Questões de Concurso Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q681491 Português
Assinale a alternativa que pode ser preenchida com as duas formas verbais sugeridas entre parênteses:
Alternativas
Q681490 Português

Completa a frase abaixo com uma das alternativas CORRETAS:

I- A menina ........disse que a amiga estava........chateada.

Alternativas
Q679601 Português
Assinale a alternativa em que há ERRO de concordância verbal.
Alternativas
Q679054 Português

Acerca da concordância nominal, analise as afirmativas abaixo:


I. À tarde, há menos trânsito na região central de Mauá.


II. A cidade se desenvolve a olhos vistos.


III. A enfermeira vacinou o maior número de crianças possível.

Alternativas
Q679053 Português
As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas em:
Alternativas
Q678243 Português
Assinale a alternativa em que ocorre erro quanto à concordância nominal.
Alternativas
Q672877 Português
Das frases a seguir, a única inteiramente de acordo com as regras de concordância verbal é:
Alternativas
Q667598 Português

Assinale a alternativa que completa as lacunas abaixo:

I. Ninguém ___________________ inconveniente.

II. ___________________ muito, hoje em dia, sobre distribuição de renda.

III. Não ___________________ condições para se realizar pedido.

IV. Brevemente __________________ as instruções necessárias.

Alternativas
Q662885 Português
                                                                Meritocracia?

A igualdade de oportunidades é um princípio central de sociedades modernas inclusivas. Ela implica em que os êxitos e as conquistas de uma pessoa não deveriam ser determinados por raça, gênero, família ou qualquer outra característica imutável. Há fortes argumentos para defender um certo nível de desigualdade de renda em qualquer sociedade, na medida em que ela pode resultar do empreendedorismo, do esforço e do mérito; mas poucas pessoas se oporiam à igualdade de oportunidades para todos. [...]
FASSA, Daniel. Revista Cidade Nova. Edição 587. Ano LVII. n. 3. mar. 2015.  
Assinale a alternativa em que a nova redação dada à oração: "Há fortes argumentos para defender um certo nível de desigualdade...", apresenta concordância verbal de acordo com a norma culta.
Alternativas
Q662850 Português
Quanto às normas da língua padrão, considere as seguintes frases: 1. Foi decidido pela diretoria as diretrizes orçamentárias para o ano seguinte. 2. Os diretores haviam chegado às conclusões já previstas pelo estatuto no ano anterior. 3. A presidência alegou que não haverão cortes substanciais nos investimentos da empresa. 4. A cúpula dos diretores eleitos tem plenas condições de elaborar o planejamento necessário. Observam a norma escrita culta do português brasileiro as sentenças:
Alternativas
Q656903 Português

Analise o que segue:

1. Fazem 10 minutos que os convidados chegaram.

2. Soaram 12 horas no relógio da instituição.

3. Devem existir muitos motoristas cuidadosos.

4. Podem haver muitos motoristas dirigindo em estado de embriaguez.

No que respeita à concordância verbal da norma padrão da língua, assinale a alternativa que contém o(s) íten(s) CORRETO(S).

Alternativas
Q656643 Português
Quanto à concordância verbal no trecho “parte dos resultados das avaliações envolve especialistas nacionais e internacionais e busca situar a educação no contexto do país avaliado” (linhas 12 e 13), marque a opção CORRETA.
Alternativas
Q649650 Português

A melhor e a pior comida do mundo

Há mais de dois mil anos, um rico mercador grego tinha um escravo chamado Esopo. Um escravo corcunda, feio, mas de sabedoria única no mundo. Certa vez, para provar as qualidades de seu escravo, o mercador ordenou:

- Toma, Esopo. Aqui está esta sacola de moedas. Corre ao mercado. Compra lá o que houver de melhor para um banquete. A melhor comida do mundo! Pouco tempo depois, Esopo voltou do mercado e colocou sobre a mesa um prato coberto por fino pano de linho. O mercador levantou o paninho e ficou surpreso:

- Ah, língua? Nada como a boa língua que os pastores gregos sabem tão bem preparar. Mas por que escolheste exatamente a língua como a melhor comida do mundo?

O escravo, de olhos baixos, explicou sua escolha.

- O que há de melhor do que a língua, senhor? A língua é que une a todos, quando falamos. Sem a língua não poderíamos nos entender. A língua é a chave das ciências, o órgão da verdade e da razão. Graças à língua é que se constroem as cidades, graças à língua podemos dizer o nosso amor. A língua é o órgão do carinho, da ternura, do amor, da compreensão. É a língua que torna eternos os versos dos grandes poetas, as ideias dos grandes escritores. Com a língua se ensina, se persuade, se instrui, se reza, se explica, se canta, se descreve, se elogia, se demonstra, se afirma. Com a língua dizemos “mãe”, “querida” e “Deus”. Com a língua, dizemos “sim”. Com a língua dizemos “eu te amo”! O que pode haver de melhor do que a língua, senhor?

O mercador levantou-se entusiasmado:

- Muito bem, Esopo! Realmente tu me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas. Vai de novo ao mercado e traze o que houver de pior, pois quero ver a tua sabedoria.

Mais uma vez, depois de algum tempo, o escravo Esopo voltou do mercado trazendo um prato coberto por um pano. O mercador recebeu-o com um sorriso: - Hum... já sei o que há de melhor. Vejamos agora o que há de pior... O mercador descobriu o prato e ficou indignado:

- O quê?! Língua? Língua outra vez? Língua? Não disseste que a língua era o que havia de melhor? Queres ser açoitado? Esopo encarou o mercador e respondeu:

- A língua, senhor, é o que há de pior no mundo. É a fonte de todas as intrigas, o início de todos os processos, a mãe de todas as discussões. É a língua que separa a humanidade, que divide os povos. É a língua que usam os maus políticos quando querem enganar com suas falsas promessas. É a língua que usam os vigaristas quando querem trapacear. A língua é o órgão da mentira, da discórdia, dos desentendimentos, das guerras, da exploração. É a língua que mente, que esconde, que engana, que explora, que blasfema, que vende, que seduz, que corrompe. Com a língua, dizemos “morre” e “demônio”. Com a língua dizemos “não”. Com a língua dizemos “eu te odeio”! Aí está, senhor, porque a língua é a pior e a melhor de todas as coisas!

(ESOPO, 620-560 a. C.)

Acerca das Concordâncias Nominal e Verbal e do uso dos pronomes em língua padrão, é incorreto afirmar da seguinte passagem: “Muito bem, Esopo! Realmente tu me trouxeste o que há de melhor. Toma agora esta outra sacola de moedas. Vai de novo ao mercado e traze o que houver de pior, pois quero ver a tua sabedoria.”:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2015 - MPE-GO - Secretário Auxiliar |
Q647060 Português

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas das frases seguintes:

I – Encaminhamos _________________ cópia do novo memorando.

II – Os advogados ficaram __________________ satisfeitos com a sentença.

III – Devemos permanecer sempre ___________________________.

IV – Água é ________________ para a saúde.

V – Nos últimos dias, enfrentamos calor e poluição ______________.

Alternativas
Ano: 2015 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2015 - MPE-GO - Secretário Auxiliar |
Q647058 Português

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.

___________ 103 toneladas de lixo reciclável diariamente. _______________ 16

centrais de triagem na capital...

Alternativas
Ano: 2015 Banca: MPE-GO Órgão: MPE-GO Prova: MPE-GO - 2015 - MPE-GO - Secretário Auxiliar |
Q647055 Português
Se os grileiros de terra _________ atitudes nefastas, precisarão se _________ com a justiça, quando a população brasileira __________ contra a repetição de tais abusos.
Para formar a frase correta e coerente, as lacunas devem ser preenchidas por:
Alternativas
Q647018 Português

                                   Igualdade de quê?

                                                                              EDUARDO GIANNETTI


O filósofo grego Diógenes fez do controle das paixões e da autossuficiência os valores centrais de sua vida: um casaco, uma mochila e uma cisterna de argila na qual pernoitava eram suas posses.

Intrigado, o imperador Alexandre Magno foi até ele e propôs: “Sou o homem mais poderoso do mundo. Peça o que desejar e lhe atenderei”. Diógenes não titubeou: “O senhor poderia sair um pouco de lado, pois sua sombra está bloqueando o meu banho de sol”.

O filósofo e o imperador são casos extremos, mas ambos ilustram a tese socrática de que, entre os mortais, o mais próximo dos deuses em felicidade é aquele que de menos coisas carece. Alexandre, ex-pupilo e mecenas de Aristóteles, aprendeu a lição. Quando um cortesão zombava do filósofo por ter “desperdiçado” a oferta que lhe fora feita, o imperador retrucou: “Pois saiba, então, que se eu não fosse Alexandre, eu desejaria ser Diógenes”. Os extremos se tocam.

O que há de errado com a desigualdade do ponto de vista ético? Como o exemplo revela, a desigualdade não é um mal em si — o que importa é a legitimidade do caminho até ela.

A justiça — ou não — de um resultado distributivo depende do enredo subjacente. A questão crucial é: a desigualdade observada reflete essencialmente os talentos, esforços e valores diferenciados dos indivíduos ou, ao contrário, ela resulta de um jogo viciado na origem — de uma profunda falta de equidade nas condições iniciais de vida, da privação de direitos elementares e/ou da discriminação racial, sexual ou religiosa?

O Brasil fez avanços reais nos últimos 20 anos, graças à conquista da estabilidade econômica e das políticas de inclusão social. Continuamos, porém, sendo um dos países mais desiguais do planeta. No ranking da distribuição de renda, somos a segunda nação mais desigual do G-20, a quarta da América Latina e a 12ª do mundo.

Mas não devemos confundir o sintoma com a moléstia. Nossa péssima distribuição de renda é fruto de uma grave anomalia: a brutal disparidade nas condições iniciais de vida e nas oportunidades de nossas crianças e jovens desenvolverem adequadamente suas capacidades e talentos de modo a ampliar o seu leque de escolhas possíveis e eleger seus projetos, apostas e sonhos de vida.

Nossa “nova classe média” ascendeu ao consumo, mas não ascendeu à cidadania. Em pleno século 21, metade dos domicílios não tem coleta de esgoto; a educação e a saúde públicas estão em situação deplorável; o transporte coletivo é um pesadelo diário; cerca de 5% de todas as mortes — em sua maioria pobres, jovens e negros — são causadas por homicídios e um terço dos egressos do ensino superior (se o termo é cabível) é analfabeto funcional.

Faltam recursos? Não parece ser o caso, pelo menos quando se trata de adquirir uma nova frota de jatos supersônicos suecos; ou financiar a construção de estádios “padrão Fifa” (boa parte fadada à ociosidade); ou licitar a construção de um trem-bala de R$ 40 bilhões ou bancar um programa de submarinos nucleares de R$ 16 bilhões. O valor dos subsídios cedidos anualmente pelo BNDES a um seleto grupo de grandes empresas parceiras supera o valor total do Bolsa Família. O que falta é juízo.

O Brasil continuará sendo um país violento e absurdamente injusto, vexado de sua desigualdade, enquanto a condição da família em que uma criança tiver a sorte ou o infortúnio de nascer exercer um papel mais decisivo na definição do seu futuro do que qualquer outra coisa ou escolha que ela possa fazer.

A diversidade humana nos dá Diógenes e Alexandre. Mas a falta de um mínimo de equidade nas condições iniciais e na capacitação para a vida tolhe a margem de escolha, vicia o jogo distributivo e envenena os valores da nossa convivência. A desigualdade nas oportunidades de autorrealização, ouso crer, é a raiz dos males brasileiros. 

                                      GIANNETTI, Eduardo. Igualdade de quê?, Tendências/ Debates, Folha de S.Paulo, São Paulo, 13 fev. 2014. (Adaptado)

Desconsideradas eventuais alterações de sentido, assinale a alternativa em que se verifica, na reescrita apresentada, incorreção gramatical quanto a concordância verbal.
Alternativas
Q645463 Português

Assinale abaixo a única alternativa que NÃO está de acordo com a norma gramatical culta quanto à concordância nominal.

Alternativas
Q644384 Português

Em conformidade com MEDEIROS e HERNANDES, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:

A concordância com os pronomes de tratamento se faz com o verbo na __________ pessoa, isto é, embora designem a pessoa a quem se fala (a segunda), esses pronomes exigem verbo na __________ pessoa.

Alternativas
Q644363 Português
A concordância está INCORRETA em:
Alternativas
Respostas
5781: C
5782: C
5783: E
5784: D
5785: A
5786: E
5787: C
5788: A
5789: C
5790: B
5791: A
5792: C
5793: B
5794: A
5795: E
5796: C
5797: D
5798: D
5799: D
5800: D