Questões de Concurso Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português

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Q3284854 Português
A concordância nominal ocorre quando substantivos, adjetivos, artigos, pronomes ou numerais se combinam em gênero e número. Assim, assinale a alternativa em que a concordância nominal está INCORRETA:
Alternativas
Q3284772 Português
Leia as frases e assinale a alternativa em que a concordância verbal está INCORRETA:
Alternativas
Q3284465 Português
Observa-se desvio de concordância nominal apenas na sentença:
Alternativas
Q3284245 Português
A sentença em que as concordâncias verbal e nominal estão incorretas é:
Alternativas
Q3283750 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
“Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.” Levando em consideração o verbo destacado e as frases a seguir, a flexão indicando o plural se dá da mesma forma, caso estas estejam no plural, EXCETO:
Alternativas
Q3283597 Português
LEIA a charge a seguir.

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Na charge foi utilizado o vocábulo “meio”. De acordo com a redação oficial e a gramática normativa, esse vocábulo pode sofrer flexão ou ficar invariável conforme o sentido expresso. Das alternativas a seguir, ASSINALE aquela em que, substituindo as palavras destacadas pela(s) que está(ão) entre parênteses, o vocábulo “meio” deverá ser flexionado.
Alternativas
Q3282314 Português
Na sentença “É proibida a entrada de pessoas nesta reserva ambiental”, os termos sintáticos “proibida” e “a entrada de pessoas” estabelecem uma relação de concordância entre:
Alternativas
Q3281727 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto a seguir. 



     A pobreza existe em toda parte, mas sua definição é relativa a uma determinada sociedade. Estamos lidando com uma noção historicamente determinada. É por isso que comparações entre diferentes séries temporais frequentemente levam à confusão. A combinação de variáveis, assim como sua definição, muda ao longo do tempo; a definição dos fenômenos resultantes também muda.


      De que adianta afirmar que um indivíduo é menos pobre agora, em comparação à situação de dez anos atrás, ou que é menos pobre na cidade em comparação à sua situação no campo, se esse indivíduo já não possui o mesmo padrão de valores — inclusive no que se refere aos bens materiais? A única medida válida é a atual, dada pela situação relativa do indivíduo na sociedade a que pertence.


    Segundo Bachelard, é mais importante compreender um fenômeno do que medi-lo. A medida da pobreza é dada, antes de mais nada, pelos objetivos que a sociedade determinou para si própria. É inútil procurar uma definição numérica para uma realidade cujas dimensões — agora e no futuro — serão definidas pela influência recíproca dos fatores econômicos e sociais peculiares a cada país. Além do mais, um indivíduo não é mais pobre ou menos pobre apenas porque consome um pouco menos ou um pouco mais.


    A definição de pobreza deve ir além das pesquisas estatísticas, para situar o homem na sociedade global à qual pertence, porquanto a pobreza não é apenas uma categoria econômica, mas também — e acima de tudo — uma categoria política. Estamos lidando com um problema social.


    Há, na verdade, diferentes tipos de pobreza, tanto em nível internacional quanto dentro de cada país. Por isso, não faz sentido procurar uma definição matemática ou estática. Conforme acentuou L. Buchanan, “o termo ‘pobreza’ não só implica um estado de privação material como também um modo de vida — e um conjunto complexo e duradouro de relações e instituições sociais, econômicas, culturais e políticas criadas para encontrar segurança dentro de uma situação insegura”.


(Adaptado de: SANTOS, Milton. Pobreza Urbana. 3ão Paulo: Edusp, 3.ed., 2009, pp. 18-19) 


Sem que nenhuma alteração seja feita, o verbo que pode ser grafado indiferentemente no plural ou no singular encontra-se em: 
Alternativas
Q3281720 Português

Atenção: Para responder à questão, considere o texto a seguir.


       Como arquiteto e paisagista, pertenço ao grupo de estudiosos que adota o ponto de vista do ordenador, que difere do planejador, embora ambos façam parte de um mesmo processo. O enfoque do ordenador resume-se na tentativa de avaliação da cidade como uma estrutura global do meio ambiente, e não somente como uma série de elementos que fortuitamente se interligaram. É possível, por exemplo, avaliar a cidade em termos da experiência pela qual passam todas as pessoas que nela vivem. Primeiro, constroem-se as ruas, implanta-se a infraestrutura, depois erguem-se os prédios e, se sobrar espaço, colocam-se uma ou duas árvores ou um chafariz. Em torno disso, pessoas e automóveis.


     Outra forma de avaliação da cidade seria por meio da relação entre quatro elementos: edifícios, espaço para veículos, espaço para pedestres e elementos naturais. Estamos tão acostumados a viver rodeados por edifícios e automóveis que não nos ocorre a possibilidade de questionar se eles estão fora de proporção. O espaço para pedestres é o que sobrou do espaço destinado aos automóveis. Caminhamos contornando as calçadas, ao longo das ruas ou através de estacionamentos, se o automóvel nos der passagem. Nas cidades, especialmente no centro, a vegetação constitui apenas um elemento decorativo. Se as plantas fossem de plástico, não faria diferença nenhuma, já que não têm nenhuma função específica.


   Na arquitetura, uma extensa série de argumentos históricos demonstra que as árvores não são necessárias à ordenação urbana. Um dos sempre repetidos é que a Praça São Marcos, em Veneza, não tem árvores. Mas esse é um tipo de argumento evasivo, pois não explica como foi construída a Praça São Marcos.


     É preciso não esquecer que uma árvore tem funções comparáveis às de um prédio. Ela molda o espaço, dá abrigo, modera o clima e estabelece relacionamento entre nós e os espaços mais amplos que nos rodeiam. Como um dos principais elementos do meio ambiente, não é apenas uma peça decorativa colocada defronte a um edifício: ordena o espaço da mesma maneira que a arquitetura molda o espaço.


  Além das árvores e de outros elementos que compõem o conjunto urbano, é igualmente importante considerar o tipo de relação que existe entre edifícios, veículos, pedestres e elementos naturais. Tomemos o caso de São Paulo. Sobrevoando a cidade de helicóptero, o panorama é espantoso. Por que um povo inteligente construiria edifícios de vinte andares, com fachadas cheias de janelas, afastadas a cada quatro ou cinco metros, através das quais os moradores só podem se ver uns aos outros?


(Adaptado de: ECKBO, Garret. O Paisagismo nas Grandes Metrópoles. São Paulo: Ateliê, 2008, pp. 39-42)  





As normas de concordância estão inteiramente respeitadas em: 
Alternativas
Q3281340 Português
Assinale a alternativa cuja frase utiliza a concordância, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3279528 Português

Imagem associada para resolução da questão


Sobre a imagem acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3279138 Português
Qual das alternativas abaixo NÃO apresenta erro de concordância verbal?
Alternativas
Q3278888 Português
Escolha e marque com X a frase que aparece no plural:
Alternativas
Q3278227 Português
“A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobrem-se tantas outras portas. E a vida enriquece quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece afortunadas portas. Mas a vida também pode ser dura e severa. Se você não ultrapassar a porta, terá sempre a mesma porta pela frente. Içami Tiba
No período “A vida é generosa, a cada sala que se vive, descobrem-se tantas outras portas.” A palavra “outras” foi empregada no plural para estabelecer uma relação com “portas”. Essa relação é denominada:
Alternativas
Q3278226 Português
Imagem associada para resolução da questão

Com base no texto, acima, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3277159 Português
Bullying


         Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

     As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

        As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

     Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

        As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. Segundo Cleo Fante, especialista no assunto, o comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural.

     Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.


Fonte: Brasil Escola (UOL) — adaptado.

Considerando as regras de concordância verbal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.


( ) Trata-se de questões inéditas.

( ) Tratam-se de questões inéditas.

( ) Vendem-se casas novas.

( ) Vende-se casas novas.


Alternativas
Q3277157 Português
Bullying


         Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

     As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

        As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

     Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

        As discussões sobre o bullying são relativamente recentes, chamando a profunda atenção dos especialistas em comportamento humano apenas nas últimas duas décadas. Até a década de 1970, não se falava sobre bullying. Segundo Cleo Fante, especialista no assunto, o comportamento agressivo e a perseguição sistemática de algumas crianças contra outras era visto como um traço comportamental natural.

     Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.


Fonte: Brasil Escola (UOL) — adaptado.
Com base no trecho do texto, ao passar para o singular a palavra “vítimas”, quantas outras palavras, além dela, também mudarão?

As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.  
Alternativas
Q3276641 Português
Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3275947 Português

Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros


Por Revista Pesquisa Fapesp







(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a concordância nominal está INCORRETA.
Alternativas
Q3275946 Português

Como as bets afetam a saúde mental dos brasileiros


Por Revista Pesquisa Fapesp







(Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/como-as-bets-afetam-a-saude-mental-dos-brasileiros/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está INCORRETA.
Alternativas
Respostas
461: C
462: B
463: A
464: A
465: A
466: C
467: A
468: E
469: E
470: E
471: E
472: B
473: C
474: C
475: E
476: D
477: B
478: A
479: E
480: D