Questões de Concurso Comentadas sobre classificação dos verbos (regulares, irregulares, defectivos, abundantes, unipessoais, pronominais) em português

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Q4229783 Português
COMO O AQUECIMENTO GLOBAL PODE
DEIXAR CICLONES MAIS INTENSOS


       Um ciclone extratropical causou estragos em São Paulo e região metropolitana no dia 9 de dezembro de 2025. O fenômeno, associado a uma frente fria, derrubou mais de 330 árvores, sendo que muitas caíram sobre a rede elétrica, deixando mais de 2,2 milhões de pessoas sem energia.

      Os ventos acima de 90 km/h fizeram com que cerca de 200 voos fossem afetados em São Paulo, consequentemente causando transtornos também em outros aeroportos do país. A falta de eletricidade também prejudicou o funcionamento de semáforos e o abastecimento de água.

      Em novembro do mesmo ano, o nascimento de um ciclone extratropical no Rio Grande do Sul causou um tornado no Paraná que destruiu 80% da cidade de Rio Bonito do Iguaçu, matando seis pessoas e ferindo 750, segundo a Defesa Civil do Estado. Em julho de 2023, um outro ciclone no Rio Grande do Sul provocou estragos em 52 cidades e uma morte na cidade de Rio Grande. O fenômeno provocou ventos de mais de 140 km/h e também atingiu o estado de São Paulo, onde duas mortes foram associadas ao ciclone.

      O ciclone extratropical é uma área de menor pressão atmosférica do que o ambiente do entorno, em que os ventos giram ao redor de um centro, no sentido horário. Esses sistemas afetam o tempo das regiões onde atuam provocando nuvens, chuva, redução da temperatura do ar e ventos fortes.

    Embora seja um fenômeno meteorológico comum na região Sul, o aumento da temperatura do ar e do oceano em consequência das mudanças climáticas pode deixar os ciclones extratropicais mais intensos, afirmam especialistas.

   Os ciclones extratropicais são sistemas de baixa pressão atmosférica, em geral vinculados a frentes frias. Eles provocam um contraste muito grande de temperatura, umidade, chuva em seu entorno. Além disso, ventos muito intensos são gerados na direção dele, explica Tércio Ambrizzi, professor de Ciências Atmosféricas na Universidade de São Paulo. 

     Na América do Sul, um mapeamento das áreas mais ciclogenéticas – como os especialistas definem as áreas mais propensas ao fenômeno – aponta duas regiões principais. Uma fica no extremo sul, na costa da Patagônia. A outra é a região da bacia do Prata, ou seja, o sul do Brasil, Uruguai e nordeste da Argentina, explica Marcelo Seluchi, meteorologista e coordenador-geral de Operação e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

    A área sobre a Patagônia registra uma frequência maior de formação de ciclones extratropicais durante o verão. Já na região ao sul do Brasil, o fenômeno ocorre durante os meses de inverno e primavera. “Existe também uma terceira região de formação de ciclone, que é perto da costa de São Paulo e Rio de Janeiro, mas é muito raro a formação sobre o continente”, diz Seluchi.

     Um estudo feito por Tércio Ambrizzi há alguns anos mostrou que os ciclones não sofreram aumento em termos numéricos, mas em intensidade. “Em princípio, há relação com as mudanças climáticas. Com a atmosfera acumulando muito mais energia em função do aquecimento que o planeta está sofrendo por conta da emissão de gases de efeito estufa, os sistemas se tornam mais intensos”, diz.

     O impacto sobre a vida das pessoas depende da região onde o fenômeno se desenvolve. “Em junho de 2022, houve um ciclone extratropical muito intenso que se desenvolveu no oceano. O fenômeno se desenvolveu em função de um outro sistema, que foram vórtices ciclônicos de altos níveis. Naquele junho, ele se propagou na região do Atlântico. Em julho de 2023, ele se desenvolveu exatamente em cima do Rio Grande do Sul, por isso causou tanta chuva. A intensidade das chuvas e dos ventos causam muitos danos e colocam vidas em risco”, afirma Ambrizzi.

      Marcelo Seluchi destaca que, antigamente, detectar ciclones sobre os oceanos era muito difícil. “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite, então muito provavelmente houve muitos ciclones que não foram detectados no passado, que não fazem parte da série histórica”, detalha o meteorologista, pontuando que a série histórica mais confiável que registra o fenômeno reúne informações dos últimos 25 anos.

      Seluchi afirma que ainda não existem estudos muito claros sobre como as mudanças climáticas podem afetar a frequência e a intensidade dos ciclones extratropicais. As projeções feitas com base em modelos indicam que alguns ciclones tenderiam a se formar um pouco mais para o sul num cenário de aquecimento global.

     “Há um fato que pode influenciar a intensidade dos ciclones, que é justamente o aquecimento da atmosfera e do oceano. Um oceano mais quente consegue evaporar mais água. Uma atmosfera mais quente, por conta do aumento da temperatura, retém mais umidade, que é um elemento muito importante para determinar a intensidade dos ciclones”, explica Seluchi.

       Isso ajuda a explicar o fato de a costa leste da América do Sul, a bacia do Prata e o sul do Brasil serem regiões de maior frequência de ciclones extratropicais, argumenta o meteorologista. A costa do lado do Oceano Pacífico, na área do Chile, não registra muito o fenômeno, pois é uma área que tem baixa umidade, diz Seluchi.


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/como-oaquecimento-global-pode-deixar-ciclones-mais-intensos/a66236577>. Adaptado. Acesso em: 23 de fevereiro de 2026.
No trecho “Não existiam dados observados, não havia boas imagens de satélite”, os verbos destacados devem ser classificados, CORRETA e respectivamente, como:
Alternativas
Q4210632 Português
Assinale a frase – retirada de um artigo de nosso gramático Evanildo Bechara – que mostra uma concordância correta do verbo haver.
Alternativas
Q4209846 Português
A correção faz parte da boa escrita para todos os cidadãos.
Assinale a frase abaixo que exemplifica o correto emprego gramatical da língua. 
Alternativas
Q4204635 Português

TEXTO III



Canção


Nunca vi ninguém viver
tão de rastro como eu vivo.
Comendo o que ninguém quer,
bebendo o que não tem gosto,
sempre de rosto para o chão,
como se o chão fosse o rosto
de quem me pudesse amar.

Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmã das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.

Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei.
Não sei se fico
ou passo.

(Cecília Meireles, em "Viagem"

No verso,” Não sou alegre nem sou triste:

sou poeta”. Os verbos são 

Alternativas
Q4204503 Português

TEXTO I


A Bela e a Fera



    A Fera era uma Fera mesmo. Tão feia que, quando olhava no espelho, o espelho quebrava de susto. Morava num castelo imenso, cercado de espinhos e solidão. Certo dia, um velho mercador se perdeu na floresta e acabou colhendo uma rosa no jardim da Fera. A Fera, surgindo do nada com um rugido de tremer as estruturas, disse: "Vou te matar! A menos que você me traga sua filha mais bela para morar comigo".

    O velho, apavorado, levou a Bela. No começo, ela chorava muito, achando que seria devorada no jantar. Mas a Fera era um doce. Tratava a moça com as melhores iguarias, dava-lhe joias, lia poesia (embora com aquela voz de britadeira) e nunca, jamais, tentou qualquer gracinha. Com o tempo, Bela foi se acostumando. Começou a achar que a feiura da Fera era apenas uma "característica exótica".

    Um dia, Bela pediu para visitar o pai doente. A Fera, com o coração na mão (figuradamente, claro), deixou: "Mas volte em uma semana, ou eu morrerei de tristeza". Bela foi, se distraiu com as irmãs invejosas e demorou dez dias. Quando voltou, encontrou a Fera estirada no jardim, quase morta. Chorando, Bela abraçou o monstro e disse: "Eu te amo, Fera! Case comigo!".

    Nesse momento, uma explosão de luz! A Fera se transformou num Príncipe lindo, loiro, de olhos azuis e roupas de seda. Bela olhou para ele de cima a baixo, deu um passo atrás e disse:

    — Ah, não! Assim não serve.

    — Por que? — perguntou o Príncipe, chocado.

    — Eu sou lindo!— Pois é — respondeu Bela, fazendo as malas.

    — O que eu gostava em você era o contraste. Agora você é igual a todos os outros. E foi embora, deixando o Príncipe sozinho com sua beleza e sua perplexidade.



(Versão de Millor Fernandes)

Em qual das frases o verbo destacado é irregular?
Alternativas
Q4202103 Português

Leia o texto para responder à questão.



O que está por trás do aumento de navios abandonados no mar


David Waddell




    Ao longo do último ano, houve um grande aumento no número de petroleiros e outras embarcações comerciais que vêm sendo abandonados por seus proprietários ao redor do mundo. O que está por trás desse aumento repentino? E qual é o impacto humano sobre os marinheiros mercantes afetados? 


    Ivan (nome fictício) falou com a BBC no mês passado a partir de um petroleiro que permanece abandonado fora das águas territoriais da China. Ele é um funcionário sênior de convés.


    “Houve falta de carne, grãos, peixe — coisas simples para a sobrevivência”, disse o fncionário russo. “Isso afetou nossa saúde e o clima operacional a bordo. 


    A tripulação estava com fome, a tripulação estava com raiva, e tentávamos sobreviver apenas dia após dia.” 


    O navio — que não será identificado para proteger Ivan — transporta cerca de 750 mil barris de petróleo bruto russo, com valor nominal de aproximadamente US$ 50 milhões (R$ 260 milhões). Ele havia zarpado do Extremo Oriente da Rússia em direção à China no início de novembro. 


    A embarcação foi dada como abandonada em dezembro pela federação sindical internacional International Transport Workers’ Federation (ITF), após a tripulação relatar que não recebia salários havia meses. 


    O navio permanece em águas internacionais. O nível de escrutínio em torno do caso é tal que a China, ao que tudo indica, não está disposta a permitir sua entrada em um porto. 


    No entanto, a ITF interveio para garantir o pagamento dos salários de Ivan e de seus colegas até dezembro, além de organizar o envio de alimentos, água potável e outros itens essenciais para o navio. 


    Embora alguns tripulantes tenham sido repatriados, a maioria, como Ivan, continua a bordo. 


    Segundo a ITF, 20 navios foram abandonados ao redor do mundo em 2016. Em 2025, esse número saltou para 410, com 6.223 marinheiros mercantes afetados. Ambos os números do ano passado representaram um aumento de quase um terço em relação a 2024. 


    A instabilidade geopolítica é apontada como um dos principais fatores por trás do crescimento recente. Conflitos generalizados em várias partes do mundo e a pandemia de covid-19 provocaram interrupções nas cadeias de suprimento e grandes variações nos custos de frete, fazendo com que algumas empresas tenham dificuldade para se manter operando. 


    Mas a ITF afirma que a crescente presença das chamadas “frotas fantasmas” pode ter contribuído para o forte aumento registrado no ano passado. 


    Esses navios — geralmente petroleiros, como aquele em que Ivan está preso — costumam ser embarcações antigas, de propriedade obscura, muitas vezes sem condições adequadas de navegação, provavelmente sem seguro e com operações perigosas. Em geral, eles navegam sob bandeiras de conveniência (FOCs, na sigla em inglês), ou seja, são registrados em países com fiscalização regulatória muito limitada. 


    As embarcações dessas frotas fantasmas tentam operar fora do radar para ajudar países como Rússia, Irã e Venezuela a exportar petróleo bruto em violação às sanções ocidentais.


    O caso da Rússia é um exemplo. Após a invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022, o país passou a enfrentar sanções que limitaram o preço que poderia cobrar por seu petróleo.  


    Ainda assim, a Rússia encontrou compradores dispostos a pagar valores mais altos, como China e Índia — embora esta última tenha agora se comprometido a interromper as compras, conforme os termos de um recente acordo comercial com os Estados Unidos. 


    As bandeiras de conveniência (FOCs, na sigla em inglês) são usadas por navios mercantes há mais de um século como forma de os proprietários contornarem leis e regulações em seus países de origem. Nos anos 1920, por exemplo, era comum que navios de passageiros de propriedade americana fossem registrados no Panamá para driblar as normas da Lei Seca nos EUA e vender álcool a bordo. 


    Panamá, Libéria e Ilhas Marshall são hoje os Estados mais comuns de bandeira de conveniência, respondendo por 46,5% de todos os navios mercantes em termos de tonelagem. Mas a Gâmbia se tornou um novo ator nesse cenário nos últimos anos. 


    Em 2023, não havia nenhum petroleiro registrado na Gâmbia. Já em março do ano passado, o país havia se tornado, no papel, o Estado anfitrião de 35 dessas embarcações. Os países que oferecem esse tipo de registro recebem taxas consideráveis. 


    Navios com bandeira de conveniência aparecem com destaque nos casos de abandono. Em 2025, eles representaram 337 embarcações — ou 82% do total. O número exato de navios de “frotas fantasmas” dentro desse grupo não é claro, mas, dado o estado precário dessas embarcações e as estruturas de propriedade obscuras por trás delas, tudo indica que isso expõe tanto os navios quanto suas tripulações a riscos maiores. 


    De acordo com as diretrizes da Organização Marítima Internacional (IMO), um marinheiro é considerado abandonado quando o armador deixa de arcar com os custos de sua repatriação, ou o deixa sem a cobertura de custos e o apoio necessários, ou ainda rompe unilateralmente o vínculo com ele. Este último caso inclui a falta de pagamento dos salários contratuais por um período mínimo de dois meses. 


    O secretário-geral da ITF, Stephen Cotton, disse à BBC que “o abandono não é um acidente”. E acrescentou: “Os marinheiros, na verdade, não sabem exatamente para onde estão indo. Eles assinam um contrato, vão para alguma outra parte do mundo e se deparam com muitos desafios diferentes.” 


    No ano passado, tripulações da marinha mercante abandonadas ao redor do mundo tinham, juntas, US$ 25,8 milhões em salários atrasados, segundo dados de duas agências da ONU, a Organização Marítima Internacional (IMO) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT). 


    A ITF afirma ter recuperado e devolvido quase dois terços desse valor, o equivalente a US$ 16,5 milhões. No navio em que Ivan está, os salários atrasados somavam cerca de US$ 175 mil no momento da primeira intervenção da ITF.


    A nacionalidade mais afetada pelo abandono marítimo em 2025 foi a indiana, com 1.125 marinheiros — 18% do total. Filipinos (539) e sírios (309) aparecem em segundo e terceiro lugar.


    Em setembro do ano passado, para proteger sua importante comunidade de trabalhadores do mar, o governo da Índia colocou na lista negra 86 embarcações estrangeiras por casos de abandono de marinheiros e violações de direitos. As investigações constataram que muitas delas tinham proprietários impossíveis de rastrear ou não recebiam qualquer resposta dos Estados de bandeira. 


    Mark Dickinson é secretário-geral do Nautilus International, um sindicato que representa profissionais do setor marítimo. 


    Ele responsabiliza os Estados que oferecem bandeiras de conveniência (FOCs) por uma “completa abdicação de responsabilidade” em relação às suas frotas mercantes e às tripulações que navegam sob essas bandeiras.


    Segundo ele, é preciso haver “um vínculo genuíno entre os proprietários dos navios e as bandeiras sob as quais eles navegam”. Esse vínculo já é exigido pelo direito marítimo internacional, mas não existe uma definição universalmente aceita do que ele significa na prática. 


    O navio de Ivan navegava sob uma bandeira gambiana falsa, sem registro e desconhecida pelas autoridades da Gâmbia. Desde então, ele foi aceito provisoriamente sob a bandeira de outro país africano, que, segundo informações, abriu uma investigação formal sobre a embarcação. 


    O inspetor da ITF Nathan Smith disse que espera que o destino do petroleiro só seja resolvido quando o petróleo for transferido para outro navio por meio de uma operação de navio a navio em alto-mar.


    Ivan afirma que, no futuro, será muito mais cuidadoso ao escolher em que navio vai trabalhar. 


    “Com certeza vou ter uma conversa adequada sobre as condições da embarcação, sobre pagamento e provisões. E vou recorrer à internet, onde podemos ver quais navios são proibidos, quais estão sob sanções.” 


    Marinheiros como Ivan muitas vezes ficam à mercê dos contratos disponíveis. Com as viagens das chamadas frotas fantasmas sendo uma peça-chave da cadeia de suprimento do petróleo russo, será necessária uma cooperação internacional maior para proteger os trabalhadores do mar dos riscos inerentes ao serviço marítimo. 


Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd9gd4ee4zvo 

Sobre a concordância verbal em: “Houve um grande aumento no número de petroleiros...”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4176983 Português
Por que o Panamá era tão importante para o comércio espanhol?

A história do Panamá é diretamente ligada ao comércio colonial. Desde o século XVI, o istmo funcionava como uma ponte terrestre entre dois mares. Assim, navios vindos do Pacífico descarregavam ouro, prata e outras mercadorias em portos como Panamá e Portobelo. Em seguida, carregadores transportavam as cargas por rotas terrestres até o Caribe. Esse sistema evitava a longa viagem pelo extremo sul do continente, no perigoso Cabo Horn. Portanto, ele reduzia tempo e riscos para a Coroa espanhola.

As chamadas rotas de ouro e prata organizavam o eixo desse sistema. Mineradores retiravam metais preciosos das minas do Peru, da Bolívia e de parte do que hoje é o Equador. Depois, comerciantes levavam essa riqueza pelos Andes e pela costa do Pacífico até chegar ao istmo. De lá, caravanas de mulas e guardas armados seguiam até os portos caribenhos. Essa dinâmica transformou o Panamá em centro logístico, financeiro e militar. Por isso, a Espanha mantinha controle rígido sobre a região e criava divisões administrativas para garantir eficiência na gestão do fluxo de riqueza. Além disso, fortaleceu fortificações e guarnições para proteger as rotas contra-ataques.

Fonte: Terra. Adaptado.
Considerando-se a flexão do verbo pentear, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Pentiou o cachorro depois da tosa. ( ) Eu penteio o cabelo ao acordar. ( ) Ela pêntia a boneca com cuidado. 
Alternativas
Q4162055 Português
Para responder  à questão, leia o texto abaixo.


Dia Nacional da Imunização


    Com o objetivo de alertar sobre a necessidade de manter as vacinas em dia, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças, celebra-se, em 9 de junho, o Dia Nacional da Imunização. A vacinação é reconhecida como uma das mais eficazes estratégias para preservar a saúde da população e fortalecer a saúde e resistência da sociedade. Além de prevenir doenças graves, a imunização contribui para reduzir a disseminação desses agentes infecciosos na comunidade, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por motivos de saúde.

    Um dos mais importantes patrimônios do Sistema Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de Imunizações (PND é um dos maiores do mundo. instituído em 1973, é responsável por elaborar a política de vacinação do Brasil, desde a compra das vacinas de rotina até a definição do público que será imunizado.

    Por meio do programa, o governo federal disponibiliza no SUS 50 imunobiológicos: 32 vacinas, 13 soros e 5 imunoglobulinas. Esses imunobiológicos incluem tanto as vacinas da rotina, quanto vacinas e imunoglobulinas indicadas para grupos em condições clínicas especiais, como pessoas com HIV, pessoas em tratamento de algumas doenças, bebês muito prematuros ou com comorbidades, dentre outros, aplicadas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, e inclui também vacinações estratégicas de campanha para grupos vulneráveis, como a covid-19 e a influenza (gripe).

    O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação. Essas campanhas têm como objetivo alcançar altas coberturas vacinais, garantindo a proteção individual e coletiva contra diversas doenças. Assim, o Ministério da Saúde atua em conjunto com estados, municípios e o Distrito Federal para garantir o acesso equitativo às vacinas em todo o país.


Fonte: https://bvsms.saude.gov.brl9-6-dia- nacional -da-imunizacao-2026/ (com adaptações).
Considere a seguinte frase extraída do último parágrafo e analise as assertivas que seguem, com base em aspectos morfológicos, sintáticos e ortográficos: 

O PNI é responsável por coordenar as campanhas anuais de vacinação.

I. A palavra responsável é acentuada pela mesma regra ortográfica que justifica o acento em vulnerável.
II. O verbo coordenar é classificado como regular, pois mantém o seu radical em todas as suas flexões, seguindo o paradigma dos verbos da primeira conjugação.
III. O termo anuais classifica-se morfologicamente como um advérbio de tempo, indicando a periodicidade com que a ação verbal se realiza.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: AMEOSC Órgão: AMEOSC Prova: AMEOSC - 2026 - AMEOSC - Desenhista |
Q4150239 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Suspeita de Ebola é descartada em pacientes no Rio e em SP: o que se sabe.

O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo.

Segundo a pasta, um viajante procedente de Uganda no Rio que apresentava calafrios, tosse e diarreia teve resultado negativo após exames realizados em amostras de saliva, urina e sangue pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O diagnóstico foi posteriormente confirmado para malária. 

Já em São Paulo, a suspeita de Ebola foi descartada em um paciente de 37 anos internado no Instituto de Infectologia Emílio Ribas. Exames realizados pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL) confirmaram o diagnóstico de doença meningocócica.

Segundo o Ministério da Saúde, o país nunca registrou um caso confirmado de Ebola. 

A investigação dos casos suspeitos seguiu os protocolos nacionais para febres hemorrágicas virais, adotados desde 16 de maio após a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em razão do surto registrado na República Democrática do Congo e que também atinge Uganda.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1j24726wy9o-fragmento 
"O Ministério da Saúde descartou dois casos suspeitos de Ebola que haviam sido notificados no Brasil, um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo."
Com base na concordância verbal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Prova: CIAAR - 2026 - CIAAR - Farmácia Bioquímica |
Q4141787 Português
Marque a opção em que todos os verbos seguem a mesma conjugação de colorir, conforme norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Prova: CIAAR - 2026 - CIAAR - Farmácia Bioquímica |
Q4141765 Português
Determinados verbos da Língua Portuguesa apresentam flexão defectiva, isto é, não são tradicionalmente conjugados em todas as pessoas, tempos ou modos. Em geral, tais restrições decorrem de fatores fonéticos ou do uso consagrado pela tradição gramatical, motivo pelo qual algumas formas verbais são evitadas na norma-padrão.

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e o comportamento dos verbos defectivos, assinale a alternativa em que a forma verbal destacada está empregada corretamente.
Alternativas
Q4132199 Português
Leia a letra da canção “É preciso saber viver” para responder à questão.


É preciso saber viver
Canção de Titãs ‧ 1998

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver
Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinho
Você pode se arranhar
Se o bem e o bem existem
Você pode escolher
É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Você pode escolher
É preciso saber viver
Saber viver
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver
Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
[...]
Analise o fragmento a seguir.

“Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão.”

A expressão “ficar maluco” apresenta um verbo que, nesse contexto, classifica-se como:
Alternativas
Q4089457 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Como chatbot de IA descobriu condição rara de mulher após anos de diagnósticos errados


Um chatbot de inteligência artificial auxiliou uma jovem do País de Gales a identificar uma condição rara de saúde, após anos de diagnósticos equivocados. Aos vinte e três anos, residente na capital galesa, ela relata ter recebido diagnósticos de ansiedade, depressão e epilepsia, além de ter sido advertida de que poderia ser tratada como paciente psiquiátrica caso continuasse a procurar atendimento emergencial.


Após sofrer uma convulsão e permanecer em coma por três dias, ao receber alta hospitalar, decidiu inserir seus sintomas em um sistema de inteligência artificial. A ferramenta apresentou uma lista de possíveis condições, entre elas a paraplegia espástica hereditária. Ao levar essa hipótese ao clínico geral, exames genéticos confirmaram o diagnóstico.


A instituição de saúde responsável declarou lamentar a experiência da paciente. Profissionais da área médica orientam que informações obtidas por meio de ferramentas digitais devem sempre ser discutidas com especialistas, uma vez que estudos indicam que esses sistemas podem fornecer respostas tanto precisas quanto imprecisas, dificultando a avaliação de sua confiabilidade.


A jovem reconhece as dificuldades enfrentadas pelos profissionais no processo diagnóstico, mas afirma que recorreu à tecnologia por se sentir isolada ao longo da experiência. Desde a infância, apresentava dificuldades motoras, tendo nascido com uma alteração no quadril que exigiu cirurgias ainda bebê. Na fase escolar, também apresentava problemas de equilíbrio, sendo investigada para distúrbios de coordenação, hipótese posteriormente descartada.


Aos dezenove anos, sofreu um desmaio seguido de convulsão no ambiente de trabalho, sendo diagnosticada com ansiedade, apesar de não possuir histórico compatível. Anos depois, recebeu diagnóstico de epilepsia e iniciou tratamento medicamentoso. Contudo, em 2024, voltou a apresentar agravamento dos sintomas, com novas convulsões e dificuldade para manter o uso da medicação.


Posteriormente, passou a ter dificuldades para caminhar e recebeu diagnóstico equivocado de uma condição neurológica associada a crises epilépticas, caracterizada por paralisia temporária. Em janeiro de 2025, sofreu uma queda de escada, o que resultou em internação hospitalar por três meses, sem conclusão diagnóstica.


Em julho do mesmo ano, uma nova convulsão grave a deixou em coma por três dias. Após a recuperação, foi informada por um médico de que não apresentava epilepsia, mas sim ansiedade. Diante dessa situação, decidiu recorrer novamente ao chatbot, que sugeriu hipótese correta.


Após refletir sobre a possibilidade, buscou avaliação médica, e o clínico considerou a hipótese plausível. Os exames confirmaram o diagnóstico, trazendo finalmente uma explicação para os sintomas.


Não há dados precisos sobre a incidência dessa condição, em parte devido à dificuldade de diagnóstico. Seus sintomas podem ser manejados com fisioterapia. Atualmente, a jovem utiliza cadeira de rodas e não pode mais exercer sua profissão anterior, voltada ao ensino de alunos com necessidades especiais.


Diante desse novo cenário, decidiu redirecionar sua trajetória profissional, iniciando estudos em psicologia, com o objetivo de continuar contribuindo para o cuidado com outras pessoas.


Especialistas destacam que a prática médica enfrenta o desafio de lidar com amplo volume de conhecimento, especialmente em sistemas de saúde sobrecarregados. Nesse contexto, a participação ativa dos pacientes, trazendo informações e questionamentos, contribui para diagnósticos mais precisos, desde que haja abertura para o diálogo por parte dos profissionais.


Ferramentas de inteligência artificial vêm sendo incorporadas ao cotidiano, inclusive na área da saúde, embora seu uso ainda gere debates. Estudos indicam que esses sistemas podem oferecer orientações inconsistentes, o que representa risco quando utilizados de forma isolada.


Recentemente, foi lançada uma funcionalidade voltada à análise de registros médicos e oferta de respostas mais refinadas, embora não destinada a diagnóstico ou tratamento. Ainda assim, milhões de pessoas utilizam semanalmente esses recursos para obter informações sobre saúde e bem-estar.


Há preocupações quanto ao uso de dados sensíveis, embora as empresas responsáveis afirmem que essas ferramentas foram desenvolvidas para auxiliar, e não substituir, o atendimento médico. Não há previsão clara sobre a expansão desses recursos para outros países.


Enquanto o debate permanece em curso, cresce o número de pessoas que recorrem à inteligência artificial para diversas finalidades, incluindo a busca por orientação em questões de saúde, como ocorreu no caso dessa jovem, cuja experiência evidencia tanto o potencial quanto os limites dessas tecnologias.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yvjyzpznko.adaptado.

Não há dados precisos sobre a incidência dessa condição, em parte devido à dificuldade de diagnóstico.


Assinale a alternativa CORRETA quanto à sintaxe da oração apresentada.

Alternativas
Q4075526 Português
A seta ornamental


    Toda cidade abriga personagens fixos. Há o filósofo de fila de padaria, o especialista em clima que prevê chuva olhando para o joelho e o cidadão que trata vaga de estacionamento como herança de família. No trânsito, porém, existe uma figura especialmente notável: o motorista que usa a seta como item de decoração.

     Ele não desconhece a existência do dispositivo. Seria até injusto acusá-lo disso. Sabe onde a alavanca fica, já a viu de perto e, em algum momento remoto da formação como condutor, ouviu dizer que ela serve para indicar ao outro o que se pretende fazer. O problema nunca foi falta de informação. Foi excesso de autoconfiança. Esse motorista acredita, com a serenidade dos mal orientados, que seu carro transmite pensamento.

     Ele vira à direita como quem muda de assunto no meio da frase. Sem aviso, sem transição, sem a menor cerimônia. O veículo atrás que descubra, por dedução, vocação profética ou reflexo de sobrevivência, qual será o próximo movimento daquela alma apressada. A seta, nesse universo mental, não é ferramenta. É adereço. Uma joia discreta instalada ao lado do volante para compor o acabamento interno, como quem diz: “sim, o automóvel veio completo”.

  O mais curioso é que esse mesmo motorista costuma se indignar profundamente quando os outros não adivinham suas intenções. Fecha a cara, buzina, gesticula, olha pelo retrovisor com a decepção de um artista incompreendido. Na cabeça dele, o erro nunca está na omissão do aviso. Está na falha geral da humanidade em perceber sinais que não foram dados. É quase uma doutrina: se eu pensei, os demais deveriam ter sentido.

     Há também o motorista seletivo, primo próximo desse tipo principal. Ele usa a seta apenas em ocasiões solenes, como quem retira uma louça fina do armário em dia de visita. Num retorno importante, talvez. Numa conversão diante de uma viatura, quem sabe. Fora disso, considera exagero. Para entrar bruscamente na frente do outro, basta coragem. Para sair de uma vaga sem prevenir ninguém, basta fé. E assim a rua vai sendo administrada por impulsos, palpites e pequenos sustos.

    Seria engraçado, e de certo modo é, se não revelasse algo maior. No fundo, a seta esquecida não é apenas uma distração mecânica. Ela denuncia uma visão particular do mundo. Quem não avisa o próprio movimento costuma agir como se o espaço comum lhe pertencesse em regime de exclusividade. Os demais aparecem como obstáculos móveis, figurantes inconvenientes de um roteiro no qual ele se imagina protagonista. A pressa vira argumento moral. A imprudência, um detalhe operacional. 

     Mas o trânsito, essa instituição onde desconhecidos negociam a paz a cada esquina, não funciona por telepatia. Funciona por pacto. E pacto exige sinais claros, previsibilidade mínima e uma dose de respeito que não custa combustível. Acionar a seta é um gesto pequeno, quase ridículo de tão simples. Justamente por isso ele tem valor. Não pede talento, riqueza nem genialidade. Pede apenas a aceitação civilizada de que o outro não foi colocado na via pública para suportar surpresas produzidas pela nossa pressa.

       Talvez esteja aí a lição, escondida sob o humor cotidiano. A seta não serve só para indicar para onde o carro vai. Ela revela de maneira discreta para onde vai o senso de coletividade de quem dirige. No trânsito e fora dele, muita confusão começa quando alguém acha desnecessário avisar, explicar ou considerar o impacto do próprio gesto. Ser adulto, afinal, talvez seja isso: parar de exigir que o mundo adivinhe nossas intenções e começar a sinalizá-las com clareza. Até porque, na vida como na avenida, quem transforma aviso em ornamento costuma chamar de azar o problema que ele mesmo fabricou.


Fonte: Banca Elaboradora 
Assinale a alternativa em que o verbo irregular está corretamente flexionado e a oração está na voz passiva analítica. 
Alternativas
Q4071964 Português
Na diferenciação de verbos simples e com concordância; É um verbo com concordância:
Alternativas
Q4055583 Português
        Nos anos iniciais da década de 1980, o mundo testemunhou os primeiros registros de uma doença desconhecida que viria a ser responsável por milhões de mortes e mudaria significativamente o panorama da saúde pública mundial. Esse conjunto de sintomas, provocado por uma infecção viral, foi nomeado, em 1982, síndrome da imunodeficiência adquirida, ou simplesmente Aids.

        Os primeiros casos de Aids em humanos foram descritos nos Estados Unidos, a partir do relato de jovens que apresentavam grave enfraquecimento do sistema imunológico, caracterizado principalmente pelo desenvolvimento de múltiplas infecções e cânceres raros. Somente dois anos após esses primeiros relatos, em 1983, o vírus hoje conhecido como vírus da imunodeficiência humana (HIV, na sigla do inglês Human Immunodeficiency Virus) foi isolado e identificado como o agente responsável pelos casos.

        Ainda em 1982, a infecção chegou ao Brasil, com a notificação oficial dos primeiros registros de Aids na cidade de São Paulo. Em um contexto anterior à criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o aumento do número de casos e a aparente disseminação acelerada do vírus instauraram um cenário de medo generalizado.

        Os primeiros anos da epidemia foram marcados pelo temor e pelo preconceito decorrentes da desinformação. Atualmente, com o tratamento antirretroviral bemsucedido, a pessoa só desenvolve Aids em raríssimas circunstâncias. 

        Apesar do sucesso da terapia antirretroviral, que controla a infecção e impede a progressão para a fase de Aids, o tratamento não elimina completamente o vírus, devido à sua capacidade de estabelecer reservatórios latentes no organismo, popularmente conhecidos como “santuários”.

        Em 2007, o relato de um indivíduo que permaneceu livre do vírus mesmo após a interrupção do tratamento mobilizou a comunidade científica e incentivou fortemente a busca por uma cura.

        Conhecido como “paciente de Berlim”, Timothy Ray Brown foi a primeira pessoa a atingir a remissão da infecção após um transplante de células hematopoiéticas, realizado para o tratamento de uma leucemia mieloide aguda. 

        Posteriormente, foram descritos outros relatos de pacientes submetidos a procedimentos semelhantes. Entretanto, a despeito do êxito desses casos, tal estratégia não representa uma maneira viável de curar toda a população que vive com o HIV, uma vez que o transplante de células hematopoiéticas é um procedimento complexo e arriscado que, no contexto desses pacientes, foi utilizado exclusivamente para tratar neoplasias hematológicas.

Fonte: Revista Ciência Hoje. Adaptado.
Avaliando a regência do verbo “aspirar”, analisar os itens.
I. O gás mostarda, o qual aspiraram soldados na Primeira Guerra, ainda é bastante utilizado.
II. A glória eterna, à qual aspiram os religiosos, é um estado de graça divina.
III. O livro, o qual aspirei desde minha infância, é um verdadeiro Best-seller.
Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q4052161 Português
    Com a crescente popularização do WhatsApp, há cada vez mais pessoas conectadas à comunicação instantânea, o que facilita o contato à distância e reduz barreiras geográficas.

     Às vezes, a conversa se transforma em um verdadeiro “mar de mensagens”, no qual muitos falam, mas poucos realmente se escutam, revelando certa superficialidade nas interações.

      Há quem diga que estamos à mercê da tecnologia, como se ela fosse dona das nossas relações, influenciando comportamentos e moldando a forma como nos comunicamos no cotidiano. 
Leia o trecho “como se ela fosse dona das nossas relações” e marque a alternativa com a regência correta do verbo “ser” [fosse]: 
Alternativas
Q4052116 Português

Utilize o texto abaixo para responder à questão.


Há pessoas com daltonismo que enxergam as cores de maneira diferente, ou seja, podem confundir tonalidades como vermelho e verde. Em geral, de origem genética, afeta principalmente os homens e pode estar associada à alteração nos cones da retina. Além disso, há exames oftalmológicos que permitem diagnosticar e avaliar o grau dessa alteração visual, bem como compreender suas particularidades em cada indivíduo. 


As formas de “haver”, dispostas pelo texto, apresentam como características incorretas e não aplicáveis ao texto o conteúdo da alternativa: 
Alternativas
Q4026310 Português
Marque a alternativa em que o verbo destacado indica um fenômeno da natureza.
Alternativas
Q4023349 Português
Sobre a palavra “têm” no trecho “As folhas têm pequenos orifícios em suas superfícies”, retirado do texto, analise as seguintes assertivas:
I. É classificada como verbo.
II. Está corretamente acentuada, pois a expressão “pequenos orifícios” está no plural.
III. Perderia o acento gráfico caso a expressão “as folhas” fosse substituída por “a folha”.
Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: D
4: D
5: B
6: A
7: D
8: B
9: D
10: A
11: C
12: E
13: C
14: D
15: D
16: A
17: C
18: A
19: D
20: C