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Questões de Concurso Comentadas sobre análise sintática em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 6.404 questões

Ano: 2024 Banca: IADES Órgão: CENSIPAM Prova: IADES - 2024 - CENSIPAM - Técnico de Apoio |
Q2589409 Português

A área da Floresta Amazônica, ao contrário de ser improdutiva, produz imensas quantidades de água para o restante do País. Os chamados “rios voadores”, formados por massas de ar carregadas de vapor de água gerado pela evapotranspiração na Amazônia, levam umidade da Bacia Amazônica para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.


Disponível em: <https://g1.globo.com/natureza/noticia/>. Acesso em: 21 abr. 2024, com adaptações.


Quanto à regência verificada em “carregadas de vapor”, de modo a manter a correção gramatical, é correto substituir o vocábulo sublinhado por

Alternativas
Q2588674 Português

A má educação e o racismo na escola

De cada 10 pessoas que foram vítimas de racismo no país, 38 sofreram a violência no ambiente escolar, na faculdade ou na universidade, segundo estudo da Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec)

No início deste mês, durante uma das partidas de futebol de salão do Torneio de Liga das Escolas do Distrito Federal, os alunos do Colégio Galois, anfitrião do evento, hostilizaram os estudantes negros da Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima. Os convidados foram chamados de "macacos", de "pobrinhos", de "filhos de empregadas”. Uma lamentável exibição de racismo e de preconceito por jovens na faixa etária entre 15 e 17 anos.

Na semana passada, mais um caso emergiu de um colégio de elite, como o Galois. A vítima foi a filha da atriz Samara Felippo, Alícia, 14 anos, aluna do Colégio Vera Cruz, zona oeste de São Paulo, instituição considerada de alto padrão, com mensalidade de R$ 6 mil. O colégio suspendeu as alunas agressoras e garantiu que haverá letramento racial na instituição. Ontem, o Galois, de Brasília, informou, por meio de nota, que identificou 10 alunos envolvidos em atos de racismo. Sem citar o número, o Galois informou que alguns foram desligados, outros notificados e receberam "sanções escalonadas, de acordo com a gravidade do ato praticado” e cinco deixaram a escola.

Os dois exemplos não são novidade. Eles são recorrentes no país, em instituições de ensino privadas ou públicas, onde não caberiam manifestações de racismo, de preconceito e de quaisquer outras agressões étnico-raciais, em todos os níveis de escolaridade. De cada 10 pessoas que foram vítimas de racismo no país, 3,8 sofreram a violência no ambiente escolar, na faculdade ou na universidade, segundo estudo da Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec), contratada pelo Projeto Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista (Seta) e pelo Instituto de Referência Negra Pregum. A pesquisa foi divulgada em agosto do ano passado.

"A escola é um microcosmo que reproduz o ambiente em que vivemos na sociedade como um todo. Tudo o que acontece lá (na escola), acontece cá (no resto da sociedade), de uma forma reprodutora das relações complexas”, afirmou Ana Paula Brandão, gestora do Projeto Seta. Em outra versão, pode-se recorrer a um velho adágio: "Costume de casa vai à praça". Ou seja, provavelmente, os jovens de famílias brancas e abastadas não foram orientados a condenar e a não praticar o preconceito e o racismo.

Em um Brasil com 5.570 municípios, mais de 70% das cidades não cumprem a Lei nº 10.639/20083, que obriga o ensino da história e da cultura da África em todas as etapas da formação educacional. A lei foi aplaudida, mas não surtiu o efeito esperado, dentro da perspectiva de romper e de eliminar os sofismas em relação ao povo negro. Prevaleceu a visão equivocada do passado, quando os negros foram rotulados de seres sem alma e diabólicos, em razão da cor da pele, mas nunca vistos como seres humanos.

A leniência das autoridades permitiu o engavetamento da lei. O poder público, por sua vez, não fez esforços para que instituições de ensino superior formassem professores capazes de garantir o letramento racial em todos os níveis de ensino, como instrumento de erradicação do racismo. A falta de docentes somada à inércia do Estado, entre outros fatores cultivados no país ou trazidos pelos migrantes, deu robustez à violência étnico-racial que afeta os negros, os indígenas, os quilombolas e todos os outros que não se encaixam no padrão eurocentrista. Falta uma educação que prestigie a pluralidade racial brasileira, padrão singular do tecido demográfico da nação.

A má educação e o racismo na escola. Correio Braziliense, 30 de abril de 2024.Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6847874-a-ma-educacao-e-o-racismo-na-escola.html.Acesso em:02 mai. 2024. Adaptado.

No trecho "A escola é um microcosmo que reproduz o ambiente em que vivemos na sociedade como um todo.", há quantas orações?

Alternativas
Q2588672 Português

A má educação e o racismo na escola

De cada 10 pessoas que foram vítimas de racismo no país, 38 sofreram a violência no ambiente escolar, na faculdade ou na universidade, segundo estudo da Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec)

No início deste mês, durante uma das partidas de futebol de salão do Torneio de Liga das Escolas do Distrito Federal, os alunos do Colégio Galois, anfitrião do evento, hostilizaram os estudantes negros da Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima. Os convidados foram chamados de "macacos", de "pobrinhos", de "filhos de empregadas”. Uma lamentável exibição de racismo e de preconceito por jovens na faixa etária entre 15 e 17 anos.

Na semana passada, mais um caso emergiu de um colégio de elite, como o Galois. A vítima foi a filha da atriz Samara Felippo, Alícia, 14 anos, aluna do Colégio Vera Cruz, zona oeste de São Paulo, instituição considerada de alto padrão, com mensalidade de R$ 6 mil. O colégio suspendeu as alunas agressoras e garantiu que haverá letramento racial na instituição. Ontem, o Galois, de Brasília, informou, por meio de nota, que identificou 10 alunos envolvidos em atos de racismo. Sem citar o número, o Galois informou que alguns foram desligados, outros notificados e receberam "sanções escalonadas, de acordo com a gravidade do ato praticado” e cinco deixaram a escola.

Os dois exemplos não são novidade. Eles são recorrentes no país, em instituições de ensino privadas ou públicas, onde não caberiam manifestações de racismo, de preconceito e de quaisquer outras agressões étnico-raciais, em todos os níveis de escolaridade. De cada 10 pessoas que foram vítimas de racismo no país, 3,8 sofreram a violência no ambiente escolar, na faculdade ou na universidade, segundo estudo da Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec), contratada pelo Projeto Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista (Seta) e pelo Instituto de Referência Negra Pregum. A pesquisa foi divulgada em agosto do ano passado.

"A escola é um microcosmo que reproduz o ambiente em que vivemos na sociedade como um todo. Tudo o que acontece lá (na escola), acontece cá (no resto da sociedade), de uma forma reprodutora das relações complexas”, afirmou Ana Paula Brandão, gestora do Projeto Seta. Em outra versão, pode-se recorrer a um velho adágio: "Costume de casa vai à praça". Ou seja, provavelmente, os jovens de famílias brancas e abastadas não foram orientados a condenar e a não praticar o preconceito e o racismo.

Em um Brasil com 5.570 municípios, mais de 70% das cidades não cumprem a Lei nº 10.639/20083, que obriga o ensino da história e da cultura da África em todas as etapas da formação educacional. A lei foi aplaudida, mas não surtiu o efeito esperado, dentro da perspectiva de romper e de eliminar os sofismas em relação ao povo negro. Prevaleceu a visão equivocada do passado, quando os negros foram rotulados de seres sem alma e diabólicos, em razão da cor da pele, mas nunca vistos como seres humanos.

A leniência das autoridades permitiu o engavetamento da lei. O poder público, por sua vez, não fez esforços para que instituições de ensino superior formassem professores capazes de garantir o letramento racial em todos os níveis de ensino, como instrumento de erradicação do racismo. A falta de docentes somada à inércia do Estado, entre outros fatores cultivados no país ou trazidos pelos migrantes, deu robustez à violência étnico-racial que afeta os negros, os indígenas, os quilombolas e todos os outros que não se encaixam no padrão eurocentrista. Falta uma educação que prestigie a pluralidade racial brasileira, padrão singular do tecido demográfico da nação.

A má educação e o racismo na escola. Correio Braziliense, 30 de abril de 2024.Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6847874-a-ma-educacao-e-o-racismo-na-escola.html.Acesso em:02 mai. 2024. Adaptado.

Qual é a palavra que ocupa a função de núcleo da expressão "Uma lamentável exibição de racismo e de preconceito por jovens na faixa etária entre 15 e 17 anos." (1º parágrafo)?

Alternativas
Q2588622 Português

Em apenas um ano, Rio Grande do Sul enfrentou dez episódios de chuvas extremas, analisa especialista em recursos hídricos da Unesp.

Rodrigo Manzione diz que construção de cidades próximas a rios teve por base sensação de segurança da população que se revelou equivocada, e explica os fatores atmosféricos e geográficos que contribuiram para os estragos que as chuvas e as cheias têm causado no estado desde 2023. "Políticos precisam aceitar que o Brasil necessita de investimentos pesados na área de contenção de riscos e desastres”, diz.

Em 08/05/2024

Renato Coelho

[...]

O governo do RS afirmou que 790 escolas de 216 municípios foram afetadas: 388 sofreram danos e 52 servem de abrigo. Também foram registrados problemas de transporte e de acesso, e estima-se que 273 mil estudantes foram impactados. As regiões de Porto Alegre, São Leopoldo, Estrela, Guaíba, Cachoeira do Sul e Canoas não têm previsão de retomada das aulas. O

governo decretou estado de calamidade, situação que foi reconhecida pelo governo federal. Dessa forma, o estado fica apto a solicitar recursos federais para ações de defesa civil como assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e restabelecimento de serviços essenciais. A Defesa Civil colocou a maior parte das bacias hidrográficas do estado com risco de elevação das águas acima da cota de inundação.

Rodrigo Lilla Manzione, professor e especialista em gestão de recursos hídricos da Unesp em Ourinhos, faz um panorama do estado de devastação que o Rio Grande do Sul enfrenta, e aponta aspectos geográficos, climáticos e administrativos que geram desastres dessa magnitude.

Manzione relata que o Rio Grande do Sul, especificamente, sofreu dez eventos de chuvas extremas apenas no último ano, entre junho de 23 e maio de 24, sendo um em junho, um em julho, dois em setembro, um em outubro, dois em novembro, um em janeiro e outro agora em abril / maio. Porém, as centenas de municípios afetados na última semana equivalem a três vezes o montante impactado pelo evento ocorrido em setembro, que já foi catastrófico.

"Existem cidades que estão passando pela quarta vez consecutiva por eventos como esse, de chuvas extremas e consequentes alagamentos. Os eventos citados primeiro ocorreram em regiões específicas, alguns mais concentrados. Mas, o que chama atenção nesse evento que está ocorrendo agora é a dimensão. Ele se espalhou por vários municípios. Já são, infelizmente, quase 100 óbitos segundo números oficiais, e muitos desaparecidos. Esses óbitos são por diferentes razões: soterramento, afogamento, choque elétrico. É realmente uma barbaridade o que está acontecendo no RS. Sem contar as 12 barragens sob pressão, duas em estado de emergência, cinco em estado de alerta e cinco em atenção. Uma delas, a Barragem 14 de Julho, rompeu parcialmente, e houve necessidade de evacuar dez municípios.”

De acordo com o pesquisador da Unesp, a calamidade ocorre porque a região possui muitos rios meandrantes e também muitos rios de serra. Essas características acabam dando uma velocidade para essas águas maior do que rios de planície. E quando eles encontram a planície, ali próximo da Baía dos Patos, na região de Porto Alegre, a água para, pois os rios de planície têm uma vazão menor. E quando a água para, a tendência é que ela se espalhe.

"Vários municípios do Rio Grande do Sul acabaram sendo criados nas curvas desses rios. Com as barragens e as benfeitorias ao longo do tempo, foi passada uma falsa sensação de segurança para a população. E esses municípios foram aumentando sem que medidas próprias e adequadas para a contenção das cheias fossem feitas. E, nesse evento específico, é possível ver um daqueles cenários em que vários componentes se unem para aumentar sua potência”, explica. [...]

O pesquisador compara os acontecimentos no estado gaúcho à destruição ocasionada pelo furacão Katrina nos EUA, em Nova Orleans, em 2005. "Só que o Katrina teve em torno de 2000 óbitos oficiais e foi concentrado numa região. Esse evento no Rio Grande do Sul, embora não tenha causado tantas vítimas fatais, acabou destruindo a infraestrutura do Estado. Devido ao imenso impacto gerado na economia, agricultura e indústria, as cidades vão demorar para serem reconstruídas, e o custo será muito alto”, diz.

[...]

Adaptado - https://jornal.unesp.br

"Existem cidades que estão passando pela quarta vez consecutiva por eventos como esse [...]." 5º


A classificação e a função da palavra grifada é:

Alternativas
Q2587817 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.


Caixinhas


Ninguém jamais ficou sabendo o que, exatamente, o Ramão fez para a mulher, mas um dia ela começou a colecionar caixinhas. Nunca fora de colecionar nada e, de repente, começou a juntar caixas, caixetas, potezinhos, estojos. Em pouco tempo, tinha uma coleção considerável. O próprio Ramão se interessou. Dizia:

— Mostre a sua coleção de caixas, Santinha.

E a Santinha mostrava para as visitas a sua coleção de caixas.

— Que beleza!

As caixas, caixinhas, caixetas, potes, potezinhos, estojos, baús cobriam algumas mesas e várias estantes. Era realmente uma beleza. Mas, estranhamente, a Santinha era a que menos se entusiasmava com a própria coleção. Os outros a admiravam, ela não dizia nada. Ou então fornecia alguma informação lacônica.

— Essa é chinesa.

Ou:

— É pedra-sabão.

Ninguém mais tinha problemas sobre o que dar para a Santinha no seu aniversário ou no Natal. Caixas. E as amigas competiam, cada uma querendo descobrir uma caixa mais exótica para a coleção da Santinha. Uma caixinha tão pequenininha que só cabia uma ervilha. Um baú laqueado que, supostamente, pertencera ao Conde d’Eu. Etc. etc.

O Ramão também contribuía. Quando saía em uma das suas viagens, nunca deixava de trazer uma caixinha para a Santinha. Que Santinha aceitava, sem dizer uma palavra, e acrescentava à sua coleção. E a coleção já cobria a casa inteira.

Quando a polícia, alertada pelos vizinhos, entrou na casa, viu o sangue, viu a Santinha sentada numa cadeira, muda, folheando a Amiga, mas a princípio não viu o Ramão. Só o viu quando começou a abrir as caixinhas. Havia um pouco do Ramão em cada caixinha. Até na que só cabia uma ervilha tinha um ossinho. Um fêmur estava no baú do Conde. E a Jacira ficou escandalizada quando soube que a cabeça do Ramão foi encontrada numa caixa de chapéu antiga que ela tinha trazido para a Santinha de Paris. Veja só, de Paris! Ninguém desculpou a Santinha, mas o consenso geral era de que alguma o Ramão tinha feito.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

No excerto “Quando saía em uma das suas viagens, nunca deixava de trazer uma caixinha para a Santinha.”, ocorre uma oração principal associada a uma oração subordinada adverbial, cujo valor é:

Alternativas
Q2587283 Português

Texto para as questões de 01 a 10


IMPORTÂNCIA DO CONTROLE INTERNO


O controle interno tem um importante papel, por resguardar a entidade pública por meio de orientações preventivas nas áreas contábil, financeira, econômica e patrimonial e administrativa, sempre com vistas a atender os princípios norteadores da Administração pública, preservar recursos e proteger os bens patrimoniais.

Observa-se que, à medida que o controle é intensificado, há uma ação mais preventiva, dificultando o cometimento de falhas durante o processamento das compras, dos pagamentos e das finanças da instituição, podendo assim confirmar que o controle interno é uma importante ferramenta, que interage com o controle externo, auxiliando na missão de preservar o bom uso do dinheiro público.

A Controladoria Interna justifica a sua relevância, importância e pertinência, por ter o intuito de evitar riscos que possam afetar o andamento das ações, dificultando o alcance dos objetivos do CPS.

Ela busca mitigar eventuais erros/falhas ou fraudes durante a realização das atividades institucionais, utilizando para tanto, técnicas operacionais, orientação, monitoramento e a implantação de um sistema consolidado de controles.

Essa afirmativa reforça o zelo do gestor em consolidar suas atribuições e seus procedimentos, revisando-os periodicamente, conforme evolução dos regramentos e entendimentos jurisprudenciais, notadamente determinados por decisões superiores do Judiciário e do Egrégio Tribunal de Contas do respectivo estado da Federação.


Disponível em <https://ci.cps.sp.gov.br/importancia-do-controle-interno/>.Acesso em 21/05/2024. Com adaptações.

“Observa-se que, à medida que o controle é intensificado, há uma ação mais preventiva”. (2º§)


Há nesse trecho, entre a segunda e a terceira oração, uma relação semântica de:

Alternativas
Q2587229 Português

Saúde mental depende de bem-estar físico e social, diz OMS em dia mundial


  1. No Dia Mundial da Saúde Mental, a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização
  2. Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lembrou que o conceito de saúde vai além da mera ausência de
  3. doenças — só é possível ter saúde quando há completo bem-estar físico, mental e social.
  4. Segundo a organização, diversos fatores podem colocar em risco __ saúde mental dos
  5. indivíduos; entre eles, rápidas mudanças sociais, condições de trabalho estressantes,
  6. discriminação de gênero, exclusão social, estilo de vida não saudável, violência e violação dos
  7. direitos humanos.
  8. A promoção da saúde mental envolve ações que permitam __ pessoas adotar e manter
  9. estilos de vida saudáveis. Neste Dia Mundial da Saúde Mental, veja abaixo como a organização
  10. tem trabalhado na resposta a esse problema de saúde pública. Principais fatos:
  11. A saúde mental é mais do que a ausência de transtornos mentais;
  12. A saúde mental é uma parte integrante da saúde; na verdade, não há saúde sem saúde
  13. mental;
  14. A saúde mental é determinada por uma série de fatores socioeconômicos, biológicos e
  15. ambientais;
  16. Estratégias e intervenções custo-efetivas de saúde pública e intersetoriais existem para
  17. promover, proteger e restaurar a saúde mental.
  18. A saúde mental é uma parte integrante e essencial da saúde. A constituição da OMS
  19. afirma: “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a mera
  20. ausência de doença ou enfermidade”. Uma implicação importante dessa definição é que a saúde
  21. mental é mais do que a ausência de transtornos mentais ou deficiências.
  22. Trata-se de um estado de bem-estar no qual um indivíduo realiza suas próprias
  23. habilidades, pode lidar com as tensões normais da vida, pode trabalhar de forma produtiva e é
  24. capaz de fazer contribuições à sua comunidade.
  25. Saúde mental e bem-estar são fundamentais para nossa capacidade coletiva e individual,
  26. como seres humanos, para pensar, nos emocionar, interagir uns com os outros e
  27. ganhar e aproveitar __ vida, lembra a organização.
  28. Nesta base, a promoção, proteção e restauração da saúde mental podem ser consideradas
  29. como uma preocupação vital dos indivíduos, comunidades e sociedades em todo o mundo.


(Disponível em: www.brasil.un.org/pt-br/74566-sa%C3%BAde-mental-depende-de-bem-estar-f%C3%ADsico-e-social-diz-oms-em-dia-mundial – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa cuja palavra tem a mesma regência de “capaz” (l. 24).

Alternativas
Q2586203 Português

Instrução: Leia o artigo de opinião da colunista Natalia Beauty publicado no jornal Folha de São Paulo para responder as questões de 1 a 10.


O fantasma do etarismo no mercado de trabalho e as consequências na vida pessoal


Discriminação é alimentada por um caldo cultural que valoriza o novo em detrimento do antigo


Natalia Beauty - 9.mar.2024 às 10h00


Em um mundo em que a juventude é frequentemente sinônimo de inovação e a experiência é vista como antiquada, o etarismo se infiltra sutilmente no mercado de trabalho, trazendo consigo uma série de desafios e questionamentos. Tradicionalmente atrelado à marginalização dos mais velhos, esse fenômeno adquire contornos cada vez mais precoces, se revelando numa tendência alarmante que não apenas prejudica indivíduos, mas coíbe o potencial de crescimento e renovação das empresas.

O etarismo, essa discriminação baseada na idade, mostra suas garras logo cedo, criando um cenário em que jovens profissionais se veem pressionados a alcançar rapidamente o sucesso, enquanto aqueles com mais experiência lutam para provar sua relevância. Essa realidade é alimentada por um caldo cultural que valoriza o novo em detrimento do antigo, um reflexo das mudanças tecnológicas aceleradas e da onipresença das redes sociais, que idolatram a juventude e a inovação constante.

Esse cenário é agravado por práticas empresariais que priorizam a contratação de talentos mais jovens, muitas vezes ignorando a riqueza de conhecimento e a estabilidade que os profissionais mais experientes podem oferecer. O impacto desse fenômeno é vasto, afetando a saúde mental dos indivíduos, limitando a diversidade nas equipes e, paradoxalmente, restringindo a inovação, uma vez que a verdadeira criatividade surge da fusão de diferentes perspectivas e experiências.

Confrontar o etarismo requer uma abordagem multifacetada. Para os indivíduos, significa abraçar a educação contínua e a adaptabilidade como ferramentas de empoderamento. Para as empresas, implica o desenvolvimento de políticas de contratação e retenção que valorizem a diversidade etária e promovam a inclusão. E, no âmbito governamental e organizacional, exige a implementação de legislações e iniciativas que combatam a discriminação baseada na idade e incentivem práticas de trabalho justas e equitativas.

Olhando para o futuro, é fundamental que repensemos nossas atitudes em relação à idade no local de trabalho. A diversidade etária deve ser vista como um ativo valioso, não um obstáculo. Ao promovermos uma cultura de trabalho inclusiva e respeitosa, não apenas combatemos o etarismo, mas também desbloqueamos o potencial ilimitado de nossa força de trabalho.

Além do mercado de trabalho, o etarismo na sociedade como um todo reflete uma profunda desvalorização dos mais velhos, encarados muitas vezes como obsoletos ou um fardo. Essa mentalidade, arraigada em preconceitos e na idolatria infundada pela juventude eterna, não apenas marginaliza uma parcela significativa da população, mas também ignora o imenso reservatório de sabedoria, experiência e resiliência que os mais velhos representam.

Encarar o envelhecimento como uma decadência inerente é perder a oportunidade de celebrar a vida em todas as suas fases. A verdadeira provocação que devemos fazer a nós mesmos é: por que insistimos em medir o valor de uma pessoa pela sua idade, quando deveríamos celebrar a riqueza que cada ano vivido traz?

Desafio cada um de nós a refletir sobre como podemos, individual e coletivamente, demolir essa barreira invisível do etarismo, reconhecendo que, em um mundo que preza verdadeiramente pela diversidade e inclusão, não há espaço para esse preconceito.

Afinal, se a vida é um livro, por que nos concentraríamos apenas nos primeiros capítulos, quando há tanto mais a explorar nas páginas que se seguem?


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2024/03/o-fantasma-do-etarismo-no-mercado-de-trabalho-e-as-consequencias-na-vida-pessoal.shtml Acesso em: 10 de março de

Observe a oração destacada no trecho a seguir:


Essa realidade é alimentada por um caldo cultural que valoriza o novo em detrimento do antigo, um reflexo das mudanças tecnológicas aceleradas e da onipresença das redes sociais, que idolatram a juventude e a inovação constante.


Sobre essa oração, analise as afirmativas a seguir:


I- É classificada como uma oração subordinada que exerce função sintática de adjunto adnominal.

II- É introduzida por um pronome relativo.

III- Pode ser retirada do trecho sem prejuízo para construção dos sentidos.


Estão CORRETAS as afirmativas:

Alternativas
Q2585728 Português

Projeto de sequenciamento genômico busca otimizar diagnóstico de doenças raras


Estima-se que existam cerca de 7 mil tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo. Considera-se doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada grupo de 100 mil indivíduos. Cerca de 80% das doenças raras no mundo são de causa genética e 20% de causas ambientais.

Essas enfermidades são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição. Esse fator torna desafiador a realização do diagnóstico definitivo, o que causa sofrimento clínico e psicossocial aos afetados e seus familiares, além de gerar um importante impacto no sistema de saúde como um todo, além do aumento de morbidade e mortalidade decorrentes dessas doenças.

Para desenvolver um estudo nacional com ampla abrangência em diversidade genética, o Ministério da Saúde propôs a criação do projeto Genomas Brasil, uma grande iniciativa que pretende sequenciar o DNA de 100 mil brasileiros, de todas as regiões, entre grupos de pacientes com doenças raras e coortes populacionais.

Para aumentar a capacidade diagnóstica, foi desenvolvido o projeto Genomas Raros, que pretende fazer o sequenciamento genômico completo de indivíduos com doenças raras, incluindo as síndromes de risco hereditário de câncer.


(Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/saude/projeto-de-sequenciamento-genomico-busca-otimizar-diagnostico-de-doencas-raras/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)


Em relação ao primeiro parágrafo do texto acima, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2585192 Português

Astrônomos detectam mais distante rajada de rádio já vista no Universo


Fenômeno é uma das explosões de rádio mais energéticas já observadas e sua origem longinqua foi decifrada por cientistas utilizando o Very Large Telescope (VLT)


O Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, detectou a mais distante rajada rápida de rádio (em inglês, fast radio burst, ou FRB) já registrada no Universo. O feito foi relatado nesta quinta-feira (19) na revista Science.

A explosão de ondas cósmicas foi tão veloz que durou menos de um milissegundo. Apesar da duração muito curta, a rajada liberou uma energia impressionante, equivalente à emissão total do nosso Sol ao longo de 30 anos. Isso faz dessa FRB uma das mais energéticas já observadas.

A explosão, chamada FRB 202206104, foi observada primeiramente em junho de 2022 pelo telescópio de rádio Australian Square Kilometre Array Pathfinder (ASKAP), na Austrália, e superou o recorde de distância em 50%.

“Usando a matriz de pratos do ASKAP, conseguimos determinar precisamente de onde veio a explosão”, diz Stuart Ryder, astrônomo da Universidade Macquarie na Austrália e coautor do estudo, em comunicado. “Em seguida, usamos o VLT no Chile para procurar a galáxia de origem, encontrando a mais antiga e mais distante do que qualquer outra fonte de FRB até agora, e provavelmente dentro de um pequeno grupo de galáxias em fusão.”

Essa galáxia de origem da rajada está tão distante que sua luz levou 8 bilhões de anos para nos alcançar. A descoberta confirma que as FRBs podem ser usadas para medir a “matéria perdida” entre as galáxias, fornecendo uma nova maneira de “pesar” o cosmos.

Segundo o colíder do estudo, Ryan Shannon, professor na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, mais da metade da matéria do Universo falta nos cálculos que consideram somente os átomos dos quais nós somos feitos. “Acreditamos que a matéria ausente está escondida no espaço entre as galáxias, mas pode ser tão quente e difusa que é impossível de ver com técnicas normais”, ele explica.

Encontrar FRBs distantes, portanto, é fundamental para medir com precisão a matéria ausente do Universo, como demonstrado pelo falecido astrônomo australiano Jean-Pierre Macquart em 2020. O cientista é autor da relação de Macquart, que prevê que, quanto mais distante uma rajada rápida de rádio estiver, mais gás difuso ela exibe entre as galáxias.

“Algumas FRBs recentes pareciam quebrar essa relação”, conta o pesquisador. “Nossas medições confirmam que a relação de Macquart se mantém além da metade do Universo conhecido”, completa.

Até o momento, cerca de 50 FRBs foram identificadas, com quase metade delas sendo detectadas pelo ASKAP. “Embora ainda não saibamos o que causa essas explosões massivas de energia, o artigo confirma que as FRBs são eventos comuns no cosmos e que podemos usá-las para detectar a matéria entre as galáxias e entender melhor a estrutura do Universo”, diz Shannon.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2023/10/astronomos-detectam-mais-distante-rajada-de-radio-ja-vista-no-universo.ghtml>

Considere os excertos:


I. “a relação de Macquart se mantém além da metade do Universo conhecido”.

II. “Algumas FRBs recentes pareciam quebrar essa relação”.

III. “Astrônomos detectam mais distante rajada de rádio já vista no Universo”.


Em relação à regência, nas sentenças dadas, ocorre verbo pronominal apenas em:

Alternativas
Q2584694 Português

Texto 1

Em São Paulo, um telefone celular é roubado a cada cinco minutos. Em Londres, o mesmo acontece a cada seis minutos. Foi pensando nisso que o GOOGLE anunciou que o sistema Android terá o “modo ladrão”, que bloqueia o celular no momento em que o aparelho é roubado.

O anúncio foi feito por Dave Burke, vice-presidente de engenharia do Android, durante o evento google i/o 2024, que acontece na Califórnia, nos Estados Unidos.

Segundo Burke, o google estudou o comportamento do crime em vários vídeos de roubos de telefones em bicicletas para desenvolver a nova função.

O modo theft detection lock (bloqueio de detecção de roubo) usa inteligência artificial (ia) para bloquear o celular no momento em que um telefone é arrancado da mão do dono.

A tela do celular fica bloqueada automaticamente e impede que criminosos acessem o dispositivo. A função identifica “movimentos comuns associados ao roubo”, como um solavanco de um telefone sendo arrancado da mão de alguém em movimento. O “modo ladrão” estará disponível em dispositivos a partir do Android 10 ainda este ano.

(https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/tecnologia/pensando-em-sao-pauloe-londres-google-anuncia-modo-ladrao-para-celulares-android)

Qual dos termos abaixo é uma oração e dá uma explicação acerca de um dado presente no texto?

Alternativas
Q2584087 Português

Leia o texto para responder às proximas quatro questões.


Muito Estranho. (Cuida Bem de Mim).


(Cláudio Ferreira Rabello/Dalto Roberto Medeiros).


Hum!

Mas se um dia eu chegar

Muito estranho,

Deixa essa água no corpo

Lembrar nosso banho.

Hum!

Mas se um dia eu chegar

Muito louco,

Deixa essa noite saber

Que um dia foi pouco.


Cuida bem de mim

Então misture tudo

Dentro de nós,

Porque ninguém vai dormir

Nosso sonho.


Hum!

Minha cara pra que

Tantos planos,

Se quero te amar e te amar

E te amar muitos anos.


Hum!

Tantas vezes eu quis

Ficar solto,

Como se fosse uma lua

A brincar no teu rosto.


Cuida bem de mim

Então misture tudo

Dentro de nós,

Porque ninguém vai dormir


Nosso sonho.

Cuida bem de mim

Então misture tudo

Dentro de nós,

Porque ninguém vai dormir

Nosso sonho.

No período “Hum! / Mas se um dia eu chegar / Muito estranho / Deixa essa água no corpo / Lembrar nosso banho”. A oração grifada é:

Alternativas
Q2583899 Português

Acorda, levanta, vai ganhar a vida...” Há:

Alternativas
Q2581897 Português

Considere a seguinte sentença: “Acautelou os soldados ___ a chegada da neve.” No contexto apresentado, o verbo “acautelar” é transitivo indireto. Assinale a alternativa que indica corretamente a preposição requerida pelo verbo.

Alternativas
Q2581726 Português

“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”


Por Cesar Soto


  1. Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
  2. protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
  3. diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
  4. é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
  5. mais.”.
  6. “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
  7. levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
  8. brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
  9. novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
  10. uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
  11. natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
  12. eles não se juntariam Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
  13. um presidente déspota.”
  14. Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
  15. um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
  16. outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
  17. em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
  18. nos EUA e no Canadá o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
  19. de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
  20. sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
  21. que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
  22. estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
  23. acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” fala o ator.
  24. No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
  25. McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
  26. ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
  27. antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
  28. e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
  29. elenco durante as gravações.


(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, marque a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 06, 14 e 26 do texto.

Alternativas
Q2581459 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 7.


Máscara em mosaico e outros tesouros são encontrados em tumba de rei maia


O auge da civilização maia ocorreu entre 250 d.C. e 900 d.C. Apesar da grande importância histórica, existem poucos resquícios desse período devido ao saqueamento de sítios arqueológicos. Mas, recentemente, um trabalho da Universidade Tulane, nos EUA, conseguiu recuperar raros tesouros da época.

Liderado pelo arqueólogo Francisco Estrada- Belli, o time de pesquisadores fez investigações no sítio de Chochkitam, localizado na Guatemala, em uma região próxima das fronteiras dos atuais países México e Belize. Em 2022, a equipe encontrou a tumba de um rei maia, datada em 1.700 anos.

A descoberta foi possível graças à tecnologia LIDAR, que utilizou um avião para direcionar raios laser para o chão e, assim, fazer um mapeamento da área. “É como tirar raio-X do solo da floresta”, explica Estrada-Belli, em nota. “Isso revolucionou o nosso campo. Agora podemos ver aonde estamos indo, em vez de simplesmente fazer uma expedição na floresta esperando achar alguma coisa”, diz.

A tumba contém oferendas funerárias consideradas extraordinárias. Há uma máscara de jade em mosaico, raras conchas de ostra e escritos em ossos humanos. Estima-se que as relíquias sejam de 350 d.€. A expectativa é que elas contribuam para a compreensão de elementos da cultura maia, como a religião e a linhagem real. As conchas, por exemplo, eram utilizadas pela realeza como joias e moedas, além de servirem para oferendas religiosas e de sacrifício. Os escritos em ossos humanos, por sua vez, foram feitos em pedaços de fêmur. Um deles retrata um homem que seria um rei — até então desconhecido — segurando uma máscara de jade similar à encontrada na tumba. Os pesquisadores suspeitam que os hieróglifos vistos no material possam identificar o pai e o avô do líder, conectando-o a outros estados maias, como Tikal e Teotihuacan.

“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.”


Revista Galileu. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/02/mascara-em-mosaico-e-outros-tesouros-sao-encontrados-em-tumba-de-rei-maia.ghtml

Considere o excerto a seguir para responder às questões 5,6 e 7:


“Uma descoberta como essa é um pouco como ganhar na loteria, em termos de informação”, constata o arqueólogo Estrada-Belli. “Ela abre uma janela para um tempo obscuro sobre o qual temos pouquíssimos textos.”


No excerto apresentado, a regência verbal de “abrir” é:

Alternativas
Q2580629 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Os raros 'dragões azuis' que invadem praias nos EUA

O oceano é repleto de criaturas misteriosas. Muitas delas raramente são observadas pelos seres humanos.

Se você pesquisar na internet "dragões azuis", ou lesmas-do-mar azuis, encontrará uma espécie de animal cujo nome científico é Glaucus atlanticus. Trata-se de uma espécie deslumbrante e urticante que tem sido encontrada recentemente nas praias do Texas, prejudicando os planos de férias de muitas pessoas.

Segundo a ONG One Earth, a queimadura do dragão azul causa náusea, dor, vômito, dermatite alérgica aguda e hiperpigmentação pós-inflamatória.

"Eles são muito maus nadadores e vão aonde o vento e as correntes os levarem", explica Campbell, fundador da Sociedade de Conservação MarineBio.

Os dragões azuis têm uma aparência fascinante, mas são perigosos. Por isso, seus avistamentos alertaram organizações texanas a emitir sinais de atenção para os banhistas incautos.

O fundador da Sociedade destacou que os ventos da primavera no hemisfério norte causaram o aparecimento de certas espécies, como a caravela-portuguesa, o botão-azul, uma criatura parecida com a água-viva, e os dragões azuis, raramente observados no litoral.

Campbell explica que esses animais se alimentam dos tentáculos das caravelas-portuguesas e deles retiram suas células urticantes. Eles as armazenam nos seus apêndices para usar mais tarde e as liberam quando se sentem ameaçados.

"É isso o que os torna tão perigosos, pois eles liberam todas as células urticantes de uma vez", explica ele. "Isso é três vezes mais intenso do que a caravela-portuguesa"

Campbell já sentiu essa dor pessoalmente. "Eu pisei em um deles em uma praia na Austrália quando era criança e meu pai exibe até hoje as cicatrizes nas mãos por me ajudar", ele conta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7204yzy4zwo.adaptado.

Segundo a ONG One Earth, a queimadura do dragão azul causa 'náusea, dor, vômito, dermatite alérgica aguda, hiperpigmentação pós-inflamatória'.


Sintaticamente, os termos destacados são:

Alternativas
Q2580627 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

Os raros 'dragões azuis' que invadem praias nos EUA

O oceano é repleto de criaturas misteriosas. Muitas delas raramente são observadas pelos seres humanos.

Se você pesquisar na internet "dragões azuis", ou lesmas-do-mar azuis, encontrará uma espécie de animal cujo nome científico é Glaucus atlanticus. Trata-se de uma espécie deslumbrante e urticante que tem sido encontrada recentemente nas praias do Texas, prejudicando os planos de férias de muitas pessoas.

Segundo a ONG One Earth, a queimadura do dragão azul causa náusea, dor, vômito, dermatite alérgica aguda e hiperpigmentação pós-inflamatória.

"Eles são muito maus nadadores e vão aonde o vento e as correntes os levarem", explica Campbell, fundador da Sociedade de Conservação MarineBio.

Os dragões azuis têm uma aparência fascinante, mas são perigosos. Por isso, seus avistamentos alertaram organizações texanas a emitir sinais de atenção para os banhistas incautos.

O fundador da Sociedade destacou que os ventos da primavera no hemisfério norte causaram o aparecimento de certas espécies, como a caravela-portuguesa, o botão-azul, uma criatura parecida com a água-viva, e os dragões azuis, raramente observados no litoral.

Campbell explica que esses animais se alimentam dos tentáculos das caravelas-portuguesas e deles retiram suas células urticantes. Eles as armazenam nos seus apêndices para usar mais tarde e as liberam quando se sentem ameaçados.

"É isso o que os torna tão perigosos, pois eles liberam todas as células urticantes de uma vez", explica ele. "Isso é três vezes mais intenso do que a caravela-portuguesa"

Campbell já sentiu essa dor pessoalmente. "Eu pisei em um deles em uma praia na Austrália quando era criança e meu pai exibe até hoje as cicatrizes nas mãos por me ajudar", ele conta.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7204yzy4zwo.adaptado.

Os dragões azuis têm uma aparência fascinante, mas são perigosos.

Assinale a opção correta quanto à função sintática dos termos mencionados.

Alternativas
Q2580565 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.

A peste bubônica e o sistema imunológico humano

Observada com o microscópio, a bactéria Yersinia pestis não parece ter nada de especial. Seu formato está mais ou menos dentro dos padrões das bactérias − uma espécie de bastão curto com extremidades arredondadas. Ela também é relativamente imóvel.

Mas essa bactéria é a responsável por uma doença que chegou a varrer um terço da população da Europa e causou milhões de mortes em todo o mundo.

A simples menção da peste bubônica provoca medo e fascinação até hoje. Atualmente, a doença é incrivelmente rara nos Estados Unidos e na Europa − em grande parte, graças às mudanças de estilo de vida que evitam sua transmissão das pulgas infectadas para os seres humanos com tanta facilidade.

O caso mais recente é de um homem no Estado americano que contraiu peste bubônica do seu gato de estimação. Esta notícia não é uma surpresa muito grande para o geneticista evolutivo Paul Norman.

"Existem pequenos bolsões da peste nos Estados Unidos", segundo ele. Ela ainda circula em animais selvagens, como esquilos e cães da pradaria.

A doença é mais comum em certas partes do mundo, como Madagascar. O Brasil não registra casos de peste em seres humanos desde 2005, segundo o site do Ministério da Saúde.

Embora seja relativamente rara em comparação ao passado, a peste bubônica deixou sua marca na espécie humana, sendo encontrada no genoma das pessoas nos dias de hoje.

A Yersinia pestis infectou a espécie humana por milhares de anos. Evidências da bactéria foram encontradas no DNA de esqueletos datados de quatro mil anos atrás.

No início dos anos 1300, uma linhagem da bactéria explodiu na Europa, causando a chamada Peste Negra.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nmvjdkngpo.adaptado.

O caso mais recente é de um homem no Estado americano.

Sintaticamente, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2580507 Português

O Leão e o Rato:


Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.

Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.

Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.

Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.

MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.


Esopo Fonte:(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)

sinale a alternativa que não possui uma frase verbal:

Alternativas
Respostas
961: A
962: C
963: B
964: A
965: B
966: A
967: C
968: A
969: A
970: A
971: C
972: B
973: B
974: A
975: A
976: A
977: A
978: D
979: E
980: D