Questões de Concurso
Comentadas sobre concordância verbal, concordância nominal em português
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Texto 1 para responder às questões de 1 a 3.
Arroz e feijão são uma combinação completa de proteínas vegetais
1 ____ Quando você pensa em comida típica brasileira,
lembra logo de quê? Provavelmente, do tradicional feijão
com arroz. Só no ano passado, a população do País
4 consumiu 3,5 milhões de toneladas de feijão e 8,7 milhões
de toneladas de arroz.
A receita remonta ao tempo dos índios, depois dos
7 escravos, e permanece em alta até hoje. Do ponto de vista
nutricional, a combinação é completa e traz mais benefícios
à saúde junta do que separada. Isso porque, quando a pessoa
10 consome uma leguminosa como o feijão com um cereal, no
caso o arroz, o organismo consegue fazer a digestão de
todas as vitaminas e proteínas vegetais.
13 ____ O arroz é rico em uma proteína chamada lisina,
enquanto o feijão contém muita metionina. Segundo a
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa),
16 um prato de arroz com feijão garante a absorção de mais de
80% dessas proteínas. Além disso, o arroz oferece
carboidratos, vitaminas e minerais, de acordo com o
19 endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Sônia
Tucunduva.
O Ministério da Saúde sugere o seguinte consumo:
22 uma parte de feijão para duas de arroz. Já a feijoada, com a
inclusão de embutidos como linguiça, joelho e outras partes
24 do porco, torna o prato pouco saudável.
Disponível em: <http://g1.globo.com/bemestar/noticia>.
Acesso em: 21 jul. 2021, com adaptações.
Com base na norma-padrão e nas questões gramaticas referentes ao período “Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um prato de arroz com feijão garante a absorção de mais de 80% dessas proteínas.” (linhas de 14 a 17), assinale a alternativa correta.
Observe a placa abaixo e assinale a alternativa correta:
Instrução: As questões de números 01 a 05 referem-se ao texto abaixo.
A História dos Cassinos
Por Adil Content
as
01 __ No século 19, Monte Carlo tornou-se um centro de entretenimento. Eram tantos visitantes,
02 de diversos lugares, utilizando moedas diferentes, que foi preciso criar o sistema de fichas.
03 Inicialmente feitas de marfim, elas surgiram na China no início do século 18 e passaram a ser
04 importadas.
05 __Mas os jogadores podiam comprar os mesmos modelos na rua e levá-los escondidos para
06 dentro dos cassinos, o que obrigou os proprietários das casas a criar métodos cada vez mais
07 sofisticados para identificar as peças.
08 __Nos Estados Unidos, os nativos haviam inventado seus próprios jogos. Entre os
09 colonizadores, a primeira cidade a assumir o papel de capital dos cassinos foi Nova Orleans.
10 Apenas na década de 40 do século 20 é que Las Vegas se consolidou.
11 __Ali, com o Hotel Flamingo, inaugurado em 1946, estabeleceu-se a estética conhecida ainda
12 hoje, com os salões amplos e a falta de janelas – há quem diga que é para o jogador perder a
13 noção de tempo, mas os proprietários dos locais costumam alegar que a luminosidade do sol
14 prejudica visualizar as cartas e as telas das máquinas caça-níqueis.
15 __No Brasil, tanto os cassinos quanto a prática de jogos são proibidos. Os brasileiros
16 puderam jogar desde a declaração da Independência, em 1822, até 1917, quando a prática foi
17 proibida durante o governo do presidente Venceslau Brás. Novamente autorizada pelo presidente
18 Getúlio Vargas em 1934, voltaria a ser proibida pelo decreto-lei 9.215, de 30 de abril de 1946.
19 No mesmo dia, foi jogada no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, a última partida de
20 roleta autorizada. Na época, o setor abrigava 40 000 pessoas no país.
21 __Desde então, para jogar em cassinos, os brasileiros precisam procurar países vizinhos,
22 como a Argentina, o Paraguai e o Uruguai, ou navios de cruzeiro, que levam os passageiros para
23 águas internacionais. Sites hospedados em servidores estrangeiros também são autorizados a
24 atuar, assim como a prática de pôquer é permitida.
25 __Existem diferentes projetos de lei solicitando a legalização dos jogos no Brasil. E, em 2018,
26 o então presidente Michel Temer sancionou a Lei nº 13.756, que autoriza as apostas esportivas.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/voce-conhece-os-jogos-que-acompanham-a-
humanidade-ha-milhares-de-anos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as seguintes assertivas em relação à concordância de orações do texto:
I. Na linha 08, em “os nativos haviam inventado seus próprios jogos”, o verbo “haver” encontra-se flexionado por estar operando como verbo auxiliar de um tempo composto.
II. Na linha 12, em “há quem diga”, o verbo “haver” é impessoal.
III. Na linha 15, em “tanto os cassinos quanto a prática de jogos são proibidos”, a forma verbal “são” concorda com o núcleo do sujeito “jogos”.
Quais estão corretas?
Dentre as alternativas abaixo, a que NÃO obedece ao padrão da norma culta da língua em relação à concordância nominal é:
Assinale a alternativa correta quanto à concordância, à regência e ao uso (presença ou ausência) do “acento” indicativo de crase.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Como manter a calma?
1------ Na incerteza e no perigo, estar ansioso ou “morrendo de medo” é perfeitamente normal e assumir essa
condição traz calma, ponto básico para um melhor enfrentamento. Administrar os sentimentos é muito mais produtivo
do que negá-los. Eu senti um pouco de pânico nas 24 horas de espera do resultado do teste do Covid? Claro que
senti. E estava cheia de razão. Nos últimos três dias antes da viagem, tive dor de cabeça. E vinha a dúvida: estresse
5 dos preparativos ou eu havia contraído o vírus? Estava preocupada, mas encarei a preocupação como normal. E
aqui alerto: esse bordão repetido à exaustão de que “tudo vai ficar bem” pode ser muito mais penoso do que falar
sobre o que nos apavora.
------- Se na vida normal o excesso de positivismo pode ser frustrante, nos cenários “anormais”, é um desastre.
Fernando Pessoa já denunciava esse desconforto com o “Poema em Linha Reta”: “nunca conheci quem tivesse
10 levado porrada/ todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Assumir o que sentimos nos alivia e liberta.
E esse bem é estendido ao outro que ao ouvir a nossa confissão se sente acompanhado. Saber que o outro
compreende/compartilha o nosso sofrimento traz conexão, afinidade, empatia.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/como-manter-a-calma/. Acesso em: 18 set. 2020. Adaptado.
Sobre a organização sintática do texto, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.
A REDENÇÃO DAS MALDITAS.
As usinas nucleares podem ser a solução para um mundo poluído que precisa de energia limpa, mas, se quiserem continuar a existir, elas terão de se reinventar.
Trinta e cinco anos depois do maior acidente nuclear da história, , na cidade de Chemobyl, na Ucrânia, então parte da União Soviética, seus impactos ainda são sentidos. Em abril de 1986, uma sucessão de falhas técnicas e erros humanos resultou na explosão de um reator na usina, que acabou por espalhar radiação pela região, ameaçando toda a Europa. Parcialmente ocultado pelas autoridades soviéticas à época, o vazamento poderia ter sido muito pior se um grupo de trabalhadores locais não tivesse sacrificado a saúde - e em muitos casos a própria vida - para isolar o reator. Apesar disso, uma área de 2600 quilômetros quadrados, mais que o dobro da cidade do Rio de Janeiro, continua inabitável. No entanto, mesmo à sombra deste caso - e de outro desastre igualmente grave ocorrido em Fukushima, no Japão, dez anos atrás -, as usinas nucleares ainda pulsam: respondem atualmente por cerca de 10% da eletricidade do planeta, suprindo lares, escritórios, hospitais e fábricas em diversas partes do mundo. São tidas como uma fonte energética que confere estabilidade à malha elétrica, evitando os chamados apagões.
As usinas nucleares são como grandes chaleiras que produzem vapor de água e, assim, movimentam turbinas para gerar eletricidade. O calor, no entanto, não vem do fogo, mas da fissão controlada de átonos de urânio. Existem hoje 440 reatores em funcionamento em 32 países, incluindo o Brasil. China e Índia pretendem construir novos reatores, assim como Estados Unidos, Reino Unido e Finlândia. A ascensão de fontes alternativas, como as energias eólica e solar, ampliou o leque de opções, mas as usinas nucleares continuam sendo, para muitos países, sinônimo de energia limpa, já que não emitem gases de efeito estufa. Segundo a Agência Internacional de Energia, os reatores atômicos evitaram, nos últimos cinquenta anos, a descarga de 60 gigatoneladas de CO2 na atmosfera, o que talvez justifique o posicionamento da França quanto às usinas nucleares, ora neutro, ora a favor: o país é o segundo maior gerador de eletricidade a partir delas, atrás apenas dos Estados Unidos.
Os detratores das usinas nucleares costumam apontar o risco sempre presente de contaminação tanto por acidente quanto pelo descarte de combustível, capazes de provocar incontáveis mortes. Os números, porém, dizem o contrário: segundo levantamentos recentes, o carvão e o petróleo são responsáveis, respectivamente, por 24,6 e 38,4 mortes por terawatt de energia fornecida, enquanto a energia nuclear teria provocado 0,07 morte por terawatt - incluindo na conta as tragédias de Chernobyl e Fukushima. Já para o lixo atômico, um subproduto inevitável da operação, existem rigorosas regras de estocagem e reciclagem que têm funcionado a contento.
Uma alternativa às grandes usinas, que custam caro, levam tempo para ser construídas e exigem rigorosa manutenção, seriam os small modular reactors, reatores modulares pequenos, quase totalmente automatizados, sem necessidade de armazenamento externo e transporte de lixo atômico. Trata-se de uma opção que tem atraído alguns dos mais prestigiados cérebros do planeta. Hoje, a empresa TerraPower - que tem Bill Gates, fundador da Microsoft, como presidente do conselho - está desenvolvendo um dos pequenos reatores mais avançados, capaz de alimentar a rede de uma cidade de 200000 habitantes.
Por aqui, as usinas de Angra I e Il, no Estado do Rio de Janeiro, geram cerca 3% de energia elétrica consumida no Brasil. A construção de Angra III foi interrompida em 2015 e ainda aguarda investimentos para ser finalizada. Segundo Leonam dos Santos Guimarães, presidente da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras, as instalações de Angra Ill estão preservadas, faltando apenas 40% para sua conclusão. “Não dá para pensar em um mundo descarbonizado sem energia nuclear”, disse o executivo a VEJA, corroborando a opinião de outros especialistas. O Brasil ainda demandará muita energia para crescer e, em algum nível, dependerá das usinas nucleares, sejam elas pequenas ou grandes. Implementá-las de forma segura será o enorme desafio.
Fonte: VEJA,14 DE ABRIL,2021.
Das frases, em apenas uma alternativa há desobediência à norma padrão, identifique-a:
Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.
A REDENÇÃO DAS MALDITAS.
As usinas nucleares podem ser a solução para um mundo poluído que precisa de energia limpa, mas, se quiserem continuar a existir, elas terão de se reinventar.
Trinta e cinco anos depois do maior acidente nuclear da história, , na cidade de Chemobyl, na Ucrânia, então parte da União Soviética, seus impactos ainda são sentidos. Em abril de 1986, uma sucessão de falhas técnicas e erros humanos resultou na explosão de um reator na usina, que acabou por espalhar radiação pela região, ameaçando toda a Europa. Parcialmente ocultado pelas autoridades soviéticas à época, o vazamento poderia ter sido muito pior se um grupo de trabalhadores locais não tivesse sacrificado a saúde - e em muitos casos a própria vida - para isolar o reator. Apesar disso, uma área de 2600 quilômetros quadrados, mais que o dobro da cidade do Rio de Janeiro, continua inabitável. No entanto, mesmo à sombra deste caso - e de outro desastre igualmente grave ocorrido em Fukushima, no Japão, dez anos atrás -, as usinas nucleares ainda pulsam: respondem atualmente por cerca de 10% da eletricidade do planeta, suprindo lares, escritórios, hospitais e fábricas em diversas partes do mundo. São tidas como uma fonte energética que confere estabilidade à malha elétrica, evitando os chamados apagões.
As usinas nucleares são como grandes chaleiras que produzem vapor de água e, assim, movimentam turbinas para gerar eletricidade. O calor, no entanto, não vem do fogo, mas da fissão controlada de átonos de urânio. Existem hoje 440 reatores em funcionamento em 32 países, incluindo o Brasil. China e Índia pretendem construir novos reatores, assim como Estados Unidos, Reino Unido e Finlândia. A ascensão de fontes alternativas, como as energias eólica e solar, ampliou o leque de opções, mas as usinas nucleares continuam sendo, para muitos países, sinônimo de energia limpa, já que não emitem gases de efeito estufa. Segundo a Agência Internacional de Energia, os reatores atômicos evitaram, nos últimos cinquenta anos, a descarga de 60 gigatoneladas de CO2 na atmosfera, o que talvez justifique o posicionamento da França quanto às usinas nucleares, ora neutro, ora a favor: o país é o segundo maior gerador de eletricidade a partir delas, atrás apenas dos Estados Unidos.
Os detratores das usinas nucleares costumam apontar o risco sempre presente de contaminação tanto por acidente quanto pelo descarte de combustível, capazes de provocar incontáveis mortes. Os números, porém, dizem o contrário: segundo levantamentos recentes, o carvão e o petróleo são responsáveis, respectivamente, por 24,6 e 38,4 mortes por terawatt de energia fornecida, enquanto a energia nuclear teria provocado 0,07 morte por terawatt - incluindo na conta as tragédias de Chernobyl e Fukushima. Já para o lixo atômico, um subproduto inevitável da operação, existem rigorosas regras de estocagem e reciclagem que têm funcionado a contento.
Uma alternativa às grandes usinas, que custam caro, levam tempo para ser construídas e exigem rigorosa manutenção, seriam os small modular reactors, reatores modulares pequenos, quase totalmente automatizados, sem necessidade de armazenamento externo e transporte de lixo atômico. Trata-se de uma opção que tem atraído alguns dos mais prestigiados cérebros do planeta. Hoje, a empresa TerraPower - que tem Bill Gates, fundador da Microsoft, como presidente do conselho - está desenvolvendo um dos pequenos reatores mais avançados, capaz de alimentar a rede de uma cidade de 200000 habitantes.
Por aqui, as usinas de Angra I e Il, no Estado do Rio de Janeiro, geram cerca 3% de energia elétrica consumida no Brasil. A construção de Angra III foi interrompida em 2015 e ainda aguarda investimentos para ser finalizada. Segundo Leonam dos Santos Guimarães, presidente da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras, as instalações de Angra Ill estão preservadas, faltando apenas 40% para sua conclusão. “Não dá para pensar em um mundo descarbonizado sem energia nuclear”, disse o executivo a VEJA, corroborando a opinião de outros especialistas. O Brasil ainda demandará muita energia para crescer e, em algum nível, dependerá das usinas nucleares, sejam elas pequenas ou grandes. Implementá-las de forma segura será o enorme desafio.
Fonte: VEJA,14 DE ABRIL,2021.
A concordância entre verbo e sujeito não está corretamente identificada em:
Apelidos: dupla identidade.
Os apelidos são uma maneira poderosa de botar as pessoas nos seus devidos lugares. Essa frase é da escritora Doris Lessing e chamou minha atenção porque diz justamente o contrário do que eu sempre pensei de apelidos. Sempre achei que fossem um carinho, um atalho para a intimidade ou ao menos um meio mais rápido de chamar alguém: em vez de João Carlos, Joca; em vez de Maria Aparecida, Cida; em vez de Adalberto, Beto. Nenhuma má intenção.
O que Doris Lessing quis lembrar é que apelidos nem sempre são afetuosos. A maioria dos apelidos nascem na infância e são dados por outras crianças que, como todos sabem, de anjo só têm a cara. Crianças adoram pegar no pé das outras, e aí que começa o batismo de fogo.
Uma banana-split todo dia na hora do recreio, Gordo. Vai ser Gordo o resto da vida, mesmo que venha a ser jóquei, faquir, homem elástico: vai morrer Gordo.
Se for loiro, é Xuxa. Se a voz for engraçada, é Fanho. Se não for filho único, é Mano, Mana, Maninha. Irmãos de quem, eu conheço?
Fui colega de um cara bárbaro que se chamava Antônio, mas se alguém o chamasse assim, ele nem levantava os olhos. É o Verde. Uma mãe e um pai colocam um nome lindo no filho e não pega.
FHC, PC, ACM, agora é a mania transformar pessoas em siglas. Sorvetão era o apelido de uma paquita chamada Andrea: Sorvetão! E Caetano Veloso inova mais uma vez, registrando seus filhos como Zeca e Tom, que jamais serão apelidados.
Muita gente, secretamente, detesta a própria alcunha, mas são obrigados a resignar-se, sob o risco de perder a identidade. Qual é o nome de Bussunda, do Tiririca, do Chitãozinho e Xororó? Anônimos Cláudios, Ricardos e Fernandos. Nomes que só existem em cartório.
Apelido gruda, cola, vira marca registrada. Tem negro que é Alemão, tem grandão que é Fininho, tem careca que é Cabeleira, tem ateu que é Cristo, tem moreno que é Ruivo, tem albino que é Tição. Apelido não tem lógica. Tem história.
Doris Lessing, quando criança, tinha um apelido para sua segunda personalidade: chamava a si mesmo de Tigger. Doris era o nome para consumo externo, para denominar a menina boazinha que aparentava ser. Tigger era o que ela era em segredo: sarcástica, atrevida, extrovertida. Com esse depoimento, Doris Lessing mostrou a verdadeira utilidade dos apelidos em vez daquela coisa antipática de “colocar as pessoas em seus devidos lugares”. O bom do apelido é que ele nos dá permissão para sermos vários: Afonso Henrique combina com gravata, mas que tem mais a ver com bermuda. Está aí uma maneira sutil de legalizar o nosso outro eu, o que ficou sem registro.
Fonte: MEDEIROS, Martha. Trem Bala, fev, 1998, p. 49,50.
Excerto para as questões 4, 5 e 6:
“Muita gente, secretamente, detesta a própria alcunha, mas são obrigados a resignar-se, sob o risco de perder a identidade.”
No período ocorre uma falha na norma padrão de:
Leia a canção a seguir:
O Bem do Mar
O pescador tem dois amor
Um bem na terra, um bem no mar
O pescador tem dois amor
Um bem na terra, um bem no mar
O bem de terra é aquela que fica
Na beira da praia quando a gente sai
O bem de terra é aquela que chora
Mas faz que não chora quando a gente sai
O bem do mar é o mar, é o mar
Que carrega com a gente, pra gente pescar
O bem do mar é o mar, é o mar
Que carrega com a gente, pra gente pescar
(Letra de canção extraída de https://www.youtube.com/watch?v=4FxU8IqwfKs)
As duas próximas questões (12 e 13) tem por base a canção de dorival caymmy, acima:
A canção acima, para reproduzir a fala coloquial faz uso de uma incorreção, pela norma culta.
Trata-se de um erro de:
I.Muito obrigado, disse ela ao rapaz.
II.Anexas estão as declarações solicitadas.
III.Essa situação já aconteceu bastante vezes.
IV.Maçã é boa para a saúde.
A concordância nominal está CORRETA em:
“A incapacidade de absorver tamanha quantidade de migrantes aumenta o número de pessoas desempregadas.”
Sobre essa frase, assinale a alternativa correta.