiançável e imprescritível o crime de feminicídio. A PEC segue agora para a Câmara e tornará a cadeia inevitável para os assassinos de mulheres. O que se vê, porém, é que o feminicida, na maioria dos casos, não está preocupado com as consequências de seu ato. Age enlouquecidamente e acha que está com a razão. O ódio e o desejo de vingança são maiores do que o medo da pena. Ele mata a mulher no meio da rua ou em lugares públicos e depois foge ou se suicida. No fim de semana, quando as famílias se reúnem, há uma incidência maior desses crimes. [...]
    É preciso reeducar a sociedade, é um processo evolutivo, afirma Larissa Schmillevitch, gerente do Mapa do Acolhimento, ONG que cuida de mulheres ameaçadas e agredidas. “Outra questão é achar que a violência contra a mulher é algo privado em que ninguém se mete. A sociedade precisa entender que se trata de algo público, que pode ser evitado.” O Mapa do Acolhimento é uma rede de solidariedade coordenada pela ONG Nossas, um laboratório de ativismo feminista. Para Larissa, o aumento das denúncias tem relação direta com o crescimento da violência, e também com o fato das mulheres terem mais acesso às informações e estarem menos caladas e conseguindo identificar com clareza as situações abusivas de seu relacionamento. Isso permite que se tomem medidas para impedir atitudes violentas de maridos e namorados transtornados.
    A medida principal que as ativistas dos direitos da mulher defendem para conter a onda de feminicídios é a prevenção. Segundo ela, esse crime pode ser inibido com uma atuação assistencial no início do ciclo da violência, quando começam os abusos. Mas mulheres que denunciam seus algozes precocemente se expõem a um risco maior e necessitam de proteção. “A lei é muito boa, mas precisa ser aplicada de forma adequada”, afirma Larissa. “A gente enfrenta problemas nas delegacias da mulher por falta de profissionais qualificados e percebe um sucateamento nos serviços públicos de atendimento”.

(VILARDAGA, Vicente; OLIVEIRA, Caroline. Epidemia homicida. Texto adaptado. Disponível em: https://istoe.com.br/epidemia-homicida/. Acesso em: 20/01/2020.)

As palavras “inafiançável” e “imprescritível” (4º§) apresentam, respectivamente, quantas sílabas?
Alternativas
Q1811498 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


(Disponível em: https://www.revistavidaesaude.com.br/agua-para-os-musculos/ - texto adaptado
especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que apresenta a correta separação silábica da palavra “corretamente” (linha 06).
Alternativas
Q1810657 Português
Assinale a alternativa INCORRETA tendo em vista a divisão silábica:
Alternativas
Q1810591 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://www.revistavidaesaude.com.br/estilo-de-vida-na-gravidez/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta a correta separação das sílabas da palavra “obesidade”.
Alternativas
Q1809956 Português
Assinale a alternativa CORRETA com relação à divisão silábica das palavras a seguir:
Alternativas
Q1808289 Português

TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


DIANTE DO MAR

(1º§) Costumo me esconder de mim diante do mar, especialmente quando vou para Portugal à minha procura. Estou sempre em Portugal. Nas ruas de Coimbra. Nas igrejas de Coimbra. Nos cafés de Coimbra. A caminhar por Lisboa, olhando a senhora da rua São Nicolau a cozer suas castanhas.

(2º§) Estou diante do mar, sentado com meu guarda-chuva antigo, exatamente eu que gosto que a chuva caia no meu rosto, na minha roupa, nos meus sapatos que procuram rumos inexistentes. Vejo-me no Bairro Alto, em Lisboa, nas casas de fado.

(3º§) Todas as fadistas cantam de olhos fechados, a melhor maneira de ver todas as coisas. Poemas ao som da guitarra portuguesa, aquela declaração de um amor triste, de lágrimas e desesperos. Depois é a madrugada às margens do rio Tejo, como é a madrugada de Coimbra, às margens do rio Mondego.

(4º§) Vista da ponte de Santa Clara, Coimbra está mergulhada dentro do rio com suas luzes, suas baladas, sua guitarra, o fado de Coimbra que não é fado, é outra coisa que não sei explicar. Depois os amigos, uma noite imensa por viver, as mãos brancas das mulheres, cabelos quase sempre negros, palavras que não precisam ser compreendidas por ninguém. Estou diante do mar, com meu guarda-chuva.

(5º§) É quase certo que adormecerei daqui a pouco! É quase certo que sonharei com setembro!

(6º§) É quase certo que tentarei viver o que me cabe! É quase certo, mas eu não tenho certeza!


FARIAS, Álvaro Alves de. Colunista. Revista Literária. 2013) - Disponível - (http://wwwliteraciaemversoeprosa.blogspot.com.br/

Marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1786418 Português
Assinale a alternativa CORRETA com relação à divisão silábica:
Alternativas
Q1785528 Português
Leia atentamente o texto.

1. Abelhas e borboletas são os animais polinizadores mais
2. conhecidos. O que talvez algumas pessoas não saibam
3. é que, há muito tempo, as moscas também têm um
4. papel expressivo no processo de polinização.
5. Em um estudo publicado no último dia 10 de março no
6. periódico Current Biology, pesquisadores apresentaram
7. a análise de um fóssil de uma mosca de 47 milhões de
8. anos e, surpreendentemente, conseguiram resgatar
9. detalhes sobre o passado a partir... Da barriga do inseto.
10. O abdômen protuberante sugeria que a barriga ainda
11. deveria estar cheia graças ao último alimento ingerido.
12. A equipe, liderada por Fridgeir Grímsson, da
13. Universidade de Viena, na Áustria, investigou o fóssil
14. da espécie Hirmoneura messelense, encontrado na
15. Alemanha. - As moscas eram os principais
16. polinizadores em antigos ecossistemas e podem até
17. ter ofuscado as abelhas -, afirma Grímsson.

12/03/2021
Fonte: Revista Galileu (online), seção Notícias
Assinale a palavra do texto que apresenta divisão silábica incorreta.
Alternativas
Q1784171 Português
Em aulas de português cujo conteúdo estudado são as regras de ortografia, algumas inadequações ortográficas são motivadas por aspectos fonético-fonológicos, entre os quais aqueles atinentes ao processo de estruturação silábica. É exemplo desse tipo de inadequação a metátese, cujo exemplo é:
Alternativas
Respostas
381: B
382: D
383: C
384: D
385: A
386: E
387: B
388: C
389: C
390: D
391: D
392: B
393: B
394: A
395: E
396: D
397: D
398: D
399: C
400: A