Questões de Concurso
Comentadas sobre análise sintática em português
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Considerando-se a classificação sintática das orações (coordenadas e subordinadas), analise o período composto abaixo e assinale a alternativa que destaca completamente uma oração principal:
“Como mostrou a coluna de quatro semanas atrás, países que conseguiram saltos educacionais expressivos como a Finlândia começaram adotando medidas para melhorar a formação de seus docentes e aumentar a atratividade da carreira.” (Adaptado de Folha de S. Paulo, 07/12/2016)
Os verbos variam de significado a depender de sua regência. Nesse sentido, é correto afirmar que o verbo “preceder” no sentido de “ser mais importante ou superior” rege-se da seguinte forma:
(Leia o texto abaixo para responder as próximas oito (08) questões):
1 Condenado como integrante do grupo
extremista autodeclarado Estado Islâmico
(EI), Aines Davis é parte de uma tendência
preocupante de criminosos comuns europeus
5 que se tornam jihadistas violentos. Antes,
Davis vendia drogas e andava armado pelo
bairro de Hammersmith no oeste de
Londres. Ele chegou a ser condenado
diversas vezes por sua atuação como
10 traficante
Após ser preso em 2006 por porte ilegal de
arma, Davis tentou deixar para trás a vida de
crimes, e se converteu ao islã. Mas acabou se
radicalizando. Aine Davis representa uma
15 tendência preocupante de criminosos
comuns que deixam países ocidentais para
se tornar jihadistas violentos no Oriente
Médio.
Davis negou que fazia parte do Estado
20 Islâmico, dizendo à Justiça britânica que as
histórias sobre sua atuação como extremista
eram falsas. Também negou ser o chefe da
unidade responsável pelos reféns: "Não sou
do El. Fui para a Síria porque há opressão no
25 meu país".
(Adaptado de O Globo, 10/05/2017)
“Fui para a Síria porque há opressão no meu país”. É correto afirmar que o termo “opressão” da frase acima exerce a mesma função sintática que o seguinte termo retirado do Texto:
(Leia o texto abaixo para responder as próximas oito (08) questões):
1 Condenado como integrante do grupo
extremista autodeclarado Estado Islâmico
(EI), Aines Davis é parte de uma tendência
preocupante de criminosos comuns europeus
5 que se tornam jihadistas violentos. Antes,
Davis vendia drogas e andava armado pelo
bairro de Hammersmith no oeste de
Londres. Ele chegou a ser condenado
diversas vezes por sua atuação como
10 traficante
Após ser preso em 2006 por porte ilegal de
arma, Davis tentou deixar para trás a vida de
crimes, e se converteu ao islã. Mas acabou se
radicalizando. Aine Davis representa uma
15 tendência preocupante de criminosos
comuns que deixam países ocidentais para
se tornar jihadistas violentos no Oriente
Médio.
Davis negou que fazia parte do Estado
20 Islâmico, dizendo à Justiça britânica que as
histórias sobre sua atuação como extremista
eram falsas. Também negou ser o chefe da
unidade responsável pelos reféns: "Não sou
do El. Fui para a Síria porque há opressão no
25 meu país".
(Adaptado de O Globo, 10/05/2017)
“...dizendo à Justiça britânica que as histórias sobre sua atuação como extremista eram falsas.”. Analisando-se a partícula “que” destacada no trecho acima, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da afirmação abaixo:
A partícula “que” em destaque introduz uma ____________________ e classifica-se morfologicamente como _____________________.
(Leia o texto abaixo para responder as próximas oito (08) questões):
1 Condenado como integrante do grupo
extremista autodeclarado Estado Islâmico
(EI), Aines Davis é parte de uma tendência
preocupante de criminosos comuns europeus
5 que se tornam jihadistas violentos. Antes,
Davis vendia drogas e andava armado pelo
bairro de Hammersmith no oeste de
Londres. Ele chegou a ser condenado
diversas vezes por sua atuação como
10 traficante
Após ser preso em 2006 por porte ilegal de
arma, Davis tentou deixar para trás a vida de
crimes, e se converteu ao islã. Mas acabou se
radicalizando. Aine Davis representa uma
15 tendência preocupante de criminosos
comuns que deixam países ocidentais para
se tornar jihadistas violentos no Oriente
Médio.
Davis negou que fazia parte do Estado
20 Islâmico, dizendo à Justiça britânica que as
histórias sobre sua atuação como extremista
eram falsas. Também negou ser o chefe da
unidade responsável pelos reféns: "Não sou
do El. Fui para a Síria porque há opressão no
25 meu país".
(Adaptado de O Globo, 10/05/2017)
“...Aines Davis é parte de uma tendência preocupante de criminosos comuns europeus que se tornam jihadistas violentos.” (Linhas 3 a 5). Analisando sintaticamente o período acima, pode-se afirmar que o sujeito do verbo “tornam” (linha 5) é:
Eu sei, mas não devia
Marina Colassanti
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma ___ não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, ___ medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez vai pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir ____ comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma ____ poluição. ____ salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter _________ uma planta.
A gente se acostuma ____ coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e ____ no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não ____ muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar ____ pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
Marque a alternativa cuja regência verbal NÃO foi respeitada, levando-se em consideração a língua culta.
TEXTO 01
01 As prisões
02 Diariamente, nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário
03 de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas; a liberdade parece pequena
04 demais. Mas, onde estão as verdadeiras prisões? Não raro, elas se encontram dentro de nós mesmos.
05 É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas, em formas de
06 sentimentos negativos, atitudes autodepreciativas e vícios acorrentadores. Portanto, somos
07 responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação.
08 Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento,
09 da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo; na
10 verdade, muralhas. Não existe sistema penitenciário mais complexo e hermético do que o coração
11 humano, alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e
12 oprimem a existência.
13 Existem pessoas que vivem se autodepreciando. Elas não se amam, deixam-se dominar pelos
14 outros, não se valorizam e têm uma péssima imagem de si mesmas. Alguns chegam até a mendigar
15 amor e atenção. Negociam a dignidade e, o que é pior, tornam-se reféns de quem procuram. Viver
16 assim é fechar-se atrás das grades opressoras da inferioridade, do aniquilamento e da autoflagelação
17 [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 183
A respeito de “Existem pessoas que vivem se autodepreciando” (linha 13), pode-se afirmar:
I- Aflexão verbal “Existem” pode ser substituída por “Há” sem sofrer nenhuma alteração na função sintática dos termos da oração.
II- O termo “que” introduz uma oração subordinada, ampliando a significação de seu referente.
III- Em “se autodepreciando” temos um caso de pronome enclítico, tendo em vista que a oração foi iniciada por verbo.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(s), apenas
TEXTO 01
01 As prisões
02 Diariamente, nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário
03 de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas; a liberdade parece pequena
04 demais. Mas, onde estão as verdadeiras prisões? Não raro, elas se encontram dentro de nós mesmos.
05 É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas, em formas de
06 sentimentos negativos, atitudes autodepreciativas e vícios acorrentadores. Portanto, somos
07 responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação.
08 Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento,
09 da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo; na
10 verdade, muralhas. Não existe sistema penitenciário mais complexo e hermético do que o coração
11 humano, alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e
12 oprimem a existência.
13 Existem pessoas que vivem se autodepreciando. Elas não se amam, deixam-se dominar pelos
14 outros, não se valorizam e têm uma péssima imagem de si mesmas. Alguns chegam até a mendigar
15 amor e atenção. Negociam a dignidade e, o que é pior, tornam-se reféns de quem procuram. Viver
16 assim é fechar-se atrás das grades opressoras da inferioridade, do aniquilamento e da autoflagelação
17 [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 183
Em “Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento, da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo” (linhas 08 e 09), Pode-se afirmar que
I- o termo “Quem” exerce a função sintática de sujeito, equivalendo a “aquele que”.
II- a expressão “a companhia do ressentimento, da amargura, da vingança, e da inveja” configura um caso de pleonasmo.
III- o enunciado “está construindo muros dentro de si mesmo” foi construído numa linguagem figurada.
Analise as proposições e marque a alternativa adequada. Está(ão) CORRETA(s)
TEXTO 01
01 As prisões
02 Diariamente, nossos lares (e mentes) são invadidos por imagens – às vezes – grotescas, do cenário
03 de muitas prisões espalhadas pelo Brasil. Nelas, vidas são trancafiadas; a liberdade parece pequena
04 demais. Mas, onde estão as verdadeiras prisões? Não raro, elas se encontram dentro de nós mesmos.
05 É no interior de cada um que as grades carcerárias da liberdade vão sendo erguidas, em formas de
06 sentimentos negativos, atitudes autodepreciativas e vícios acorrentadores. Portanto, somos
07 responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação.
08 Quem armazena ódio no coração e permite-se, ao longo dos anos, a companhia do ressentimento,
09 da amargura, da vingança, e da inveja, apenas está construindo muros dentro de si mesmo; na
10 verdade, muralhas. Não existe sistema penitenciário mais complexo e hermético do que o coração
11 humano, alimentado pelo veneno dos sentimentos mesquinhos, que aprisionam a liberdade e
12 oprimem a existência.
13 Existem pessoas que vivem se autodepreciando. Elas não se amam, deixam-se dominar pelos
14 outros, não se valorizam e têm uma péssima imagem de si mesmas. Alguns chegam até a mendigar
15 amor e atenção. Negociam a dignidade e, o que é pior, tornam-se reféns de quem procuram. Viver
16 assim é fechar-se atrás das grades opressoras da inferioridade, do aniquilamento e da autoflagelação
17 [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 183
Em “Portanto, somos responsáveis tanto pela nossa liberdade como por sua privação” (linhas 06 e 07), pode-se afirmar que
( ) a termo “Portanto” expressa conclusão e pode ser substituído por “por conseguinte” sem alterar o seu sentido.
( ) a expressão “tanto pela nossa liberdade como pela nossa privação” indica uma concessão que permite a realização de um fato expresso.
( ) a expressão “somos responsáveis” apresenta um caso de locução verbal.
Analise as proposições e coloque V para Verdadeira e F para Falsa. Está CORRETA a sequência
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
Sobre as orações (1) “e forma o pensamento mágico” (linha 10) e (2) “Para uma criança, qualquer objeto vira brinquedo.” (linhas 12 e 13) do Texto, assinale a alternativa correta:
(Texto)
1 Toda criança adora brincar e a brincadeira é
muito importante para estimular o
desenvolvimento infantil. Não é só
entretenimento; ela ela tem alto valor de
5 aprendizagem, desenvolvimento do cérebro,
social e cultural, como haviam destacado os
estudiosos décadas atrás. A brincadeira pode
ajudar até a tirar as fraldas.
O brincar estimula a imaginação das crianças
10 e forma o pensamento mágico. Esse
pensamento transforma qualquer objeto
inanimado em algo incrível. Para uma criança,
qualquer objeto vira brinquedo. A brincadeira
também mostra que no mundo há regras e
15 ajuda a controlar a impulsividade. A criança
precisa esperar a sua vez e precisa seguir a
ordem do jogo.
(Adaptado de G1, 25/05/2017)
“A brincadeira também mostra que no mundo há regras (...)” (linhas 13 e 14). Assinale a alternativa em que o termo retirado do Texto exerce a mesma função sintática que a partícula “que” sublinhada no trecho acima:
De acordo com a norma culta, a frase em que não se teve o cuidado de obedecer à regência é:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os verbos transitivos diretos e indiretos são acompanhados de um objeto direto e um indireto.
II. Na frase “o garoto ofereceu um livro ao colega”, o verbo oferecer traz em si a ideia completa da ação, sem necessitar, portanto, de um outro termo para completar o seu sentido.
Marque a alternativa CORRETA:
“[...] Ergue-te, pois, soldado do Futuro, E dos raios de luz do sonho puro, Sonhador, faze espada de combate!
[...] Abrem-se as portas d’ouro com fragor... Mas dentro encontro só, cheio de dor, Silêncio e escuridão – nada mais!”
É INCORRETA a afirmativa da alternativa:
Nas alternativas abaixo, a vírgula utilizada para separar elementos que exercem a mesma função sintática encontra-se em: