Questões de Concurso Comentadas sobre crase em português

Foram encontradas 6.501 questões

Q3246883 Português
Assinale a alternativa em que o uso do acento grave foi feito incorretamente: 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: BRB Órgão: Prefeitura de Sapeaçu - BA Provas: BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Procurador Jurídico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Enfermeiro | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Nutricionista (Saúde) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Odontólogo | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Pedagogo | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Agrônomo | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor de Línguas (Inglês) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Assistente Social | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Educação Infantil (Creche e Pré-Escola) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Contador | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Educador Físico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Engenheiro Civil | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Artes | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Farmacêutico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Fisioterapeuta | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Ciências | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Educação Física | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Médico Clínico | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Médico PSF | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Nutricionista (Educação) | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Geografia | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - História | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Língua Portuguesa | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Fundamental Anos Finais - Matemática | BRB - 2022 - Prefeitura de Sapeaçu - BA - Professor Anos Iniciais (1º ao 5º ano) |
Q3106663 Português
Analise as alternativas a seguir e assinale a única correta com relação ao uso ou não uso da crase:
Alternativas
Q3077763 Português
Em: "O aluno mostrou ter tendência à mentiras", o fenômeno linguístico da crase teve de ocorrer porque:
Alternativas
Q3073046 Português

O que é alopecia, condição que causa perda de cabelo (e não é piada)  


Durante o Oscar 2022, Will Smith, que levou a estatueta de Melhor Ator para a casa, deu um tapa na cara de Chris Rock, após o comediante fazer uma piada sobre a esposa do ator, Jada Pinkett Smith, que ficou careca por sofrer de uma condição chamada alopecia.

A alopecia, também conhecida como calvície, é definida como a ausência, rarefação (menor quantidade de fios) ou queda dos cabelos e pelos do corpo. De acordo com a Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, o problema pode ser transitório ou definitivo, podendo ocorrer de forma local, regional ou total.

A condição tende a afetar mais os homens, quando a queda dos cabelos está diretamente associada à presença dos hormônios sexuais masculinos, principalmente a testosterona. Como as mulheres produzem menos esse hormônio, a ocorrência da calvície nelas é mais rara e, normalmente, menos drástica.

(Redação da Revista Galileu- 28 de março de 2022 – adaptado) 

No trecho do texto anterior: “A condição tende a afetar mais os homens, quando a queda dos cabelos está diretamente associada à presença dos hormônios sexuais masculinos...” o uso da crase, segundo a sua regra de aplicação, ocorre por estar diante de: 
Alternativas
Q3025926 Português

        “Cada língua indígena é um reservatório único de conhecimento medicinal”. Assim escrevem os pesquisadores Rodrigo Cámara-Leret e Jordi Bascompte em um recente estudo que faz um alerta: o perigo do desaparecimento de antigos conhecimentos de plantas medicinais a partir da extinção das línguas indígenas.


        Em geral, quando se fala em plantas com propriedades medicinais, as discussões giram em torno da extinção da biodiversidade. Nessa pesquisa, contudo, os cientistas focaram no que costuma ser esquecido: o impacto da extinção das línguas para a perda desse conhecimento, tradicionalmente transmitido oralmente.


        Antes de tudo, a equipe do estudo precisava entender em que medida acontecia a perda de conhecimento linguisticamente único.


        No caso das plantas medicinais, era preciso entender em que grau o conhecimento delas estava atrelado a apenas uma língua indígena. Dessa forma, seria possível compreender quais saberes seriam perdidos no caso de extinção de determinado idioma.


        Para isso, os pesquisadores analisaram três conjuntos de dados etnobotânicos (a ciência que estuda a relação entre humanos e plantas). Eles contavam com cerca de 3,6 mil plantas medicinais, 236 línguas indígenas e 12,5 mil “serviços de plantas medicinais” — combinações entre espécies de plantas e a subcategoria medicinal para a qual elas eram indicadas, como “figueira-brava (Ficus insipida) + sistema digestivo”. Os dados são referentes a três regiões com grande diversidade linguística e biológica: América do Norte, noroeste da Amazônia e Nova Guiné.


        Depois de analisarem os dados, os cientistas apontaram que o conhecimento indígena sobre as plantas medicinais está, de fato, apoiado na singularidade linguística. No noroeste da Amazônia, 91% do conhecimento medicinal não é compartilhado entre línguas — e se concentra em apenas um idioma. Em Nova Guiné, essa taxa é de 84%; na América do Norte, 73%.


        Além disso, eles observaram a porcentagem desse conhecimento que se concentra, especificamente, em línguas ameaçadas de extinção. Na América do Norte, 86% do conhecimento medicinal único ocorre, justamente, em idiomas em risco. No noroeste da Amazônia, 100%.


        Para os cientistas, uma das hipóteses é a alta rotatividade cultural. Isso significa que, para uma mesma planta, os povos indígenas possuem diversos conhecimentos e aplicações exclusivos. Sem uma Wikipédia para reunir informações, cada cultura acumulou, ao longo do tempo, as próprias descobertas sobre cada espécie. 


        O estudo ajuda a mostrar que cada língua (e cultura) indígena tem percepções únicas que, inclusive, podem vir a oferecer seus conhecimentos medicinais também a outras sociedades.


Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.


A inclusão do sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, em “atrelado a apenas uma língua indígena” (quarto parágrafo), manteria a correção gramatical do texto, pois, nesse caso, o emprego do acento é facultativo. 

Alternativas
Q3009318 Português
Assinale a alternativa em que a frase apresenta um desvio de colocação do acento indicativo de crase. 
Alternativas
Q2683078 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


Recursos marinhos não renováveis: vão durar?


Estanho, titânio, cascalho, calcário, enxofre, carvão e petróleo são exemplos de minerais utilizados amplamente pela sociedade atual. Estão na base das mais avançadas tecnologias que facilitam nossas vidas, mas, cabe lembrar, são recursos não renováveis. Sua exploração segue desenfreada, inclusive no ambiente marinho.


O oceano tem diferentes ecossistemas, cada um deles com variados e abundantes recursos, e os minerais marcam forte presença. Nas águas mais rasas da zona costeira e da plataforma continental, os principais são o cascalho e a areia - esta é muito utilizada para produção de cimento ou vidro e aquele, útil na produção de cosméticos, fertilizantes e cimentos. Em regiões costeiras também há os ditos minerais pesados, como ilmenita, rutilo, zircão, monazita e magnetita, todos importantes para a produção de pigmentos e de ligas metálicas.


Há também os evaporitos, um tipo de rocha sedimentar formada em ambientes marinhos com pouca influência de sedimentos de origem continental. Entre os evaporitos, estão a halita, utilizada como sal de cozinha e fonte de cloro e derivados; a silvita, principal fonte de potássio para a produção de fertilizantes e fogos de artifício; a gipsita, matéria-prima para a fabricação de gesso; além da calcita, da anidrita e da dolomita, presentes na fabricação de cal para argamassa. Outro tipo de rocha sedimentar formada no ambiente marinho em grandes profundidades (maiores que mil metros) é a fosforita, bastante usada na produção de fertilizantes.


Formados ao longo de milhões de anos a partir da matéria orgânica de seres vivos, os depósitos de carvão mineral, gás natural e petróleo são importantes fontes de energia para a sociedade. O petróleo, além de ser a principal matriz energética na atualidade, também é usado na fabricação de tecidos, plásticos, detergentes, entre outros produtos.


Há, ainda, um composto energético marinho, talvez mais abundante do que todo o petróleo e o carvão: os hidratos de gás. São sólidos cristalinos semelhantes ao gelo, presentes em todas as margens oceânicas abaixo dos 500 metros de profundidade. Com uma estrutura que aprisiona gases, principalmente o metano, eles têm alto potencial energético a ser explorado.


Em diferentes profundidades do oceano, encontram-se também outros minerais: os nódulos polimetálicos, as crostas cobaltíferas e os sulfetos metálicos. Os nódulos, que contêm ferro e manganês, estão localizados sobre o sedimento marinho entre 4 mil e 5 mil metros de profundidade. Os sulfetos metálicos, ricos em ferro e cobre, são encontrados em zonas relacionadas ao vulcanismo e à expansão das placas tectônicas, a aproximadamente 3 mil metros de profundidade. As crostas cobaltíferas, ricas em cobalto, são formadas sobre estruturas rochosas em regiões entre 400 metros e 4 mil metros de profundidade.


O olhar sobre esses minerais é estratégico, uma vez que são ricos em elementos usados na construção de painéis solares, celulares, lâmpadas, ligas metálicas, vidro, lentes dos óculos, cabos de transmissão de dados, entre outros.


A obtenção desses e de outros recursos minerais do oceano apresenta desafios ambientais e tecnológicos complexos, mas que certamente não são insuperáveis. Acontece que, se nesse movimento pela exploração, a ganância pelo lucro prescindir do bem maior que é o meio ambiente, pode-se considerar o comprometimento das gerações atuais e futuras.


A diversidade biológica também é enorme nos fundos marinhos - grande parte ainda desconhecida -, e pode ser afetada de forma irreversível se os cuidados necessários não forem tomados. A obtenção desses recursos deve considerar os grandes custos envolvidos e ser feita para gerar e compartilhar prosperidade, sem inviabilizar a natureza.


Há quem se pergunte como contribuir para que a exploração não ocorra desnecessariamente e de modo predatório. Já é de grande valia uma atitude individual que considere o consumo de forma consciente e, melhor ainda, seria se, coletivamente, houvesse mais pressão para que as empresas desenvolvam produtos com maior eficiência e durabilidade, demandando menos recursos e reciclando materiais.


Retirado e adaptado de: TOLEDO, Felipe.; BIAZON, Tássia. Recursos marinhos não renováveis: vão durar? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/recursos-marinhos-nao-renovaveis-vao-durar/ Acesso em 2 ago., 2022.

Assinale a alternativa que apresenta correção no emprego do acento grave (crase):

Alternativas
Q2682292 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.


O mito da fênix e a combustão espontânea


A fênix é uma ave mitológica, dotada de diversos poderes e cercada por muitos mistérios e histórias. Bastante presente em nossa cultura atual, a fênix é conhecida por meio das histórias de ficção (livros, filmes, games e séries), mas não pense que esse pássaro é uma criação moderna.

Há cerca de 5 mil anos, a região que hoje é conhecida como Emirados Árabes Unidos abrigava a maior espécie de garça que já passou pela Terra: a garça de Heron (também chamada pelo nome científico de Ardea bennuides). Acredita-se que essa garça serviu de inspiração para o surgimento de Benu, um ser mitológico do Egito Antigo associado à alma do deus do Sol, Rá. Essa ave sagrada também era vista como símbolo do renascimento (o que a ligava ao deus Osíris), pois se acreditava que, a cada 500 anos, ela era capaz de se consumir em chamas e renascer das próprias cinzas.

Posteriormente, já na Grécia Antiga, surgiram histórias de um pássaro com propriedades muito semelhantes a Benu e que, na mitologia grega, recebeu o nome de fênix. Embora haja contestações sobre a real origem desse ser mitológico, foram muitas as civilizações que cultuaram animais análogos a essa ave - ou outros pássaros com habilidades mágicas -, como os chineses, os árabes e os persas.

Por meio das histórias orais e escritas, o mito da fênix foi se propagando ao longo dos séculos. E podemos dizer que, dentre todas as histórias de pássaros mágicos, essa foi o que mais criou raízes no imaginário popular ocidental.

O processo de queima - ou combustão - nada mais é do que uma reação química decorrente do encontro de três elementos: um combustível (qualquer material oxidável, ou seja, capaz de reagir com o oxigênio e pegar fogo); um comburente (geralmente, o oxigênio); e uma fonte de ignição (por exemplo, uma faísca, que fornece a energia necessária para a reação ocorrer). Se algum desses três elementos não está presente, a queima não ocorre.

A combustão é uma reação fundamental para a manutenção da vida humana no planeta e teve seu marco histórico de origem datado por pesquisas arqueológicas em cerca de 7 mil anos antes de Cristo, quando os povos antigos começaram a produzir fogo, possibilitando diversos avanços tecnológicos.

Você já acendeu uma fogueira ou viu alguém fazendo isso? Para esse processo, podemos usar um pedaço de madeira, que funcionará como combustível (ou seja, irá queimar). Para facilitar a queima, podemos jogar sobre a madeira um líquido inflamável (como o álcool). O oxigênio irá participar dessa reação química fazendo o papel de comburente. E você ainda precisa de uma fonte de energia, como a chama de um fósforo ou a faísca de um isqueiro. Se a madeira queimar por completo (ou seja, o combustível se esgotar), a combustão se interrompe. Se você cobrir essa fogueira, impedindo a entrada de mais oxigênio, a fogueira se apaga por falta de comburente.

A partir dessas informações, vamos pensar na combustão da fênix. O combustível dessa reação é a própria fênix (tanto que quando ela se torna somente cinzas, a chama acaba). O comburente dessa reação é o próprio oxigênio. Mas e a fonte de energia externa, a ignição? Como é possível um objeto pegar fogo sem receber nenhuma energia?

Apesar de parecer realmente mágica, a combustão espontânea é um fenômeno real. O fato de não haver uma fonte externa visível de energia não significa que ela não exista. A temperatura de um corpo está diretamente associada à energia que esse corpo tem. Isso significa que um corpo quente (em alta temperatura) é um corpo com mais energia do que um corpo mais frio. Portanto, embora não seja algo muito comum, alguns materiais podem pegar fogo espontaneamente, apenas com o seu próprio calor.

Existe uma propriedade denominada 'ponto de ignição', que é a temperatura mínima para a ocorrência de uma combustão espontânea, sem a presença de uma fonte externa de ignição (como uma faísca). O ponto de ignição do álcool, por exemplo, é 363 ºC. Isso significa que, se por alguma razão, o álcool for aquecido até essa temperatura, ele pegará fogo, mesmo sem uma faísca para acendê-lo.

Materiais como carvão, feno, algodão, filmes antigos, estrume de vaca e até grãos de pistache possuem pontos de ignição baixos o suficiente para sofrerem esse tipo de combustão. Um exemplo de combustão espontânea ocorre em alguns biomas, como o pantanal e o cerrado. Em períodos de seca, incêndios pontuais podem acontecer.

O que podemos concluir é que, se a fênix não for composta por feno ou outro material de baixo ponto de ignição, dificilmente ela seria capaz de entrar em combustão espontânea, mas podemos levantar uma hipótese final. Diferentemente dos répteis, anfíbios e peixes, as aves e os mamíferos são endotérmicos (também chamados de 'animais de sangue quente'), ou seja, são capazes de controlar a própria temperatura corporal e manter o corpo aquecido mesmo em ambientes mais frios. Talvez a fênix seja capaz de aquecer o próprio corpo a uma temperatura tão grande que a leve à combustão. Por se tratar de um pássaro mitológico, porém, não podemos encontrar um desses no mundo real e estudá-lo. Portanto, só nos resta fazer especulações e nos maravilharmos com suas belas aparições nos cinemas.


Retirado e adaptado de: WAGNER, Frans.; OPPE, Ingrid Gerdi.; MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. O mito da fênix e a combustão espontânea. Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/o-mito-da-fenix-e-a-combustao-espontanea/ Acesso em: 07. ago., 2022.

Assinale a alternativa na qual houve o correto emprego do acento grave (crase):

Alternativas
Q2678341 Português

O texto a seguir é referência para as questões 01 a 10.

-

Guerra diminuiu apetite por risco de investidores de startup

-

Emanuel Pessoa

-

1 -------Desde a crise financeira de 2008, os países desenvolvidos, principalmente os Estados Unidos, injetam grandes volumes de

2 dinheiro na economia. Isso aumentou fortemente a quantidade de capital disponível nos mercados, com mais dinheiro em circulação

3 nos últimos 14 anos.

4 -------Um dos efeitos colaterais foi o inchaço do valor de mercado das empresas de tecnologia e o aumento descomunal no número

5 de startups investidas. Com dinheiro ______ preço extremamente baixo se comparado ao período pré-2008, os investidores tinham

6 dinheiro em excesso e aportaram em empresas de mérito duvidoso. Só no Brasil, as startups receberam US$ 9,4 bilhões em 2021,

7 segundo levantamento da plataforma Distrito.

8 _________, essa tendência apresenta desgaste. O ponto de inflexão pode ser a guerra da Ucrânia. Nos últimos meses,

9 muitos investidores já demonstraram a necessidade de verem resultados concretos de suas investidas. No entanto, a maior parte

10 deles ainda os ignorava diante de um discurso megalomaníaco por parte dos fundadores do próximo Uber disso ou do novo

11 Facebook daquilo.

12 -------O conflito provocou um aumento fortíssimo no preço das commodities, já que as sanções contra a Rússia e o receio de uma

13 escalada na disputa armada levaram os investidores ______ anteciparem uma subida futura de preços, comprarem mais para

14 estocar e aportarem capital em várias delas (sendo o ouro um exemplo) para proteger seu dinheiro.

15 -------Assim, o apetite por risco diminuiu de modo que as startups agora precisam comprovar uma relação de probabilidade entre

16 risco e retorno, muito superior ao período precedente ______ guerra, para receberem os mesmos investimentos.

17 -------Embora o capital barato tenha incentivado o crescimento de startups, esse tipo de montante também mascarava ineficiências

18 que levaram ______ destruição imensa de valor, como aconteceu no caso do WeWork.

19 -------Por mais que seja desejável a realização de investimentos em empresas de inovação, ela deve se guiar por regras que

20 prestigiem startups que fazem seu dever de casa, cortando ineficiências e crescendo de forma escalável, sob pena de que o capital

21 abundante oferecido pelo mundo seja desperdiçado em investimentos indevidos.

(Jornal O Estado de S. Paulo, ano 143, n. 47033, p. B2, 26 jul. 2022. Adaptado.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas (linhas 5, 13, 16 e 18), na ordem em que aparecem no texto.

Alternativas
Q2677257 Português

Professora ensina português de graça a venezuelanos


Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.


Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)

'Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas.'


A regra que justifica o uso da crase encontra-se na afirmativa:

Alternativas
Q2675313 Português

Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo.


Como é o desenvolvimento da autonomia e da criatividade no colégio?


  1. O desenvolvimento da autonomia e da criatividade da criança é um dos principais
  2. objetivos de uma instituição de ensino. Fazer com que haja um protagonismo no aluno em sala
  3. de aula é essencial no processo de aprendizagem. Com isso, torna-se fundamental desenvolver
  4. práticas de ensino com Metodologias Ativas. Tais metodologias atuam diretamente no
  5. desenvolvimento da autonomia e da criatividade na infância, o que, por sua vez, permite a
  6. construção de uma personalidade mais saudável, além de competências e habilidades
  7. essenciais para a criança.
  8. Afastando-se de uma metodologia de ensino ultrapassada, as instituições de ensino
  9. devem adotar uma aprendizagem que busque não apenas alfabetizar a criança como também
  10. colaborar para o seu desenvolvimento. E isso envolve um estímulo ___ construção da
  11. autonomia e da criatividade no colégio. Essa Educação Criativa envolve uma metodologia de
  12. ensino-aprendizagem que possibilita ___ instituições de ensino uma aproximação com o mundo
  13. real. Isto é, fora da escola, especialmente no mercado de trabalho, diversas habilidades e
  14. capacidades são valorizadas. E duas delas são justamente a autonomia e a criatividade.
  15. Existe a necessidade de se trazer ao ambiente escolar uma abordagem diferente,
  16. especialmente com o protagonismo do aluno, e uma dessas abordagens diz respeito às
  17. Metodologias Ativas. Mas o que são as Metodologias Ativas? Em resumo, o modelo busca trazer
  18. para o aluno um papel de protagonismo no seu próprio aprendizado. Isto é, por meio dele, é o
  19. estudante o maior responsável pelo seu desenvolvimento em sala de aula. Nesse sentido, o
  20. objetivo é incentivar que a absor...ão do conteúdo em sala se dê com mais autonomia e
  21. participação.
  22. Com a autonomia do aluno em seu próprio aprendizado, há também um maior estímulo
  23. ao seu desenvolvimento. Como destacamos acima, a construção da autonomia e da criatividade
  24. infantil permite a construção de uma personalidade mais saudável. Essa prática garante um
  25. maior desenvolvimento de habilidades socioemocionais, fundamentais para o aprendizado
  26. infantil. A conquista da autonomia como protagonismo do aluno no processo de aprendizado
  27. traz um estímulo para uma convivência saudável. Isto é, por meio do ensino-aprendizagem da
  28. autonomia, a criança pode entender melhor seu papel como parte de um todo que é a
  29. sociedade.
  30. Mas como a autonomia e a criatividade podem ser aplicadas em sala de aula? O que
  31. a proposta pedagógica pode trazer para fazer com que o aluno seja protagonista do seu
  32. aprendizado? É preciso entender que cada estudante tem seu tempo e ritmo de aprendizado.
  33. O ideal é fazer com que a metodologia de ensino estimule o seu desenvolvimento com base
  34. nesse ritmo, pre...ando por uma autonomia maior. Para potencializar esse modelo de ensino,
  35. é essencial a adoção de algumas práticas. Uma dessas práticas é a criação de um ambiente
  36. favorável para um aprendizado com base na autonomia e na criatividade do aluno. Com um
  37. espaço adequado, é possível criar um ambiente em que a exploração e a construção do
  38. conhecimento aconteçam de forma mais fácil.
  39. Especialmente na fase da Educação Infantil, o aprendizado acontece com uma interação
  40. do aluno com o ambiente, e valorizar esse ambiente é uma das melhores formas de aplicar as
  41. Metodologias Ativas, proporcionando liberdade para a autonomia das crianças. Outra forma de
  42. auxílio no desenvolvimento do estudante com autonomia e criatividade é oferecer uma maior
  43. liberdade de aprendizado. A escola, como um todo, é um espaço de aprendizagem constante,
  44. mas para que isso se concreti...e, esse espaço deve criar um clima de incentivo para a busca
  45. pelo conhecimento. A segurança oferecida para que o aluno tenha liberdade de aprender é uma
  46. das melhores formas de estimular a sua autonomia. O ambiente escolar tem a capacidade de
  47. ser um espaço que traz ___ tona impulsos como a curiosidade, a criatividade e a vontade de
  48. aprender.


(Disponível em: https://sigmadf.com.br/como-e-o-desenvolvimento-da-autonomia-e-da-criatividade-nocolegio – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 10, 12 e 47.

Alternativas
Q2675263 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


O que a pandemia ensinou aos nossos profissionais da saúde?


1.............Apesar de ainda estarmos vivenciando um estado pandêmico, depois de tantos meses

2... de enfrentamento, já podemos perceber que a COVID-19 também trouxe muitos ensinamentos

3... especiais a todos nós, em especial, aos médicos, enfermeiros e outros profissionais da área.

4.............Talvez a primeira e principal lição que um profissional da saúde pode e deve tirar dessa

5... situação, é que a saúde mental importa tanto quanto a física. Por mais que as profissões ligadas

6... à saúde, desde médicos a auxiliares de enfermagem, sejam caracterizadas pela resiliência,

7... sabemos que todos estamos propen...os a desmoronar em um cenário difícil como o que

8... vivemos em 2020.

9..............Outra lição que se pode tirar desse período é que, além dos cuidados usuais prestados

10... aos pacientes, também se deve demonstrar empatia e solidariedade ao próximo. Uma palavra

11... que pode resumir essa lição é a humanização. Cada vez mais, faz-se necessário que os

12... cuidados prestados, não só na área da saúde, sejam humanizados.

13.............A pandemia também veio a reforçar o que muito de nós já sabíamos: a importância do

14... uso das tecnologias a favor da medicina e dos cuidados com os enfermos. Os avanços

15... tecnológicos e as novas práticas foram percebidos em quase todas as áreas de atuação,

16... impactando na rotina de todo mundo.

17 2020 foi o ano do home office, no qual, sem outra opção, os profissionais precisaram

18... se adaptar à uma nova forma de trabalho que, por muitos, era encarada com uma série de

19... pontos negativos.

20.............Até mesmo na área da saúde, os impactos tecnológicos têm sido sentidos. Com o

21... aumento da demanda nos hospitais, UTIs e clínicas, todas com leitos lotados de pacientes com

22... COVID-19, a nova realidade da telemedicina foi ganhando cada vez mais força para a realização

23... de consultas mais simples, entre outros atendimentos.

24.............E não é só na telemedicina, mas, com o apoio de grandes empresas de comunicação,

25... os smartphones se tornaram aliados até mesmo no combate ao novo coronavírus por meio da

26... divulgação de informações referentes ___ formas de preven...ão e sobre os locais de maior

27... contágio.

28.............Esses avanços demonstram que a tecnologia pode e deve ser usada para o bem, para

29... a preservação da vida. Mesmo que, muitas vezes, o uso e...essivo de celulares e computadores

30... possa ser um mal, em outros casos, com a moderação necessária, eles podem ser cruciais para

31... salvar vidas.

32.............A pandemia ensinou aos profissionais da saúde e a todas as pessoas uma preciosa lição

33... sobre a efemeridade da vida. Mesmo os profissionais da saúde, que têm por profissão o cuidado

34... ___ vida e que lutam até o fim para salvar pessoas, devem se render ___ realidade de que a

35... vida é apenas um sopro. Isso não quer dizer que não devamos ser cuidadosos. Pelo contrário,

36... essa consciência deve ser um incentivo ao zelo e ao cuidado ainda maior de cada vida, de cada

37... pessoa.



(Disponível em: https://blog.camilianos.org.br/o-que-a-pandemia-ensinou-aos-profissionais-da-saude – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 26 e 34 (duas ocorrências).

Alternativas
Q2675053 Português

Quanto ao uso correto da crase, leia as orações e marque a alternativa correta.


I. Neste ano, iremos juntas à praia.

II. Decidimos contar à ela tudo que sabemos.

III. Comecei à fazer os trabalhos escolares.

IV. Não demos a devida importância àquele sinal.

Alternativas
Q2674453 Português

A história em quadrinhos (HQ) utiliza textos verbais e não-verbais na comunicação para persuadir e convencer o público-alvo. Essas escolhas servem para despertar emoções, sensibilizar e chamar a atenção do receptor.


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em:<https://www.umsabadoqualquer.com/caes-e-gatos-cotade-atencao/>. Adaptado.


Considere o texto da HQ e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.


( ) No quarto quadrinho identifica-se uma palavra do universo urbano que caracteriza o uso mais informal da língua.

( ) No último quadrinho, o sinal indicativo de crase foi corretamente empregado antes do pronome de tratamento.

( ) No segundo quadrinho uma das palavras é considerada polissêmica, pois pode apresentar outros sentidos se for empregada em outros contextos.

( ) A linguagem não verbal é desnecessária para o entendimento do texto da HQ e inferior à linguagem verbal, esta sim mais importante nesse gênero textual.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Alternativas
Q2672161 Português

Assinale a alternativa em que o sinal de crase está corretamente utilizado.

Alternativas
Q2671320 Português

Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.

-

O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica

-

  1. Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
  2. Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
  3. Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
  4. Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
  5. de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
  6. desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
  7. suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
  8. Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
  9. matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
  10. mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
  11. de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
  12. a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
  13. manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
  14. No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
  15. e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
  16. atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
  17. do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
  18. diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
  19. estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
  20. iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
  21. no sistema de saúde.
  22. Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
  23. ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
  24. operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
  25. treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
  26. e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
  27. fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
  28. internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
  29. de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
  30. Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
  31. modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
  32. disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
  33. extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
  34. em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
  35. simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
  36. permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
  37. oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
  38. a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
  39. paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
  40. cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
  41. considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
  42. fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
  43. oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
  44. como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
  45. pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
  46. simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
  47. novo paradigma na educação cirúrgica.

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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –

texto especialmente adaptado para esta prova).

Na frase sintetizada do texto “A qualidade do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a combinação de atos diagnósticos e terapêuticos”, para que o elemento sublinhado receba o acento indicativo de crase, o verbo “assegurar” deve ser substituído por:

Alternativas
Q2671306 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo


  1. O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
  2. alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
  3. religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
  4. científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
  5. evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
  6. "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
  7. novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
  8. que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
  9. mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
  10. Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
  11. pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
  12. formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
  13. com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
  14. diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
  15. é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
  16. discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
  17. pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
  18. superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
  19. exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
  20. representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
  21. quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
  22. PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
  23. De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
  24. Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
  25. deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
  26. expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
  27. Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
  28. desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
  29. recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
  30. conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
  31. que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
  32. começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
  33. com Deficiência, assinada em 2007.
  34. O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
  35. contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
  36. que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
  37. leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
  38. de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
  39. deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
  40. contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
  41. esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
  42. que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
  43. as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
  44. "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
  45. e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
  46. contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
  47. elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.

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(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-

aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.

– texto adaptado especialmente para esta prova).

As lacunas tracejadas nas linhas 19 e 29 são, correta e respectivamente, preenchidas com:

Alternativas
Q2671203 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


O ERP e a gestão empresarial


  1. Os primeiros passos para se chegar a ferramentas tão tecnológicas como temos hoje no
  2. âmbito da administração de empresas foram dados em 1950. Naquela década, foi utilizado o
  3. primeiro mainstream, que tinha como objetivo a automatização de controle de estoques. Esse
  4. foi um passo inicial para a evolução desse mecanismo que, até então, tornava-se muito caro
  5. para as empresas e ainda era bastante lento. Nos anos 1970, a evolução do sistema de gestão
  6. trouxe para o mercado o Material Requirement Planning (MRP). Esse cenário se ............... até a
  7. década de 80, em que as redes de computadores vieram para resolver dois problemas:
  8. possibilitar o uso de servidores (redução de custo em relação aos mainframes) e estreitar a
  9. comunicação entre os famosos departamentos das empresas, seja via software ou visibilidade
  10. de informação. Na década de 90, com o salto nas redes de computadores e a queda nos
  11. investimentos em hardware, os softwares de gestão já se tornavam um diferencial nas grandes
  12. corporações, uma ferramenta de controle e gestão indispensável. O Gartner Group é responsável
  13. pelo termo ERP que conhecemos hoje. Eles entenderam que a evolução e transformação do MRP
  14. conversando com sistemas de outras áreas (RH, Financeiro, Vendas, Logística, etc.) permitia
  15. controlar transversalmente uma empresa inteira de forma assertiva. Gradativamente, esse
  16. conceito foi sendo aperfeiçoado ao longo do tempo para chegar até os ERPs que temos hoje,
  17. com um nível gerencial apurado e .................... por segmento.
  18. Dentro de uma organização, o ERP (Planejamento dos Recursos da Empresa, na tradução
  19. para o português) é um sistema de gestão empresarial que auxilia nos processos internos,
  20. automatizando operações manuais e transformando-as em processos de software, garantindo
  21. ___ guarda das informações em seu banco de dados. O ERP funciona como um software de
  22. gestão para unificar informações e facilitar o fluxo de trabalho entre ___ áreas. Levando-se em
  23. consideração que cada departamento necessita de uma ferramenta própria para poder gerar
  24. seus relatórios e executar tarefas rotineiras, o ERP passa a ter um papel fundamental,
  25. funcionando como um centralizador do fluxo de trabalho, alinhando a comunicação de todas as
  26. áreas e facilitando a tomada de decisão. Desta forma, ao invés de cada área possuir um software
  27. isolado, o ERP concentra todas as informações de forma integrada e inteligente, dando ___
  28. empresa autonomia na execução de tarefas rotineiras e tornando a comunicação interligada.
  29. Imagine que, por exemplo, o departamento que trata das finanças possa saber em tempo real
  30. o status de seus ganhos e destinar o dinheiro de maneira assertiva, tendo controle total do fluxo
  31. de caixa. É possível, com o ERP, ter essa visão de forma rápida e facilitada.
  32. Existem vários sistemas utilizados na gestão de empresas e, muitas vezes, as que ainda
  33. não adotaram um ERP acabam precisando de vários softwares para garantir a visibilidade de
  34. todas as frentes de negócio. Ou seja, os responsáveis pela gestão precisam navegar entre
  35. diferentes programas, coletando informações de vários painéis para só então analisar os dados
  36. e tomar decisões. As pessoas sabem que, neste cenário, as informações se perdem e os dados
  37. copiados podem ser utilizados de forma errada. Resumindo: muitas vezes há dor de cabeça e
  38. tempo gasto para localizar um problema de fácil resolução. O ERP tem como principal objetivo
  39. organizar todo o volume de informação gerado pela empresa. Dotado de uma estrutura robusta,
  40. o sistema de gestão é capaz de auxiliar todos os departamentos com funcionalidades que
  41. auxiliam em diferentes frentes de rotinas diárias, como, por exemplo, controle financeiro,
  42. administração de suprimentos e gestão de colaboradores.
  43. Os sistemas de ERP são oferecidos pelo mercado em diversas modalidades.
  44. Diferentemente de outros programas e sistemas de computador, o sistema de gestão não está
  45. à venda em gôndolas de lojas e, em sua maioria, não é um sistema pronto para instalação e uso.
  46. Por ser um software robusto, ele requer processos para que tudo comece a rodar em perfeitas
  47. condições. Além disso, por abranger tantos departamentos da empresa, o ERP pode ser
  48. comprado em módulos, ficando sob medida em relação às necessidades da companhia.


Disponível em: https://www.senior.com.br/sistema-erp-o-que-e-e-como-funciona

– texto adaptado especialmente para esta prova.

As lacunas tracejadas do segundo parágrafo são, correta e respectivamente, preenchidas com:

Alternativas
Q2671086 Português

Instrução: As questões de números 51 a 60 referem-se ao texto abaixo.


Ser moderno


  1. Em 1922, um grupo de artistas ligados ...... elite de uma São Paulo recém alçada de vila a
  2. metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua
  3. época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos ...... entender o quão
  4. disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e
  5. inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas
  6. origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior
  7. patrimônio.
  8. No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar
  9. heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de
  10. desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava.
  11. Este ponto de vista é similar ...... ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre
  12. existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila
  13. inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.
  14. Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22,
  15. o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na
  16. literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter
  17. originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos
  18. da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que
  19. desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes
  20. que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.
  21. O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades
  22. brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube
  23. ...... outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar
  24. o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer
  25. ter uma voz na dimensão contemporânea.

..

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 01, 03, 11 e 23.

Alternativas
Q2671044 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Aviãozinho


Por Luís Fernando Verissimo


  1. A estratégia do falso aviãozinho que todas as mães do mundo ― literalmente: todas ―
  2. usam para convencer o bebê a comer sua papinha e é tão antiga quanto o próprio avião, não
  3. tem nenhuma lógica. Para começar, é pouco provável que um bebê na idade de comer papinha
  4. sequer saiba o que é um avião. A mãe fazer o ruído do motor enquanto aproxima o
  5. pseudoaviãozinho da sua boca não ajuda em nada, o bebê também não sabe como é barulho de
  6. avião. Para ele, aquilo é apenas outro barulho de mãe.
  7. Em segundo lugar, não há qualquer razão para um bebê aceitar papinha de um avião que
  8. não aceitaria de uma colher. No seu universo, avião e colher é a mesma coisa. Navio e colher é
  9. a mesma coisa. Se o bebê, por um fenômeno de precocidade, se desse conta do surrealismo da
  10. cena ― "Abre a boquinha que lá vai o aviãozinho"?! ― isso seria mais causa para espanto do
  11. que para abrir a boca. Quem quer comer papinha com um avião se aproximando da sua boca,
  12. fazendo barulho?
  13. Pensando bem, nossa infância era cheia de surrealismo inconsciente, de ameaças e
  14. sentenças que só não nos paralisavam de medo ou perplexidade porque não pensávamos muito
  15. a respeito. Não me lembro de ficar muito impressionado com a informação de que eu só não
  16. perdia a cabeça porque ela estava presa no corpo, por exemplo. Hoje, sim, penso naquela terrível
  17. possível consequência da minha distração ― ir embora e deixar a cabeça em algum lugar! Ou,
  18. já que o cérebro estava na cabeça, pelo menos a maior parte, me dar conta de que meu corpo
  19. tinha me esquecido. Sem poder gritar, sem poder sequer assoviar, já que os pulmões tinham ido
  20. junto. Uma cabeça abandonada no mundo, incapaz de sequer se alimentar.
  21. A não ser, claro, que um aviãozinho surgisse, misteriosamente, do passado, carregado
  22. de papinha, para me salvar. Pulseira dourada Mais lembranças inúteis. Tinha eu meus 7 anos...
  23. Se você quiser parar por aqui, tudo bem. Não, não, nenhum constrangimento. Vá ler o resto do
  24. jornal, aqui você só estaria perdendo tempo. O que é isso? Eu entendo. Numa boa. Eu mesmo
  25. só fico porque preciso botar o ponto final. Mas tinha eu meus 7 anos e morávamos em Los
  26. Angeles. Meu pai lecionava na UCLA, eu e minha irmã frequentávamos uma escola perto de casa.
  27. E me apaixonei por uma menina da escola. Uma daquelas paixões dos 7 anos, terrível e, no meu
  28. caso, secreta e silenciosa. Os donos da casa que alugávamos tinham deixado uma bijuteria mal
  29. escondida atrás de uns livros, numa prateleira da sala. Uma pulseira dourada dentro de uma
  30. caixa. Um dia, tomei a decisão. Meu amor justificava tudo, até o crime. Peguei a pulseira e a
  31. levei, escondida, para a escola. Na saída, entreguei a caixa para ___ menina ― e saí correndo.
  32. Em casa nunca deram falta da pulseira. A menina nunca disse nada sobre o presente. Eu,
  33. obviamente, nunca mencionei o fato para ninguém, muito menos para a menina ― com quem,
  34. aliás, nunca troquei nem um tímido "hello". A história termina aqui. Eu avisei que você ia perder
  35. tempo. Mas ___ vezes penso naquela pulseira e imagino coisas. Chegar, um dia, nos Estados
  36. Unidos e alguém da imigração americana consultar um computador e dizer "Há a questão de
  37. certa pulseira dourada na Califórnia, Mr. Verissimo...". Estar assistindo ___ entrevista de alguma
  38. atriz famosa na TV e ela contar que um dia, quando tinha 7 anos, um garoto estranho lhe
  39. entregara uma pulseira e saíra correndo, e mostrar a pulseira dourada, que lhe dera sorte, que
  40. era responsável pelo seu sucesso, e que ela nunca pudera agradecer... Pelo menos minha vida
  41. de crimes acabou ali. Post scriptum tipo nada a ver com nada. Muitos anos depois visitei o bairro
  42. em que morávamos em Los Angeles e fui procurar a escola, palco do meu gesto tresloucado.
  43. Tinha sido destruída por um terremoto.


(Disponível em: Cultura Genial – https://www.culturagenial.com/cronicas-engracadas-de-luis-fernando-verissimo-comentadas/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 31, 35 e 37.

Alternativas
Respostas
2741: D
2742: A
2743: A
2744: A
2745: E
2746: B
2747: B
2748: D
2749: C
2750: A
2751: C
2752: A
2753: C
2754: C
2755: E
2756: A
2757: E
2758: D
2759: E
2760: C