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Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 6.702 questões

Q3988141 Português
A alternativa que apresenta ERRO no uso indicativo da CRASE é:
Alternativas
Q3982257 Português
Leia o fragmento abaixo e responda à questão seguinte.

    “Esse bando que vive da rapina se compõe, pelo que se sabe, de número superior a 100 crianças das mais diversas idades, indo desde os 8 aos 16 anos. Crianças que, naturalmente, devido ao desprezo dado à sua educação por pais pouco servidos de sentimentos cristãos, se entregaram no verdor dos anos a uma vida criminosa. São chamados de “Capitães da Areia” porque o cais é o seu quartelgeneral. “

(Jorge Amado, Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013)

Assinale a alternativa que justifica o emprego da crase destacada no trecho.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Instituto JK Órgão: Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA Provas: Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Assistente Social | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fonoaudiólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bibliotecário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Médico Veterinário | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Bioquímico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Enfermeiro | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Ambiental | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Nutricionista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Procurador | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Psicólogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Civil | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Engenheiro Eletricista | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Especialista em Educação Básica - Pedagogo | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Farmacêutico | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Fisioterapeuta | Instituto JK - 2024 - Prefeitura de Alto Alegre do Maranhão - MA - Terapeuta Ocupacional |
Q3978096 Português
Marque a opção em que o uso da crase é obrigatório.
Alternativas
Q3967843 Português
Marque a alternativa em que o uso do acento grave, indicativo de crase, esteja corretamente empregado e justificado entre parênteses. 
Alternativas
Q3967842 Português
Selecione a alternativa em que o acento grave, indicativo de crase, esteja corretamente utilizado.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2024 - UNESP - Bibliotecário |
Q3888601 Português

Leia o texto para responder à questão.



Amenizar a dor



    Com o acelerado envelhecimento da população mundial, governos devem estar mais atentos à assistência médica na fase final da vida.


    Sistemas de saúde podem, sim, aliviar a dor até a chegada desse momento, com os cuidados paliativos – o conjunto de serviços prestados por equipe multidisciplinar (medicina, enfermagem, psicologia, fisioterapia, nutrição, terapia ocupacional etc.) que visam tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares.


    Mas a Organização Mundial da Saúde estima que só 1 em cada 10 pessoas que precisam desses cuidados no mundo tenha acesso a eles.


    No Brasil, a atenção das políticas públicas ao tema é incipiente. Desde 2002, existe o Programa Nacional de Assistência à Dor e Cuidados Paliativos e, desde lá, foram criadas portarias com foco em oncologia.


    Só em 2018, uma resolução dispôs diretrizes para a organização dos cuidados paliativos no SUS. Mais importante: estabeleceu que qualquer pessoa afetada por doença aguda ou crônica potencialmente terminal, não só câncer, é elegível para o acesso ao serviço.


    Espera-se que o incremento da política de cuidados paliativos torne o fim da vida de muitos brasileiros mais humanizado e menos dolorido.



(Editorial. Folha de S.Paulo, 19.12.2023. Adaptado)

As equipes multidisciplinares dedicam-se __________ melhora da qualidade de vida de pacientes e familiares, estando atentas ________ demandas de cada caso. Não podem abster-se, portanto, ________ cuidados paliativos compatíveis _______ cada situação vivenciada.



De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com: 

Alternativas
Q3882666 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Morrer de câncer deve se tornar algo cada vez menos frequente


As vacinas baseadas em mRNA (RNA mensageiro) surgiram como uma nova e promissora abordagem na medicina. Desenvolvidas nos anos 1990, essas vacinas ganharam destaque na pandemia de covid-19, quando demonstraram sua eficácia e segurança na prevenção da doença.


O princípio das vacinas de mRNA é simples: elas utilizam um fragmento do código genético do vírus ou de células tumorais para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos específicos. Diferentemente das vacinas tradicionais, que utilizam vírus atenuados ou inativados, as vacinas de mRNA não contêm o patógeno em si, tornando-as mais seguras e fáceis de produzir.


A pandemia de covid-19 acelerou o desenvolvimento e a aplicação das vacinas de mRNA. Em tempo recorde, pesquisadores conseguiram criar vacinas altamente eficazes contra o vírus Sars-CoV-2, demonstrando o potencial dessa tecnologia.


No Brasil, o desenvolvimento de vacinas baseadas em mRNA também tem avançado. Instituições como a Fiocruz e o Instituto Butantan têm investido em pesquisas nessa área, buscando não apenas a produção de vacinas contra a covid-19 mas também a aplicação da tecnologia em outras áreas, como o tratamento do câncer.


Dominar a tecnologia de vacinas de mRNA é crucial para a sociedade brasileira por várias razões. Primeiro, permite uma resposta mais rápida e eficaz a futuras pandemias e surtos de doenças infecciosas. Segundo, impulsiona a capacidade do país em inovar na área da biotecnologia, promovendo avanços não apenas na vacinação mas em tratamentos personalizados para doenças complexas, como o câncer. Por fim, fortalece a economia e a soberania nacional ao reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras.


Além da prevenção de doenças infecciosas, as vacinas de mRNA têm se mostrado promissoras no tratamento do câncer. Pesquisadores estão desenvolvendo vacinas personalizadas que utilizam o mRNA de células tumorais específicas de cada paciente. Essas vacinas têm como objetivo estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas, sem afetar as células saudáveis.


Estudos clínicos iniciais têm mostrado resultados encorajadores no uso de vacinas de mRNA para o tratamento de diversos tipos de câncer, como melanoma, câncer de pulmão e câncer de próstata. Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais. 


As vacinas de mRNA fazem parte de uma revolução mais ampla no tratamento do câncer, impulsionada pelos avanços na imunoterapia e na genômica. A imunoterapia busca fortalecer o sistema imunológico do paciente para combater o câncer, enquanto a genômica permite a identificação de mutações específicas nas células tumorais, possibilitando tratamentos mais precisos e personalizados.


Apesar dos avanços promissores, ainda existem desafios a serem superados para viabilizar as vacinas de mRNA para pacientes com câncer. Um dos principais obstáculos é a identificação precisa dos antígenos tumorais específicos de cada paciente, essenciais para o desenvolvimento de vacinas personalizadas.


Além disso, é necessário aprimorar a eficácia das vacinas, garantindo uma resposta imunológica robusta e duradoura contra as células cancerígenas. Em uma perspectiva futura, é possível vislumbrar um cenário em que a combinação de vacinas de mRNA, imunoterapia e outras abordagens inovadoras transformem o câncer numa doença controlável e até mesmo curável. Com o avanço da medicina personalizada e o aprimoramento contínuo das terapias, é plausível imaginar que, nas próximas décadas, morrer de câncer se torne algo cada vez menos frequente, permitindo que milhões de pessoas tenham uma vida mais longa e saudável.


Com o avanço das pesquisas e o aprimoramento da tecnologia, essas vacinas poderão ser adaptadas para tratar uma ampla gama de tipos de câncer, oferecendo uma abordagem mais eficaz e menos tóxica em comparação às terapias convencionais.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/

Embora ainda não estejam amplamente disponíveis na rotina clínica, essas vacinas representam uma nova esperança para pacientes com câncer, especialmente àqueles que não respondem bem às terapias convencionais.


No período acima, empregou-se corretamente o acento indicativo do fenômeno da crase. Em relação ao segmento destacado, independentemente da alteração de sentido provocada, assinale a alternativa em que sua alteração tenha observado corretamente a norma culta.

Alternativas
Q3736990 Português
Crase é um fenômeno linguístico em que ocorre a contração da preposição "a" com o artigo definido "a(s)". Normalmente a preposição é exigida por um verbo ou por um nome. Sendo assim, ao analisar a ocorrência da crase no trecho "O gestor elenca, porém, o direito à saúde como um dos maiores desafios para equiparar as condições de vida da população nas distintas regiões de Fortaleza", assinale a alternativa que apresenta a crase pelo mesmo motivo que justifica o uso do sinal grave no exemplo citado.
Alternativas
Q3736627 Português
A visita do casal

    Um casal de amigos vem me visitar. Vejo-os que sobem lentamente a rua. Certamente ainda não me viram, pois a luz do meu quarto está apagada.
    É uma quarta-feira de abril. Com certeza acabaram de jantar, ficaram à toa, e depois disseram: Vamos passar pela casa do Rubem? É, podemos dar uma passadinha lá. Talvez venham apenas fazer hora para a última sessão de cinema. De qualquer modo, vieram. E me agrada que tenham vindo. E dá-me prazer vê-los assim subindo a rua vazia e saber que vêm me visitar.
   Penso um instante nos dois; refaço a imagem um pouco distraída que faço de cada um. Sei há quantos anos são casados, e como vivem. A gente sempre sabe, de um casal de amigos, um pouco mais do que cada um dos membros do casal imagina. Como toda gente, já fui amigo de casais que se separaram. É tão triste. É penoso e incômodo, porque então a gente tem de passar a considerar cada um em separado – e cada um fica sem uma parte de sua própria realidade. A realidade, para nós, eram dois, não apenas no que os unia, como ainda no que os separava quando juntos. Havia um casal; quando deixa de haver, passamos a considerar cada um, secretamente, como se estivesse com uma espécie de luto. Preferimos que vivam mal, porém juntos; é mais cômodo para nós. Que briguem e não se compreendam, e não mais se amem e se traiam, mas não deixem de ser um casal, pois é assim que eles existem para nós. Ficam ligeiramente absurdos sendo duas pessoas.
    Como quase todo casal, esse que vem me visitar já andou querendo se separar. Pois ali estão os dois juntos. Ele com seu passo largo e um pouco melancólico, a pensar suas coisas; ela com aquele vestido branco tão conhecido que “me engorda um pouco, chi, meu Deus, estou vendo a hora que preciso comprar esse livro Coma e Emagreça, meu marido vive me chamando de bola de sebo, você acha, Rubem?”.
    Eu gosto do vestido. Quanto a ela própria, eu já a conheço tanto, nesta longa amizade, em seus encantos e em seus defeitos, que não me lembro de considerar se em conjunto é bonita ou não, e tenho uma leve surpresa sempre que ouço alguma opinião de uma pessoa estranha; não posso imaginar qual seria minha impressão se a visse agora pela primeira vez. “Ele diz que eu tenho corpo de mulata, você acha Rubem? Diz que quando eu engordo minha gordura vem toda para aqui” – e passa as mãos nas ancas, rindo. “Nesse negócio de corpo de mulata você deve mesmo consultar o Rubem, mulher.” Um gosta de mexer com o outro falando comigo. “Você já reparou nessa camisa dele? Fale francamente, você tinha coragem de sair na rua com uma camisa assim?”
    Penso essas bobagens em um segundo, enquanto eles se aproximam de minha casa. Na tarde que vai anoitecendo tem alguma coisa tocante esse casal que anda em silêncio na rua vazia; e eu sou grato a ambos por virem me visitar. Estou meio comovido.
    A campainha bate. Acendo a luz e vou lhes abrir a porta e também discretamente, o coração. “Quase que não batemos, vimos a luz apagada. O que é que você faz aí no escuro?”
    Digo que nada, às vezes gosto de ficar no escuro. “Eu não disse que ele era um morcegão?”
    Sou um morcegão cordial; trago um conhaque para ele e um vinho do Porto para ela. 


(BRAGA, Rubem. 1913-1990. 100 Crônicas Escolhidas – 31ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.)
A crase é um tipo de acentuação gráfica, também chamada de acento grave. Assinale, a seguir, a afirmativa que evidencia uma locução adverbial indicativa de tempo.
Alternativas
Q3696638 Português
A crase deve ser aplicada nos seguintes casos, EXCETO
Alternativas
Q3669737 Português
Para quê tanta saúde?

Publicado em 11/09/2023
Paulo Pestana
Crônica

Foram meses de negociação, mas o amigo cedeu: aceitou ir à nutróloga. É preciso dizer que ele se esqueceu de ler _____ letras miúdas do acordo com a esposa, porque nem sabia que existia essa profissão. Se soubesse que nutrólogos são médicos que avaliam o comportamento alimentar do cristão, provavelmente a negociação teria sido mais dura.

Esse amigo é adepto radical da culinária do excesso. Sarapatel de entrada, um caldinho de mocotó para esquentar o que a cerveja esfria, e um prato principal que, se não for sexta-feira, dia de feijoada, pode ser um cozido nordestino, uma buchada ou qualquer dessas ignorâncias, dieta que explica a protuberância do abdômen.

Outro erro: foi acompanhado da mulher, que queria ouvir tudo o que a moça – sim, era uma nutróloga – teria a dizer sobre o seu pedaço (era assim que eles se tratavam; pê para cá, pê para lá, um diminutivo mais comportado para uma gíria que já era ultrapassada quando se conheceram). Os amigos do bar dizem que, hoje, ele está mais para caco, mas ele acha que é inveja.

A doutora fez uma lista de exames que ele teria que cumprir nos próximos dias, já adiantando que o diagnóstico não seria bom. No meio do caminho, houve a fatídica pergunta: “O senhor bebe?”. Óbvio que ele respondeu que bebia apenas socialmente, mas _____ presença da mulher prejudicou a indignação que ele tentou imprimir, porque ela não foi sutil.

“Mentira”. A mulher da gente tem essa mania de ser direta; não consegue entender que a vida pede uns desvios, umas respostas menos incisivas – pelo menos quando nós, homens, estamos em apuros. E aquela era uma situação de sufoco. “Doutora, ele vai ao bar todo dia, tenho aqui no celular as contas que ele paga”, completou.

Outras desculpas saíram num turbilhão da boca do amigo, mas não adiantou muito; estava desmoralizado. Até que surgiu um pirilampo naquele breu, quando ____ médica disse que não ia pedir para ele parar de beber – uma vitória! As caraminholas cessaram; era a única coisa que o preocupava.

Foi uma vitória de Pirro, o rei do Epiro, que venceu os romanos, mas perdeu todo o seu exército. As derrotas vieram em sequência: “O senhor tem que perder peso. E rápido”, disse ela. Nada de doces – “sem problemas”, pensou – e, mais difícil, alimentos gordurosos; e… (não deve ter havido ____ pausa dramática que ele fez quando nos contou o drama, mas em respeito _____ fonte, estão aí _____ reticências) …diminuir o álcool.

Na mesma hora, ele pensou num amigo de mesa que continua frequentando o bar, mas bebe apenas água. Conversa, brinca, aposta, faz tudo sem álcool. Não sei se é feliz, mas finge bem, está firme. A nutróloga falou em diminuir, não em parar. E concluiu: “O senhor pode tomar umas duas doses por semana”.

O amigo fez cara de pôquer. Eram duas contra um e ele se sentiu pressionado. Ficou calado, fez os exames e toma os remédios, tudo certinho. E trocou o uísque por vodka, que não deixa bafo.

(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/para-que-tanta-saude/. Adaptado.)
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas presentes no texto, na ordem que se apresentam: 
Alternativas
Q3666452 Português
Para quê tanta saúde?

Publicado em 11/09/2023
Paulo Pestana
Crônica

    Foram meses de negociação, mas o amigo cedeu: aceitou ir à nutróloga. É preciso dizer que ele se esqueceu de ler _____ letras miúdas do acordo com a esposa, porque nem sabia que existia essa profissão. Se soubesse que nutrólogos são médicos que avaliam o comportamento alimentar do cristão, provavelmente a negociação teria sido mais dura.
   
    Esse amigo é adepto radical da culinária do excesso. Sarapatel de entrada, um caldinho de mocotó para esquentar o que a cerveja esfria, e um prato principal que, se não for sexta-feira, dia de feijoada, pode ser um cozido nordestino, uma buchada ou qualquer dessas ignorâncias, dieta que explica a protuberância do abdômen.
   
    Outro erro: foi acompanhado da mulher, que queria ouvir tudo o que a moça – sim, era uma nutróloga – teria a dizer sobre o seu pedaço (era assim que eles se tratavam; pê para cá, pê para lá, um diminutivo mais comportado para uma gíria que já era ultrapassada quando se conheceram). Os amigos do bar dizem que, hoje, ele está mais para caco, mas ele acha que é inveja.

    A doutora fez uma lista de exames que ele teria que cumprir nos próximos dias, já adiantando que o diagnóstico não seria bom. No meio do caminho, houve a fatídica pergunta: “O senhor bebe?”. Óbvio que ele respondeu que bebia apenas socialmente, mas _____ presença da mulher prejudicou a indignação que ele tentou imprimir, porque ela não foi sutil.

    “Mentira”. A mulher da gente tem essa mania de ser direta; não consegue entender que a vida pede uns desvios, umas respostas menos incisivas – pelo menos quando nós, homens, estamos em apuros. E aquela era uma situação de sufoco. “Doutora, ele vai ao bar todo dia, tenho aqui no celular as contas que ele paga”, completou.

    Outras desculpas saíram num turbilhão da boca do amigo, mas não adiantou muito; estava desmoralizado. Até que surgiu um pirilampo naquele breu, quando ____ médica disse que não ia pedir para ele parar de beber – uma vitória! As caraminholas cessaram; era a única coisa que o preocupava.

    Foi uma vitória de Pirro, o rei do Epiro, que venceu os romanos, mas perdeu todo o seu exército. As derrotas vieram em sequência: “O senhor tem que perder peso. E rápido”, disse ela. Nada de doces – “sem problemas”, pensou – e, mais difícil, alimentos gordurosos; e… (não deve ter havido ____ pausa dramática que ele fez quando nos contou o drama, mas em respeito _____ fonte, estão aí _____ reticências) …diminuir o álcool.

    Na mesma hora, ele pensou num amigo de mesa que continua frequentando o bar, mas bebe apenas água. Conversa, brinca, aposta, faz tudo sem álcool. Não sei se é feliz, mas finge bem, está firme. A nutróloga falou em diminuir, não em parar. E concluiu: “O senhor pode tomar umas duas doses por semana”.

    O amigo fez cara de pôquer. Eram duas contra um e ele se sentiu pressionado. Ficou calado, fez os exames e toma os remédios, tudo certinho. E trocou o uísque por vodka, que não deixa bafo.
Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas presentes no texto, na ordem que se apresentam:  
Alternativas
Q3665310 Português
Assinale a alternativa em cuja sentença há um desvio na colocação do acento grave.
Alternativas
Q3659916 Português
Crônica: o café que nos une.

O que nos distancia e nos faz ignorar que somos uma só espécie? Como aceitamos abismos sociais tão cruéis? Por que alguns tanto têm e outros têm tão pouco?

Com essas perguntas rondando meus pensamentos saí da padaria onde tomei o café da manhã e rumei ao trabalho. A razão desses questionamentos foi um jovem adolescente na mesa ao lado da minha durante o desjejum. Ainda que estivesse bem arrumado, cabelo penteado, pelas roupas um tanto quanto velhas e desajustadas, talvez de segunda mão e ganhas de alguém, podia se perceber que era um rapaz economicamente vulnerável, humilde.

Ele tinha na mesa uma xícara de café, como eu, e um pão d’água provavelmente recheado de presunto e queijo, não como eu com minha salada de frutas, suco e um sanduíche de pão ciabatta. Mas o que despertou a atenção sobre aquela quase criança foi que, enquanto alguns na padaria conversavam em suas mesas, todos os demais aproveitavam para mexer no celular, menos ele. Eu fazia parte dos que mexia. Usava aquele momento para me atualizar nas notícias locais e nacionais pelos sites a dedo escolhidos. Enquanto isso, o rapaz comia o pão e tomava o café, olhando para a mesa à sua frente e para o vazio da parede adiante.

Ele estava constrangido, parecia não sentir pertencer àquele lugar. E infelizmente o lugar não parecia se importar com ele. Por que afinal ele não fazia como todos e apanhava seu celular e começava a dedilhar nele, mandando mensagens de whatsapp, postando fotos no facebook? Concluí que ele não tinha um celular. Sua situação de pobreza não devia permitir esse prazer. E isso o incomodava. 

Diferente do que se pode esperar de adultos, conscientes de seu lugar no mundo e seguros o suficiente para sentarem-se sozinhos à mesa de qualquer lugar e desfrutar o momento independentemente de um aparelho tecnológico nas mãos, os adolescentes não possuem ainda segurança, autoestima consolidadas e mais do que os outros buscam aceitação, mesmo que tentando ser diferentes.

Para aquele rapaz o fato de não ter com o que se ater além da comida, num mundo onde as redes tecnológicas estão presentes nos quatro cantos, o fato de estar claro a todos que não tinha um celular, isso o incomodava, constrangia. E acabou por também me constranger. Dia desses li um texto do grande jurista e amigo Salah H. Khaled Jr, intitulado “Justiça, liberdade e meritocracia: o que é fazer a coisa certa?”. Em uma brilhante passagem, ele afirma que:

“Temos que assumir a responsabilidade sobre a forma com que as pessoas vivem. Não é uma força da natureza que produz miséria, fome e exclusão. Não é uma catástrofe que nega a expansão da cidadania. Somos nós. São as decisões que nós tomamos como sociedade, sobre como escolhemos lidar com a falta de oportunidade. Podemos simplesmente fingir que não existe desigualdade, especialmente quando as condições operam a nosso favor.”

Toda razão ao Salah. Que mundo difícil esse que cria consumidores e não cidadãos. Que mundo injusto esse que admite tantas pessoas vivendo em condições desiguais e sem oportunidades. Eu tive oportunidades. Não precisei dar saltos triplos para superar a linha da miséria e agarrar com todas as forças, muitas vezes sem resultados, oportunidades singulares, garimpadas em uma selva de pedras. Eu tive pessoas que me incentivaram, que me auxiliaram e me sustentaram em meu crescimento e em minha educação, que não me deixaram desistir de meus sonhos (ainda não deixam). 

Essas oportunidades me chegaram gratuitamente, por sorte, porque nasci do lado de cá da linha que separa o mundo de quem tem alguma condição social e econômica boa, que tem uma família que educa, protege e ama [...]. Não sei quando alcançaremos uma sociedade livre, justa e solidária, como prevê a Constituição Federal.

Não sei quando conseguiremos erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais, como prevê a Constituição Federal. Não sei quando concretizaremos o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, como prevê a Constituição Federal. O que sei é que estamos longe desse mundo idealizado pelo Constituinte de 1988. E precisamos acreditar que ele é possível, que é importante por ele trabalhar todos os dias de nossas vidas.

Naquele momento, ali na padaria ao lado daquele jovem, o que eu pude fazer foi guardar meu celular no bolso e, sem mais, tomar meu café olhando para a mesa à minha frente e para o vazio da parede adiante.

João Marcos Buch - Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais/ Corregedor do Sistema Prisional da Comarca de Joinville/escritor.
https://www.jusbrasil.com.br
Indique a alternativa na qual o uso da crase, na palavra destacada, é facultativo.  
Alternativas
Q3627506 Português
Opção que preenche corretamente as lacunas:
A psicóloga dirigiu-se ___ sua sala e pôs-se ___ falar ___ todas as pessoas que ali estavam.
Alternativas
Q3627239 Português
Imagem associada para resolução da questão

Texto da tirinha acima:

Captura_de tela 2025-09-29 141609.png (507×60)

A respeito do uso da crase nesse texto, é INCORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3625091 Português
A crase nada mais é do que a união da preposição “a” com o artigo definido feminino “a” (a + a = à) Vale lembrar que o acento gráfico em cima da letra “a” não é a crase; este é o acento grave.
Há casos em que ela nunca deve ser utilizada, com EXCEÇÃO do citado na alternativa: 
Alternativas
Q3601526 Português

Leia o texto para responder a esta questão.



Audiência com a FarmaBrasil reforça importância da inovação para a indústria farmacêutica nacional



Ministra Luciana Santos recebeu os representantes da organização nesta segunda-feira (12) e afirmou que o Complexo Industrial de Saúde é uma das prioridades do Governo Federal



Publicado em 12/08/2024 19h32

Atualizado em 13/08/2024 14h54



(...)



De acordo com o presidente-executivo da FarmaBrasil, a indústria farmacêutica nacional está investindo forte em P&D desde 2011. “Nossas empresas estão absolutamente convergentes ao eixo 2 da missão da Nova Indústria Brasil (NIB)”, reforçou. O eixo 2 da NIB é relacionado à inovação, pesquisa e desenvolvimento. (...)



No plano da NIB são apresentados investimentos de R$ 300 bilhões para financiamentos destinados à nova política industrial até 2026. “Essa política tem um impacto de várias naturezas, seja pela capacidade em dar respostas a nossa inteligência, a nossa capacidade, e aponta um desafio muito grande na área da saúde do nosso país”, falou Luciana Santos. (...)



BRASIL. Governo Federal. Audiência com a FarmaBrasil reforça importância da inovação para a indústria farmacêutica nacional, 12 de agosto de 2024. Adaptado de: <https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-omcti/noticias/2024/08/audiencia-com-a-farmabrasil-reforca-importancia-da-inovacao-para-a-industria-farmaceuticanacional> Acesso em: 18 out. 2024.



Da análise do texto, em relação ao fragmento “seja pela capacidade em dar respostas a nossa inteligência, a nossa capacidade”, o uso de crase nos elementos destacados:

Alternativas
Q3551391 Português
Débora Ferraz - Ogivas

Por Alexandre Kovacs

        A ambiguidade no título desta mais recente antologia de contos de Débora Ferraz desperta a curiosidade do leitor. Afinal, trata-se de referência às estruturas formadas por dois arcos que se cortam em ângulo, chamadas também de arcos ogivais, tão comuns na arquitetura gótica que revolucionou a história da arte ou trata-se de referência às temidas ogivas nucleares, presentes nos mísseis de longo alcance? Depois de ler as narrativas curtas e afiadas da autora, não me resta dúvida de que a intenção aqui é de que a arte, na forma leve de construção literária dos contos, possa ser também uma arma demolidora contra o preconceito e a violência cotidiana.

        E Débora Ferraz, que já foi vencedora dos Prêmios Sesc e São Paulo de Literatura, prepara as suas bombas como uma "exímia terrorista literária" na ótima definição do escritor Bruno Ribeiro na orelha do livro. No curto espaço de manobra dos contos, utilizando uma estrutura narrativa que tem muito de visual, Débora coloca o leitor no centro da ação desde o início, fazendo com que os detonadores sejam acionados quando menos se espera.

        Em "Você", uma estrutura narrativa em segunda pessoa trabalha de forma bem-humorada com os delírios de um ex-fumante que luta contra o vício (ler trecho abaixo), colocando em dúvida a própria condição mental do protagonista (você/eu). Por sinal, o humor está presente na maioria dos contos, com exceção de alguns como: "Pedra, papel e tesoura" que lida com a tragédia das balas perdidas que destroem futuros nas periferias dos grandes centros urbanos, "Dois perdidos em um dia branco", no qual um casal de amigos perdedores compartilha o alcoolismo e a falta de esperança na vida, assim como o sensível "Quatro de julho" que encerra o livro com o resumo de uma relação entre pai e filho por meio do futebol e das decisões de algumas copas do mundo disputadas pelo Brasil.

        "Foi desde a última quinta que o desejo de fumar veio com tudo. Bastou o avião pousar no aeroporto Santos Dumont e suas grandes habilidades começaram a pulular. Bastou caminhar pelo saguão com todas aquelas lojas oferecendo cigarros, descaradamente. Uma coisa que descobri faz pouco tempo é que todo fumante sempre sabe onde o cigarro está. É uma espécie de sexto sentido. Mas os fumantes em recuperação são ainda piores. Eles sabem até dos lugares em que podem consegui-los na unidade (ah, unidades são os queridinhos dos fumantes em recuperação otimistas). Um fumante em recuperação, tal como um agente secreto ou um paranóico, ele está o tempo inteiro, enquanto finge falar com você, enquanto anda pelo saguão, enquanto preenche o cadastro, ele está o tempo inteiro esquadrinhando sua área em busca do inimigo. Conhece todas as rotas que o levam ao cigarro. Você envelhece nesse tempo inteiro. E foi assim que ontem você saiu de bermuda até o bar da esquina. Estava fechado. Menos mal, você pensou. Você disse a si mesmo que não, que de jeito nenhum. Isso não teve a menor intenção de saber a que horas aquele bar fechava. Então voltou para casa, fez polichinelos, flexões, marinheiro, agachamentos... Hoje está praticamente aleijado de dor muscular. E ainda assim querendo um cigarro." (p. 114-5) - Trecho do conto “Você” 

        No assustador e real "Notas sobre a travessia", novamente uma opção da autora pela transição da narrativa em primeira para segunda pessoa, também não há espaço para o humor quando a protagonista declara na abertura: "Tem uma bomba-relógio presa em meu corpo" e apresenta em retrospecto os primeiros dias da pandemia em 2020, o medo de um vírus então muito pouco conhecido e que ela carregava em seu próprio organismo ao retornar para o Brasil: "Mas, neste momento, parada de pé no meio do aeroporto de Guarulhos, você é uma personagem. Você decide ali mesmo pela paranoia. No fundo, sentir medo sempre foi sua especialidade."

        E assim, com suas ogivas literárias, o livro de Débora Ferraz atinge o objetivo ao nos fazer refletir sobre as dificuldades de preservar o nosso resto de humanidade ainda possível em um mundo que mantém a sua rota de autodestruição ou, até mesmo, de enfrentar as nossas crises pessoais. Exemplo disso está em "O filhote do terremoto" (ler trecho abaixo), um conto que demonstra com muito lirismo a chegada da terceira idade, mesmo sendo uma condição ainda distante para a jovem autora, o texto é muito convincente. Uma obra recomendada e que se destaca na literatura contemporânea pela coragem na escolha dos temas.

        "Aí depois foi bem no cantinho do olho. Começou a tremer também. Sabe quando dizem que é vista cansada? É isso... é isso. Cansaço. Eu abstraía a sensação nos meus movimentos repetidos. Descascar cebola, me encolher nos dias, olhar o menino brincando, derramar chá. Então, já era o dedinho e o canto do olho. O terremoto que me abalava os dias. Parte de mim trabalhava, inconscientemente, apenas para observar que os outros, minguados e distantes, mal perceberam o fato de que meu olho começava a rachar. Dava pra ver, se olhasse de perto, os vincos formando. São sinais tão claros, meu Deus... Eu conseguia ouvir o barulho, até. Era dentro de mim. E só de sentir, sozinha, eu sabia que eu ainda ia rachar inteira. O terremoto desfazia minhas bases. Definitivo. Fadado. Dava uma agonia medonha. Mas deixa que passa. Essas coisas são assim mesmo, não são? Dá e passa." (p. 174) - Trecho do conto “O filhote de terremoto”

Disponível em https://www.mundodek.com/2022/04/debora-ferraz-ogivas.html. Adaptado. Acessado em 06.maio.2024.
*Sobre a autora: Débora Laís Ferraz dos Santos é uma escritora brasileira contemporânea. Nasceu no sertão de Pernambuco, mudou-se ainda em 2001 para João Pessoa, onde formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, em 2009. Escreveu seu primeiro livro, Os anjos, em 2003.

Sobre o fenômeno linguístico da crase, sabe-se que se trata da junção da preposição “a” com o artigo definido “a”. Essa junção ocorre por vários motivos, resultando em regras presentes nas normas gramaticais da Língua Portuguesa. No período “...trata-se de referência às temidas ogivas nucleares, presentes nos mísseis de longo alcance?”, extraído do Texto, o fenômeno da crase ocorreu pelo mesmo motivo apresentado na alternativa
Alternativas
Q3550850 Português
A ALMA DO JOGO


Talvez nessas próximas semanas de festas, um amigo ou familiar proponha um jogo como diversão. Outro pode lembrar que, em um congresso recente, neurologistas provaram que jogos de tabuleiro são bons para a saúde mental. Eu digo simplesmente que, para mim, em qualquer época do ano, um jogo é muito mais que uma brincadeira. É uma paixão na qual não estou sozinha. Desde políticos até homens de negócios bem-sucedidos, muitos são os que se sentam em torno de uma mesa, com toalha de feltro ou um tabuleiro, não como um passatempo, mas para um exercício mental. 

Não é gratuito que haja tantas associações entre os avanços no jogo e os progressos — e, é preciso dizer, também os reveses — da vida. Podemos apostar todas as fichas em uma ideia ou em uma pessoa. Ou, com franqueza, colocar nossas cartas na mesa. Entrar num jogo para ganhar, com garra total. Ou jogar com os números, figuras e naipes que a vida nos deu, o que não denota resignação, mas inteligência. Reviravoltas, estresse, alegria, tudo pode acontecer. Às vezes nos recolhemos e damos a impressão de estar perdendo energia. Mas estamos só à espera do momento propício para, como diz outra expressão muito usual, voltar ao jogo.

De toda a gama de jogos, meus prediletos são os de cartas. Em livros, muitas vezes elas se associam à agudeza de pensamento, e não é à toa. Advogados e produtores de cinema criados por Sidney Sheldon jogam gin rummy, que lembra o buraco e adoramos aqui em casa; damas da sociedade de romances ingleses, como os de Jane Austen, jogam whist — que aliás é um desses que evoluíram ao longo de séculos, mas não desapareceram, comprovando sua atemporalidade.

Criado há 500 anos, ele é o antepassado do bridge, que o suplantou no começo do século XX e que eu tanto aprecio. É um gosto que vem não só do fato de o ter aprendido na adolescência, mas principalmente pelo que ele exige de raciocínio. Nele, cada tomada de decisão depende de muita lógica e dedução, da capacidade de excluir as hipóteses menos plausíveis. O investidor Warren Buffett é um fã e não duvido que ele entenda, como eu, que o bridge ensina para a vida e os negócios. Ele nos obriga a avaliar situações e antecipar cada lance. Caso também do xadrez, outro favorito do meu marido. Quando se fala em xadrez político, não se trata de uma tentativa de diminuição dos grandes fatos do mundo, mas de dar a dimensão de complexidade que há no embate entre peças brancas e pretas.

No bridge, no xadrez e em outros jogos de estratégia — assim como na política e nos negócios — há que se levar em conta também as atitudes do adversário para se antecipar. Quem viu a série O Gambito da Rainha sabe quanto uma partida dessas pode cobrar em termos psicológicos. Esse é outro aspecto fascinante das mesas de jogo. Nelas se desenrola o desnudamento de personalidades. Muitas vezes, um colega calado vai demonstrar sanha ou agudezas que você não imagina no cotidiano.

Torneios de jogos de raciocínio podem levar dias — não é exagero dizer que exigem que se esteja em forma. Adequadamente, o bridge e o xadrez, além das damas, do pôquer e do go, são reconhecidos como atividades esportivas.

Por fim, um lembrete. O jogo tem alma. Se fechamos os olhos para suas regras a fim de ajudar alguém, ou se não nos dedicarmos com afinco, ele se volta contra nós. Como a vida, ele é coisa séria.


Lucilia Diniz-Veja-15 de dezembro de 2023
O acento grave não ocorreu em locução adverbial ou prepositiva com base feminina em: 
Alternativas
Respostas
1461: C
1462: B
1463: B
1464: D
1465: E
1466: E
1467: B
1468: B
1469: A
1470: C
1471: B
1472: B
1473: B
1474: B
1475: C
1476: D
1477: D
1478: D
1479: D
1480: D