Questões de Concurso
Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português
Foram encontradas 8.298 questões
I. Férias é o periodo do ano que eu mais espero. II. Nem meu irmão nem minha irmã veio para a festa de aniversário. III. Fazem dias que eu trabalho sem qualquer pausa. IV. Mais de um jogador foi expulso da partida. V. Ex-chefes, familiares e amigos, ninguém conseguiu convencê-lo do contrário.
Há erro de concordância verbal APENAS em
Texto II
No cartaz da empresa “Algodão Doce”, percebe-se um erro de concordância do verbo “admite-se”. Aponte a alternativa que também apresenta um ERRO de concordância verbal.


Analise e identifique a única alternativa em que a concordância verbal segue os preceitos gramaticais de norma culta.
Texto para responder à questão.
Saúde Mental
A saúde mental não se limita apenas ao que sentimos individualmente. Ela é uma rede de fatores relacionados. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Saúde Mental pode ser considerada um estado de bem-estar vivido pelo indivíduo, que possibilita o desenvolvimento de suas habilidades pessoais para responder aos desafios da vida e contribuir com a comunidade.
O bem-estar de uma pessoa não depende apenas do aspecto psicológico e emocional, mas também de condições fundamentais, como saúde física, apoio social, condições de vida. Além dos aspectos individuais, a saúde mental é também determinada pelos aspectos sociais, ambientais e econômicos.
A saúde mental não é algo isolado, é também influenciada pelo ambiente ao nosso redor. Isso significa que deve-se considerar que a saúde mental resulta da interação de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Pode-se afirmar que a saúde mental tem características biopsicossociais.
Entender a saúde mental como algo que envolve o corpo, as emoções e a forma como interagimos ajuda a ver que todos têm um papel importante em cuidar do bem-estar de todos, cuidando de nós mesmos e apoiando uns aos outros.
(Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental.)
Assinale a alternativa que não contém erro quanto à concordância verbal:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.
A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo
Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.
A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.
“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.
Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”
Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.
Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-cores-muda-conforme-envelhecemos-diz-estudo.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder às questões 2, 3 e 4:
Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.
No excerto apresentado, verificam-se as seguintes palavras em relação direta de concordância com “pupilas”:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção
A extinção de espécies é um dos impactos mais extremos que o ser humano tem sobre a natureza. Extinção é para sempre e, a cada espécie perdida, perdemos milhões de anos de uma história evolutiva única e a oportunidade de aprender com essa história. Assim, evitar a extinção de espécies é o maior desafio para combater a atual crise global de perda da biodiversidade, que tem impacto direto nas nossas vidas, incluindo questões ligadas ao risco de pandemias, bioeconomia, biomateriais, desenvolvimento de medicamentos e vários outros serviços ecossistêmicos. O primeiro passo para frear esse processo de extinção de espécies é saber onde estão e qual é o grau de ameaça de cada espécie, o que permite a construção das chamadas Listas Vermelhas de Espécies. Essas listas nos ajudam a tomar a decisão de quais são as espécies prioritárias para investir tempo e recursos de conservação da biodiversidade.
Um estudo publicado recentemente na revista Science apresentou a Lista Vermelha das quase 5.000 espécies de árvores que ocorrem na Mata Atlântica, uma das florestas mais biodiversas e ameaçadas do mundo. "O quadro geral é muito preocupante", diz Renato Lima, professor da USP que liderou o estudo. "A maioria das espécies de árvores da Mata Atlântica foi classificada em alguma das categorias de ameaça da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN). Isso era esperado, pois a Mata Atlântica perdeu a maioria das suas florestas e, com elas, as suas árvores. Mesmo assim, ficamos assustados quando vimos que 82% das mais de 2.000 espécies exclusivas desse hotspot global de biodiversidade estão ameaçadas", completa Lima.
Muitas espécies emblemáticas da Mata Atlântica, como o pau-brasil, araucária, palmito-juçara, jequitibá-rosa, jacarandá-da-bahia, braúna, cabreúva, canela-sassafrás, imbuia, angico e peroba, foram classificadas como espécies ameaçadas de extinção. Um total de 13 espécies endêmicas − espécies que ocorrem apenas na Mata Atlântica e em nenhum outro lugar do mundo − foram classificadas como possivelmente extintas, ou seja, podem ter desaparecido do planeta. Por outro lado, cinco espécies que antes eram consideradas extintas na natureza foram redescobertas pelo estudo. O trabalho usou mais de 3 milhões de registros de herbários e de inventários florestais, além de informações detalhadas sobre a biologia, ecologia e usos das espécies de árvores, palmeiras e samambaiaçus.
A construção da lista de espécies ameaçadas da Mata Atlântica se baseou em diferentes critérios da IUCN. "E esse foi um outro aspecto importante do trabalho", acrescenta Lima. "Se tivéssemos usado menos critérios da IUCN nas avaliações de risco de extinção das espécies, o que geralmente tem sido feito até então, nós teríamos detectado seis vezes menos espécies ameaçadas. Em especial, o uso de critérios que incorporam os impactos do desmatamento aumenta drasticamente o nosso entendimento sobre o grau de ameaça das espécies da Mata Atlântica, que é bem maior do que pensávamos anteriormente", finaliza Lima.
A maior parte das informações necessárias para avaliações usando muitos critérios da IUCN é difícil de obter ou estimar a partir de outras fontes de dados. Consequentemente, a maioria das avaliações de risco de extinção atualmente disponíveis na IUCN se baseia apenas na distribuição geográfica das espécies, o chamado critério B. Mas o declínio no número de árvores adultas causado pelo desmatamento (investigado pelo critério A) é a principal causa de ameaça das espécies, principalmente em hotspots globais de biodiversidade altamente alterados como a Mata Atlântica. Ou seja, utilizar vários critérios da IUCN para a construção de listas vermelhas pode evitar uma grave subestimação do grau de ameaça das espécies. Para estimar o declínio das populações, dados de inventários florestais ao longo de toda a Mata Atlântica foram reunidos em uma única base de dados (TreeCo), permitindo entender como o número de árvores foi reduzido pelo desmatamento ao longo do tempo.
Retirado e adaptado de: REDAÇÃO. 82% das espécies de árvores que só ocorrem na Mata Atlântica estão ameaçadas de extinção.
Jornal da USP.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/82-das-especies -de-arvores-que-so-ocorrem-na-mata-atlantica-estao-ameaca das-de-extincao/ Acesso em: 18 jan., 2024.
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à concordância:
Leia o texto e responda as questões de 06 a 07.
Com o avanço acelerado da inteligência artificial e da digitalização em todos os setores, novas profissões estão surgindo e movimentando o mercado de trabalho. Quando alguém de fora da computação pergunta qual é a profissão do recifense Ricardo Fernandes, ao ouvir a resposta, invariavelmente, o interlocutor revela uma expressão de desconhecimento, e ele já se prepara para explicar o que faz. Fernandes é engenheiro de prompt, atualmente uma das ocupações mais requisitadas com o avanço acelerado da inteligência artificial em diversos processos dentro das empresas (prompts são a forma de se comunicar com uma IA, os pedidos que devem ser feitos ao robô para extrair o melhor dele).
[Adaptado] Rambaldi, L. Futuro do trabalho: veja 20 funções que serão criadas pelo avanço da IA.
Publicado em 5 de outubro de 2023 às, 06h00. Disponível em:<https://exame.com/revista-exame/filho-o-que-voce-faz-mesmo/?utm_source=pushnews&utm_medium=push-on-site&utm_campaign=n%2Fa_exame-ceo>. Acesso em: 21 out. 2023
Observando sintaticamente as orientações em relação à concordância verbal, assinale a opção correta que explica a construção utilizada na frase: “prompts são a forma de se comunicar com uma IA.”
Algumas dúvidas sobre o chip implantado no cérebro
Por Aluizio Falcão Filho
- Talvez a maior notícia científica dos últimos anos foi divulgada ontem (30/01/2024) – o
- onipresente Elon Musk anunciou que uma de suas empresas, a Neuralink, realizou o implante de
- um chip em cérebro humano que permite ao usuário utilizar telefones e computadores, por
- exemplo, apenas pela ação do pensamento (nesta fase, apenas indivíduos sem membros do
- corpo, como braços e pernas, poderão experimentar a nova tecnologia).
- É importante ressaltar que outros chips já foram acoplados .... mente humana, mas com
- finalidades diferentes da “Telepathy”, o sugestivo nome criado pela empresa de Musk.
- Isso, evidentemente, é só o começo. Musk pretende estender o uso do chip para outros
- equipamentos e, mais à frente, usar essa ferramenta para aumentar a inteligência humana.
- “Imagine se Stephen Hawking pudesse se comunicar mais rápido que um datilógrafo ou leiloeiro.
- Esse é o objetivo”, afirmou Musk em rede social (leiloeiros americanos, especialmente os de
- gado, falam muito rápido quando estão anunciando os produtos .... plateias).
- Aumentar a inteligência dos seres humanos é um objetivo de vários cientistas – e
- preocupação de alguns teóricos, como o autor israelense Yuval Harari. Ele acredita que os chips
- vão criar duas castas na sociedade: aqueles que são superdotados pela tecnologia e aqueles que
- não são. Isso, para ele, terá impactos terríveis na sociedade por conta do desequilíbrio que será
- causado por essa diferença.
- Ocorre que o sistema capitalista sempre busca baratear e popularizar um determinado
- produto tecnológico – especialmente um chip com esse apelo, o de melhorar a inteligência. Dessa
- forma, se duas castas forem formadas, a tendência é a de que o chip se popularize rapidamente
- e iguale a sociedade, exatamente o que aconteceu com a disseminação dos telefones celulares.
- Mas aumentar a inteligência talvez não seja suficiente para que nos tornemos uma espécie
- mais evoluída. É possível ver pessoas inteligentes e com preconceitos pré-históricos. Um chip
- melhoraria o discernimento desses indivíduos, .... ponto de diminuir a intolerância? Ou
- simplesmente vai fornecer novos argumentos para fortalecer posições retrógradas?
- Outro ponto importante é a capacidade de analisar um processo antes de dar início a um
- trabalho. Como o próprio Musk diz, “possivelmente o erro mais comum de um engenheiro
- inteligente é otimizar algo que não deveria existir”. Para isso, no entanto, não é preciso
- inteligência – e sim bom senso.
- Tenho três dúvidas sobre o funcionamento desse chip:
- SONHOS – O chip continua funcionando durante o sono? Que comandos ele pode acionar
- se o usuário estiver, por exemplo, sonhando? A Neuralink informou que o aparelho foi instalado
- em uma área do cérebro que coordena os movimentos e, assim, não estaria sujeito aos efeitos
- do inconsciente. Mesmo assim, é bom efetuar testes neste sentido. Prevenir é melhor que
- remediar.
- ROMPANTES – Várias vezes temos o impulso de fazer alguma coisa e nos arrependemos
- segundos depois. Como vai se comportar o chip nessa hora?
- HACKERS – Nosso cérebro, uma vez abrigando um chip, pode ser acessado por alguém de
- fora? Ou seja, é possível hackear o cérebro de quem instalou um chip? Obrigar alguém a seguir
- ordens?
- Essas e outras perguntas vão surgir com o tempo. Mesmo que a ideia pareça assustadora,
- precisamos nos acostumar com ela. A alternativa ao chip é uma vida muito mais limitada e sem
- nenhuma competitividade.
(Disponível em: www.exame.com/colunistas/money-report-aluizio-falcao-filho/algumas-duvidas-sobre-o-chip-implantado-no-cerebro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na frase “Ocorre que o sistema capitalista sempre busca baratear e popularizar um determinado produto tecnológico”, se o vocábulo “sistema” fosse flexionado no plural, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?
“Ainda não se acostumou, mãe?”
Por Martha Medeiros
- Parece que foi ontem. Ela estava sentada à mesa conosco, nossa versão de “éramos seis”:
- eu, ela, o pai dela, a avó, a irmã e o namorado da irmã. Pedi para a Clair, minha funcionária
- ____ 32 anos, que ___________ uma lasanha inesquecível para o almoço de despedida. Depois
- de três semanas visitando a família, minha filha mais velha voltaria para sua própria casa. Menos
- de 24 horas depois, já tinha aterrissado na França, onde vive. Que invenção, o avião. Perdi a
- conta de quantas vezes os preparativos para sua estada se repetiram: fazer uma fa...ina
- capri...ada em seu antigo quarto, abastecer a despensa com feijão, doce de leite, guaraná e pão
- de queijo, buscá-la no aeroporto, levá-la ao aeroporto. Mas, recorrente mesmo, é o nosso diálogo
- antes de ela desaparecer por trás do portão de embarque. Trocamos um longo abraço e ao me
- ver meio desen...abida, sempre pergunta: “Ainda não se acostumou, mãe?”. Não sou de
- lamúrias: me acostumei, sim. Já são muitos anos de distância geográfica – e viva a tecnologia.
- Trocamos WhatsApp regulares e, através de chamadas de vídeo, percebo pelo seu olhar se está
- alegre ou preocupada. É quase como estar junto. Sou madura. Não faço drama.
- Quem dera ___________ mais beijos e abraços entre nós, mas as demandas pessoais dela
- são prioridade. Se viver fora do Brasil atende suas necessidades de expansão e conhecimento,
- vou eu fazer chantagem emocional? Quero que avance, que cresça, que se divirta e que, quando
- as tristezas surgirem (surgem em qualquer lugar do mundo), ela me ligue para a gente segurar
- a onda juntas. É possível ficar perto de quem está longe, distância não é um conceito exato.
- A conexão que importa é a da sintonia. Não posso desconsiderar seus desejos e
- menosprezar sua coragem de enfrentar a vida em outro idioma e mantendo outras relações.
- Parentes são abrigos, cais, plataformas de lançamento e recepção, mas crescemos mesmo
- através do que nos é estranho. Infelizmente, ninguém estimula pais e mães a pensarem assim.
- Aprendemos que, quanto maior o sofrimento pela ausência deles, maior é o amor. Então as
- queixas de saudade se acumulam e os filhos lá fora, coitados, que se virem com a culpa por
- terem partido.
- Se defendo minha liberdade, tenho que defender a liberdade da minha prole também – e
- apoiá-la. Não sofro, não me escabelo, sei que ela está bem, e quando está mal, não é por viver
- em um país estrangeiro, mas por questões emocionais que atingem a todos, onde quer que se
- esteja. Confio no amor que demonstro através da minha confiança e torcida. E os aviões estão
- aí para recuperar os abraços e beijos quando essa maturidade toda começa a fraquejar.
- Embarco depois de amanhã. É a vez dela de botar a mesa para mim.
(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2024/02/ainda-nao-se-acostumou-mae-cls3dvasz001z012b2y6wgcvn.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a correta concordância verbal em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03 (duas ocorrências) e 14.