Questões de Concurso Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q1338596 Português

INSTRUÇÃO: Leia os parágrafos iniciais de uma reportagem sobre o que os jovens da atualidade pensam e fazem publicada na revista Época, nº 938, e responda à questão.


Poucas palavras são tão abusadas como “geração”. Geração X, Geração Y, Geração Z, Geração do Milênio são meros rótulos que ajudam palestrantes, consultores e departamentos comerciais a vender. É impossível definir um padrão de comportamento comum a milhões de pessoas simplesmente porque elas compartilham, em seus documentos de identidade, datas de nascimento próximas. Quando se reduz o número de pessoas a observar e a pretensão da análise, fica mais fácil. Quando se fala em Geração Perdida, por exemplo, fala-se num grupo de escritores americanos que viveram em Paris e em outras partes da Europa nos loucos anos 1920. Nem todos os que viveram naquela era vanguardista e vibrante tiveram tanta aventura e liberdade como Hemingway, Fitzgerald e Gertrude Stein, por exemplo. Mas pode-se dizer que o grupo conhecido como Geração Perdida representava o espírito do seu tempo.

O mesmo ocorre com o grupo de brasileiros com menos de 30 anos reunido nas páginas desta revista. Eles não representam a realidade da maioria dos jovens do país. São jovens, no entanto, que se destacam em vários tipos de atividades e, por isso, representam o espírito de nosso tempo. São idealistas, sonhadores ― o que é bom, mas não uma novidade. A diferença é que essa geração não se limita a sonhar. Ela transforma as causas que abraça em projetos. Em objetivos de vida. Em profissões. 

Um texto escrito no registro formal da linguagem obedece às concordâncias verbais e nominais estabelecidas pelas normas da escrita padrão. A respeito da norma quanto à concordância apontada no trecho dado, marque C para as corretas e I para as incorretas.


( ) elas compartilham, em seus documentos de identidade, datas de nascimento próximas.→ O adjetivo concorda em gênero e número com o substantivo que determina.

( ) Quando se reduz o número de pessoas a observar → O verbo concorda com o substantivo mais próximo quando o sujeito é constituído por expressão indicativa de quantidade aproximada.

( ) fala-se num grupo de escritores americanos que viveram em Paris → O verbo concorda em número e pessoa com o termo da oração anterior ao qual o pronome relativo faz referência.

( ) O mesmo ocorre com o grupo de brasileiros com menos de 30 anos reunido nas páginas desta revista. → O adjetivo posposto, modificando mais de um substantivo, concorda em número apenas com o mais próximo.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q1338502 Português
Assinale a alternativa em que a forma entre parênteses completa corretamente a lacuna da frase:
Alternativas
Q1338432 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as opções de preenchimento entre parênteses das lacunas das frases abaixo corretas, do ponto de vista semântico e morfossintático:
Alternativas
Q1338431 Português
O trecho abaixo adaptado contém erros gramaticais. Assinale a alternativa cuja reescrita está completamente correta: “Após criar-se uma lei esta poderá ser aprovada, cabendo a população decidir há tempo que às implementações de franquia na internet fixa deva ser aplicada ou, não.” (Adaptado de tudocelular.com, 18/04/2016).
Alternativas
Q1337343 Português
 Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

       Há muito tempo que ouço profecias sobre como a generalização da internet iria acabar com o espaço urbano. Boa parte dos ensaios críticos apostava na ideia de que as novas comunicações virtuais, somadas ao sistema de entregas de produtos que nascia, matariam os espaços públicos. Pois bem, o que vemos hoje é que nada disso aconteceu. Seja porque a interpretação estava errada, seja porque a portabilidade permitiu que a internet ativasse os usos do espaço urbano, ao invés de substituí-los.
        É nesse contexto que se insere, hoje, o Pokémon Go, um jogo de realidade aumentada em que esses pequenos seres surgem virtualmente no mundo real, tanto dentro das casas quanto em calçadas, ruas e, sobretudo, avenidas, praças e parques. Sendo que as bolas, instrumento necessário para capturar os pokémons, são encontradas em inúmeros pontos espalhados pela cidade, preferencialmente monumentos.
        O fenômeno Pokémon Go tem provocado uma série de situações desconcertantes no cotidiano das cidades, com a invasão ruidosa de jovens caçadores em cemitérios, hospitais ou lugares de culto. Mas o impulso de quem sai à cidade em busca de pokémons não é o de inventar novos cotidianos ou potencializar a imaginação.
        A atração que leva os seus jogadores para as cidades é justamente, por mais paradoxal que seja, o ímpeto que os faz não conhecê-las, aprisionando bichinhos em bolas vermelhas da mesma forma que turistas acumulam inutilmente imagens em suas câmeras fotográficas.


(Adaptado de: WISNICK, Guilherme. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/guilherme-wisnik/2016/09/18) 
O verbo que pode ser corretamente flexionado no plural, sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, encontra-se em:
Alternativas
Q1336135 Português
A GENTE É VELHO...
Rubem Alves 



      A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
     Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
      A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
     A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segurei-me num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade. Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."
     A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
    A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.
     A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
    A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
    A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer... 


Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016 
A expressão para mim foi empregada corretamente, EXCETO em:
Alternativas
Q1336133 Português
A GENTE É VELHO...
Rubem Alves 



      A gente é velho quando, para descer uma escada, segura firme no corrimão. E os olhos olham para baixo para medir o tamanho dos degraus e a posição dos pés.
     Quando eu era moço, não era assim. Não segurava no corrimão e não media degraus e pés. Descia os dois lances de escada do sobrado do meu avô com a mesma fúria com que um pianista toca o prelúdio 16, de Chopin. Ele, pianista, não pensa. Se pensasse, não conseguiria tocar, porque o pensamento não consegue seguir a velocidade das notas. Toca porque seus dedos sabem sem que a cabeça saiba. O pianista se abandona ao saber do corpo. Assim descia eu as escadas do sobradão do meu avô. Mas no dia em que o pé começou a tropeçar, a cabeça compreendeu que eles, os pés, já não sabiam como sabiam antes. Agora é preciso o corrimão. Depois virão as bengalas, corrimões portáteis que se leva por onde se vai.
      A gente é velho quando, no restaurante, é preciso cuidado ao se levantar. Moço, as pernas sabem medir as distâncias que há debaixo da mesa. Mas, agora, é preciso olhar para medir a distância que há entre o pé da mesa e o bico do sapato. Há sempre o perigo de que o bico do sapato esbarre no pé da mesa e o pé da mesa lhe dê uma rasteira, você se estatelando no chão. Quando se é velho, até uma pequena queda pode se transformar em catástrofe. Há sempre o perigo de uma fratura.
     A gente é velho quando é objeto de humilhações bondosas. Como aquela que aconteceu comigo 25 anos atrás. O metrô estava cheio. Jovem, segurei-me num balaústre. Notei então que uma jovem de uns 25 anos me olhava com um olhar amoroso. Olhei para ela. E houve um momento de suspensão romântica. Minha cabeça e meu coração se alegraram. Até o momento em que ela se levantou com um sorriso e me ofereceu o seu lugar. Foi um gesto de bondade. Com o seu gesto ela me dizia: "O senhor me traz memórias ternas do meu avô..."
     A gente é velho quando entra no box do chuveiro com passos medrosos e cuidadosos. Há sempre o perigo de um escorregão. Por via das dúvidas, mandei instalar no box da minha casa uma daquelas barras metálicas horizontais que funcionam como corrimão.
    A gente é velho quando começa a ter medo dos tapetes. Os tapetes são perigosos de duas maneiras. Há os pequenos tapetes de fundo liso, que escorregam. E há os grandes tapetes que ficam com as pontas levantadas e que fazem ondas. O pé dos velhos movimenta-se no arrasto e tropeça na ponta levantada do tapete ou na armadilha da onda.
     A gente é velho quando começa a ter medo dos fotógrafos. Fugir das fotos de perfil porque nelas as barbelas de nelore aparecem. Nelore é um boi branco. Os pastos estão cheios deles, vivos, e as mesas também, sob o disfarce de bifes. E eles têm uma papada balançante, as barbelas, que vai da ponta do queixo (boi tem queixo?) até o peito. Velhice é quando as barbelas de nelore começam a aparecer. Aí vem a humilhação conclusiva. Prontas as fotos, eles nos mostram e dizem: "Como você está bem!"
    A gente é velho quando, tendo de subir ao palco para dar uma palestra, tem sempre uma jovem simpática que nos oferece a mão, temendo que a gente se desequilibre e caia. A gente aceita o oferecimento com um sorriso. Nunca se sabe...
    A gente é velho quando perde a vergonha e se desnuda fazendo as confissões que acabei de fazer... 


Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff3010200704.htm Acesso em: 27 ago. 2016 
É permitida mais de uma concordância para os verbos destacados em:
Alternativas
Q1332710 Português
TEXTO 1

Capitães de areia: até quando?
Com publicação datada de 1937, a obra Capitães de Areia, de Jorge Amado, repercutiu de forma polêmica, a ponto de ser censurada pelo Estado Novo varguista, sob a acusação de propaganda comunista. Embora o comunismo fosse citado de forma lateral ao longo do texto, o enredo consiste numa crítica social relacionada a um problema latente de sua época: transgressões perpetradas por crianças de rua. [...]

Passados quase oitenta anos, as causas profundas elencadas pelo autor para descrever tal realidade não nos soam remotas. Pelo contrário, dispomos de uma tenebrosa familiaridade com elas. Embora essa não seja a mensagem principal do livro, é inegável que a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão.

No Brasil hodierno, toda vez que chega o verão a história se repete. Como uma espécie de quadro paradigmático das consequências da exclusão endêmica, o distúrbio e o medo causados pelos arrastões nas praias da zona sul carioca e pelos assaltos nas ruas das regiões mais nobres, ganham protagonismo nas manchetes dos jornais e nas redes sociais.

Excetuando uma minoria que consegue ter uma visão holística do problema, as propostas de soluções apresentadas para acabarmos com os “capitães de areia” contemporâneos, são sempre simplistas e nunca tocam na estrutura do problema. Não se vê, por exemplo, um empenho decisivo para cobrar projetos de inclusão que devolvam, a longo prazo, a cidadania às gerações vindouras.

(Leandro Galvão. Capitães de areia: até quando? Disponível em www.diplomatique.org.br./artigo.php?id=18118. Acessado em 22/09/2016. Adaptado.)
Analise a concordância verbal realizada no seguinte trecho: “a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão”. Identifique, a seguir, o comentário que, no campo da concordância verbal, tem consistência teórica.
Alternativas
Q1331273 Português
TEXTO

Estresse, o maior gatilho para as síndromes da vida moderna
Lidar com as exigências da sociedade contemporânea, marcada pelo imperativo da pressa e das incertezas, sem falar na quase obrigação de estar sempre conectado e produtivo, não é fácil. Não raro, esse pacote provoca um desequilíbrio do ritmo biológico, levando ao desenvolvimento de uma série de distúrbios igualmente contemporâneos. Até a Justiça já começa a se preocupar com eles. Recentemente, uma decisão favoreceu uma jovem atendente de telemarketing que teve uma crise nervosa e xingou um cliente. Demitida por justa causa, teve o desligamento revertido ao ser constatado que sofria da síndrome de ‘burnout’. Acabou ganhando o direito a uma indenização da empresa.
Profissionais que vivem sob pressão extrema até que se sintam exauridos e incapazes de lidar com a rotina, muitas vezes desenvolvendo comportamentos agressivos e crises de ansiedade, são candidatos clássicos ao diagnóstico de ‘burnout’ (algo como ‘apagado’, em tradução livre).
Mas essa não é, nem de longe, o único problema do tipo. Por trás deles está, geralmente, uma condição conhecida da maioria: o estresse, que atinge, em diferentes níveis, 70% dos trabalhadores brasileiros, segundo estudo da ISMA-BR, uma organização para pesquisa e prevenção da estafa no Brasil. Só o ‘burnout’ (aquela espécie de ‘apagamento’) afetaria 30% da população economicamente ativa do país.
– O estresse em si não é uma doença, mas pode ser o gatilho, e é preciso estar alerta – explicou a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-BR.
O truque, segundo Ana Maria, é manter o ritmo. Não aquele imposto pelos fatores externos, mas o do corpo. Enxergar a alimentação saudável, a atividade física, o lazer e o sono de qualidade como prioridades, e não meros coadjuvantes. Isso significa estabelecer objetivos e impor limites, mesmo que, para isso, às vezes, seja necessário reduzir expectativas. (...)
A doença da pressa é um sentimento ininterrupto de urgência, de fissura na contagem do tempo.

(Disponível em: http:www4.faac.unesp.br/pesquisa/nos/alegria/sorria/bom_hum.htm . Acesso em 05/05/2016). 
Em português, a concordância verbal constitui uma norma que, em contextos formais, confere certo prestígio a quem fala ou escreve. Identifique a alternativa em que essa norma foi inteiramente respeitada.
Alternativas
Q1322719 Português
Assinale abaixo a alternativa que NÃO respeita a norma culta da Língua Portuguesa no que tange à ortografia, acentuação e concordância verbal e/ ou nominal:
Alternativas
Q1321949 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1321943 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1321942 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2016 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1321918 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2016 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1321915 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância nominal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2016 - TJ-DFT - Estágio - Direito |
Q1321914 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e com a gramática normativa, quanto à concordância verbal, assinale a alternativa em que a segunda opção dos parênteses preenche corretamente a lacuna.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2016 - IF-MA - Nível Médio |
Q1319765 Português

Leia a tira Garfield e responda à questão.


Imagem associada para resolução da questão


O cartaz colado por Garfield apresenta concordância correta de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. Em qual das alternativas abaixo a concordância NÃO ocorre?

Alternativas
Ano: 2016 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2016 - IF-MA - Nível Médio |
Q1319761 Português
Considerando o trecho destacado a seguir e tomando como referência a norma padrão, identifique as afirmações CORRETAS:
Minimizando sua importância, grande parte dos trabalhadores usa os equipamentos de segurança obrigada pelas leis e pelas empresas.
I. A forma usa está corretamente empregada no singular, pois concorda com a expressão partitiva grande parte de, que se apresenta no singular. II. A forma obrigada, no feminino, está correta, pois concorda com a expressão feminina grande parte de. III. A concordância verbal está incorreta, pois o sujeito grande parte dos trabalhadores exige que o verbo seja, necessariamente, flexionado no plural. IV. A forma obrigada está incorreta, pois, como se refere a trabalhadores (plural), deveria ser flexionada no masculino e no plural: obrigados. V. A forma verbal poderia ser usam (plural), concordando com trabalhadores, mas, nesse caso, seria recomendável substituir obrigada por obrigados.
Alternativas
Q1255212 Português

Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Atletas plus size ganham destaque nas Olimpíadas do Rio


     Parece redundante, mas você já parou para pensar que assim como existem gordos doentes e magros saudáveis, também existem muitos gordos que superam alguns magros no quesito saúde?

     De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), quem tem IMC (índice de massa corporal) acima de 25 é considerado acima do peso. Mas o que pouca gente sabe é que nos Jogos Olímpicos do Rio 2016 há mais de 300 atletas inscritos com IMC superior a 30.

     E isso mostra, na prática, o que muitas pesquisas científicas têm afirmado, ou seja, que mais importante do que "quantos quilos" o indivíduo pesa é a quantidade de tempo que ele dedica para colocar o corpo em movimento. Em outras palavras, o sedentarismo é muito mais prejudicial para a saúde do que os quilos que podemos carregar. Já parou para pensar nisso?

    São atletas cujos corpos fogem, e muito, ao padrão pré-estabelecido e que a mídia vende como o corpo ideal para um atleta. Provavelmente esqueceram que diante de tantas modalidades esportivas em uma olimpíada, é natural que haja dentre as delegações mundiais atletas com alturas, pesos, IMCs e corpos diferentes.

    Portanto, não deveria importar se eles estão ou não dentro do padrão - criado pela mídia - considerado "ideal" para um atleta. A verdade é que são homens e mulheres que estão nas Olimpíadas quebrando as barreiras dos seus próprios limites.

     Gordos ou magros, deveriam servir de exemplo de superação para todos! Para mostrar que qualquer pessoa pode ultrapassar os próprios limites e realizar seus sonhos, independentemente do corpo ou peso.

(g1.globo.com)


No terceiro parágrafo, aparece a forma verbal "têm". Sobre ela, pode-se afirmar corretamente que:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUMARC Órgão: Câmara de Dores do Rio Preto - ES
Q1234770 Português
Considere as seguintes frases: I. Segue anexo a foto do evento.  II. Segue em anexo a foto do evento.  III. Segue anexa a foto do evento.  IV. Segue anexado a foto do evento Estão CORRETAS apenas as frases: 
Alternativas
Respostas
5341: B
5342: C
5343: C
5344: C
5345: B
5346: D
5347: C
5348: D
5349: D
5350: C
5351: C
5352: A
5353: D
5354: B
5355: D
5356: C
5357: A
5358: D
5359: A
5360: C