Questões de Concurso Comentadas sobre adjetivos em português

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Q3023538 Português
Considere o seguinte excerto: Uma árvore bem gorjeada, com poucos segundos, passa a fazer parte dos pássaros que a gorjeiam. (Manoel de Barros. “Seis ou treze coisas que eu aprendi sozinho”. In: O Guardados de Águas. 2003, p.41.) Os vocábulos sublinhados são classificados, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3023427 Português
Quanto ao devido uso de mau (adjetivo) e mal (advérbio), marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q3022904 Português
Estudantes de Maquiné concorrem a prêmio nacional com app de geolocalização do mosquito da dengue


Por Isabela Sander





(Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2024/08/estudantes-de-maquineconcorrem-a-premio-nacional-com-app-de-geolocalizacao-do-mosquito-da-denguecm0cfbgtv00ib015sbm6h0xdm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Leia o trecho abaixo, retirado do texto:


“.... resposta da turma de Empreendedorismo e Linguagens Digitais veio em forma de aplicativo, elaborado para ser administrado pela prefeitura, com .... colaboração da população. Nele, há quatro opções para o usuário”. 


Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente , as classes gramaticais das palavras em negrito.


Alternativas
Q3021113 Português
TEXTO 1

Apesar de sua simplicidade aparente, a meditação pode ser um grande desafio. Afinal, acalmar a mente em tempos tão agitados e ruidosos como os que vivemos atualmente, com estresse, estímulos online e ansiedade digital por todo lado, não é simples. Mas estudos recentes sugerem que há algo que pode nos ajudar a entrar em um estado meditativo: o som. Seja vibrando com sua música favorita ou mergulhando em uma imersão sonora relaxante cercado por tigelas, gongos e sinos, o som não apenas nos ajuda a alcançar a meditação, mas também pode ampliar seus benefícios.

(https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2024/06/acalmar-amente-para-meditar-pode-ser-dificil-veja-como-o-som-pode-ajudar)
Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3020473 Português

TEXTO 4


“Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

minha gravata e cinto e escova e pente,

meu copo, minha xícara,

minha toalha de banho e sabonete,

meu isso, meu aquilo,

Com que inocência demito-me de ser

eu que antes era e me sabia

tão diverso de outros, tão mim-mesmo,

ser pensante, sentinte e solidário

com outros seres diversos e conscientes

de sua humana, invencível condição”

(ANDRADE, Carlos Drummond. Eu etiqueta Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16-1-. 1982, Caderno B)

O vocábulo ‘sentinte’ não aparece nos dicionários, porém é possível classificá-la e definir seu significado no contexto. A opção correta acerca desse vocábulo está na alternativa:
Alternativas
Q3019213 Português
Por fim, não existe consenso para determinar se o problema é um alimento específico ou o próprio ato de comer, o que prejudica ainda mais sua conceitualização como transtorno.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)

Assinale a opção em que todos os adjetivos pertençam ao mesmo gênero. 
Alternativas
Q3019212 Português
Alguns estudos chegaram a explorar a possível ocorrência de dependência de chocolate ou de fast food — e este último também costuma ser consumido com bebidas com alto teor de açúcar.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles /ce786w66xwro.adaptado)

Assinale a opção em que o adjetivo, nesta frase, concorda com o seu substantivo correspondente. 
Alternativas
Q3019208 Português
A dependência gastronômica é confundida com outros problemas, como a obesidade, o transtorno compulsivo e a bulimia. E, clinicamente, é difícil separar estes transtornos.
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ ce786w66xwro.adaptado)

Assinale a opção que contenha dois adjetivos. 
Alternativas
Q3016462 Português
Assinale a alternativa na qual o segmento destacado exerce a função de adjetivo:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SEAP-BA Prova: FGV - 2024 - SEAP-BA - Agente Penitenciário |
Q3015472 Português
Em todas as frases abaixo há duplicidade de adjetivos; a opção em que tais adjetivos são redundantes, ou seja, dizem a mesma coisa, é: 
Alternativas
Q3014963 Português
O JULGAMENTO DA OVELHA



Um cachorro de maus bofes acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.

       – Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço de pau?

         – Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.

         E assim fez. Queixou-se ao gavião-de-penacho e pediu-lhe justiça.
 
       O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando para isso doze urubus de papo vazio.

      Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito claras. Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:

     – Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!

      A ré tremeu: não havia escapatória!… Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.

      Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, espostejou-a, reservou para si um quarto e dividiu o restante com os juízes famintos.


                Moral: a justiça dos poderosos é justiça? 


Fonte: https://www.pensador.com/ – (Adaptado) Monteiro Lobato

No trecho “(...) mas tinha vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.”, qual a classificação do termo em destaque? 
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Q3014212 Português
Leia os itens sobre o grau do adjetivo e assinale a alternativa correta.

( ) O grau do adjetivo exprime a intensidade das qualidades dos seres.
( ) São dois os graus do adjetivo: o comparativo e o superlativo.
( ) O grau comparativo expressa qualidades num grau muito elevado, ou em grau máximo.
( ) Usa-se o grau superlativo para comparar qualidades dos seres.
( ) O grau comparativo pode ser de igualdade, de superioridade, de inferioridade.
( ) No comparativo de igualdade, o segundo termo da comparação é introduzido pelas palavras como, quanto ou quão. 
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Q3011477 Português
Imprensa internacional repercute morte de Silvio Santos


“A imprensa argentina também homenageou o apresentador. O jornal Clarín disse que Silvio teve uma grande influência na vida social e política do Brasil, enquanto o La Nación relembrou sua trajetória, do camelô da Lapa, no Rio de Janeiro, ao o império na televisão. Em Portugal, o jornal Diário de Notícias lamentou a morte e referiu-se ao apresentador como “ícone” e “referência”. Já o jornal espanhol El País afirmou que Silvio Santos era “tão popular quanto Pelé entre seus compatriotas”.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/imprensainternacional-repercute-morte-de-silvio-santos/

Leia:


“Imprensa internacional repercute morte de Silvio Santos”


O termo em negrito é classificado morfologicamente e sintaticamente como:

Alternativas
Q3010896 Português

O homem do mediterrâneo 


(Rubem Braga)



       Uma tarde, em algum lugar da Grécia. Curvada para o chão, a velha recolhe as azeitonas e as joga dentro de um cesto. Talvez não seja muito velha, e a fadiga do trabalho a faça parecer menor e mais lenta. Com uma longa vara, o homem de cabelos grisalhos bate os galhos da oliveira. Um burrisco, ali perto, espera a hora de escurecer, de sentir um peso nas costas e marchar lentamente de volta à casa: o homem lhe dará a ordem numa só palavra resmungada.  

            Talvez em português, talvez em italiano, talvez em grego. Muda pouco a paisagem, mudam pouco as rugas do camponês, as oliveiras têm esse mesmo verde prateado, desfalecido, seja o pé de um convento manuelino, de um arco romano, de umas colunas dóricas abandonadas na planura. Novembro começa: e lentamente, como se o fizessem apenas nas horas de lazer, homens e mulheres começam a colher olivas, apenas de uma árvore ou outra, como na abertura de um rito.

            Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; pensando que eu poderia ser, com esta mesma cara, aquele homem de cabelos grisalhos; e aquela mulher que se curva para a terra, de pano na cabeça, poderia ser minha mulher; e eu poderia estar repetindo lentamente, na mesma faina de sempre, o mesmo gesto do meu avô, meu bisavô, na mesma terra, junto, quem sabe, à mesma oliveira secular. Sinto que sou um europeu do Mediterrâneo, me reencarno na rude pele de qualquer antepassado. Se eu ficasse louco neste momento, e perdesse a memória, talvez acabasse a vida nesta aldeia; e, como seria um louco manso, talvez me admitissem lentamente a cuidar da terra, a pastorear as ovelhas, a limpar os vinhedos, a colher azeitonas. Dar-me iam algum monte de feno onde dormir, ao abrigo do tempo; e, ao cabo, talvez me estimassem, sentindo em mim um dos seus.

   Como o Brasil está longe, além dos mares, das gerações! (Mas, mesmo na minha loucura mansa, perdida toda a memória, talvez eu guardasse um certo nome de mulher – e o repetisse baixinho, comigo mesmo, quando, perante um desses mármores lavados pelas chuvas, dourados violenta vontade de chorar.) 

Em: “Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista:  fico ali sentado no chão, analfabeto, animal" os ,termos em destaque são empregados metaforicamente por meio de:
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3010556 Português

O homem do mediterrâneo


(Rubem Braga)



    Uma tarde, em algum lugar da Grécia. Curvada para o chão, a velha recolhe as azeitonas e as joga dentro de um cesto. Talvez não seja muito velha, e a fadiga do trabalho a faça parecer menor e mais lenta. Com uma longa vara, o homem de cabelos grisalhos bate os galhos da oliveira. Um burrisco, ali perto, espera a hora de escurecer, de sentir um peso nas costas e marchar lentamente de volta à casa: o homem lhe dará a ordem numa só palavra resmungada.


     Talvez em português, talvez em italiano, talvez em grego. Muda pouco a paisagem, mudam pouco as rugas do camponês, as oliveiras têm esse mesmo verde prateado, desfalecido, seja o pé de um convento manuelino, de um arco romano, de umas colunas dóricas abandonadas na planura. Novembro começa: e lentamente, como se o fizessem apenas nas horas de lazer, homens e mulheres começam a colher olivas, apenas de uma árvore ou outra, como na abertura de um rito.


     Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal; pensando que eu poderia ser, com esta mesma cara, aquele homem de cabelos grisalhos; e aquela mulher que se curva para a terra, de pano na cabeça, poderia ser minha mulher; e eu poderia estar repetindo lentamente, na mesma faina de sempre, o mesmo gesto do meu avô, meu bisavô, na mesma terra, junto, quem sabe, à mesma oliveira secular. Sinto que sou um europeu do Mediterrâneo, me reencarno na rude pele de qualquer antepassado. Se eu ficasse louco neste momento, e perdesse a memória, talvez acabasse a vida nesta aldeia; e, como seria um louco manso, talvez me admitissem lentamente a cuidar da terra, a pastorear as ovelhas, a limpar os vinhedos, a colher azeitonas. Dar-me-iam algum monte de feno onde dormir, ao abrigo do tempo; e, ao cabo, talvez mim um dos seus.


     Como o Brasil está longe, além dos mares, das gerações! (Mas, mesmo na minha loucura mansa, perdida toda a memória, talvez eu guardasse um certo nome de mulher – e o repetisse baixinho, comigo mesmo, quando, perante um desses mármores lavados pelas chuvas, dourados violenta vontade de chorar.)

Em: “Sento-me no chão, à sombra de uma oliveira: o sol se faz subitamente muito claro, quase quente. Eu podia tirar uma fotografia, mas sou um mau turista: fico ali sentado no chão, analfabeto, animal”, os termos em destaque são empregados metaforicamente por meio de:

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3010016 Português
Assinale a alternativa que apresenta erro de concordância verbal, de acordo com a gramática.  
Alternativas
Q3010015 Português
“Há pessoas que nos ferem. E elas estragam a noite, a festa ou uma fase da nossa vida. Mas elas estragarão a nossa vida inteira se lhes dermos a importância que não podem ter.” Samer Agi. 
Os termos em negrito do trecho acima, são respectivamente: 
Alternativas
Q3010013 Português

De acordo com o emprego adequado da Crase, coloque Certo (C) ou Errado (E).


( ) Voltamos após as 19h.

( ) A reunião começa às 17h.

( ) Entro à uma hora, por isso não almoço em casa.

( ) Jorge tem uma máquina de trabalho à álcool.

( ) Escreva à lápis.



A assertiva correta é: 

Alternativas
Q3010012 Português
Sujeito é o termo sobre o qual se declara algo. Predicado é o que se declara do sujeito. Diante dos conceitos apresentados, qual alternativa a seguir possui, respectivamente, um sujeito e um predicado. 
Alternativas
Q3006806 Português
O alarmante apagão docente

Há crescente escassez de professores qualificados, comprometendo o ensino.

    Em texto para o jornal português Diário de Notícias, o professor António Nóvoa afirmou que, das muitas profissões que desaparecerão no futuro, os professores não estarão nesse grupo. A partir disso, o pesquisador destaca o papel insubstituível do docente, mesmo diante de uma escola cada vez mais influenciada pelas tecnologias, que, de início, parecem ameaçar seu trabalho.
    De fato, em um cenário de transformações estruturais na educação, o professor é a base das mudanças – realidade exposta em estudos recentes de pesquisadores escoceses, os quais reforçam que reformas “de cima para baixo” são ineficazes, sendo necessária a liderança docente nesse caminho de inovação.
    Porém, há um contexto de desvalorização dessa classe no Brasil, especialmente no que diz respeito à formação inicial e à continuada, tornando a profissão cada vez menos atraente, satisfatória e, por fim, impactante.
    O apagão docente já é uma realidade preocupante no nosso cenário educacional. Estudos divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) indicam uma crescente escassez de professores qualificados, comprometendo a qualidade do ensino. Para ilustrar a gravidade da situação, há escolas pelo território brasileiro que enfrentam dificuldades para preencher vagas em disciplinas essenciais, como matemática e língua portuguesa, gerando turmas superlotadas, sobrecarga de trabalho e impactando negativamente o aprendizado e a equidade.
    Faltam, ainda, incentivo, definição clara da carreira, salários coerentes e condições de trabalho, contribuindo para o desinteresse, a desmotivação e a evasão de profissionais, além da dificuldade na atração de novos talentos para a carreira.
    A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) destaca a importância da valorização do educador e da promoção de uma formação de qualidade, além de ressaltar que o desenvolvimento profissional deve ser pautado por princípios éticos, políticos e estéticos, buscando a formação integral do estudante e a garantia de uma educação de qualidade.
    Destaca, ainda, a necessidade da reflexão sobre a prática pedagógica, que inclui novas metodologias ativas, abordagens como a cultura maker e a robótica, atualização constante e busca por aprimoramento profissional. Assim, deve-se fazer valer esse documento para reverter o jogo. Para isso, são necessárias políticas públicas efetivas e a compreensão do docente como agente crucial na construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida, com medidas que busquem a valorização profissional e a preocupação com sua saúde física e mental.
    Para a valorização profissional, deve-se promover planos de carreira atrativos que ofereçam perspectivas de crescimento e valorizem sua experiência e qualificação, a exemplo da Secretaria Municipal da Educação de São Paulo, que se destaca nessa área. Convém, também, implementar programas de formação continuada de qualidade para a atualização e o aprimoramento de práticas e habilidades alinhadas à atualidade.
    Além disso, a saúde mental precisa ser considerada para promover o bem-estar dos educadores, visto que a sobrecarga, o estresse, a pressão por resultados e a falta de apoio emocional são fatores que podem impactá-los negativamente. Por isso, é fundamental adotar programas de apoio psicológico e acompanhamento emocional através de espaços de acolhimento e orientação profissional; promover a capacitação para o autocuidado, a gestão do estresse e da saúde mental para que possam lidar com as demandas diárias; e incentivar a prática de atividades físicas e de lazer. Criar espaços de interação entre os educadores também fortalece as relações de apoio e o sentimento de pertencimento.
    A educação é pilar essencial para o progresso da nação, e os docentes são cruciais nesse processo. Na verdade, ousamos dizer que educação se faz com professores no centro do debate. É urgente reconhecer e valorizar seu trabalho, garantindo condições necessárias para que possam exercê-lo com excelência e equidade e, então, impactar a aprendizagem. Só assim será possível superar esse alarmante apagão e construir um futuro promissor para a educação e o nosso país.


(Débora Garofalo e Bernardo Soares. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: julho de 2024.)
Assinale as classes de palavras dos termos sublinhados em “ assim será possível superar esse alarmante apagão e construir um futuro promissor para a educação e o nosso país.” (10º§)
Alternativas
Respostas
361: C
362: D
363: B
364: C
365: A
366: B
367: D
368: B
369: A
370: C
371: C
372: E
373: A
374: A
375: A
376: E
377: A
378: E
379: E
380: A