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Questões de Concurso Comentadas sobre análise sintática em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 6.365 questões

Q301739 Português

                                                Texto: “ARTE COM CHICLETES”

                                    Pinturas em miniatura nas calçadas de Londres

      Conhecido por suas esculturas complexas, postas em lugares inesperados, nos últimos tempos Ben Wilson se tornou uma figura familiar nas calçadas de Londres. Depois de ter visto vários de seus trabalhos vandalizados e destruídos, ele saiu do mato e foi para as ruas a explorar uma nova mídia, num cenário diferente - pinturas em miniatura em chicletes jogados no chão.

      Ao longo dos anos, Wilson ficou cada vez mais irritado com o lixo, os carros e resíduos industriais que se tornaram parte integrante da sociedade urbana. Mesmo se refugiando no interior, ainda tinha que enfrentar a sujeira. Começou a trabalhar com o lixo que encontrava, catando bitucas de cigarro e pacotes de batata frita para incorporá-los a suas colagens. Trabalhar com chiclete mascado, in situ, foi uma evolução natural.

      Wilson começou a fazer pinturas em chiclete em 1998, mas só em outubro de 2004 decidiu trabalhar com esse meio em tempo integral. Há anos, vem tentando melhorar o ambiente urbano pintando em cima de outdoors e anúncios, mas a atividade ilegal o levou a conflitos com a lei. O uso de chiclete o libertou e lhe permitiu trabalhar de forma espontânea, sem ter de pedir permissão. "Nosso ambiente é muito controlado e o que mais precisamos é de diversidade", afirmou ele. "Mesmo galerias, museus e editoras são muito controlados."

      Saindo da Barnet High Street, Wilson começou a deixar um rastro de imagens do norte da cidade até o centro. Quase dois anos depois, no entanto, ele ainda permanece a maior parte do tempo na Barnet, a rua onde cresceu, e em Muswell Hill, onde mora com a mulher, Lily, e os três filhos. Como várias pessoas encomendaram retratos, ele se envolveu com os moradores da área. E explica: "Conheço ali muitos lojistas, varredores de rua e policiais. Quando ando pelas ruas, a cada passo penso em uma pintura que preciso fazer para alguém. Está tudo na minha cabeça, e isso faz com que me sinta mais próximo do lugar e do povo." Ele espera que seu trabalho aumente a percepção que os moradores têm do bairro, e que dê às crianças uma ligação maior com o ambiente.

      Wilson tem agora um livro de pedidos que inclui mensagens de amor e amizade, grafites, animais de estimação, anúncios de nascimento e morte. "Cada imagem que faço tem uma história diferente", explicou. "As pinturas refletem as pessoas que passam pela rua." Ele adora o relacionamento direto com as pessoas, os encontros que lhe dão o tema e a inspiração para seu trabalho. As pessoas lhe dizem do que gostam e o que querem, e ele interpreta cada assunto com base na intuição. O desafio de condensar a história de vida de uma família inteira em um único pedaço de chiclete o anima e a intimidade do meio o inspira.

      Cada peça começa da mesma maneira. Wilson seleciona um chiclete velho, derrete-o com um maçarico para endurecer a superfície, cobre-o com uma camada de esmalte acrílico branco e inicia a pintura. Com joelheiras amarradas na calça manchada de tinta e um descanso para apoiar o cotovelo, ele é capaz de passar várias horas debruçado sobre suas obras. Quando a pintura está pronta, Wilson usa a chama de um isqueiro para secá-la, aumentar a clareza das linhas e evitar o pó. Aí passa mais uma camada de esmalte, ou spray automotivo, para lhe dar um acabamento resistente. O método faz com que a obra dure seis meses ou mais.

      Wilson fotografa as pinturas para ter um registro. "As fotos têm vida própria depois que as tiro", observa. Nenhuma das obras em miniatura mede mais do que 5 centímetros de diâmetro. As pinturas em chicletes que ele fez para si mesmo guardam uma semelhança com seus desenhos em pastel, pinturas e obras de colagem tridimensionais, que, por sua vez, refletem as figuras, formas e símbolos de suas esculturas e os ambientes nos quais foram criadas.

      Os padrões de círculos, listras, rabiscos e contornos fortes destacam as imagens do fundo cinza. Padrões abstratos em forma de amebas, em cores deslumbrantes, contêm iniciais, nomes e datas celebrando encontros, amizades e outros relacionamentos. Como antigas placas de lojas, de cores vivas e letras claras, muitas das pinturas no chiclete representam pequenas empresas locais ou retratam personagens familiares em seus afazeres diários - uma escova e um pente na frente do cabeleireiro, o leiteiro fazendo entregas, o cachorro do dono da loja de ferragens. Uma pintura pequena e delicada relembra um pássaro que morreu lá perto. Apelidos, grafites e pedidos de torcedores de rúgbi e futebol aparecem nas imagens de calçada de Wilson.

      Enquanto trabalhava numa imagem pedida por uma policial, em memória dos que morreram nos ataques terroristas de Londres, de julho de 2005, Wilson foi abordado por um guarda de trânsito. Ele lhe contou uma história pessoal de morte e bravura altruísta. A seu pedido, Wilson pintou um chiclete para homenagear os trabalhadores envolvidos no resgate das vítimas dos atentados.

       Wilson admite que, enquanto muitas pessoas estão conscientes do que ele faz, outras podem andar sobre suas obras durante um ano e nem mesmo percebê-las. Mas ele espera que aqueles que notam sua arte tenham uma consciência maior do efeito que as pessoas exercem sobre o ambiente.

      O artista acredita que, em vez de apenas multar e deter, as autoridades devem lidar com as causas do comportamento antissocial, e incentivar os jovens a descobrir sua criatividade. Em junho de 2005, ele foi preso em Trafalgar Square por pintar um retrato do Almirante Nelson em um chiclete. Ele havia sido convidado pelo Conselho de Artes a participar do lançamento da Semana de Arquitetura, mas mais tarde foi informado de que não haviam conseguido obter autorização da prefeitura. "O evento procurava fazer pessoas criativas trabalharem de forma subversiva", explica, "mas parece que não conseguem suportar nada fora dos padrões: eles têm de saber quem, o que, quando e por quê."

      Ao tentar defender sua arte no palco temporário da Trafalgar Square, Wilson foi perseguido por policiais e levado sob custódia. Após ter suas impressões digitais colhidas, foi fotografado e interrogado. Seu punho foi ferido quando a polícia o deteve. Precisou usar uma tipoia, mas foi capaz de ver o humor da situação, observando as semelhanças entre ele e seu tema: "Fiquei parecido com Nelson, com o braço sangrando."

           ELMORE, Julia. Arte com chicletes. Piauí, São Paulo, n. 59, p. 39 – 43, ago. 2011. (adaptado)

“Conhecido por suas esculturas complexas, postas em lugares inesperados, nos últimos tempos, Ben Wilson se tornou uma figura familiar nas calçadas de Londres." A alternativa que contém a correta classificação dos termos em destaque, no contexto em que se apresenta, é, respectivamente:
Alternativas
Q301738 Português

                                                Texto: “ARTE COM CHICLETES”

                                    Pinturas em miniatura nas calçadas de Londres

      Conhecido por suas esculturas complexas, postas em lugares inesperados, nos últimos tempos Ben Wilson se tornou uma figura familiar nas calçadas de Londres. Depois de ter visto vários de seus trabalhos vandalizados e destruídos, ele saiu do mato e foi para as ruas a explorar uma nova mídia, num cenário diferente - pinturas em miniatura em chicletes jogados no chão.

      Ao longo dos anos, Wilson ficou cada vez mais irritado com o lixo, os carros e resíduos industriais que se tornaram parte integrante da sociedade urbana. Mesmo se refugiando no interior, ainda tinha que enfrentar a sujeira. Começou a trabalhar com o lixo que encontrava, catando bitucas de cigarro e pacotes de batata frita para incorporá-los a suas colagens. Trabalhar com chiclete mascado, in situ, foi uma evolução natural.

      Wilson começou a fazer pinturas em chiclete em 1998, mas só em outubro de 2004 decidiu trabalhar com esse meio em tempo integral. Há anos, vem tentando melhorar o ambiente urbano pintando em cima de outdoors e anúncios, mas a atividade ilegal o levou a conflitos com a lei. O uso de chiclete o libertou e lhe permitiu trabalhar de forma espontânea, sem ter de pedir permissão. "Nosso ambiente é muito controlado e o que mais precisamos é de diversidade", afirmou ele. "Mesmo galerias, museus e editoras são muito controlados."

      Saindo da Barnet High Street, Wilson começou a deixar um rastro de imagens do norte da cidade até o centro. Quase dois anos depois, no entanto, ele ainda permanece a maior parte do tempo na Barnet, a rua onde cresceu, e em Muswell Hill, onde mora com a mulher, Lily, e os três filhos. Como várias pessoas encomendaram retratos, ele se envolveu com os moradores da área. E explica: "Conheço ali muitos lojistas, varredores de rua e policiais. Quando ando pelas ruas, a cada passo penso em uma pintura que preciso fazer para alguém. Está tudo na minha cabeça, e isso faz com que me sinta mais próximo do lugar e do povo." Ele espera que seu trabalho aumente a percepção que os moradores têm do bairro, e que dê às crianças uma ligação maior com o ambiente.

      Wilson tem agora um livro de pedidos que inclui mensagens de amor e amizade, grafites, animais de estimação, anúncios de nascimento e morte. "Cada imagem que faço tem uma história diferente", explicou. "As pinturas refletem as pessoas que passam pela rua." Ele adora o relacionamento direto com as pessoas, os encontros que lhe dão o tema e a inspiração para seu trabalho. As pessoas lhe dizem do que gostam e o que querem, e ele interpreta cada assunto com base na intuição. O desafio de condensar a história de vida de uma família inteira em um único pedaço de chiclete o anima e a intimidade do meio o inspira.

      Cada peça começa da mesma maneira. Wilson seleciona um chiclete velho, derrete-o com um maçarico para endurecer a superfície, cobre-o com uma camada de esmalte acrílico branco e inicia a pintura. Com joelheiras amarradas na calça manchada de tinta e um descanso para apoiar o cotovelo, ele é capaz de passar várias horas debruçado sobre suas obras. Quando a pintura está pronta, Wilson usa a chama de um isqueiro para secá-la, aumentar a clareza das linhas e evitar o pó. Aí passa mais uma camada de esmalte, ou spray automotivo, para lhe dar um acabamento resistente. O método faz com que a obra dure seis meses ou mais.

      Wilson fotografa as pinturas para ter um registro. "As fotos têm vida própria depois que as tiro", observa. Nenhuma das obras em miniatura mede mais do que 5 centímetros de diâmetro. As pinturas em chicletes que ele fez para si mesmo guardam uma semelhança com seus desenhos em pastel, pinturas e obras de colagem tridimensionais, que, por sua vez, refletem as figuras, formas e símbolos de suas esculturas e os ambientes nos quais foram criadas.

      Os padrões de círculos, listras, rabiscos e contornos fortes destacam as imagens do fundo cinza. Padrões abstratos em forma de amebas, em cores deslumbrantes, contêm iniciais, nomes e datas celebrando encontros, amizades e outros relacionamentos. Como antigas placas de lojas, de cores vivas e letras claras, muitas das pinturas no chiclete representam pequenas empresas locais ou retratam personagens familiares em seus afazeres diários - uma escova e um pente na frente do cabeleireiro, o leiteiro fazendo entregas, o cachorro do dono da loja de ferragens. Uma pintura pequena e delicada relembra um pássaro que morreu lá perto. Apelidos, grafites e pedidos de torcedores de rúgbi e futebol aparecem nas imagens de calçada de Wilson.

      Enquanto trabalhava numa imagem pedida por uma policial, em memória dos que morreram nos ataques terroristas de Londres, de julho de 2005, Wilson foi abordado por um guarda de trânsito. Ele lhe contou uma história pessoal de morte e bravura altruísta. A seu pedido, Wilson pintou um chiclete para homenagear os trabalhadores envolvidos no resgate das vítimas dos atentados.

       Wilson admite que, enquanto muitas pessoas estão conscientes do que ele faz, outras podem andar sobre suas obras durante um ano e nem mesmo percebê-las. Mas ele espera que aqueles que notam sua arte tenham uma consciência maior do efeito que as pessoas exercem sobre o ambiente.

      O artista acredita que, em vez de apenas multar e deter, as autoridades devem lidar com as causas do comportamento antissocial, e incentivar os jovens a descobrir sua criatividade. Em junho de 2005, ele foi preso em Trafalgar Square por pintar um retrato do Almirante Nelson em um chiclete. Ele havia sido convidado pelo Conselho de Artes a participar do lançamento da Semana de Arquitetura, mas mais tarde foi informado de que não haviam conseguido obter autorização da prefeitura. "O evento procurava fazer pessoas criativas trabalharem de forma subversiva", explica, "mas parece que não conseguem suportar nada fora dos padrões: eles têm de saber quem, o que, quando e por quê."

      Ao tentar defender sua arte no palco temporário da Trafalgar Square, Wilson foi perseguido por policiais e levado sob custódia. Após ter suas impressões digitais colhidas, foi fotografado e interrogado. Seu punho foi ferido quando a polícia o deteve. Precisou usar uma tipoia, mas foi capaz de ver o humor da situação, observando as semelhanças entre ele e seu tema: "Fiquei parecido com Nelson, com o braço sangrando."

           ELMORE, Julia. Arte com chicletes. Piauí, São Paulo, n. 59, p. 39 – 43, ago. 2011. (adaptado)

“Conhecido por suas esculturas complexas, postas em lugares inesperados, nos últimos tempos, Ben Wilson se tornou uma figura familiar nas calçadas de Londres.” A alternativa que contém a correta classificação, quanto à predicação, do termo em destaque, no contexto em que se apresenta é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301651 Português
Assinale a alternativa que NÃO contém nenhum erro gramatical:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301646 Português
Indique a classificação sintática [entre colchetes] que NÃO corresponde ao segmento sublinhado:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301645 Português
Indique a proposição que contém erro gramatical:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2011 - TJ-SC - Analista Jurídico |
Q301642 Português
Marque a alternativa em que o segmento sublinhado NÃO configura o sujeito da respectiva oração:
Alternativas
Q273583 Português
Considerando que os itens de 65 a 67 correspondem a partes
sucessivas e adaptadas do texto Contra o Fanatismo, de Amós Oz,
julgue-os quanto à correção gramatical e ao emprego de elementos
coesivos.

No que diz respeito aos movimentos ideológicos da primeira metade do século, o lema costumava ser “amanhã será um dia melhor — façamos sacrifícios hoje”. Em algum ponto em torno da metade do século, aquela noção fora substituída por noção de felicidade imediata, não apenas o famoso direito de lutar para felicidade, mas a ilusão difundida que esta felicidade está a disposição em prateleiras.
Alternativas
Q273581 Português
Considerando que os itens de 65 a 67 correspondem a partes
sucessivas e adaptadas do texto Contra o Fanatismo, de Amós Oz,
julgue-os quanto à correção gramatical e ao emprego de elementos
coesivos.

Quase todos no mundo, há cerca de duzentos anos, sabiam que iam passar a vida ali onde tinham nascido. Todos sabiam que iam ganhar a vida fazendo o que seus pais faziam. E todos sabiam que, se se comportassem bem, iriam ser transpostos para um mundo melhor após a morte.
Alternativas
Q262639 Português
Imagem 007.jpg

Com relação aos sentidos do poema acima e ao nível de
formalidade da linguagem nele empregada, julgue os itens a seguir.

Em “Eles curam ou não curam” (v.6), o sentido do verbo curar exigiria, se estivesse registrado na linguagem culta escrita, o pronome se, pois, no contexto, não é transitivo direto, mas pronominal.

Alternativas
Q262627 Português
Os trechos incluídos nos itens de 35 a 39 foram adaptados do jornal
Zero Hora – RS de 12/12/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e à adequação para integrar a correspondência oficial
indicada entre parênteses. Nesse sentido, considere que a sigla
IPEA, nos casos em que é empregada, refere-se ao Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada.

Estudo divulgado pelo IPEA revela que o número absoluto de analfabetos com quinze anos de idade ou mais no país caiu 7% entre 2004 e 2009, o que representa cerca de um milhão de iletrados a menos nesse período. O mesmo levantamento, feito a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2009, sinaliza que o país ainda tem quatorze milhões de habitantes dessa faixa etária que não sabem ler nem escrever — um contingente equivalente à população do Chile. (Relatório)

Alternativas
Q262626 Português
Os trechos incluídos nos itens de 35 a 39 foram adaptados do jornal
Zero Hora – RS de 12/12/2010. Julgue-os quanto à correção
gramatical e à adequação para integrar a correspondência oficial
indicada entre parênteses. Nesse sentido, considere que a sigla
IPEA, nos casos em que é empregada, refere-se ao Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada.

As pessoas que não dominam minimamente a linguagem escrita acabam sendo excluídas de muitas oportunidades para ter uma vida digna. Basta atentar para outra informação divulgada pelo IPEA, de que 93% dos iletrados brasileiros localizam-se na faixa de renda de até dois salários mínimos. Em sua ampla maioria, os analfabetos têm dificuldades de convívio social, sentem-se diminuídos por essa condição e são naturalmente botados fora pelo mercado de trabalho, uma vez que testes e entrevistas para emprego baseam-se fundamentalmente na palavra escrita. (Parecer)

Alternativas
Q262625 Português
Considerando que os trechos incluídos nos itens seguintes são
partes de um texto adaptado de O Estado de S.Paulo de
13/12/2010, julgue-os quanto à correção gramatical. Nesse sentido,
considere que a sigla FIDA, sempre que utilizada, se refere ao
Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola.

De todos os demais países analisados pelo FIDA, apenas Belize também registrou aumento de mais de 100% — o número exato é 116,7%. Mas é preciso ressalvar que em Belize há apenas 30 mil trabalhadores no campo, ou menos de 0,3% dos 11,93 milhões de trabalhadores rurais brasileiros, e que sua produção agrícola, de cerca de US$ 450 milhões por ano, corresponde à pouco mais de 1% da brasileira, de quase US$ 40 bilhões anuais.

Alternativas
Q262624 Português
Considerando que os trechos incluídos nos itens seguintes são
partes de um texto adaptado de O Estado de S.Paulo de
13/12/2010, julgue-os quanto à correção gramatical. Nesse sentido,
considere que a sigla FIDA, sempre que utilizada, se refere ao
Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola.

Em uma lista de cerca de 120 países pobres e em desenvolvimento, o Brasil foi o que registrou o maior aumento (123,7%) da produtividade do trabalho agrícola entre 1988 e 2008, o que confirma o grande avanço da agricultura brasileira no período, de acordo com um estudo sobre o papel da agricultura na redução da pobreza no mundo elaborado pelo FIDA — uma organização ligada a ONU.

Alternativas
Q262615 Português


Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

Os dispositivos do Protocolo de Kyoto, arcabouço para toda ação global de combate às mudanças climáticas espiram em 2012. Para que sua próxima fase comece a vigorar no início de 2013, todos os países terão de chegar a um acordo definitivo em Durban. Novos atrasos terão custo inimaginável para as futuras gerações.

Alternativas
Q262614 Português


Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

O mecanismo denominado redução de emissões por desmatamento e degradação teve seus aspectos técnicos definidos e sua regulamentação concluída. Digna de registro também foi a mudança de postura da China e da Índia em relação à inflexibilidade exibida em Copenhague.

Alternativas
Q262613 Português


Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

A Conferência de Cancún criou mecanismos de incentivo à preservação de grandes florestas tropicais em países como Brasil, Indonésia e Congo, o que reduziu as emissões poluentes geradas pelo desmatamento, responsáveis por cerca de 15% da liberação global dos gases que provocam o efeito estufa.

Alternativas
Q262612 Português


Os trechos incluídos nos itens de 21 a 24 são partes de um texto
adaptado do jornal O Globo de 14/12/2010. Julgue-os quanto à
correção gramatical.

Foi a Índia que quebrou agora o impasse sobre o monitoramento de emissões, e a China que propôs soluções para a retomada de Kyoto. Ambos os países confirmaram ainda sua disposição de considerar metas compulsórias de cortes de emissões. Cancún não alcançou o acordo abrangente que muitos ativistas e governos desejavam, mas podem ter estabelecido a plataforma sob a qual esse compromisso poderá ser construído.

Alternativas
Q262611 Português
Imagem 004.jpg

O item subsecutivo apresenta reescritura do texto acima. Julgue-o
quanto à correção gramatical e à manutenção do sentido original.

As sanções legais do direito arcaico estavam profundamente vinculadas a ritos de punição. Mais que o seu conteúdo, o que caracterizava o direito era a repetição das fórmulas, dos atos simbólicos, das palavras sagradas, dos gestos solenes e da força dos rituais.

Alternativas
Q262610 Português
Considerando que os fragmentos incluídos nos itens seguintes, na
ordem em que são apresentados, são partes sucessivas do texto
O direito nas Sociedades Primitivas, de Antonio Carlos Wolkmer,
julgue-os quanto à correção gramatical e ao emprego de elementos
coesivos.

Em um tempo em que inexistiam legislações escritas e códigos formais as práticas primárias de controle eram transmitidas oralmente, marcadas por revelações sagradas e divinas.

Alternativas
Respostas
6021: D
6022: C
6023: D
6024: D
6025: B
6026: E
6027: E
6028: E
6029: E
6030: C
6031: C
6032: E
6033: E
6034: E
6035: E
6036: C
6037: C
6038: E
6039: E
6040: E