Questões de Concurso
Comentadas sobre crase em português
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I.O 'a' em 'a sua toca' não foi craseado, pois o emprego da crase antes de pronomes possessivos é facultativo, ou seja, pode ou não ocorrer a crase.
IIO 'a' em 'a sua toca'' é uma preposição exigida pelo verbo 'invadir'.
III.O 'a' em 'a sua toca' é um artigo definido que se refere ao substantivo 'toca'.
IV.Se a expressão 'invade a sua toca' fosse substituída por 'foi à toca', a crase seria obrigatória.
É correto o que se afirma e
A expressão 'exposta' exige preposição, o que justifica o emprego do 'ao' em 'ao ar'.
Analise as propostas a seguir com o emprego do termo 'exposto' e identifique em qual a crase está INCORRETA.
( ) Em “[...] segue à frente da associação [...]”, o acento indicativo de crase foi empregado devido à junção do “a” preposição, que rege o verbo “seguir”, com o “a” artigo definido, o qual acompanha o substantivo feminino “frente”.
( ) Em “Temos a loja de Capim Dourado, onde há 200 artesãs e associados [...]”, o pronome destacado poderia ser substituído, sem prejuízo gramatical, por “em que”.
( ) Em “[...] há 200 artesãs e associados [...]”, o verbo “haver”, no singular, poderia ser substituído por “existir”, na forma pluralizada: “existem 200 artesãs e associados”, sem prejuízo de sentido e/ou de teor gramatical.
( ) No trecho “[...] 90% vai para o artesão, [...]”, o verbo “ir” poderia ser usado – de acordo com a norma-padrão – na forma plural, caso houvesse um determinante, também pluralizado, junto à porcentagem: “90% dos rendimentos vão”.
( ) Na frase “Não me deixo abater.”, o pronome destacado poderia ser empregado após o verbo “deixar” (“Não deixo-me abater”), ajustado à norma-padrão, apenas com mudança no nível de formalidade da sentença.
Com base no emprego da crase no trecho acima, analise a afirmativa CORRETA.
O caso do mendigo
Os jornais anunciaram, entre indignados e jocosos, que um mendigo, preso pela polícia, possuía em seu poder valores que montavam à respeitável quantia de seis contos e pouco. Ouvi mesmo comentários cheios de raiva a tal respeito. O meu amigo X, que é o homem mais esmoler desta terra, declarou-me mesmo que não dará mais esmolas. E não foi só ele a indignar-se. Em casa de família de minhas relações, a dona da casa, senhora compassiva e boa, levou a tal ponto a sua indignação, que propunha confiscar o dinheiro ao cego que o ajuntou. Não sei bem o que fez a polícia com o cego. Creio que fez o que o Código e as leis mandam; e, como sei pouco das leis e dos códigos, não estou certo se ela praticou o alvitre lembrado pela dona da casa de que já falei. O negócio fez-me pensar e, por pensar, é que cheguei a conclusões diametralmente opostas à opinião geral. O mendigo não merece censuras, não deve ser perseguido, porque tem todas as justificativas a sua defesa. Não há razão para indignação, nem tampouco para perseguição legal ao pobre homem. Tem ele, em face dos costumes, direito ou não a esmolar? Vejam bem que eu não falo de leis; falo dos costumes. Não há quem não diga: sim. Embora a esmola tenha inimigos, e dos mais conspícuos, entre os quais, creio, está M. Bergeret, ela ainda continua a ser o único meio de manifestação da nossa bondade em face da miséria dos outros. Os séculos a consagraram; e, penso, dada a nossa defeituosa organização social, ela tem grandes justificativas. Mas não é bem disso que eu quero falar. A minha questão é que, em face dos costumes, o homem tinha direito de esmolar. Isto está fora de dúvida.
Schwarcz, Lilia Moritz. - Lima Barreto: triste visionário. São Paulo: Companhia das Letras, 2017 (adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas do enunciado acima, na mesma ordem.
Quando alguém me procura para cuidar da sua questão de saúde mental, há três pontos em que presto especial atenção: se a pessoa pratica alguma atividade física (qualquer uma), como está a qualidade do sono dela e se ela tem amigos. Esses são os três indicadores, na minha opinião, de se algo vai bem ou mal com aquele paciente. Um número _____________ de pessoas com problemas de saúde mental me relata não ter amigos, apenas conhecidos. A verdade é que a amizade não é apenas um conforto social; é um pilar imprescindível de nossa saúde mental e nosso bem-estar.
Inúmeras pesquisas vêm demonstrando isso ao longo dos anos. As evidências são claras: ter amigos aumenta a nossa satisfação com a vida e tem sido associado a menores chances de uma pessoa sofrer de depressão e ansiedade. Mais do que isso, a amizade comprovadamente aumenta a longevidade. Embora a relação não seja direta, estudos demonstram que a amizade diminui a probabilidade de uma pessoa morrer de todas as causas possíveis, entre elas, de uma doença crônica e de problemas cardíacos.
Além disso, amigos nos mantêm mentalmente ativos e, muitas vezes, fisicamente ativos. Basta ver como ter um amigo companheiro de atividade esportiva ajuda a nos mantermos engajados nos treinos.
Para além do impacto positivo na saúde física e
mental, a amizade é um indicador importante de felicidade e
de bem-estar. Curiosamente, algumas pesquisas revelam
inclusive que ter amigos é ainda mais significativo na terceira
idade. Relacionar-se com amigos nessa fase da vida, mostrou
um estudo americano, traz mais efeitos positivos do que os
próprios relacionamentos familiares.
Amigos são aqueles que agem como o “grilo falante” do Pinóquio: nem sempre falam algo que queremos ouvir, mas estão ali para orientar, aconselhar e servir como ___________ moral em momentos de dúvida. Por fim, as amizades podem desempenhar um papel crucial na recuperação de problemas de saúde mental e, principalmente, ajudar quem está sofrendo a superar a sensação de isolamento que muitas vezes acompanha um diagnóstico psiquiátrico.
Fonte: Revista Forbes. Adaptado.
Quanto ao uso da crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Dedicou-se à produção de cortiça.
( ) A rolha de cortiça evita à oxidação.
( ) O sobreiro gera às rolhas de cortiça.
I. “Resolvi dar início a uma série de novos hábitos...”
II. “Resolvi dar início a algumas mudanças na minha vida...”
III. “Resolvi dar início ao plano de atividades de um livro que li...”
IV. “Resolvi dar início à hábitos para uma vida mais saudável...”
Em quais afirmativas a frase está gramaticalmente correta?
Quanto à estruturação linguística e gramatical do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “os mecanismos que ligam a atividade física à prevenção e ao tratamento de doenças”, a forma verbal “ligam”, no sentido expresso no texto, rege um complemento direto e um complemento indireto na forma feminina antecedido por artigo definido, de modo a haver a junção da preposição “a” (“ligam a”) com o artigo definido “a”, o que justifica o emprego do acento grave indicativo de crase.
________vezes Jones passava dias inteiros recostado em sua cadeira de braços, lendo jornais e bebendo. Os homens nunca tinham visto os animais daquele jeito, e a súbita revolta das criaturas que eles estavam acostumados surrar e maltratar os encheu de pavor. Um minuto depois, os cinco homens voavam pela trilha rumo estrada, com os bichos no encalço, triunfantes.
(George Orwell, A revolução dos bichos. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, corretamente e na ordem em que aparecem, os espaços.
Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.
No período “O racista cria a raça no sentido sociológico, ou seja, a raça, no imaginário do racista, não remete exclusivamente a um grupo definido por seus traços físicos.”, a substituição da expressão “a um grupo definido” por à uma classe definida manteria as ideias do texto, mas prejudicaria a correção gramatical.
Em relação à estrutura linguística e ao vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.
O emprego do sinal indicativo de crase no “a” presente na expressão “exposição a condições estressantes” prejudicaria a correção gramatical do texto.
Considerando que o servidor fez uso da Língua Portuguesa padrão, qual aviso foi afixado?
