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Questões de Concurso Comentadas sobre análise sintática em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 6.380 questões

Q1219314 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

(Texto)


A partícula “que” (linha 29) INTRODUZ uma:
Alternativas
Q1219135 Português

    A propaganda enganosa é uma das práticas abusivas que mais frustram o consumidor brasileiro, ninguém gosta de ser enganado, ainda mais quando mexe no bolso. Visando minimizar esse tipo de prática, o Código de Defesa do Consumidor (CDC), prevê diversos artigos que restringem tentativas de ludibriar o cliente.

    Apesar dos esforços da legislação, a propaganda enganosa vem se modernizando nos últimos anos, os novos métodos adotados visam burlar a lei e ao mesmo tempo apresentar uma construção de propaganda menos ofensiva, trabalhando nas entrelinhas do conteúdo midiático.

Extraído de: https://www.promobit.com.br/blog/o-que-caracteriza-propaganda-enganosa-e-como-agir/. Acesso em 16/10/2019.

Em relação ao período composto, assinale a alternativa na qual a classificação está correta:
Alternativas
Q1219134 Português

A coruja e a águia


Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.

— Basta de guerra — disse a coruja.

— O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

— Perfeitamente — respondeu a águia.

— Também eu não quero outra coisa.

— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

— Está feito! — concluiu a águia.

Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.

— Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.

E comeu-os.

Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

— Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…

Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece.

( Monteiro Lobato)Mario Quintana

Após ler o texto, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1218816 Português

Francisco J. C. Dantas. Coivara da memória.

São Paulo: Estação Liberdade, 1991, p. 174.

Com relação às propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.


A vírgula empregada na linha l isola oração subordinada adjetiva explicativa.

Alternativas
Q1218810 Português


Yuval Noah Harari. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger. 1.ª ed.

São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 138-41 (com adaptações).

A respeito das propriedades linguísticas do texto 9A2-I, julgue o item subsecutivo.


A vírgula empregada na linha 23 separa orações coordenadas cujos sujeitos são distintos.

Alternativas
Q1218797 Português


Yuval Noah Harari. 21 lições para o século 21. Trad. Paulo Geiger. 1.ª ed.

São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 138-41 (com adaptações).

Com relação às propriedades gramaticais e à coerência do texto 9A2-I, julgue o item a seguir.


O trecho “Boiardos (...) emprego” (l. 3 a 5) constitui um período composto por coordenação.

Alternativas
Q1218785 Português

Valquiria Pereira. O que significa fluência leitora?

In: Revista Nova Escola. jul./2013 (com adaptações).

Com relação às propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o item a seguir.


Na linha 5, o termo “uma queixa recorrente dos professores” é complemento da forma verbal “Há”.

Alternativas
Q1218781 Português

Considerando as propriedades linguísticas e os sentidos do poema precedente, julgue o próximo item.


A conjunção “Ora” (v.10) indica que entre a primeira e a segunda estrofes é estabelecida uma relação de causa e consequência.

Alternativas
Q1218011 Português
Instrução: Leia atentamente o texto abaixo, publicado no Suplemento O Estadinho, e responda à questão. 

Isso não está me cheirando bem 

     Imagine uma bolinha de neve no topo de uma montanha e, quando ela chegar lá embaixo, vai ter virado um imenso bolão, não é? Isso é o que acontece com o lixo.               Cada um de nós, brasileiros, produz mais ou menos 500 gramas de lixo todos os dias. Parece pouco, mas é só fazer as contas. Todos os dias, esse lixo vira um bolão de milhões de toneladas!!! Só na cidade de São Paulo, são produzidas 12 mil toneladas por dia.
     Para resolver esse problemão, a reciclagem é uma grande ideia! Na reciclagem, o lixo é tratado e será reaproveitado para fazer novos produtos.
     Para reciclar, é preciso primeiro separar os tipos de lixo feitos de plástico, papel, metal e vidro, que são materiais reaproveitáveis. É por isso que em alguns lugares a gente encontra aquelas lixeiras coloridas.
(Disponível em: https://armazemdetexto.blogspot.com. Acesso em: 30/05/2019.)  
Na coluna da esquerda são dados trechos do texto e, na da direita, as ideias que cada um apresenta. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda. 
1. quando ela chegar lá embaixo, vai ter virado um imenso bolão 2. Parece pouco, mas é só fazer as contas.                      3. Para resolver esse problemão, a reciclagem é uma grande ideia!   4. Na reciclagem, o lixo é tratado e será reaproveitado
( ) Finalidade
( ) Adição
( ) Oposição ( ) Tempo


Assinale a sequência correta. 
Alternativas
Q1217999 Português
Instrução: Leia atentamente a charge abaixo e responda à questão. 

Em relação a aspectos linguísticos nas falas dos personagens, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A fala do guri pode ser reescrita corretamente da seguinte maneira: A professora disse que melhoramos em matemática, porém não em leitura. ( ) A segunda parte da fala do homem pode ser reescrita em registro formal da seguinte maneira: Para votar, você precisa conhecer somente os números. ( ) O pronome isso, na primeira parte da fala do homem, retoma a fala do guri. ( ) A fala do guri compõe-se de duas orações, uma principal e outra subordinada.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: UFMT Órgão: COREN-MT Prova: UFMT - 2019 - COREN-MT - Administrador |
Q1217934 Português

      A musicoterapia é uma forma de tratamento que utiliza a música para ajudar no tratamento de problemas, tanto de ordem física quanto de ordem emocional ou mental.

      A musicoterapia como disciplina teve início no século 20, após as duas guerras mundiais, quando músicos amadores e profissionais passaram a tocar nos hospitais de vários países da Europa e Estados Unidos, para os soldados veteranos. Logo os médicos e enfermeiros puderam notar melhoras no bemestar dos pacientes.

      De lá para cá, a música vem sendo cada vez mais incorporada às práticas alternativas e terapêuticas. [...]

      O musicoterapeuta pode utilizar apenas um som, recorrer a apenas um ritmo, escolher uma música conhecida e até mesmo fazer com que o paciente crie sua própria música. Tudo depende da disponibilidade e da vontade do paciente e dos objetivos do musicoterapeuta. A música ajuda porque é um elemento com que todo mundo tem contato. Através dos tempos, cada um de nós já teve, e ainda tem, a música em sua vida.

      A música trabalha os hemisférios cerebrais, promovendo o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a "afinação" do indivíduo, de maneira coerente com seu diapasão interno. A melodia trabalha o emocional, a harmonia, o racional e a inteligência. A força organizadora do ritmo, através da pulsação, dá suporte para a improvisação de movimentos, para a expressão corporal, ou seja, respostas motoras.

(Disponível em: http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude. Acesso em: 20/09/2019.) 

Em relação a aspectos linguísticos no texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q1217350 Português
Texto 7
Psicóloga explica as causas e os sintomas da Síndrome do Regresso
A Síndrome do Regresso acontece quando você volta para casa após estudar no exterior, trabalhar ou qualquer outro tipo de estadia prolongada. Criado pelo neuropsiquiatra Dr. Décio Nakagawa, o termo serve para dar nome a este período de readaptação. E ele é mais comum do que pode se imaginar: “A Síndrome do Regresso acontece com a maior parte das pessoas que retorna ao seu país de origem”, diz Juliana Polydoro, psicóloga e mestre em Psicologia da Saúde. A profissional, que também é colunista do site e-Dublin, explicou as causas da Síndrome e como lidar com o período para amenizar os sintomas. Fonte:https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/estudar-no-exterior/psicologa-explica-as-causas-os-sintomas-sindrome-regresso.htm
Com relação ao texto 7, analise as proposições a seguir e atribua V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) No período: “Criado pelo neuropsiquiatra Dr. Décio Nakagawa, o termo serve para dar nome a este período de readaptação.”, a oração destacada é reduzida de particípio. ( ) A oração “que também é colunista do site e-Dublin” intercala a oração principal do período, por isso aparece entre vírgulas. ( ) No período: “A Síndrome do Regresso acontece com a maior parte das pessoas que retorna ao seu país de origem”, a oração destacada explica o grupo que mais é atingido pelo Síndrome do Regresso. ( ) De acordo com a gramática normativa, a oração “que também é colunista do site e-Dublin” se classifica como uma oração subordinada adjetiva restritiva.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses:
Alternativas
Q1217137 Português

TEXTO 5


Imagem associada para resolução da questão


Analise as proposições abaixo sobre a conversa do texto 5, desenvolvida no aplicativo Whatsapp:

I- No período: “Ah, estudando muito, em breve serei a mais boa dentista de Vitória, e você?”, a relação sintática que predomina entre as duas orações é de contraste.

II- O humor do texto é provocado pela paronímia que se constrói com a palavra “residência”.

III- Trata-se de uma conversa informal, portanto percebe-se facilmente a variação linguística no texto.

É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q1215611 Português
Vergonha parcelada
Gregorio Duvivier
       Não estranhe se você me vir levando as mãos ao rosto no meio da rua e gritando comigo mesmo: “Não! Não, Gregorio! Por que você fez isso, cara?”. Sofro de uma síndrome comum: a da vergonha parcelada. Algumas situações me causam tanto embaraço que pago por elas a vida inteira. A cada vez que uma vergonha antiga me vem à cabeça, sofro como se fosse a primeira vez que estivesse sofrendo.
      Não parecem vergonhas monumentais, são vergonhas ridículas – mas é isso o que faz delas monumentais. Exemplo: no aeroporto de Congonhas, pedi um café. “Carioca?” – a moça perguntou. “Sou”, respondi, achando que ela queria saber minha procedência.
     A moça pensou que eu tinha feito uma piadinha péssima e retribuiu com o pior tipo de sorriso – aquele cheio da misericórdia. Tive vontade de me esconder debaixo dos bancos do salão de embarque pelo simples fato de que alguém no mundo tinha achado que eu era uma pessoa que faria aquele tipo de piada. Até hoje, só passo em frente à Casa do Pão de Queijo de Congonhas com uma mochila escondendo o rosto.
       Outro dia, chovia a cântaros – deve fazer um bom tempo, porque faz um bom tempo que não chove a cântaros. Acenava desesperadamente para os táxis, em frente ao Shopping da Gávea. Eis que um sujeito surge e começa a fazer o mesmo, alguns passos à minha frente. Todo ser humano civilizado sabe que, a partir do momento em que uma pessoa acena para os táxis, os outros candidatos tem que se posicionar atrás dela. Na frente, nunca. Revoltado, intercedi: “Amigo, desculpa, cheguei antes”. Ao que ele respondeu, humilde: “To chamando táxi pra você. Sou segurança do shopping”. E conseguiu um táxi, e abriu a porta pra mim, e eu entrei, e ele bateu a porta, e junto com a porta se abateu sobre mim o peso da miséria humana.
       Encontrei um amigo de longa data. Não lembrava seu nome, e ainda hoje não lembro –talvez fosse Marcelo. Consegui disfarçar chamando o amigo de “brother”, até que sua namorada me perguntou: “Há quanto tempo você conhece o Marcelo?”. Respondi: “Desculpa, não sei de quem você tá falando”. O Marcelo em questão, perplexo, me observava com um misto de tristeza pelo esquecimento e espanto pela minha estupidez.
        Enquanto escrevo essa crônica, algumas vezes precisei interromper a digitação para levar as mãos ao rosto e exclamar, em voz alta: “Não! Não, Gregorio! Por que você fez isso, cara?”.
Fonte: DUVIVIER, Gregorio. Vergonha parcelada. Folha de S.Paulo, 6 abr. 2015.
“A moça pensou que eu tinha feito uma piadinha péssima[...]” O trecho do texto contém:
Alternativas
Q1194155 Português
Em 1900, a maior parte dos judeus vivia nas regiões central e leste da Europa, especialmente na Rússia e no Império Austro- Húngaro, sendo, porém, minoria até mesmo nesses lugares. Muitos se vestiam de maneira característica e o dia de veneração era preferencialmente o sábado, não o domingo. Na Europa como um todo, não havia outra minoria étnica de tanto sucesso nas universidades, na Música, na Literatura, na Medicina, no Direito e nos negócios. Na Alemanha, para onde migraram de regiões mais ao leste, eram especialmente bem- sucedidos. Lá, o antissemitismo era menos notável. Os judeus alemães permaneciam como uma minoria bastante reduzida – menos de 1 milhão – e eram atuantes na vida nacional. Haviam servido nas forças armadas durante a Primeira Guerra Mundial, contribuíam para boas causas e se esforçavam para ser assimilados pela maioria. Hitler atacou os judeus em seu livro “Mein Kampf”, mas entre suas inúmeras frases de ódio não havia nenhuma ordem precisa para que fossem exterminados. De fato, os judeus que viviam na Alemanha provavelmente se sentiam seguros no mês em que Hitler alcançou o poder, pois controlavam ou administravam muitas instituições importantes. Uma grande parte de três influentes jornais alemães pertencia a judeus. O clube de futebol FC Bayern, campeão de 1932, depositava sua confiança em um técnico e um presidente judeus. Mas nos seis anos seguintes, à medida que as políticas e os discursos do governo se tornavam cada vez mais antissemitas, a maioria dos judeus deixou a Alemanha, abandonando seus bens. Muitos alemães permaneceram solidários a eles e tal solidariedade foi denunciada nos folhetos nazistas impressos no ano de 1938. Nessa época, os decretos de Hitler contra os judeus já estavam plenamente ativos. 
(BLAYNEY, Geoffrey, Uma Breve História do Século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 132).
A palavra “contra”, utilizada pelo autor na penúltima linha do texto, possui a seguinte classificação gramatical:
Alternativas
Q1179017 Português

Segundo Cereja & Cochar (2009, p.221), a “[...] oração é o enunciado que se organiza em torno de um verbo” e pode ser ordenada em dois períodos: simples e composto. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. O período composto pode ser apenas por coordenação.

II. “Eu gosto muito de amoras” é uma oração composta por subordinação.

III. “Eu comprei duas maçãs e comi apenas uma.” É uma oração composta por coordenação.

IV. O período simples é constituído de uma só oração.

V. “Acho que esta comida não vai ficar boa.” É uma oração composta por subordinação.

Alternativas
Q1178283 Português


L. R. Paranhos et al. Implicações éticas e legais do marketing na  

Odontologia. In: RSBO – Revista Sul Brasileira de Odontologia,  

v. 8, n.º 2, p. 219‐24, 2011 (com adaptações).

No que concerne à estruturação linguístico‐gramatical do texto, julgue o item.


No texto, as expressões “Logo” (linha 3), “Por isso” (linha 9), “portanto” (linha 20) e “Assim” (linha 25) conectam orações que têm o mesmo nível sintático e estabelecem entre elas uma relação conclusiva.

Alternativas
Q1177895 Português

Texto para o item.

Internet:<www.itaucultural.org.br>(com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


O vocábulo “como” (linha 43) introduz oração comparativa.

Alternativas
Q1177097 Português
Você é o que você se diz: a ciência do
diálogo interno

PILAR JERICÓ

Se você quiser variar a percepção que tem sobre você, precisa alterar seu diálogo interior. A forma como você conversa consigo mesmo condiciona sua capacidade de enfrentar as dificuldades e determina a tomada de decisões. A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale qualquer comentário. Já ficou comprovado que frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa superagradável” não ajudam muito. Quem as expressa não está realmente convencido disso, então essas expressões podem ter efeito contrário. A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre as técnicas que tornam nossas autoafirmações eficazes: devemos imaginar futuras situações agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de:<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia¹1557083642_455016.html>.Acesso em: 25 jun. 2019.

A questão se refere ao texto II. 
Em “A autoafirmação, ou pensar coisas positivas sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil [...]”, a oração entre vírgulas tem qual função?
Alternativas
Q1176586 Português
Leia a entrevista do autor da expressão “imigrantes digitais” para responder à questão.
(Texto Adaptado)
PATRICIA GOMES

Folha - Como o senhor define nativos e imigrantes digitais?
Marc Prensky - Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 – como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada – é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como uma aliada. Já os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.

Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?
Depende do que você entende por "ensinar". Se você quer saber se os mais velhos podem orientar os mais novos, fazendo as perguntas certas, a resposta é "sim". Se você quer saber se os jovens vão ouvir os mais velhos falar sobre coisas que não acham importantes, a resposta é "não". A educação precisa ser menos sobre o sentido de contar, e mais sobre partilhar, aprender junto.

A tecnologia mudou as relações na sala de aula?
Em cada lugar há um efeito diferente. Em alguns casos, reforçou as relações, conectou professores e alunos isolados. Em outros, trouxe medo, desconfiança, desrespeito mútuo. Por exemplo, um professor pode pensar que os alunos têm a concentração de um inseto. Os alunos podem pensar que os professores são analfabetos digitais. É quase impossível o aprendizado ocorrer em circunstâncias assim. O que a gente precisa é de respeito mútuo entre professores e estudantes.

O papel dos professores mudou em comparação com o das décadas de 80 e 90?
Sim. O papel do professor está mudando gradualmente. Está deixando de ser apenas o de transmissor de conteúdo, disciplinador e juiz da sala de aula para se tornar o de treinador, guia, parceiro. A maioria dos professores está em algum lugar no meio; poucos são parceiros de verdade.

E continua mudando?
Sim. E precisa continuar mudando se os professores quiserem ajudar os alunos do século 21 a aprender. Alguns acham que a pedagogia vai mudar automaticamente, assim que os "nativos digitais" se tornarem professores. Eu discordo. Há pressões forçando os professores novos a adotar métodos antigos. Nós precisamos fazer um grande esforço de mudança. Primeiro, mudar a forma como nós ensinamos – nossas pedagogias. Depois, mudar a tecnologia que nos dá suporte.Finalmente, mudar o que nós ensinamos – nosso currículo – para estarmos em acordo com o contexto e as necessidades do século 21.
De acordo com a leitura atenta da entrevista, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
3241: C
3242: C
3243: D
3244: E
3245: C
3246: E
3247: C
3248: E
3249: B
3250: A
3251: A
3252: C
3253: A
3254: A
3255: B
3256: A
3257: C
3258: E
3259: D
3260: D