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Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 6.697 questões

Q3856881 Português
Ativista que quer "calçar o mundo" já distribuiu 60 mil chinelos


Betty Mae Agi começou o trabalho em Angola e hoje está em 24 países

Crianças descalças chamaram a atenção de Betty Mae Agi e de sua irmã, Brenda, quando elas estavam fazendo trabalho voluntário em Angola. A viagem para o país do continente africano foi uma troca: abriram mão da festa de formatura do curso de Biomedicina e foram trabalhar como biomédicas.

Betty nasceu em Brasília e mora em Anápolis (GO), filha de pai moçambicano e mãe brasileira. Trabalhando na área de parasitoses e verminoses, as irmãs perceberam que as crianças morriam, entre outras coisas, pelo contato com o esgoto a céu aberto em situações de muita precariedade. O ano era 2010 e, segundo Betty, ninguém estava olhando para essa questão.

Ao voltar para o Brasil, usaram a antiga rede social Orkut para divulgar um álbum de fotos unindo o ballet e os chinelos. O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas. A campanha alcançou 17 estados e, no segundo dia, a meta foi alcançada. Ao mesmo tempo, chegaram pedidos do Brasil, da Índia e do Haiti, o que deu a elas a dimensão do problema.

"Na época, segundo dados da ONU, 300 milhões de crianças viviam descalças por falta de opção. E isso é um problema de saúde, um problema de dignidade, de mobilidade, de segurança. Imagina no meio da guerra civil e você descalço. Você corre quanto? Você pode ir para onde", pergunta Betty Mae Agi.

"O par de chinelos hoje, para o público que a gente atende, não é só aquele pedaço de borracha que a gente tem vergonha de usar no Brasil, de repente. Ele é um meio de transporte. É o que vai delimitar se uma criança vai entrar na escola ou não".

Betty aponta ainda que as pessoas descalças sofrem do estigma da falta de higiene e chama atenção para o recorte racial da questão: segundo ela, 80% das pessoas que não têm sapatos são pessoas não brancas.

"É urgente a gente resolver isso. Porque a gente fala que a humanidade está caminhando para o futuro, mas está caminhando como? Alguns estão com carro elétrico, outros, estão descalços", reflete a ativista.


(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/ativis ta-que-quer-calcar-o-mundo-ja-distribuiu-60-mil-chinelos. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
O uso do acento grave no excerto a seguir se deu porque o verbo "enviar" é um verbo que pede, além do complemento direto (250 pares de chinelos ), um complemento indireto (as crianças ). Neste caso, a conexão entre o complemento e o verbo acontece pela presença de uma preposição. No excerto, a preposição mobilizada para reger o verbo "enviar" foi a. A crase será, portanto, a fusão entre a preposição a e o artigo definido feminino as que acompanha o substantivo "crianças". Tendo isso como referência, analise as alternativas e assinale aquela em que a crase foi corretamente usada:
O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas.
Alternativas
Q3855027 Português
Ativista que quer "calçar o mundo" já distribuiu 60 mil chinelos


Betty Mae Agi começou o trabalho em Angola e hoje está em 24 países


Crianças descalças chamaram a atenção de Betty Mae Agi e de sua irmã, Brenda, quando elas estavam fazendo trabalho voluntário em Angola. A viagem para o país do continente africano foi uma troca: abriram mão da festa de formatura do curso de Biomedicina e foram trabalhar como biomédicas.

Betty nasceu em Brasília e mora em Anápolis (GO), filha de pai moçambicano e mãe brasileira. Trabalhando na área de parasitoses e verminoses, as irmãs perceberam que as crianças morriam, entre outras coisas, pelo contato com o esgoto a céu aberto em situações de muita precariedade. O ano era 2010 e, segundo Betty, ninguém estava olhando para essa questão.

Ao voltar para o Brasil, usaram a antiga rede social Orkut para divulgar um álbum de fotos unindo o ballet e os chinelos. O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas. A campanha alcançou 17 estados e, no segundo dia, a meta foi alcançada. Ao mesmo tempo, chegaram pedidos do Brasil, da Índia e do Haiti, o que deu a elas a dimensão do problema.

"Na época, segundo dados da ONU, 300 milhões de crianças viviam descalças por falta de opção. E isso é um problema de saúde, um problema de dignidade, de mobilidade, de segurança. Imagina no meio da guerra civil e você descalço. Você corre quanto? Você pode ir para onde", pergunta Betty Mae Agi.

"O par de chinelos hoje, para o público que a gente atende, não é só aquele pedaço de borracha que a gente tem vergonha de usar no Brasil, de repente. Ele é um meio de transporte. É o que vai delimitar se uma criança vai entrar na escola ou não".

Betty aponta ainda que as pessoas descalças sofrem do estigma da falta de higiene e chama atenção para o recorte racial da questão: segundo ela, 80% das pessoas que não têm sapatos são pessoas não brancas.

"É urgente a gente resolver isso. Porque a gente fala que a humanidade está caminhando para o futuro, mas está caminhando como? Alguns estão com carro elétrico, outros, estão descalços", reflete a ativista.


(Disponível em:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/ativis
ta-que-quer-calcar-o-mundo-ja-distribuiu-60-mil-chinelos. Acesso em:
08 dez. 2025. Adaptado.)
 O uso do acento grave no excerto a seguir se deu porque o verbo "enviar" é um verbo que pede, além do complemento direto (250 pares de chinelos ), um complemento indireto (as crianças ). Neste caso, a conexão entre o complemento e o verbo acontece pela presença de uma preposição. No excerto, a preposição mobilizada para reger o verbo "enviar" foi a. A crase será, portanto, a fusão entre a preposição a e o artigo definido feminino as que acompanha o substantivo "crianças". Tendo isso como referência, analise as alternativas e assinale aquela em que a crase foi corretamente usada:
O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas.
Alternativas
Q3854944 Português
Ativista que quer "calçar o mundo" já distribuiu 60 mil chinelos


Betty Mae Agi começou o trabalho em Angola e hoje está em 24 países

Crianças descalças chamaram a atenção de Betty Mae Agi e de sua irmã, Brenda, quando elas estavam fazendo trabalho voluntário em Angola. A viagem para o país do continente africano foi uma troca: abriram mão da festa de formatura do curso de Biomedicina e foram trabalhar como biomédicas.

Betty nasceu em Brasília e mora em Anápolis (GO), filha de pai moçambicano e mãe brasileira. Trabalhando na área de parasitoses e verminoses, as irmãs perceberam que as crianças morriam, entre outras coisas, pelo contato com o esgoto a céu aberto em situações de muita precariedade. O ano era 2010 e, segundo Betty, ninguém estava olhando para essa questão.

Ao voltar para o Brasil, usaram a antiga rede social Orkut para divulgar um álbum de fotos unindo o ballet e os chinelos. O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas. A campanha alcançou 17 estados e, no segundo dia, a meta foi alcançada. Ao mesmo tempo, chegaram pedidos do Brasil, da Índia e do Haiti, o que deu a elas a dimensão do problema.

"Na época, segundo dados da ONU, 300 milhões de crianças viviam descalças por falta de opção. E isso é um problema de saúde, um problema de dignidade, de mobilidade, de segurança. Imagina no meio da guerra civil e você descalço. Você corre quanto? Você pode ir para onde", pergunta Betty Mae Agi.

"O par de chinelos hoje, para o público que a gente atende, não é só aquele pedaço de borracha que a gente tem vergonha de usar no Brasil, de repente. Ele é um meio de transporte. É o que vai delimitar se uma criança vai entrar na escola ou não".

Betty aponta ainda que as pessoas descalças sofrem do estigma da falta de higiene e chama atenção para o recorte racial da questão: segundo ela, 80% das pessoas que não têm sapatos são pessoas não brancas.

"É urgente a gente resolver isso. Porque a gente fala que a humanidade está caminhando para o futuro, mas está caminhando como? Alguns estão com carro elétrico, outros, estão descalços", reflete a ativista.


(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/ativis ta-que-quer-calcar-o-mundo-ja-distribuiu-60-mil-chinelos. Acesso em: 08 dez. 2025. Adaptado.)
O uso do acento grave no excerto a seguir se deu porque o verbo "enviar" é um verbo que pede, além do complemento direto (250 pares de chinelos ), um complemento indireto (as crianças ). Neste caso, a conexão entre o complemento e o verbo acontece pela presença de uma preposição. No excerto, a preposição mobilizada para reger o verbo "enviar" foi a. A crase será, portanto, a fusão entre a preposição a e o artigo definido feminino as que acompanha o substantivo "crianças". Tendo isso como referência, analise as alternativas e assinale aquela em que a crase foi corretamente usada:
O objetivo era arrecadar 250 pares de chinelos para enviar às crianças angolanas.
Alternativas
Q3854449 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A força da ancestralidade e da renovação, com a posse de Ana Maria Gonçalves na ABL



Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 — e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.


A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando que a literatura, para além das letras, é também um espaço de memória e resistência. A escritora afirmou que sua entrada na ABL representa "não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de histórias que por muito tempo foram silenciadas".


Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".


Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]


Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em sua beleza e complexidade, seja também abrigo para quem nunca foi convidado a falar." [...]


A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza mais do que uma conquista individual. Representa o movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um país de tantas vozes e contrastes, sua presença na Academia reafirma que a tradição literária nacional só se fortalece quando reconhece sua diversidade.


Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como "imortal", mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias.


Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos — com coragem, beleza e ancestralidade.



(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.) 

O período a seguir foi extraído do texto:


"Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens [...]."


A crase foi corretamente usada no excerto, uma vez que o substantivo "reverência" é regido pela preposição nesse contexto: reverência a quê. Logo, a preposição se fundiu ao artigo as que acompanha o substantivo "origens" e o acento grave indica isso. Fazendo uma análise detalhada das sentenças a seguir, assinale aquela em que o acento grave, indicativo de crase, foi corretamente usado:

Alternativas
Q3852716 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar



    Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

    Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

    E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

    Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

    A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

    Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

    Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.



Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Considere a passagem “E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos.” e analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística dessa passagem.



I- O pronome oblíquo átono “nos” foi usado, informalmente, em posição proclítica, uma vez que, de acordo com a norma, deveria estar em posição enclítica.


II- O pronome oblíquo átono “nos” foi usado, de acordo com a norma, em posição proclítica, já que, informalmente, seria usado em posição enclítica.


III- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para assinalar a contração da preposição “a” com o artigo “a”.


IV- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para indicar a presença de uma locução conjuntiva feminina.


V- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para indicar a presença de uma locução adverbial feminina.



Estão CORRETAS apenas as afirmativas

Alternativas
Q3851032 Português

Leia o texto a seguir:


A cor escolhida para o Réveillon costuma ser um ritual importante para muitos brasileiros e, segundo a astróloga e sensitiva Márcia Fernandes, a escolha ganha ainda mais força em 2026. Isso porque o próximo ano será regido por Marte, planeta associado ________ ação, coragem, magnetismo e poder de conquista.


Graças _______ essa energia ativa, a cor indicada para a virada e para todo o ano é o vermelho. De acordo com Márcia, o tom mais alinhado ______ energia do regente é o vermelho vivo ou vermelho rubi, uma versão mais equilibrada e vibrante.


"Ele ativa a força marciana sem agressividade, estimula vitalidade, abre caminhos, favorece ______ autoconfiança e ajuda _______ canalizar impulsos de maneira positiva. Além disso, ajuda _____ evitar ______ paralisação ou explosões emocionais", diz a sensitiva.


[...]


(Disponível em: https://www.uol.com.br/universa/horoscopo/noticias/redacao/2025/12/09/marte-rege-2026-marcia-sensitiva-explica-qual-cor-usar-no-ano-novo. htm. Acesso em 09 dez. 2025. Adaptado.)


Ao longo do texto, há sete lacunas. Leia-o com atenção, analisando os contextos linguísticos e os sentidos construídos, e complete as lacunas com a ou à. Em seguida, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas:

Alternativas
Q3844558 Português

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):



I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.


II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.


III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.


IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.



Está correto o uso do acento grave (crase) em:

Alternativas
Q3844136 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I. Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II. Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III. O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV. Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em: 
Alternativas
Q3843907 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
A ocorrência de crase em [...] é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.” (3º§) é: 
Alternativas
Q3843776 Português

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):



I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.


II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.


III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.


IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.



Está correto o uso do acento grave (crase) em:

Alternativas
Q3843526 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843490 Português

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):



I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.


II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.


III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.


IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.



Está correto o uso do acento grave (crase) em:

Alternativas
Q3843277 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843137 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843096 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843052 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843016 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3842981 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3842821 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3842776 Português
Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento grave (crase):

I.Por favor, anexa à sua pasta de documentos a cópia de seu diploma.
II.Algumas pessoas não reconhecem a gravidade do aquecimento global porque se ancoram à suas convicções anticiência.
III.O prêmio foi entregue àqueles que mais se dedicaram a ajudar na reconstrução da vila.
IV.Abandonou à própria sorte cinco livros. Ficariam ali, no banco da praça até alguém passar e levá-los para si.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Respostas
641: C
642: D
643: A
644: B
645: A
646: C
647: D
648: E
649: C
650: B
651: C
652: D
653: A
654: C
655: E
656: E
657: A
658: D
659: B
660: E