Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

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Ano: 2021 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2021 - MPE-GO - Oficial de Promotoria |
Q1769718 Português
Quanto à ocorrência do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir, de acordo com a norma-padrão: “Um novo termo é cunhado devido ___ necessidade de se dar um nome ___ um conceito que antes não existia e que passará, assim, ___ ser usado.”
Alternativas
Ano: 2021 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2021 - MPE-GO - Oficial de Promotoria |
Q1769715 Português
A crase foi empregada incorretamente na alternativa:
Alternativas
Q1769705 Português
Assinale abaixo a alternativa em que o uso da crase está INCORRETO.
Alternativas
Q1769580 Português
Assinale abaixo a alternativa em que o uso da crase está CORRETO.
Alternativas
Q1766679 Português
Texto (para a questão)

Água e saneamento na pandemia da COVID-19
   O enfrentamento da crise do Covid-19 impõe desafios sem precedentes e coloca administradores públicos e privados em mares ainda não navegados. Os governos têm sido obrigados a tomar decisões e dar respostas em velocidade muito alta e com informações muito limitadas. As primeiras medidas são no campo da saúde, para desacelerar o espalhamento e contaminação. Assim se pode ganhar tempo para desenvolver protocolos de tratamento e prevenção. Em seguida, os choques de oferta e de demanda produzidos pelas medidas de distanciamento social e isolamento exigem respostas rápidas para mitigar impactos econômicos. Nos países em desenvolvimento e economias emergentes, esses problemas são agravados pela falta de espaço fiscal. Em consequência, as respostas podem ser mais lentas, contribuindo para maior transmissão e maior letalidade, já agravadas pela menor capacidade de tratamento do sistema de saúde.
    Menos despesas com saúde e menor efetividade dos gastos produziram um quadro conhecido de sucateamento do sistema de saúde, menor volume de leitos hospitalares, escassez de médicos e – não menos importante – menor acesso a água, saneamento e higiene – em inglês, WASH (water, sanitation and hygiene). O Brasil se enquadra obviamente nessa descrição. Apesar do reconhecimento da prioridade do tema – desde 2016 se desenha e trabalha para aprovar um novo marco legal para o saneamento – os avanços tardam. Mas a crise não. E nos pega despreparados.
    Para além do tratamento, a prevenção é medida essencial para conter a disseminação do vírus. Nesse sentido, a Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que a melhor forma é manter bons hábitos de higiene, dentre eles lavar as mãos com água e sabão frequentemente. Nesse cenário de pandemia, fica ainda mais evidente como o setor WASH é de extrema importância para toda a população.
   Uma importante lição é que a comunicação deve ser definida pensando no público-alvo da mensagem. Apesar de vivermos em uma era digital, o que facilita a disseminação de informações, muitos ainda carecem de acesso à internet. Como exemplo de estratégias para garantir a efetividade da comunicação, no Camboja e na Costa do Marfim os governos elaboraram folders com histórias para as crianças e carros de som que veiculam mensagens para as áreas mais afastadas com informações sobre sintomas e formas de prevenção da doença.
   Encontrar coordenação é difícil. Temos visto isso no Brasil com casos de prefeitos e governadores determinando a suspensão das contas de energia elétrica, ou mesmo o fechamento de aeroportos, que são, por lei, competências da União. A coordenação e alinhamento de ações dos governos em suas diversas esferas é necessária em qualquer momento. E vital para uma tomada de decisão rápida, eficaz e eficiente em uma crise como a que vivemos.
Joisa Dutra e Juliana Smiderle
(Adaptado de: ceri.fgv.br/) 
Reescrevendo o trecho “menor acesso a água, saneamento e higiene”, o emprego do acento indicativo de crase é obrigatório em:
Alternativas
Q1764524 Português
Sobre o uso ou não da crase, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Não vamos à festas no clube. (_) Passou a acreditar em sorte. (_) Preservamos a natureza à medida que nos conscientizamos.
Alternativas
Q1763365 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

A importância de cuidar da saúde mental


(Disponível em: https://www.hospitalmoinhos.org.br/institucional/blogsaudeevoce/entenda-aimportancia-de-cuidar-da-saude-mental – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 04, 07, 10 e 21.
Alternativas
Q1763294 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2021/02/amazonia-1-elancado-com-sucesso-e-satelite-ja-esta-em-orbita - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 04, 17, 18 e 27.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IDIB Órgão: CREMERJ Prova: IDIB - 2021 - CREMERJ - Assistente Jurídico |
Q1763225 Português

TEXTO I


Quem quer viver para sempre?  


    Eu já deveria estar morto. Ou a caminho de. Para alguns leitores, nunca uma frase soou tão verdadeira. Mas eu falo da história, não de afetos. Se tivesse nascido em Portugal, cem anos atrás, já haveria lápide e caixão. Dá para acreditar que, em inícios do século XX, a esperança média de vida para os homens portugueses rondasse os 35-40 anos? Hoje, andará pelos oitenta. O que significa que, com sorte e algum bom humor do Altíssimo, eu estou apenas a meio da viagem. Se juntarmos os progressos da medicina no futuro próximo, é possível que a viagem seja alargada mais um pouco. Cem anos, cento e tal. Nada mau.  

    Um artigo recente da Nature, aliás, promete revoluções para a minha pobre carcaça. O segredo está no hipotálamo cerebral e numa proteína do dito cujo que regula o envelhecimento humano. Não entro em pormenores, até porque eu próprio não os entendo. Mas eis o negócio: se a proteína é estimulada, os ratinhos morrem mais depressa. Se a proteína é inibida, acontece o inverso. Falamos de ratos, por enquanto, o que significa que a descoberta só terá aplicação imediata entre a classe política. Mas o leitor entende onde quero chegar.  

    E eu quero chegar à maior promessa de todas: o dia em que seremos finalmente imortais. Na história da cultura ocidental, esse dia pode estar no passado distante (ler Hesíodo, ler a Bíblia). Ou pode estar no futuro, como garantem os “trans-humanistas”. Falo de uma corrente bioética perfeitamente respeitável que se dedica a essa causa: o destino da humanidade não está em morrer aos cem. Está em viver indefinidamente depois dos cem, através dos avanços da tecnologia. Porque só a tecnologia permitirá aos homens suplantar a sua infantil condição mortal. O nosso corpo é apenas a primeira casca de todas as cascas que estarão por vir. E quem não gostaria de viver para sempre? 

    Curiosamente, há quem não queira. O filósofo Roger Scruton, em ensaio recente, dedica um capítulo específico aos transhumanistas. O livro intitula-se The Uses of Pessimism and the Dangers of False Hope. Segundo sei, será publicado no Brasil em breve. Recomendo. Primeiro, porque é uma súmula perfeita do pensamento de Scruton, escrito com elegância habitual do autor. Mas sobretudo porque é a mais brilhante refutação do pensamento utópico, e em particular do pensamento utópico trans-humanista de autores como Ray Kurzweil ou Max More, que me lembro de ter lido. Isso se deve, em grande parte, ao fato corajoso de Scruton ter sido capaz de virar o debate do avesso e perguntar: por que motivo a doença e a morte devem ser vistas como males intoleráveis que devemos erradicar? Não será possível olhar para eles como bens necessários?

    Certo, certo: ninguém ama a doença e, tirando casos extremos, ninguém deseja morrer. Mas sem a doença e a morte, a vida não teria qualquer valor em si mesma. Os projetos que fazemos; as viagens com que sonhamos; os amores que temos, perdemos, procuramos; e até a descendência que deixamos – tudo isso parte da mesma premissa: o fato singelo de não termos todo o tempo do mundo. Vivemos, escolhemos, amamos – porque temos urgência em viver, escolher e amar. Se retirarmos a urgência da equação, podemos ainda viver eternamente. Mas viveremos uma eternidade de tédio em que nada tem sentido porque nada precisa ter sentido. Sem importância do efêmero, nada se torna importante. 

    Os trans-humanistas sonham com um mundo pós-humano. É provável que esse mundo seja possível no futuro, quando a técnica suplantar a nossa casca primitiva. Mas esse mundo, até pela sua própria definição, será um filme diferente. Não será um filme para seres humanos tal como os conhecemos e reconhecemos.

    Viver até os cem? Agradeço. Cento e vinte também serve. Mas se me dissessem hoje mesmo que o meu futuro duraria uma eternidade, eu seria o primeiro a pular da janela sem hesitar.

COUTINHO, João Pereira. Vamos ao que interessa: cem crônicas da era da brutalidade. São Paulo: Três Estrelas, 2015.

No trecho “Isso se deve, em grande parte, ao fato corajoso de Scruton ter sido capaz...”, a ocorrência da crase dar-se-ia caso
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IDIB Órgão: CREMERJ Prova: IDIB - 2021 - CREMERJ - Assistente Jurídico |
Q1763224 Português

TEXTO I


Quem quer viver para sempre?  


    Eu já deveria estar morto. Ou a caminho de. Para alguns leitores, nunca uma frase soou tão verdadeira. Mas eu falo da história, não de afetos. Se tivesse nascido em Portugal, cem anos atrás, já haveria lápide e caixão. Dá para acreditar que, em inícios do século XX, a esperança média de vida para os homens portugueses rondasse os 35-40 anos? Hoje, andará pelos oitenta. O que significa que, com sorte e algum bom humor do Altíssimo, eu estou apenas a meio da viagem. Se juntarmos os progressos da medicina no futuro próximo, é possível que a viagem seja alargada mais um pouco. Cem anos, cento e tal. Nada mau.  

    Um artigo recente da Nature, aliás, promete revoluções para a minha pobre carcaça. O segredo está no hipotálamo cerebral e numa proteína do dito cujo que regula o envelhecimento humano. Não entro em pormenores, até porque eu próprio não os entendo. Mas eis o negócio: se a proteína é estimulada, os ratinhos morrem mais depressa. Se a proteína é inibida, acontece o inverso. Falamos de ratos, por enquanto, o que significa que a descoberta só terá aplicação imediata entre a classe política. Mas o leitor entende onde quero chegar.  

    E eu quero chegar à maior promessa de todas: o dia em que seremos finalmente imortais. Na história da cultura ocidental, esse dia pode estar no passado distante (ler Hesíodo, ler a Bíblia). Ou pode estar no futuro, como garantem os “trans-humanistas”. Falo de uma corrente bioética perfeitamente respeitável que se dedica a essa causa: o destino da humanidade não está em morrer aos cem. Está em viver indefinidamente depois dos cem, através dos avanços da tecnologia. Porque só a tecnologia permitirá aos homens suplantar a sua infantil condição mortal. O nosso corpo é apenas a primeira casca de todas as cascas que estarão por vir. E quem não gostaria de viver para sempre? 

    Curiosamente, há quem não queira. O filósofo Roger Scruton, em ensaio recente, dedica um capítulo específico aos transhumanistas. O livro intitula-se The Uses of Pessimism and the Dangers of False Hope. Segundo sei, será publicado no Brasil em breve. Recomendo. Primeiro, porque é uma súmula perfeita do pensamento de Scruton, escrito com elegância habitual do autor. Mas sobretudo porque é a mais brilhante refutação do pensamento utópico, e em particular do pensamento utópico trans-humanista de autores como Ray Kurzweil ou Max More, que me lembro de ter lido. Isso se deve, em grande parte, ao fato corajoso de Scruton ter sido capaz de virar o debate do avesso e perguntar: por que motivo a doença e a morte devem ser vistas como males intoleráveis que devemos erradicar? Não será possível olhar para eles como bens necessários?

    Certo, certo: ninguém ama a doença e, tirando casos extremos, ninguém deseja morrer. Mas sem a doença e a morte, a vida não teria qualquer valor em si mesma. Os projetos que fazemos; as viagens com que sonhamos; os amores que temos, perdemos, procuramos; e até a descendência que deixamos – tudo isso parte da mesma premissa: o fato singelo de não termos todo o tempo do mundo. Vivemos, escolhemos, amamos – porque temos urgência em viver, escolher e amar. Se retirarmos a urgência da equação, podemos ainda viver eternamente. Mas viveremos uma eternidade de tédio em que nada tem sentido porque nada precisa ter sentido. Sem importância do efêmero, nada se torna importante. 

    Os trans-humanistas sonham com um mundo pós-humano. É provável que esse mundo seja possível no futuro, quando a técnica suplantar a nossa casca primitiva. Mas esse mundo, até pela sua própria definição, será um filme diferente. Não será um filme para seres humanos tal como os conhecemos e reconhecemos.

    Viver até os cem? Agradeço. Cento e vinte também serve. Mas se me dissessem hoje mesmo que o meu futuro duraria uma eternidade, eu seria o primeiro a pular da janela sem hesitar.

COUTINHO, João Pereira. Vamos ao que interessa: cem crônicas da era da brutalidade. São Paulo: Três Estrelas, 2015.

A respeito do trecho “E eu quero chegar à maior promessa de todas...”, a crase empregada poderá ser mantida caso o verbo em destaque seja substituído por
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Q1762818 Português

Consumo Consciente

Helio Mattar


A adoção de processos sustentáveis é uma questão não de escolha, mas de sobrevivência. Não desta ou daquela empresa, mas da vida de todos os indivíduos do planeta. Portanto, é imprescindível que os valores da sustentabilidade sejam incorporados a marcas, bens, serviços e aos pequenos atos do cotidiano. Pesquisas realizadas ao longo de dez anos de trabalho para conscientizar a população das formas mais racionais e sustentáveis de consumir comprovam que quem investe em sustentabilidade ganha também na preferência do consumidor. Afinal, 65% dos chamados formadores de opinião discutem o comportamento ético socioambiental de empresas, assim como 41% da população brasileira, segundo a Pesquisa Responsabilidade Social das Empresas - Percepção do Consumidor Brasileiro, realizada pelo Instituto Akatu e pelo Instituto Ethos, em dezembro de 2010. Hoje, dois em cada cinco brasileiros já topam pagar um pouco mais por uma marca que seja mais sustentável.

As empresas obviamente precisam de lucros, mas os interesses empresariais devem ir muito além da esfera monetária e focar, principalmente, uma sociedade melhor para todos. E cada membro dessa sociedade sustentável deve necessariamente superar o consumismo para assentar bases mais no durável e menos no descartável, mais no virtual e menos no físico, mais no público ou no compartilhado e menos no individual, mais no uso que na posse, mais no renovável que no fóssil, mais na cooperação que na competição.

As corporações e a propaganda podem contribuir fortemente como indutoras desse novo estilo de vida ao estimular a imaginação e a projeção de um futuro sustentável e desejável e ao investir em meios para alcançar esse futuro: inovação de processos, de produtos e de comportamentos, reforço de novos valores da sustentabilidade e articulação, pressão, parceria por novas políticas públicas para novos projetos, com variados e novos agentes.

Hoje, as mudanças já vêm ocorrendo e, com um atributo muito simples, é possível acelerar na direção da sustentabilidade: comunicação clara e transparente. Do rótulo à campanha na TV. O consumidor precisa de informações sobre os impactos ambientais e sociais de seu consumo para que possa exercer escolhas conscientes. Dando informação confiável, a corporação não só destaca seu produto e melhora a cadeia produtiva, mas também aumenta o protagonismo do consumidor. Mostra respeito por ele e diz "você é nosso parceiro rumo à sociedade sustentável". Essa é a arma mais eficaz a ser posta a serviço da sociedade. Quanto mais marcas e agências de publicidade o fizerem, mais contribuirão para uma vida melhor para todos, hoje e no futuro.

Helio Mattar, 63, PhD em engenharia industrial, é diretor-presidente do Instituto Akatu, ONG que trabalha há dez anos pelo consumo consciente.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/topofmind/2011/10/996028-opiniao-consumo-consciente.shtml Acesso em: 04 dez. 2020. 

No período “Mostra respeito por ele e diz ‘você é nosso parceiro rumo à sociedade sustentável.’”, o acento indicativo de crase foi empregado porque 

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Q1760607 Português
TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Após ser rejeitado pelos irmãos, filhote de macaco passa dia com bichos de pelúcia em zoo e noite na casa de veterinária em SC

Bebê necessita de cuidados intensos 24 horas. Ações em ambientes reservados servem para simular cuidados maternos e garantir sobrevivência do animal.

Por Carolina Fernandes e Dagmara Spautz, G1 - SC e NSC 09/06/2021

Um filhote de macaco-caranguejeiro está sob os cuidados de uma veterinária na sua casa durante a noite após ser rejeitado pela família no zoológico de Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense.
Já durante o dia, no zoológico, Iuri, como foi apelidado pelos cuidadores, é mantido reservado em local com bichos de pelúcia, cobertores, leite especial e mamadeiras.
Desde que nasceu, em fevereiro, Iuri não foi bem recebido pelos irmãos e a convivência familiar ficou perigosa.
Por isso, a equipe responsável optou por isolá-lo, mas em razão dos cuidados intensos necessários, o grupo decidiu que Iuri passaria um período na residência da veterinária, Samara de Oliveira Freitas.
Segundo a bióloga responsável pela equipe, Marcia Regina Gonçalves Achutti, ele vem se desenvolvendo com saúde. Enquanto isso, a veterinária Samara de Oliveira Freitas cuida dele em casa durante à noite.
(...)
A veterinária explica que o animal ainda mantém contato com os seus semelhantes e não fica totalmente isolado. Segundo ela, assim que o bebê se adaptar à alimentação sólida, a reaproximação com os pais e os irmãos será feita. "Esse é um processo cheio de etapas e cuidados.
Nos próximos meses será feita a adaptação de alimentação mais sólida e semelhante à dos adultos.
A gente tem que fazer a reintrodução aos poucos para ele e para o grupo aceitar ele. Mas sempre avaliando os possíveis risco que ele possa sofrer", conclui Samara.
(...) 

https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2021/06/09/apos-ser-rejeitado-pelosirmaos-filhote-de-macaco-passa-dia-com-bichos-de-pelucias-em-zoo-e-noite-na-ca sa-de-veterinaria-em-sc.ghtml (Acesso em 09/06/2021 - Adaptado)
Em "Enquanto isso, a veterinária Samara de Oliveira Freitas cuida dele em casa durante à noite ", o fenômeno linguístico da crase teve de ocorrer porque:
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Q1758199 Português
Assinale a alternativa cuja reescrita da frase está correta. Perceba que todas têm alterações de vocabulário.
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Q1757532 Português

Com base no excerto abaixo, da matéria Alarme desregulado, exposta na revista Segredos da mente - o poderdo cérebro, Ano 3, no. 4, 2019), responda ao que se pede na questão.


    Visando a sobrevivência, durante a evolução do ser humano, a natureza soube adaptar seu desenvolvimento para que ele se preparasse para as mais diversas situações que viria a encarar, como o perigo. A ansiedade e o medo, por exemplo, são gatilhos natos e muito importantes para a proteção do indivíduo. “Se estivermos em um local diferente, pouco iluminado e vermos um vulto, a ansiedade funciona como um sinal de alarme que pode servir para uma reação de fuga, para evitar sermos pegos de surpresa ou até reconhecer se há um perigo real”, exemplifica o psiquiatra Bernard Miodownik.

     [...] “A ansiedade é uma reação humana e suas alterações são contingências que podem atingir qualquer um, dependendo das vulnerabilidades subjetivas de cada pessoa”, explica Miodownik.

     Algumas pesquisas indicam que exista uma base genética que justifica o transtorno de ansiedade. Na formação das estruturas cerebrais ligadas aos estados de vigilância, haveria erros de funcionamento neuroquímico, que desencadeariam as sensações de ansiedade exagerada. [...]

     O hipocampo ventral é acionado ao mesmo tempo em que a área medial do córtex pré-frontal entra em ação. Assim, o cérebro irá reconhecer ou não a situação como ameaça. É no hipocampo que a memória e as emoções são processadas.

     De acordo com a interpretação do sistema nervoso, a área medial formula a resposta de outras áreas. Isso serve para que sejam produzidas uma reação de defesa e comportamento associados à ansiedade. 

Julgue a validade das afirmações feitas com relação aos aspectos de regência e de concordância, sinalizando (V) para verdadeiro e (F) para falso.


( ) Em: “visando a sobrevivência... (L.1)”, o verbo VISAR, no sentido de “ter como objetivo”, é transitivo indireto, mas há uma tendência de uso como transitivo direto, dispensando a preposição, razão de não ser necessário o emprego da crase nesse contexto.

( ) O verbo ATINGIR só pode ser empregado como transitivo indireto, de modo que ocorre uma falha em: “contingências que podem atingir qualquer um (L.6)”, devido à ausência da preposição.

( ) O verbo HAVER foi empregado corretamente no singular em: “haveria erros de funcionamento neuroquímico (L.9)”, pois, sendo impessoal, não requer sujeito com o qual concordar.

( ) Em: “Isso serve para que sejam produzidas uma reação de defesa e comportamento associados à ansiedade (L.13) e (L.14)”, a concordância não foi estabelecida corretamente com o adjetivo, cuja forma deveria ser “produzidos”.


A sequência CORRETA de preenchimento é:

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Q1755106 Português
Para responder à questão, considere o seguinte fragmento de texto: Desde que a pandemia virou nossas vidas de cabeça para baixo, tenho sido abordada por professores, gestores e especialistas em educação com algumas inquietantes questões: Luciana, como as escolas irão retomar as aulas após o fim do isolamento? Que transformações podemos esperar nos modelos de ensino-aprendizagem? Será mesmo o fim da sala de aula como conhecemos? A educação, mesmo no ensino básico, irá migrar para os ambientes virtuais? Se eu disser a vocês que tenho respostas 100% assertivas, certamente estarei incorrendo no risco do mero exercício de futurologia. Ainda estamos na fase de tentar acreditar que tudo não passa de um pesadelo, um filme de ficção. Ninguém estava pronto, não havia um plano de contingência, era inimaginável que em tão pouco tempo seríamos forçados a trancar as salas de aula e pensar em poucas semanas como não perdermos o ano letivo. (Disponível em: https://exame.com/blog/crescer-em-rede/professor-voce-esta-pronto-para-um-mundo-vuca/ fragmento – texto adaptado especialmente para esta prova)
Sobre o fragmento acima, avalie as afirmações que seguem, assinalando V, de verdadeiras, ou F, se falsas. ( ) Os elementos Desde que e Se, que iniciam os parágrafos do fragmento, são conjunções subordinativas e, ambas, exprimem uma condição relacionada ao enunciado da oração principal. ( ) A troca do verbo retomar por retornar provocaria a necessidade do uso de crase no contexto de ocorrência. ( ) O uso de existir em vez do verbo haver (assinalado no fragmento) implicaria alteração na análise dos termos da oração em que se insere, visto que a classificação do sujeito seria outra. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima pra baixo, é:
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Q1754242 Português
Assinale abaixo a alternativa em que o uso da crase está CORRETO:
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Q1753944 Português
Texto CB1A1-I
    Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas.
Yuk Hui. Tecnodiversidade. São Paulo: Ubu Editora, 2020, p. 122-123 (com adaptações).

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir.
No trecho “Para dar início a essa ecologia das máquinas” (quarto período), o acréscimo do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” manteria a correção gramatical do texto.
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Q1753379 Português
Assinale a alternativa na qual o emprego da crase está INCORRETO:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: CODEN - SP Prova: VUNESP - 2021 - CODEN - SP - Advogado |
Q1753161 Português
Certa vez estive presente numa reunião em Brasília ___ se analisava decisão cogitada pelo governo federal. Surgiu uma dúvida jurídica e quem conduzia_____  reunião disse que recorreria ______“turma do depende”, referindo-se _____ assessoria jurídica disponível. Um de seus membros veio ______ reunião e a dúvida existente foi-lhe apresentada. Começou ______ responder dizendo: “Depende...”. E veio uma gargalhada geral. A razão foi-lhe explicada. (Roberto Macedo, “Quanto crescerá o PIB em 2020? Depende...”. https://opiniao.estadao.com.br. 20.02.2020. Adaptado) Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com: 
Alternativas
Q1751782 Português
No que se refere às regras de crase da língua portuguesa, é INCORRETO afirmar que a crase não deve ser empregada
Alternativas
Respostas
3781: A
3782: D
3783: B
3784: B
3785: D
3786: B
3787: A
3788: A
3789: D
3790: C
3791: A
3792: B
3793: A
3794: D
3795: C
3796: A
3797: E
3798: C
3799: E
3800: A