Questões de Concurso Comentadas sobre divisão silábica em português

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Q2462353 Português
O retratista fiel

        Folhear álbuns de fotografias antigas, sejam elas em papel ou digitais vem me causando um certo estranhamento, uma sensação de que os ambientes, as pessoas, as fisionomias não eram assim como estão retratadas.
         Pela foto do aniversário de 15 anos o vestido que, à época, me fez sentir uma princesa, mais parecia aquele tule de cobrir bolo – difícil acreditar que eu tinha escolhido essa roupa, que em nada me valorizava. 
         Na varanda da casa onde morei com os filhos pequenos que, aos meus olhos, conseguia abrigar a família inteira, pela foto mal cabia quatro cadeiras... e elas não tinham nada a ver com os móveis charmosos de jardim que tinha comprado.
        Meu bolo de aniversário com cobertura de chocolate, que brilhava à luz das velas acesas no parabéns, pareceu seco, simples demais para a importância que aquela comemoração teve para mim.
       Minha maneira de lidar com isso, inicialmente, foi pensar que as fotos não foram bem captadas: a iluminação não devia estar boa, elas ficaram distorcidas porque foram tiradas a pouca ou muita distância, ou mesmo que o dia estava nublado por isso as cores ficaram mais mortas.
       Aos poucos fui percebendo que não eram as fotos que me traiam e sim minha memória, minha lente afetiva que guardou lembranças que vão muito além dos flagrantes retratados por uma máquina, seja ela qual for.
      Minha memória afetiva registrou aquilo que foi captado pelos sentidos, e pode ter sido o olhar de admiração que percebi em quem eu gostava e me fez feliz naquele vestido, o som das risadas gostosas na varanda que ficaram nos meus ouvidos e ampliaram o espaço, o gosto de chocolate do beijo depois do bolo que inundou minha boa e a fez brilhar.
        Como cantou Roberto Carlos...
         Antes de dormir você procura o meu retrato
        Mas da moldura não sou eu quem lhe sorri
        Mas você vê o meu sorriso mesmo assim
     Prefiro, desde então, confiar no que em mim ficou registrado, pois a memória é o mais generoso dos  retratistas.
(Ana Helena Reis. Pincel de Crônicas, 2019.)
As palavras a seguir foram retiradas do texto; apresenta ERRO quanto à separação silábica:
Alternativas
Q2462317 Português
TEXTO I


Estudo identifica a regeneração de mais
de 200 mil hectares da Mata Atlântica


      Especialistas afirmam que houve uma redução [...] no desmatamento da Mata Atlântica nos últimos 30 anos.

       De acordo com um relatório elaborado pela Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), nove estados brasileiros apresentaram avanços importantes no processo de regeneração da Mata Atlântica. [...]

       Os especialistas afirmam que os motivos para a expressiva marca ser alcançada vão desde o plantio de mudas de árvores nativas até causas naturais.

       Inclusive, Marcia Hirota, diretora-executiva da fundação SOS Mata Atlântica, destaca que sete dos 17 estados presentes na Mata Atlântica já apresentam nível de desmatamento zero. [...]

    “Agora o desafio é recuperar e restaurar as florestas nativas que perdemos. Embora o levantamento atual não assinale as causas da regeneração, ou seja, se ocorreu de forma natural ou decorre de iniciativas de restauração florestal, é um bom indicativo de que estamos no caminho certo”, analisa Marcia.

     Importante destacar o trabalho da ONG SOS Mata Atlântica em todo o território nacional, responsável pelo plantio de 36 milhões de mudas de árvores nativas espalhadas no país desde sua fundação.



(Pensamento Verde. Disponível em: www.pensamentoverde .com.br/meio-ambiente/estudo-identifica-regeneracao-demais-de-200-mil-hectares-da-mata-atlantica. Adaptado. Acesso em: 11 fev. 2024).
Considere a separação de sílabas das palavras e marque a alternativa cujas palavras estão com as sílabas separadas corretamente:
Alternativas
Q2455027 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

COM QUASE 150 MIL TONELADAS DE AMÊNDOAS PRODUZIDAS EM 2023, PARÁ É LÍDER NA PRODUÇÃO DE CACAU NO BRASIL

Por Cristiane Prado, g1 Pará TV Liberal — Belém - 23/01/2024 05h02

     O Pará é líder absoluto na produção de cacau no Brasil. De acordo com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o Estado produziu 149.396 toneladas de amêndoas, no ano passado. A região transamazônica responde por 80% da produção.
     (...)
     O grande potencial da lavoura cacaueira vem impulsionando o empreendedorismo na região. Há mais de duas décadas, Verônica Preuss e José Preuss trocaram as salas de aula, no Estado de Santa Catarina, pela vida no campo, no município de Brasil Novo, no Pará.
     O casal dedica o tempo exclusivamente para a lavoura cacaueira e a fábrica de chocolate artesanal no sítio, que virou uma nova rota turística do cacau, lançada recentemente na região transamazônica. Na lavoura da Verônica e de José são produzidas amêndoas classificadas entre as melhores do país. Além disso, o sítio investe em sustentabilidade, com os pés de cacau plantados juntos com árvores nativas.
     O trabalho na lavoura rendeu ao sítio o prêmio de melhor amêndoa, no ano de 2021, em um concurso no Estado da Bahia.

(Texto adaptado)
A classificação silábica está correta em
Alternativas
Q2454074 Português

Texto- As vantagens da amizade (por Mariane Lima)


(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto

original está disponível em Revista Planeta, Dez/2018-Jan/2019.

Ano 47, edição 545, p.48 -p.49)



       Poucos discordam que amigos são um bem precioso, mas, curiosamente, o poder da amizade ainda não atraiu muito interesse acadêmico. Uma possível explicação para isso são os diferentes matizes apresentados por relações que vão desde os colegas da escola e do trabalho até aos “amigos do peito”.

        Como abarcar tantas formas de amizade? A jornalista australiana Kate Leaver fez uma experiência bem-sucedida nesse sentido em seu recente livro “A Cura da Amizade” (tradução de The Friendship Cure), no qual usa a ciência da conexão social, entrevistas e percepções pessoais para examinar as vantagens físicas e emocionais de vários tipos contemporâneos de amizade.

      Somos animais sociais, e nossos corpos (e cérebro) evoluíram de modo a nos ajudar na relação com os outros. Fazemos amizades e criamos intimidade por meio de atos como toque (que libera o hormônio oxitocina e aumenta a confiança), o mexerico (que nos ajuda a entender nosso lugar em uma rede social e evita que personagens desagradáveis entrem nela) e em movimentos em sincronia com os outros (que liberam endorfinas e aumentam a conexão).

       O impulso para criar conexões com outrem é refreado por certos limites, diz Robin Dunbar, da Universidade de Oxford, estudioso das amizades. Em suas pesquisas, ele descobriu que as pessoas em geral conseguem manter cerca de 150 conexões sociais de graus variados de proximidade: cinco amigos íntimos, dez amigos mais próximos, 35 amigos e 100 conhecidos.

      "Amizades não são como relacionamentos com membros da família, que você pode ignorar vez ou outra, porque sabe que há um contrato biológico para amarem-se um ao outro", escreve Kate sobre esse limite. "Eles exigem compromisso temporal e emocional, ou simplesmente se desintegram".

      A média encontrada por Dunbar não impede ninguém de ter mais amigos nas várias categorias, como as redes sociais. Estas, aliás, podem ser poderosas na criação de relações – Kate cita no livro uma mulher cujas três melhores amigas surgiram via Twitter. "Mas ainda estamos ligados ao nosso neocórtex", diz a autora, ou seja, em termos cognitivos, não conseguimos manter muitas amizades adicionais de forma significativa.

Benefícios variáveis

      Os benefícios advindos dessas relações variam. Nosso círculo íntimo engloba amigos muito próximos ou familiares disponíveis para um profundo apoio emocional, até apoio prático, com emprestar uma quantia de emergência ou oferecer carona. O grupo seguinte inclui pessoas que gostamos de encontrar para um café ou recebemos com agrado no aniversário.

      O terceiro conjunto abrange indivíduos com os quais podemos contar para receber favores simples que gostaríamos de retribuir. Já o maior grupo engloba pessoas menos ligadas emocionalmente a nós, mas que podem nos oferecer uma visão diferente sobre o mundo ou ajudar na busca de emprego. Ele inclui, por exemplo, os amigos do Facebook que seguimos ativamente.

       Amigos agem como um círculo de altruísmo, dizem as pesquisas, ajudando a nos proteger do sofrimento ou de prejuízos causados por outros. Talvez seja por isso que as pesquisas sugerem que, conforme envelhecemos, os amigos se tornam ainda mais importantes para o nosso bem-estar. Eles também servem como um espelho para percebermos quem somos e onde nos situamos no mundo, escreve Kate.

      Assim como os relacionamentos românticos, nem todas as amizades são saudáveis ou duradouras, lembra a autora. Elas terminam por muitas razões, tais como mal-entendidos, realocações profissionais, mudança de valores ou simplesmente distanciamento geográfico.

      Perder uma amizade pode ser muito doloroso e aumentar nossa sensação de solidão – "um perigo muito real para todos nós", diz Kate. Pior do que fumar 15 cigarros por dia ou ser obeso, a solidão aumenta o risco de demência clínica, ataque cardíaco, derrame e morte.

     A autora lembra que alguns indivíduos se sentem sozinhos mesmo quando cercados por outras pessoas, sobretudo se creem que estas últimas podem não ser autênticas. Por isso, desenvolver relacionamentos de apoio (em geral) é o mais importante para nossa qualidade de vida e uma verdadeira fonte de felicidade, algo que a ciência confirma repetidamente. Nesse sentido, a internet é bem-vinda, diz a autora: "Se usarmos tecnologia com sabedoria, ela tem a mais gloriosa capacidade de nos ajudar a resolver a epidemia de solidão e a nos encontrarmos de novo. A internet pode ser um lugar que vicia e aliena, mas também pode ser o meio para nos ajudar a reviver a amizade".


Em relação à divisão vocabular em sílabas, assinale a alternativa em que o vocábulo não está dividido corretamente. 
Alternativas
Q2446272 Português
A bola



     O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.

     O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando não gostam do presente ou não querem magoar o velho.

Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.

– Como é que liga? – perguntou.

– Como, como é que liga? Não se liga.

O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

– Não tem manual de instrução?

O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

– Não precisa manual de instrução.

– O que é que ela faz?

– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

– O quê?

– Controla, chuta...

– Ah, então é uma bola.

– Claro que é uma bola.

– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

– Você pensou que fosse o quê?

– Nada, não.

      O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina. O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

       – Filho, olha.

      O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Festa de Criança, Luís Fernando Veríssimo. São Paulo: Ática, 2002.)
As palavras a seguir foram retiradas do texto; assinale a que apresenta divisão silábica correta.
Alternativas
Q2445866 Português
Como designers estão mudando o conceito de vaso sanitário ao redor do mundo

        Consideremos o vaso sanitário – aquele humilde objeto de porcelana que armazena nossos resíduos várias vezes ao dia. Não é uma peça de tecnologia que muitas vezes recebe atualizações chamativas (embora descarga dupla, aquecimento de assento e recursos de bidê eletrônico possam certamente elevá-la), nem é uma queridinha do mundo do design.

        Mas os banheiros necessitam desesperadamente de uma atualização – tal como toda a nossa abordagem ao esgoto, de acordo com muitos projetistas, engenheiros ambientais e especialistas em saneamento que esperam provocar uma mudança de paradigma.

        Descartar nossos resíduos é, de certa forma, um desperdício, sendo responsável por quase um terço do uso interno de água nas residências dos EUA, de acordo com a Agência de Proteção Ambiental (EPA).

        Em muitas partes do mundo, a utilização de instalações sanitárias com água tornou-se cada vez mais preocupante à medida que as alterações climáticas provocam secas extremas e inundações, que obstruem os esgotos e transbordam fossas sépticas. Em zonas de catástrofe ou em locais sem acesso a água corrente, a necessidade de inovação é ainda mais urgente. 

        Repensar a forma como lidamos com os resíduos também pode representar uma oportunidade: os nossos excrementos podem ser convertidos em calor renovável, eletricidade e fertilizantes. “Resíduo não é desperdício, é um recurso”, disse Arja Renell, uma artista e arquiteta finlandesa que trouxe o tema para a Bienal de Arquitetura de Veneza do ano passado como curadora do pavilhão do seu país. Ela não era uma especialista na área, mas ficou alarmada ao saber que algumas das águas residuais de Veneza são descarregadas diretamente nos seus canais e queria demonstrar uma abordagem circular ao saneamento: o banheiro “seco”.

        Conhecido como “Huussi” em finlandês, o banheiro seco separa a urina das fezes e é ventilado para impedir a entrada de odores – Na Finlândia, os banheiros secos são particularmente prevalentes em casas rurais de verão, disse Renell à CNN em uma videochamada.
    
        Os usuários cobrem o conteúdo da lixeira com turfa ou serragem após seus “afazeres”; uma vez cheios, eles movem os excrementos para um recipiente maior e hermético ao longo de vários meses, para que todos os microrganismos morram.

        O restante material, rico em nitrogênio e fósforo, pode ser usado como fertilizante natural, em vez do habitual tipo sintético, que emite gases de efeito estufa.

        O método de compostagem a seco será familiar para quem tem casas fora da rede. Nos EUA, os sanitários de compostagem seca têm sido construídos há muito tempo como alternativas aos autoclismos em casas rurais que não estão ligadas a um sistema de esgotos, ou por pessoas que não têm dinheiro para instalar uma fossa séptica neutralizante, que pode custar milhares de dólares. Kelsey McWilliams, uma engenheira ambiental que constrói sistemas circulares de saneamento em todo o país com a sua empresa Point of Shift, disse que a necessidade de soluções sustentáveis só aumentará em áreas atingidas por secas ou inundações.

Fonte: Como designers estão mudando o conceito de vaso sanitário ao redor do mundo | CNN Brasil 
Assinale a alternativa cuja palavra esteja INCORRETAMENTE dividida: 
Alternativas
Q2443486 Português
Quanto a divisão silábica, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q2442705 Português
A origem do carnaval como sendo uma festa popular típica, na qual as pessoas celebram e dançam disfarçadas pelas ruas, acontece em muitos países do mundo, como explica a Encyclopedia Britannica (plataforma de conhecimento e ensino alocada no Reino Unido), e remonta a comemorações bastante antigas.

Ainda de acordo com a Britannica, o carnaval teria nascido de um emaranhado de costumes do antigo Império Romano após este se tornar cristão. Ele se espalhou pelo Ocidente com o passar do tempo, sendo celebrado ainda hoje em lugares como Itália, Espanha, Portugal, França e Alemanha, além de países da América Latina como Argentina, Colômbia e Brasil. Este último, por sua vez, se consagrou como o destino sinônimo de carnaval no mundo no por causa de sua magnitude, importância e diversidade cultural dentro do país.

Mas ainda que exista em diversos lugares do globo com características locais, algo que não mudou no carnaval praticamente desde o seu surgimento é o uso de fantasias para celebrá-lo.


Adaptado de: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia /2024/02/qual-e-a-origem-da-fantasia-de-carnaval.
A separação silábica é o processo de dividir uma palavra em suas sílabas componentes. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um vocábulo polissílabo. 
Alternativas
Q2439212 Português
A divisão silábica apenas não está correta na alternativa:
Alternativas
Q2438479 Português
TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO.

CAPTURA E VENDA DE CARANGUEJO ESTÃO PROIBIDAS NO PARÁ

Por Lissa de Alexandria, g1 Pará — Belém . 15/01/2024 10h16

    O Estado do Pará entrou no primeiro período de defeso do Caranguejo-uçá, que visa garantir a reprodução e a proteção dos animais. A primeira fase iniciou junto à lua nova, no dia 12 e segue até 17 de janeiro.
    Os demais períodos que serão proibidas a captura e a venda de caranguejo sem declaração de estoque serão nas próximas luas em sua fase "nova":
    Nessa fase de lua nova, os animais aproveitam para saírem das suas tocas, para acasalamento e liberação dos ovos, tornando-se presas fáceis aos pescadores e catadores, e também por esse comportamento são protegidos para reprodução da espécie.
    Feiras da grande Belém passam por fiscalização e ações são realizadas no interior do Estado do Pará para coibir a prática de captura, transporte, beneficiamento, industrialização e comercialização do animal nos períodos de defeso.
    (...)
    O produto da captura apreendido, quando vivo, deve ser liberado, de preferência, no habitat natural, no manguezal. Aos infratores devem ser aplicadas as penalidades e as sanções previstas na Lei.

(Texto adaptado)
A separação silábica correta de período é
Alternativas
Q2437903 Português
Sete bugios são soltos para reforçar população no Parque Nacional da Tijuca


           Ano novo, vida nova. A expressão não poderia ser mais verdadeira para o grupo de sete bugios que no último ano teve sua vida limitada pelas paredes de um recinto e que, logo no segundo dia de 2024, ganhou a liberdade e a floresta. Os bugios estavam desde abril em um recinto de aclimatação dentro do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A soltura, que ocorreu no dia 2 de janeiro, consagra a retomada do esforço, coordenado pelo Refauna, de trazer de volta este primata para a floresta carioca. Os novos moradores da Tijuca se somam com um grupo de oito bugios – também fruto das reintroduções do projeto – numa iniciativa que aos poucos preenche o silêncio e vazio da floresta com seus habitantes originais.

         Os bugios-ruivos (Alouatta guariba) são primatas nativos da Mata Atlântica, com uma distribuição que vai da Bahia até o Rio Grande do Sul e se estende até a Argentina – onde a situação da espécie é particularmente crítica. Historicamente ameaçada pela destruição da Mata Atlântica na costa brasileira, a espécie havia desaparecido das florestas cariocas há mais de um século.

                 O grupo recém-solto é formado por sete indivíduos. Dois adultos – um macho e uma fêmea – com origem e experiência de vida livre, e outros cinco filhotes nascidos em cativeiro no Centro de Primatologia do Estado do Rio de Janeiro (CPRJ), onde estavam os animais. Por estarem presos, foram todos vacinados contra a febre amarela, doença letal para estes macacos.


(Disponível em: https://oeco.org.br/noticias/sete-bugios-sao-soltos-para-reforcar-populacao-no-parque-nacional-da-tijuca/)
Qual alternativa apresenta uma palavra em que a separação das sílabas está CORRETA?
Alternativas
Q2397681 Português
Assinale a alternativa correta quanto a divisão silábica:
Alternativas
Q2397678 Português
Assinale a alternativa que contém a divisão silábica correta:
Alternativas
Q2396754 Português
TEXTO


Um segundo segredo


         O dinossauro Dino e a vovó estão fazendo uma grande tigela de sopa de legumes com os vegetais colhidos da horta.

       – Quando terminarmos, Dino, nós colocaremos no congelador. Assim, poderemos aproveitar o verão no meio do inverno! – Sorri a vovó.

          – Nunca vou me esquecer do meu “plano secreto”: A minha abóbora gigante, ou o meu carrinho de corrida feito de abóbora gigante – ri Dino.

            – Você gostou do segundo segredo que o vovô plantou na sua horta? – pergunta vovó.

           – Que segredo? Tem outro? – pergunta Dino, curioso – Não tem nada crescendo na minha horta que eu não saiba.

            – Oh, que boba que eu sou! Esqueci que ainda não era para contar nada! – exclama vovó – Por favor, não diga ao vovô que eu lhe contei.

             Dino chega bem perto da vovó.

             – Você pode me contar agora, vovó? – ele pede gentilmente.

             – Ah, não! – a vovó responde. Faça de conta que eu não disse nada.

             – Por favor, vovozinha… Por favor, conte o grande segredo! – Dino implora.

              – Céus! Não! – a vovó exclama – O seu avô ficará muito chateado comigo.

              Dino sorri.

            – Tudo bem, vovó. Eu prometo não dizer nada! – Ele continua imaginando o que mais poderia haver na horta.

              “Esse meu vovô adora fazer graça!”, ele pensa.



https://acessaber.com.br/atividades/inter pretacao-de-texto-um-segundo-segredo3o-ano/#more-82301
Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta:
Alternativas
Q2396658 Português
As sílabas da palavra CLÁSSICO são: 
Alternativas
Q2395617 Português
Qual a divisão silábica correta da palavra “apoio”? 
Alternativas
Q2394412 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão separadas corretamente.
Alternativas
Q2394362 Português
TEXTO I


Aula de religião


            Magricela como a Olívia Palito, mulher de Popeye, parecia um galho seco dentro do vestido escuro. Era antipática e ranzinza. Usava óculos de lentes grossas: não enxergava direito, vivia confundindo um aluno com outro.

          A aula de religião não contava ponto nem influía na nossa média, mas a diretora nos obrigava a frequentar.

          Um dia apareceu uma barata na sala de aula. Descobrimos então que Dona Risoleta tinha um verdadeiro horror de baratas: soltou um grito, apontou a bichinha com o dedo trêmulo e subiu na cadeira, pedindo que matássemos. Era uma barata grande, daquelas cascudas. A classe inteira se mobilizou para matá-la. Foi aquele alvoroço.



(SABINO, Fernando. Menino no espelho.
Rio de Janeiro, Record, 1990, p.113)
Considere a separação de sílaba das palavras e marque a alternativa cujas palavras estão com as sílabas separadas corretamente:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: IBFC Órgão: IMBEL Prova: IBFC - 2024 - IMBEL - Cargos de Nível Médio |
Q2393033 Português

Texto I



Como lidar com colegas desagradáveis no ambiente de trabalho (por João Xavier)



Veja o que fazer para sobreviver à influência dos colegas desagradáveis sem prejudicar seu desenvolvimento



Colegas de trabalho desagradáveis não são raridade. Aprendemos desde cedo a lidar com quem nos desagrada. Isso porque toda família, toda escola, todo condomínio (ou turma da rua) tem aquele coleguinha que extrapola nas piadinhas, é “grudento”, desanimado ou inconveniente.


A primeira estratégia que desenvolvemos é a de fugir da pessoa, evitando compartilhar do mesmo espaço físico. Essa tática parece estar ligada ao nosso instinto de sobrevivência, pois é natural ao ser humano evitar aquilo que causa desconforto – reagimos de maneira automática quando sentimos frio, calor, medo ou nojo.


Essa técnica funciona bem, mas o problema é que em ambientes profissionais nem sempre é possível evitar o contato, principalmente quando há relações de troca, cooperação ou subordinação com pessoas chatas.


Como se trata de uma estratégia primitiva, será que podemos desenvolver algo mais eficiente para lidar com essa situação?


Sugestões de como lidar com essas pessoas no ambiente de trabalho: 



1. Saiba o que incomoda


Primeiramente faça uma análise profunda sobre o que mais o(a) incomoda em determinada pessoa. Como disse Freud: “Aquilo que te incomoda nos outros tem muito a dizer sobre você”. É provável encontrar pontos de simetria, o que poderá contribuir com o seu autoconhecimento, conhecimento do colega e consequente melhoria da relação.


2. Não compartilhe defeitos


Feita a análise, por favor: não compartilhe os defeitos encontrados naquela pessoa nem com ela e nem com outros colegas. Guarde para si todas as imperfeições e compartilhe apenas aquilo que contém potencial de melhoria. A técnica do reforço positivo é muito mais eficiente do que a crítica – acredite!


3. Não forneça muita informação sobre você


Uma versão mais elaborada do “fugir da pessoa” é o que chamo de não dar ousadia. A principal diferença entre elas é que não dar ousadia significa não fornecer informações que possam aumentar o contato com a pessoa, como pontos em comum, assuntos para conversas, informações pessoais. A ideia é manter as transações apenas no que tange as relações profissionais. E por falar em relações profissionais, ser profissional em suas relações significa: ser educado, respeitoso, cooperativo e facilitador.


4. Preserve seu (bom) humor


Por fim, não se deixar abalar com a situação. Só existe uma pessoa capaz de alterar seu humor: você! No final das contas é você quem decide como vai lidar internamente com os acontecimentos do seu dia a dia. Como disse Dalai Lama: “não deixe que o comportamento dos outros tire a sua paz”. 


Importante: lembre-se de que ninguém é chato porque quer. O chato, normalmente, não sabe que é chato e por isso é digno de compaixão. Posso ser eu, pode ser você ou seu irmão Então, depende de nós encontrarmos meios de transformar as relações conflituosas em cooperativas e amistosas.



(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto base está disponível em https://profissoes.vagas.com.br/4-passos-paralidar-com-colegas-de-trabalho-desagradaveis/ sob o título: 4 passos para lidar com colegas de trabalho desagradáveis, de João Xavier)  

Observe a descrição das características morfológicas a seguir.
A palavra ______ é um adjetivo. Ela é paroxítona, formada por prefixo de negação. Em sua separação silábica contam-se 6 sílabas. 
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. 
Alternativas
Q2393000 Português

Texto 1 – Ginástica artística: história e curiosidade História



     A ginástica artística está presente nos Jogos Olímpicos desde ______ (I. a – à) primeira edição da Era Moderna, em Atenas 1896. Os gregos da antiguidade acreditavam que a ginástica artística era a junção perfeita entre mente e corpo, assim _______ (II. a – há) praticavam ______ (III. a fim de – afim de) manter a boa forma física e da saúde. Ela também era ensinada como uma preparação para outros esportes, além de treinamento militar. O alemão Friedrich Ludwig Christoph Jahn, apaixonado pelo esporte, criou a primeira escola de ginástica artística em 1811. “O pai da ginástica”, como ficou conhecido, além de aperfeiçoar a modalidade, também criou alguns saltos e os aparelhos cavalo com alças, trave, barras paralelas e horizontais. 


     A ginástica estreou nos Jogos de Atenas 1896, reunindo atletas de apenas cinco países, que competiram em quatro aparelhos. Em Amsterdã 1928, as mulheres também passaram a competir, participando de uma única prova por equipes. 


     Nas competições, homens e mulheres competem no solo e no salto. As barras assimétricas e a trave são aparelhos exclusivamente femininos, e os homens competem também na barra fixa, nas barras paralelas, no cavalo com alças e nas argolas. 



Curiosidades


     A romena Nadia Comaneci encantou o mundo nos Jogos Olímpicos de Montreal 1976. Ela foi a mais jovem ginasta a ganhar medalha e a primeira a obter nota 10 na ginástica artística feminina. Ao todo, Comaneci conquistou nove medalhas olímpicas. Já a ginasta soviética Larysa Latynina entrou para a história como uma das atletas que mais conquistou medalhas em Jogos Olímpicos. Ao todo, em sua carreira, ela obteve 9 ouros, 5 pratas e 4 bronzes. A última delas foi conquistada nos Jogos de Roma 1960.


     A primeira brasileira a ser campeã mundial foi Daiane dos Santos, em Anaheim 2003. Sabe-se que, em parceria com o treinador ucraniano Oleg Ostapenko, Daiane criou dois movimentos que foram eternizados pela Federação Internacional de Ginástica (FIG) e hoje levam o seu nome: o duplo twist carpado (Dos Santos I) e o duplo twist esticado (Dos Santos II). Somando suas participações nos Jogos Pan-americanos Winnipeg 1999, Santo Domingo 2003 e Rio 2007, a ginasta possui cinco medalhas: duas de prata e três de bronze. A primeira medalha olímpica da história da ginástica artística do Brasil foi dourada. 


     Nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, Arthur Zanetti superou o chinês Chen Yibing e levou o ouro nas argolas.


     A ginástica que hoje é conhecida como artística ainda é citada em muitos livros e sites como ginástica olímpica. No passado, já foi chamada de ginástica desportiva e de ginástica de aparelhos. Em circuitos esportivos internacionais é comum ouvir atletas, técnicos e até leigos usando simplesmente as iniciais GA (ginástica artística). 


     Se as informações apresentadas não foram suficientes para levá-los a se interessarem pela GA, então, acompanhem as performances de atuais ginastas que brilharão nos Jogos de Paris, em julho e agosto de 2024.


(Texto adaptado especificamente para este concurso. O texto original está no site da Confederação Brasileira de Ginástica, disponível em https://www.cob.org.br/pt/cob/time-brasil/esportes/Ginasticaartistica/; acesso em 13 jan-24)

Em relação a quatro palavras retiradas do texto (jovem; obter; aparelhos; competições), assinale a alternativa correta em relação à divisão silábica: 
Alternativas
Respostas
261: D
262: B
263: C
264: E
265: B
266: D
267: A
268: D
269: B
270: C
271: C
272: A
273: C
274: A
275: D
276: B
277: A
278: A
279: A
280: B