Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

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Q3790765 Português
 A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos 

Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais. 

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado. 

Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.


Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,

Alternativas
Q3790724 Português
 A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos 



Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.



Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.



Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais. 



Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.



O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.



A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.





https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado. 

Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.


Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,

Alternativas
Q3790686 Português

A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.


Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade. 


Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.


Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.


O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.


A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.

Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.


Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,

Alternativas
Q3790436 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Positividade Tóxica



Robert e Julia formam um belo casal, segundo os comentários dos amigos nas fotos publicadas em suas redes sociais. Quase todos os dias, após o trabalho, Robert chega em casa estressado e angustiado, por essa razão acabam desabafando com a esposa. Esses dias, o rapaz cabisbaixo disse a Júlia:


— Ai, ai, ai... estou tão cansado que não vejo a hora de tomar um bom banho, comer alguma coisa e dormir.


A esposa, com uma voz animada, respondeu: — Eu também estou exausta, mas não podemos deixar isso nos desaminar. Daqui a um pouquinho, após o jantar, temos de fazer um bolo juntos, conforme prometemos ontem aos nossos seguidores. Então, vá logo... primeiramente, coloque o meu celular para carregar, depois tome banho e arrume-se.


Robert, com um olhar abatido, disse:


— Confesso que não estou mais aguentando essa vida na vitrine digital. Há meses venho sentindo algo estranho dentro de mim que eu não consigo expressar. Conversei com a minha mãe, ela me disse para procurar um psicólogo urgente.


Julia, em ideia contrária à sogra, respondeu em tom alto.


— Que psicólogo nada... pare com essa bobeira! Sua mãe é exagerada. Esqueceu que seu horóscopo é de touro?! Sorria! Olhe à sua volta, assista os videozinhos das redes sociais, leia aqueles livros sobre como ganhar dinheiro; afinal de contas, a vida é como um macarrão instantâneo, daquela marca famosa, em três minutos podemos partir, então vamos aproveitar ao máximo! Aff, que psicólogo nada...



PEREIRA, Gisele Carvalho. Positividade Tóxica. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.

Analise as afirmativas a seguir, considerando a norma culta da língua portuguesa e os fundamentos gramaticais do uso do acento indicativo da crase no trecho "em ideia contrária à sogra". Assinale a alternativa correta quanto à justificativa normativa do uso da crase nesse contexto.
Alternativas
Q3790402 Português
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase foi corretamente empregado de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q3790248 Português
A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos


Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.

Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.

Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.

Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.

O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.

A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado.
Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3790210 Português
Analise o uso do acento indicativo de crase na palavra em destaque nas frases a seguir e assinale a correta, que está de acordo com a gramática da língua portuguesa.
Alternativas
Q3790116 Português
Assinale a alternativa correta a respeito do uso da crase na frase a seguir:
Quando chegamos à cidade, não conhecíamos ninguém nem íamos à nenhum lugar a passeio. Só às vezes passávamos em um restaurante que tem um bife a milanesa delicioso. 
Alternativas
Q3790065 Português

O texto seguinte servirá de base para responde a questão.


A revista em quadrinhos que reinventou leitura para crianças no Brasil há cento e vinte anos



Em 11 de outubro de 1905, uma novidade chamou a atenção nas bancas do Rio de Janeiro: a revista O Tico-Tico, considerada a primeira publicação brasileira voltada às histórias em quadrinhos. Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar às escolas, formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.


Com ilustrações concebidas por Angelo Agostini, O Tico-Tico conquistou as crianças com personagens, passatempos e histórias que ajudaram a consolidar um mercado editorial voltado ao público infantil. Apresentava-se como o jornal das crianças e tinha como missão divertir, ensinar e ser útil à criançada brasileira. Mesmo em um contexto de altos índices de analfabetismo, a revista cumpriu um papel informal no processo educacional da sociedade.


Inspirada em publicações francesas, O Tico-Tico reunia histórias moralizantes, quadrinhos e conteúdos educativos. Embora não fosse inicialmente um gibi nos moldes atuais, os quadrinhos ganharam destaque ao longo do tempo e se tornaram responsáveis por grande parte de sua popularidade. A estrutura profissional herdada da editora O Malho garantiu ampla distribuição e tiragens que chegaram a cem mil exemplares semanais.


Entre seus personagens mais famosos estava Chiquinho, adaptação brasileira de um personagem norte-americano. Também estrearam na revista figuras como Mickey Mouse, inicialmente chamado de Ratinho Curioso, Popeye, rebatizado de Brocoió, além de outros personagens estrangeiros e nacionais, como Lamparina, criação do cartunista J. Carlos.


O sucesso da revista também se explica pelo diálogo com os adultos, principalmente os pais que compravam as edições para os filhos. Grande parte do conteúdo tinha viés educativo, com contos, fábulas, conselhos e atividades didáticas. Durante décadas, O Tico-Tico foi presença constante nas bancas, influenciando a formação cultural e educacional de diferentes gerações.


A publicação manteve circulação regular até 1962 e, depois, passou a sair de forma eventual, principalmente em edições paradidáticas. Seu último número foi lançado em 1977, encerrando a trajetória de uma das mais importantes revistas infantis da história do Brasil.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cvg02nxn2reo.adaptado

Criada para estimular a leitura infantil, a revista foi pioneira no mundo nesse formato e conseguiu chegar "às escolas", formando gerações de leitores e abrindo caminho para autores consagrados como Mauricio de Sousa e Ziraldo.
Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3789399 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Com base na norma culta da língua portuguesa, avalie a correção do emprego do acento indicativo de crase no trecho:
"Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá."
Assinale a alternativa correta quanto à análise gramatical da ocorrência (ou não) da crase nas expressões destacadas.
Alternativas
Q3789342 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

 

O menino de 140 mil anos que pode ser híbrido mais antigo entre Homo sapiens e neandertais

 

Uma descoberta revolucionária para a compreensão da evolução da nossa espécie e dos rituais humanos modernos.


É assim que um grupo de cientistas, em um estudo publicado em julho pela revista científica L'Anthropologie, define o crânio de uma criança que viveu 140 mil anos atrás, encontrado há quase um século em uma das cavernas do Monte Carmelo, no noroeste de Israel. O local é considerado o mais antigo cemitério conhecido.


A criança tinha três a cinco anos de idade. Ela teria sido enterrada intencionalmente naquela região do Levante, o corredor biogeográfico onde se misturaram fluxos genéticos de linhagens nativas e outros grupos provenientes da África e da Eurásia, durante o Pleistoceno Médio.


O crânio recebeu o nome de Skhul 1º porque foi o primeiro fóssil encontrado pela arqueóloga britânica Dorothy Garrod (1892-1968) e pelo antropólogo físico americano Theodore McCown (1908-1969), que exploraram a região em 1931.


Segundo esta nova pesquisa, sua morfologia seria a evidência mais antiga conhecida da miscigenação entre o Homo neanderthalensis e o Homo sapiens.


É bem documentado que as duas espécies se misturaram e que nós, seres humanos modernos, temos uma herança genética neandertal entre 1% e 5%. Mas a época em que viveu Skhull 1º faz toda a diferença.


"O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário", explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel, que liderou a pesquisa.


"Nós demonstramos que o primeiro encontro entre os neandertais e o Homo sapiens não ocorreu há cerca de 50 mil anos, como se imaginava, mas sim pelo menos cerca de 100 mil anos antes, há 140 mil anos, o que é extremamente significativo."


Mas nem todos os cientistas estão de acordo com esta conclusão.

 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy404ezqlg7o fragmento

"O que dizemos agora, na verdade, é revolucionário, explica à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) o paleoantropólogo israelense Israël Hershkovitz, professor do Departamento de Anatomia e Antropologia da Universidade de Tel Aviv, em Israel."
Identifique a alternativa que apresenta a justificativa correta sobre o uso da crase em 'à BBC News Mundo'. 
Alternativas
Q3789330 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Com base na norma culta da língua portuguesa, avalie a correção do emprego do acento indicativo de crase no trecho: "Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá."
Assinale a alternativa correta quanto à análise gramatical da ocorrência (ou não) da crase nas expressões destacadas. 
Alternativas
Q3789237 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Meu Avô


Mais um dia vou tomar um cafezinho na casa do meu avô. Esse ritual se repete há quase dez anos, quando ele voltou do Japão. Eu, que nem gosto de café, faço questão de ir até lá para roubar do tempo o que o tempo me roubou.


Vivi dez anos sem meu avô. Dez anos com meu avô. Parece justo porque são valores iguais. Mas só de pensar que poderia ter tido mais, um pouco mais... me descontento com a vida.


Na tentativa de me satisfazer com a realidade que me foi entregue, busco na memória tudo o que já vivi com ele. Viajo tão longe no passado que faço uma mistura entre lembranças reais com criações fantasiosas minhas. Fico triste por não lembrar de tudo.


Sim, eu sei, lembrar de tudo é sofrimento, e esquecer é uma graça divina. Afinal, a gente só lembra o essencial porque podemos esquecer o que já não é essencial. Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá. Mas também sei que esquecer do essencial é uma tragédia. Uma tragédia que meu avô vive.


Não esperava que ele lembrasse de todos os detalhes dos últimos dez anos. Mas não queria que ele esquecesse meu nome, meu som. Respirando fundo, 1-2-3. Meu avô tem Alzheimer. Uma doença em que as conexões das células cerebrais se degeneram e morrem, eventualmente causando a memória e outras funções mentais importantes.


Meu avô perdeu de vista as lembranças que construímos desde que ele é. Ele, sem saber o que é, só me permite amar o que lembro do que ele já foi um dia. Mas as coisas são como são, não dá para tentar mudar algo concreto, que está ali na minha frente.


Toco a campainha. Espero que ele se lembre.


MOREIRA, Lorraine. Meu avô. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025.

Com base na norma culta da língua portuguesa, avalie a correção do emprego do acento indicativo de crase no trecho:
"Até agradeço à Deus, à angústia, aos neurônios, sei lá."
Assinale a alternativa correta quanto à análise gramatical da ocorrência (ou não) da crase nas expressões destacadas.
Alternativas
Q3789137 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão. 


A Batalha das Pipocas


Aprendi cedo que o cinema podia ser uma verdadeira zona de guerra. Quando eu tinha 5 anos, cada fileira parecia uma trincheira, e as mãos cheias de pipoca funcionavam como munição prestes a estourar. Por isso, eu sempre subia as escadas agarrada a quem estivesse à minha frente, acreditando que qualquer um poderia servir de escudo humano.


Aos 10 anos, eu e minha prima finalmente conseguimos permissão para assistir sozinhas a um lançamento infantil. Ela, porém, cometeu o erro fatal de me deixar sozinha para comprar refrigerante. Caminhei até a penúltima fileira desviando das pipocas pelo chão e tentando ajustar os óculos 4D, lembrando-me de que cada passo era parte da missão de sobrevivência.


Sentei-me na cadeira K47, suando sob o suéter que prometia pouca proteção. A sessão estava quase vazia, e eu segurava meu pequeno saco de pipoca como quem guarda a última defesa possível. Foi então que ouvi pessoas se acomodando atrás de mim.


O filme começou, mas permaneci alerta. O homem que chegara por último desequilibrou-se, e seus dois sacos de pipoca tombaram de uma vez. Vi, em câmera lenta, os milhos − estourados apenas uma vez − despencando rumo ao meu colo. Eu já sabia: naquele instante, a batalha recomeçava.


Texto Adaptado


VENTURA, Eduarda dos Reis. A batalha das pipocas. In: MALULY, Luciano Victor Barros; MUÑOZ, Daniel Azevedo; TÔZO, Carla de Oliveira (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. n. 2. São Paulo: ECA-USP, 2023. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 095/1000/3699 . Acesso em: 2 dez. 2025. 

No trecho "agarrada a quem estivesse à minha frente", observa-se o uso do acento indicativo de crase em "à minha frente". Assinale a alternativa que apresenta a análise compatível com a norma culta.
Alternativas
Q3788245 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos

Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.

O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.

A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.

Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.

Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.

O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado. 
[...] o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições "à" entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é CORRETO afirmar que, nesta frase,
Alternativas
Q3788205 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Positividade Tóxica


Robert e Julia formam um belo casal, segundo os comentários dos amigos nas fotos publicadas em suas redes sociais. Quase todos os dias, após o trabalho, Robert chega em casa estressado e angustiado, por essa razão acabam desabafando com a esposa. Esses dias, o rapaz cabisbaixo disse a Júlia:

— Ai, ai, ai... estou tão cansado que não vejo a hora de tomar um bom banho, comer alguma coisa e dormir.

A esposa, com uma voz animada, respondeu: — Eu também estou exausta, mas não podemos deixar isso nos desaminar. Daqui a um pouquinho, após o jantar, temos de fazer um bolo juntos, conforme prometemos ontem aos nossos seguidores. Então, vá logo... primeiramente, coloque o meu celular para carregar, depois tome banho e arrume-se. R

Robert, com um olhar abatido, disse:

— Confesso que não estou mais aguentando essa vida na vitrine digital. Há meses venho sentindo algo estranho dentro de mim que eu não consigo expressar. Conversei com a minha mãe, ela me disse para procurar um psicólogo urgente.

Julia, em ideia contrária à sogra, respondeu em tom alto.

— Que psicólogo nada... pare com essa bobeira! Sua mãe é exagerada. Esqueceu que seu horóscopo é de touro?! Sorria! Olhe à sua volta, assista os videozinhos das redes sociais, leia aqueles livros sobre como ganhar dinheiro; afinal de contas, a vida é como um macarrão instantâneo, daquela marca famosa, em três minutos podemos partir, então vamos aproveitar ao máximo! Aff, que psicólogo nada...


PEREIRA, Gisele Carvalho. Positividade Tóxica. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.


Analise as afirmativas a seguir, considerando a norma culta da língua portuguesa e os fundamentos gramaticais do uso do acento indicativo da crase no trecho "em ideia contrária à sogra". Assinale a alternativa correta quanto à justificativa normativa do uso da crase nesse contexto.
Alternativas
Q3788142 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Positividade Tóxica


Robert e Julia formam um belo casal, segundo os comentários dos amigos nas fotos publicadas em suas redes sociais. Quase todos os dias, após o trabalho, Robert chega em casa estressado e angustiado, por essa razão acabam desabafando com a esposa. Esses dias, o rapaz cabisbaixo disse a Júlia:

— Ai, ai, ai... estou tão cansado que não vejo a hora de tomar um bom banho, comer alguma coisa e dormir.

A esposa, com uma voz animada, respondeu: — Eu também estou exausta, mas não podemos deixar isso nos desaminar. Daqui a um pouquinho, após o jantar, temos de fazer um bolo juntos, conforme prometemos ontem aos nossos seguidores. Então, vá logo... primeiramente, coloque o meu celular para carregar, depois tome banho e arrume-se.

Robert, com um olhar abatido, disse:

— Confesso que não estou mais aguentando essa vida na vitrine digital. Há meses venho sentindo algo estranho dentro de mim que eu não consigo expressar. Conversei com a minha mãe, ela me disse para procurar um psicólogo urgente.

Julia, em ideia contrária à sogra, respondeu em tom alto.

— Que psicólogo nada... pare com essa bobeira! Sua mãe é exagerada. Esqueceu que seu horóscopo é de touro?! Sorria! Olhe à sua volta, assista os videozinhos das redes sociais, leia aqueles livros sobre como ganhar dinheiro; afinal de contas, a vida é como um macarrão instantâneo, daquela marca famosa, em três minutos podemos partir, então vamos aproveitar ao máximo! Aff, que psicólogo nada...


PEREIRA, Gisele Carvalho. Positividade Tóxica. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Analise as afirmativas a seguir, considerando a norma culta da língua portuguesa e os fundamentos gramaticais do uso do acento indicativo da crase no trecho "em ideia contrária à sogra". Assinale a alternativa correta quanto à justificativa normativa do uso da crase nesse contexto.
Alternativas
Q3787790 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Positividade Tóxica


Robert e Julia formam um belo casal, segundo os comentários dos amigos nas fotos publicadas em suas redes sociais. Quase todos os dias, após o trabalho, Robert chega em casa estressado e angustiado, por essa razão acabam desabafando com a esposa. Esses dias, o rapaz cabisbaixo disse a Júlia:

— Ai, ai, ai... estou tão cansado que não vejo a hora de tomar um bom banho, comer alguma coisa e dormir.

A esposa, com uma voz animada, respondeu: — Eu também estou exausta, mas não podemos deixar isso nos desaminar. Daqui a um pouquinho, após o jantar, temos de fazer um bolo juntos, conforme prometemos ontem aos nossos seguidores. Então, vá logo... primeiramente, coloque o meu celular para carregar, depois tome banho e arrume-se.

Robert, com um olhar abatido, disse:

— Confesso que não estou mais aguentando essa vida na vitrine digital. Há meses venho sentindo algo estranho dentro de mim que eu não consigo expressar. Conversei com a minha mãe, ela me disse para procurar um psicólogo urgente.

Julia, em ideia contrária à sogra, respondeu em tom alto.

— Que psicólogo nada... pare com essa bobeira! Sua mãe é exagerada. Esqueceu que seu horóscopo é de touro?! Sorria! Olhe à sua volta, assista os videozinhos das redes sociais, leia aqueles livros sobre como ganhar dinheiro; afinal de contas, a vida é como um macarrão instantâneo, daquela marca famosa, em três minutos podemos partir, então vamos aproveitar ao máximo! Aff, que psicólogo nada...


PEREIRA, Gisele Carvalho. Positividade Tóxica. In: CALICCHIO, Fátima Christina; CARNEIRO, Otávio Felipe (org.). Crônicas e Minicontos: histórias reflexivas de professores em formação [recurso eletrônico]. Maringá − PR: UniCV, 2024. Disponível em: https://unicv.edu.br/wp-content/uploads/2024/06/Livro-de-Cronicas-e-Mi nicontos-Projeto-GOPT-1-1.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
Analise as afirmativas a seguir, considerando a norma culta da língua portuguesa e os fundamentos gramaticais do uso do acento indicativo da crase no trecho "em ideia contrária à sogra". Assinale a alternativa correta quanto à justificativa normativa do uso da crase nesse contexto.
Alternativas
Q3787196 Português
Durante a revisão de ofícios internos, o Auxiliar Legislativo deve identificar adequações de linguagem que garantam precisão e formalidade ao texto administrativo. Nas construções analisadas, é necessário verificar a correção do emprego da crase, especialmente em contextos institucionais. Assim, assinale a alternativa que apresenta uso INCORRETO da crase. 
Alternativas
Q3787130 Português
O emprego do acento indicativo de crase é um dos temas mais complexos da gramática normativa. Assim, considerando as regras de uso da crase, assinale a alternativa em que o uso do acento grave está incorreto, segundo a norma culta da língua portuguesa. 
Alternativas
Respostas
841: D
842: D
843: B
844: B
845: A
846: D
847: D
848: C
849: A
850: B
851: B
852: B
853: A
854: C
855: D
856: A
857: E
858: A
859: D
860: B