Questões de Concurso Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q2508803 Português
Desafios educacionais para 2024 moldarão
o futuro da aprendizagem



Com a chegada de 2024, surge a necessidade de analisar as perspectivas educacionais e debater os desafios que moldarão o cenário educacional brasileiro ao longo deste ano.


Em 2023, foi possível constatar desafios significativos na educação brasileira, especialmente em relação à reorganização do Ensino Médio e à necessidade de uma gestão mais eficaz da aprendizagem e das emoções dos estudantes.


Além disso, apesar das diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para um currículo mais aberto e relevante, muitas escolas ainda seguem atreladas aos concursos e vestibulares, o que pode dificultar o desenvolvimento de habilidades socioemocionais cruciais para a formação integral dos estudantes.


Dessa forma, algumas falhas educacionais ainda persistem, mostrando a preponderância do sistema educacional por aspectos quantitativos em detrimento dos qualitativos, em que a busca pela média muitas vezes leva à negligência do que não foi aprendido, criando obstáculos para uma aprendizagem contínua.


Por este motivo, para superar os desafios educacionais, é preciso inovar e repensar a dinâmica escolar, alinhando as expectativas entre família e escola, além de adotar abordagens mais individualizadas, como o trabalho em pequenos grupos e a incorporação de metodologias ativas, capazes de oferecer autonomia e formar estudantes mais engajados em sua própria aprendizagem.


RANGEL, Rita. Desafios educacionais para 2024 moldarão o
futuro da aprendizagem. Hoje em Dia. Disponível em: https://
www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/desafios-educacionaispara-2024-moldar-o-o-futuro-da-aprendizagem-1.1000174. Acesso
em: 16 fev. 2024. [Fragmento]
Releia o trecho a seguir.

“Em 2023, foi possível constatar desafios significativos na educação brasileira.”

Sobre o aspecto da concordância verbal no trecho destacado, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507734 Português
Texto para o item.





Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
Na linha 26, a palavra “primeiro” tem natureza adjetiva, tanto que concorda com o pronome “ele”. 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507733 Português
Texto para o item.





Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
Na fala do advogado que aparece transcrita no texto, há algumas ocorrências de silepse, como em “O profissional que está realizando esse procedimento que é um procedimento considerado como de risco, ele não tem conhecimento técnico” (linhas de 21 a 23).
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Quadrix Órgão: CRO-AM Prova: Quadrix - 2024 - CRO-AM - Advogado |
Q2507732 Português
Texto para o item.





Internet: <www.g1.globo.com> (com adaptações).
Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
Em “com uso de fármacos de uso controlados” (linhas 15 e 16), ocorre um desvio de concordância.
Alternativas
Q2507320 Português
Considere as seguintes afirmativas sobre concordância verbal:

I. Os alunos chegou cedo para a aula.
II. A maioria dos alunos preferem estudar de manhã.
III. O time de futebol venceu todas as partidas do campeonato.
IV. A equipe de produção está preparado para começar a filmagem.
V. As notícias sobre o acidente foram transmitidas pela televisão.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de afirmativas verdadeiras (V) e falsas (F). 
Alternativas
Q2507258 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta:
Alternativas
Q2506814 Português

         

Márcio S. Vieira. Muito além de uma paixão. Escrita Viva, ano 8, ed. 103, Editora Escala, 2023 (com adaptações)

Acerca das relações de concordância estabelecidas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2506590 Português
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta:
Alternativas
Q2506465 Português
Identifique a alternativa que apresenta corretamente a concordância nominal:

I. Os livro estão na prateleira. II. As meninas estão felizes com seus presente. III. O carro novo é bonito.

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2506289 Português
Identifique a alternativa em que o verbo está corretamente flexionado em concordância com o sujeito.
Alternativas
Q2506235 Português
VISTA CANSADA



Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.



Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.



Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.



Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.



Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.



RESENDE, Otto Lara. Vista cansada. Disponível em:
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7040/vista-cansada>.
Acesso em: 26 de abril 2024. 
Conforme a NORMA CULTA da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância nominal está correta:
Alternativas
Q2505707 Português
Analise as seguintes assertivas, conforme nos ensina Cegalla, a respeito de flexões de palavras, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Pluralizam-se apenas um dos elementos de substantivos compostos unidos por hífen quando ocorre substantivo + substantivo, substantivo + adjetivo, numeral + substantivo, adjetivo + substantivo, sem exceções. ( ) As palavras substantivadas, isto é, palavras de outras classes gramaticais usadas como substantivos, apresentam, no plural, as flexões próprias destes últimos, exceto os numerais substantivados terminados em -s ou -z, que não variam no plural. ( ) As siglas são pluralizadas, devendo ser usadas, sempre, em sua forma original. ( ) Há substantivos que só se usam no singular, como “o sul”, “a fé”, etc.; outros só no plural, como “os idos”, “as núpcias”; outros, no plural, têm sentido diferente do que têm no singular, como “o bem”, “os bens”.
A ordem correta de preeenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2504130 Português
Leia as frases a seguir, analisando as concordâncias verbal e nominal.

I. Conversaram longamente o ministro e os empresários a respeito da inflação já crescente.
II. A deputada menos rápida foi quem chegou primeiro ao local das provas do concurso.
III. O secretário da escola enviou anexas aos professores as planilhas das notas do bimestre.
IV. É necessária aplicação de multas aos congressistas que faltaram às reuniões.
V. Nessa cidade, fazem três meses que todos os dias não chove à tardinha.

Apresentam corretamente as concordâncias as frases
Alternativas
Q2503264 Português
Ao abordar as regras de concordância nominal, uma professora explica à sua turma que, conforme prescreve a norma-padrão, em um mesmo sintagma nominal, a concordância deve se estabelecer entre o substantivo e os elementos que o modificam. Assim, ilustrando a regra com o sintagma “os pequenos pássaros azuis”, ela frisa que a pluralização de todos os itens que se referem ao substantivo “pássaro” torna esse sintagma adequado à norma de prestígio. A professora, contudo, também destaca que, nas variedades vernaculares do português – ou mesmo em interações menos monitoradas de usuários da norma culta –, a marcação de plural no sintagma nominal acontece de maneira distinta, já que não é necessário pluralizar todos os itens que o constituem, apresentando os seguintes exemplos: “os pequeno pássaro azul”, “esses bolinho gostoso” e “saudades eterna”. Chama, então, a atenção da turma para o fato de a regra da norma-padrão se mostrar redundante, pois tanto os usos vernaculares quanto os linguisticamente menos monitorados atestam que, para garantir a expressão do plural, basta pluralizar apenas um dos elementos do sintagma.


Considerando-se as diferentes concepções que podem pautar o trabalho pedagógico com a gramática da língua portuguesa, seja na perspectiva normativa, seja sob a ótica (sócio)linguística, é correto afirmar que a abordagem adotada pela professora
Alternativas
Q2502445 Português

Leia o texto e responda à questão seguinte.


(...) Que seria esta vida, se é que de vida merece o nome, sem os prazeres da volúpia? Oh! Oh! Vós me aplaudis? Já vejo que não há aqui nenhum insensato que não possua esse sentimento. Sois todos muito sábios, uma vez que a meu ver, loucura é o mesmo que sabedoria. Podeis, pois, estar certos de que também os estóicos não desprezam a volúpia, embora espertamente se finjam alheios a ela e a ultrajem com mil injúrias diante do povo, a fim de que, amedrontando esses hipócritas declamem de boa fé, dizei-me, por Júpiter, sim, dizei-me se há, acaso, um só dia na vida que não seja triste, desagradável, fastidioso, enfadonho, aborrecido, quando não é animado pela volúpia, isto é, pelo condimento da loucura. Tomo Sófocles por testemunho irrefragável, Sófocles nunca bastante louvado. Oh! Nunca se me fez tanta justiça! Diz ele, para minha honra e minha glória: “Como é bom viver! Mas, sem sabedoria, porque esta é o veneno da vida”. Procuremos explicar essa proposição.

Todos sabem que a infância é a idade mais alegre e agradável. Mas que é que torna os meninos tão amados? Que é que nos leva a beijá-los, abraçá-los e amá-los com tanta afeição? Ao ver esses pequenos inocentes, até um inimigo se enternece e os socorre. Qual é a causa disso? É a natureza que, procedendo com sabedoria, deu às crianças um certo ar de loucura, pelo qual elas obtêm a redução dos castigos dos seus educadores e se tornam merecedoras do afeto de quem as tem ao seu cuidado. Ama-se a primeira juventude que se sucede à infância, sente-se prazer em ser-lhe útil, iniciá-la, socorrê-la. Mas de quem recebe a meninice os seus atrativos? De quem, se não de mim, que lhe concedo a graça de ser amalucada e, por conseguinte, de gozar e de brincar? Quero que me chamem de mentirosa, se não for verdade que os jovens mudam inteiramente de caráter logo que principiam a ficar homens e, orientados pelas lições e pela experiência do mundo, entram na infeliz carreira da sabedoria. Vemos, então, desvanecer-se aos poucos a sua beleza, diminuir a sua vivacidade, desaparecerem aquela simplicidade e aquela candura tão apreciadas. E acaba por extinguir-se neles o natural vigor. (...)


(Fragmentos do livro Elogio da Loucura de Erasmo de Rotterdam, Ed. Martin Claret)

Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal.
Alternativas
Q2502258 Português

Oito bilhões de solitários 


    Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.

    A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.

    Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.

    O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.

    Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.

    Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).

    “As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.) 

“Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico?” (3º§).A concordância do verbo “fazer” está corretamente empregada. Assinale a alternativa cuja concordância está INCORRETA.
Alternativas
Q2502257 Português

Oito bilhões de solitários 


    Recentemente, o mundo ultrapassou os 8 bilhões de habitantes. Inchamos o globo, mas nunca nos sentimos tão sozinhos. Somos oito bilhões de solitários. É uma multidão tão só, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) determinou que ela, a solidão, é problema de saúde pública. Como Dengue, Aids, Covid e Malária.

    A estimativa da OMS é que um em cada quatro idosos experimente o isolamento social. Não se trata, porém, de uma questão etária. Entre 5% e 15% dos adolescentes sentem-se solitários. O efeito disso na mortalidade, diz o organismo das Nações Unidas, é comparável ao de tabagismo, obesidade e sedentarismo. Até 2030, a OMS abordará o isolamento social como um dos temas associados às quatro áreas de atuação que considera prioritárias para a década.

    Como chegamos a esse quadro? Que tipo de sociedade somos nós, que precisamos tratar a solidão no âmbito das políticas públicas, tal como se faz com habitação e saneamento básico? Os países da Grã-Bretanha foram os primeiros do mundo a adotar medidas governamentais para enfrentar a solidão, em 2018. O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias que, segundo uma pesquisa interna, são as mais afetadas pela falta de conexões sociais. A desigualdade econômica é outro fator de risco crucial para o isolamento, diz a fundação.

    O documento, que pretende embasar novas diretrizes, traz recomendações que vão da abordagem da solidão nos postos de trabalho à criação de espaços verdes, propícios ao convívio social. Da cultura à educação, passando por saúde, economia e seguridade, o guia enfatiza a complexidade do enfrentamento àquela que o compositor Paulinho da Viola tão acertadamente classificou como “lava que cobre tudo”.

    Na arte, aliás, sobra inspiração sobre o tema. Livros a respeito de pessoas solitárias têm se tornado fenômenos editoriais. Alguns dos mais recentes, como o sul-coreano “A inconveniente loja de conveniência”, de Kim Ho-yeon; o francês “O que resta de nós”, de Virginie Grimaldi; e o britânico “Os cem anos de Leni e Margot”, de Marianne Cronin, tornaram-se sucesso comercial no mundo todo. Em comum, há um roteiro simples: pessoas sós que se esbarram por acaso e encontram outro sentido na vida ao unirem suas solitudes.

    Provavelmente, músicas, livros e filmes sobre solidão não devem influenciar políticas públicas. Mas podem inspirar atitudes individuais no mundo de 8 bilhões de pessoas e 8,4 bilhões de celulares com acesso à internet (dado do Relatório de Mobilidade da Ericsson, 2022).

    “As estirpes condenadas a 100 anos de solidão não tinham uma segunda oportunidade sobre a terra” narra, sublimemente, o escritor colombiano Gabriel García Márquez. Fazer ou não parte dessas estirpes, como destaca a OMS, exige políticas complexas. Mas a arte também nos alenta: é algo a nosso alcance.


(Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 23/02/2024.) 

“O pouco sucesso da política estimulou a Fundação de Saúde Mental do Reino Unido a publicar, quatro anos depois, sugestões de abordagens, com foco nas minorias [...]” (3º§). No fragmento, o adjetivo “pouco” concorda com o substantivo “sucesso”. Assinale a alternativa cuja concordância está correta pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q2501249 Português

Tocando em frente

Almir Sater



Em relação aos aspectos gerais do texto, julgue o item.


O adjetivo “preciso” (linha 13) deveria estar flexionado no feminino para concordar com “chuva”.

Alternativas
Respostas
981: A
982: E
983: E
984: C
985: C
986: C
987: C
988: A
989: A
990: B
991: D
992: B
993: A
994: D
995: D
996: C
997: C
998: A
999: A
1000: E