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Questões de Concurso Comentadas sobre adjetivos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 3.168 questões

Q1067233 Português

Nasa mostra fotos da Terra vista do espaço

        A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou imagens feitas por telescópios e astronautas na Estação Espacial Internacional em homenagem ao Dia da Terra, celebrado em 22 de abril.

        A data foi criada, em 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção das pessoas para a preservação do meio ambiente.

        O objetivo é mostrar a beleza do planeta. Nas redes sociais, a agência comparou as fotografias com obras de arte. ―Redemoinhos que parecem aquarelas. Camadas de sedimentos que se confundem com uma pintura de tinta a óleo. Formas esculpidas na erosão como argila. Nossos satélites capturam imagens inspiradoras da Terra diariamente para nos ajudar a aprender sobre o nosso planeta‖, escreveu a Nasa. 

Disponível em: <https://jornaljoca.com.br>. (Fragmento).


Analise as palavras sublinhadas do contexto a seguir de acordo com a ordem e assinale a alternativa CORRETA: [..]”astronautas na Estação Espacial Internacional em homenagem ao Dia da Terra,[..]”
Alternativas
Q1065249 Português
Na frase "Nossos viadutos, túneis e pontes majestosos vão abaixo ou racham", é CORRETO afirmar que o termo em destaque:
Alternativas
Q1065190 Português

      De todas as vilas e arraiais vizinhos afluíam loucos à Casa Verde. Eram furiosos, eram mansos, eram monomaníacos, era toda a família dos deserdados do espírito. Ao cabo de quatro meses, a Casa Verde era uma povoação. Não bastaram os primeiros cubículos; mandou-se anexar uma galeria de mais trinta e sete. O padre Lopes confessou que não imaginara a existência de tantos doidos no mundo, e menos ainda o inexplicável de alguns casos. Um, por exemplo, um rapaz bronco e vilão, que todos os dias, depois do almoço, fazia regularmente um discurso acadêmico, ornado de tropos, de antíteses, de apóstrofes, com seus recamos de grego e latim, e suas borlas de Cícero, Apuleio e Tertuliano. O vigário não queria acabar de crer. Quê! um rapaz que ele vira, três meses antes, jogando peteca na rua!

      − Não digo que não, respondia-lhe o alienista; mas a verdade é o que Vossa Reverendíssima está vendo. Isto é todos os dias.

      − Quanto a mim, tornou o vigário, só se pode explicar pela confusão das línguas na torre de Babel, segundo nos conta a Escritura; provavelmente, confundidas antigamente as línguas, é fácil trocá-las agora, desde que a razão não trabalhe...

      − Essa pode ser, com efeito, a explicação divina do fenômeno, concordou o alienista, depois de refletir um instante, mas não é impossível que haja também alguma razão humana, e puramente científica, e disso trato...

      − Vá que seja, e fico ansioso. Realmente!

      (ASSIS, Machado de. O alienista. São Paulo: Companhia das Letras, 2014, p. 24-25) 

Em e menos ainda o inexplicável de alguns casos. (1° parágrafo) e Um, por exemplo, um rapaz bronco e vilão, (1° parágrafo), os termos sublinhados constituem
Alternativas
Q1065079 Português

                                    Um boi vê os homens


Tão delicados (mais que um arbusto) e correm

e correm de um para o outro lado, sempre esquecidos de [alguma coisa.

Certamente falta-lhes não sei que atributo essencial,

posto se apresentem nobres e graves, por vezes.

Ah, espantosamente graves, até sinistros.

Coitados, dir-se-ia que não escutam nem o canto do ar

nem os segredos do feno,

como também parecem não enxergar

o que é visível e comum a cada um de nós, no espaço.

E ficam tristes e no rasto da tristeza chegam à crueldade.

Toda a expressão deles mora nos olhos –

e perde-se a um simples baixar de cílios, a uma sombra.

Nada nos pelos, nos extremos de inconcebível fragilidade,

e como neles há pouca montanha,

e que secura e que reentrâncias e que impossibilidade

de se organizarem em formas calmas, permanentes e [necessárias.

Têm, talvez, certa graça melancólica (um minuto)

e com isto se fazem perdoar a agitação incômoda e o [translúcido vazio interior

que os torna tão pobres e carecidos de emitir sons absurdos [e agônicos:

desejo, amor, ciúme (que sabemos nós),

sons que se despedaçam e tombam no campo

como pedras aflitas e queimam a erva e a água,

e difícil, depois disto,

é ruminarmos nossa verdade.

(Carlos Drummond de Andrade. Reunião: 10 livros de poesia. Ed. José Olympio. São Paulo, 1977)

A alternativa cuja palavra destacada, retirada do poema, atribui uma qualidade ao vocábulo anterior é:
Alternativas
Q1057543 Português

Leia os quadrinhos, para responder à questão.



(Alexandre Beck. Disponível em: <www.google.com.br>. Acesso em 20.03.2019)
A frase – Hoje descobri que ele é muito mais forte que eu… – está reescrita no grau comparativo de igualdade em:
Alternativas
Q1055268 Português

Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Acumulada em R$ 275 mi,

Mega-Sena regular chega a patamar da Mega da Virada




https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2019/05/09/estimada-em-r-275-mi-mega-sena-regular-chega-a-patamar-da-mega-da-virada.htm
Acessado em 15/05/2019
Estão grifados um substantivo seguido de um adjetivo em
Alternativas
Q1053588 Português
Leia o texto para responder à questão.

Enchendo e esvaziando balões

    Daniela trabalha numa empresa em que a gentileza não é preocupação central. E por isso o estresse provocado pelo trabalho em si não é nada comparado ao desgaste causado pelo convívio com chefes e colegas mal-educados. Por exemplo, Daniela tem um colega, Pedro, que nem se importa se ela está falando ao telefone, resolvendo algum problema. Ele chega, não pede licença e começa a falar, simplesmente ignora o fato de a colega estar ocupada. O que ele quer é resolver o problema dele.
    Apesar de ser um assunto sério, Daniela faz as pessoas rirem quando descreve o que chama de “técnica para amortecer o impacto da convivência diária com pessoas grosseiras”. Quando volta do trabalho, Daniela, antes de comer, fica dez minutos no quarto enchendo balões e depois esvaziando. Ela pega alguns balões e vai enchendo um por um, pensando em tudo o que a desgastou naquele dia: o colega que foi grosseiro, o chefe que lhe deu uma patada e outras situações desagradáveis. Ela visualiza os momentos negativos enquanto vai enchendo cada balão com força. Depois solta de uma vez; quando o balão esvazia, parece que sai um peso de dentro dela. É como se estivesse pondo para fora todas as coisas ruins.
    O exercício terapêutico só tem um problema: não pode ser feito perto da filha de três anos, que, nas poucas vezes que testemunhou o ritual da mãe, achou que era festa de aniversário e, depois de cantar o parabéns, queria bolo e presentes.
    A sensação que Daniela tem é de que estamos achando cada vez mais natural agir com falta de educação. Ela não duvida nada de que exista alguém enchendo balões por aí por causa de alguma falta de educação que ela cometeu e nem notou. Por isso é sempre bom estar atento aos próprios gestos e comportamentos.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um adjetivo que qualifica a anterior.
Alternativas
Q1044077 Português
Visitando a psicóloga

    No fim do Ensino Médio, Fabrício vivia brigando com os colegas, desafiando os professores, respondendo desaforado aos pais. Óbvio que foi forçado a visitar a psicóloga da escola. Prometeu a si mesmo que lacraria a boca, ficaria calado durante a consulta inteira, faria terrorismo com a quietude. Não achava justo ser obrigado a se analisar e ainda mais numa época em que a terapia estava vinculada preconceituosamente à loucura.
   Fabrício se ajeitou na poltrona com o estojo e caderno debaixo do braço e a indisposição absoluta de colaborar com a psicóloga. Mas ela não questionou nada, e o silêncio inesperado dela foi enervando Fabrício. Ela o observava com interesse, e ele querendo cada vez mais se esconder. Quando alguém permanece quieto muito tempo em nossa frente é como encarar um espelho e o tamanho das dúvidas. Ela o provocava não o provocando, ela o emparedava abrindo todas as portas. Aquela liberdade assustadora de não ser cobrado a participar o aprisionava.
   Fabrício mexeu no estojo para se distrair. Ela perguntou se ele poderia emprestar-lhe uma caneta. Ele pegou uma Bic azul. A psicóloga viu que a tampa estava mordida. Olhou com carinho e comentou:
     ─ Enquanto não morder o tubo, está tudo bem.
     Ele riu de nervoso e demonstrou curiosidade.
     ─ Morder a tampa significa alguma coisa?
    ─ Significa que não fecha as conversas, que foge das discussões com medo de dizer a verdade, que reprime o desejo e vira as costas remoendo sozinho as suas frustrações e decepções, jamais repartindo a sua verdadeira opinião.
   Fabrício não revelou coisa alguma durante uma hora do encontro, mas ela o decifrou inteiramente apenas analisando a tampa mordida da caneta. Uma mera, idiota e banal tampinha iluminou o seu comportamento.
    A partir daquele dia, Fabrício nunca mais subestimou a psicologia e cuidou para morder somente a insossa borracha nos momentos de maior ansiedade. Aprendeu que o que se sente ou se deixa de sentir está impresso nos mínimos gestos.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2017. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada dá uma característica ao vocábulo anterior.
Alternativas
Q1037737 Português
No texto, as expressões “por muitas décadas” (linha 2) e “nas grandes cidades” (linha 4) têm a função de
Alternativas
Q1036964 Português
Assinale a alternativa em que todos os adjetivos destacados estão no gênero feminino.
Alternativas
Q1036729 Português
Analise o fragmento abaixo e marque a alternativa CORRETA:
... fomos ontem ao parque da cidade de Várzea, um lugar agradabilíssimo...
O adjetivo acima descrito, está flexionado em:
Alternativas
Q1034156 Português

                          Do primeiro celular ao smarthone*


      Do primeiro celular a gente nunca se esquece: falo do tijolão preto, quando chegou ao Brasil! Lembro como se fosse o primeiro dinossauro. Causou uma revolução em nossos costumes. Mas era apenas um telefone – falar e ouvir.

      Foi um susto ao ver as pessoas falando nas calçadas. Na época, eu pensei que aquele estardalhaço pelas ruas, com o aparelho no ouvido, seria coisa passageira, logo as pessoas entrariam em equilíbrio. Mas não, piorou. Sem cerimônia entramos na vida dos outros, nas conversas de família, nas doenças, nas brigas. E não se respeitam mais hospitais, clínicas, elevadores, lojas... O tranco é o mesmo. Um berreiro. E assim seguiremos, já acostumamos a compartilhar toda a nossa vulnerabilidade em lugar público. Compartilhamos o que somos e o que gostaríamos de ser. Uma mistura surreal contemporânea, massificada.

      Atualmente estamos com o que há de mais moderno. Frequentemente, enormes filas se formam à espera de mais um “trocinho” moderno.

      Estou sentindo que não levará muito para acabarem com teclados, mouses e a sensação gostosa de sentar à mesa e escrever em silêncio. Contar nossas vivências, nossas histórias, nossa poesia. Não é difícil de entender esse vínculo que criamos de interação em torno da escrita. Mas já ouvi falar em escrita por “comando de voz”. Um desencanto!

      O mundo virtual está engolindo o mundo real nas lojas e Bancos. Há uma ânsia em se comunicar, alegrias e tristezas a compartilhar. Os filhos não querem saber de papo familiar, vão direto às redes sociais e lá tiram suas dúvidas com centenas de amigos. Só o futuro dirá algo sobre isso.

(Taís Luso. Disponível em: https://taisluso.blogspot.com/. 22.11.18. Adaptado)

* Smarthone – celular com tecnologias avançadas.

A alternativa em que a palavra destacada qualifica (adjetiva) o vocábulo anterior é:
Alternativas
Q1027710 Português
“Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses". 
A frase em análise na questão anterior contém 2 adjetivos que são:
Alternativas
Q1027706 Português
Assinale a alternativa em que a palavra não sofre variação de gênero.
Alternativas
Q1027699 Português

                                           SONHO.

       Não quero nem ma referir aqui do sonho onírico, aquele que vem quando estamos dormindo, e que cumpre uma função biológica e psicológica demasíadarnente importante para o nosso bem-estar. Falo eu de sonho como sendo o nosso desejo, o que queremos realizar, construir. Como Martin Luther King, ao falar de uma sociedade sem diferenças. Ou Mahatma Gandhl, ao lutar pela independência da índia e expressar o sonho de sem violência alguma, haver um povo que tivesse autodeterminação.

      Quando dizemos “eu sonho ter uma casa" ou ‘eu sonho que meus filhos se formem” ou ‘eu sonho ter um casamento que perdure bastante tempo", o sonho é aquilo que nos Impulsiona. É um desejo que colocando no futuro, procuramos buscar.

    Isso nada tem a ver com delírio. Delírio é um desejo que não tem factibilidade, que não tem como se realizar. Sonho precisa se factível, realizável.

      Por exemplo não basta eu dizer: ‘Sonho ser o maior jogador de futebol da Fifa 2016". Isso não é sonho é delírio. Eu não tenho mais idade, não teria como entrar no circuito do futebol. “E se eu rezar muito?" Lamento, não vai acontecer. “E se eu ler muitos livros de autoajuda?" Também não vai adiantar.

    Sonho não é delírio, é o desejo com factibilidade, que pode ser realizado. Delírio é um desejo marcado pela incapacidade de realização.

                 (CORTELLA, Mário Sárglo- Pensar bem nos faz bem! Vozes, p.138.)

O plural da palavra está inadequado em:
Alternativas
Q1026953 Português

                                        A dor do mundo


      Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.

      A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta. A pressão social e até a insistência de governantes nos impõem o deus consumo, que nos deixa contentes até as primeiras, segundas, definitivas dívidas baterem à porta: a gente abre, e está atolado até o pescoço.

      Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fizeram, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu. Um louco assassino prepara e executa calmamente a chacina de dezenas de crianças e adolescentes num acampamento em ilha paradisíaca das terras nórdicas, onde o índice de desenvolvimento humano é o maior do planeta, e quase não existe a violência, que por estas bandas nos aterroriza. Explode edifícios, depois vai até a ilha, mata todo mundo, confessa à polícia que fez coisas atrozes, mas que “era necessário”, e que não aceitará a culpa.

      Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais branda ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?

      Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.

Crônica da escritora Luft Lya, publicada na Revista VEJA, de 03 de agosto de 2011.

Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados.” As palavras sublinhadas são classificadas respectivamente:
Alternativas
Q1022034 Português
Pedro, Paulo, Macedônia, Brasil, Teles, são:
Alternativas
Q1022030 Português
Pedro vive sempre correndo pelo mundo. Ele é um grande GUERREIRO! A palavra guerreiro nessa frase tem função de:
Alternativas
Q1020530 Português

Leia o texto a seguir.


“Tu és divina e graciosa

Estátua majestosa

Do amor, por Deus esculturada

E formada com ardor

Da alma da mais linda flor

De mais ativo olor

Que na vida é preferida

Pelo beija-flor [...]”

(Alfredo Da Rocha Vianna Filho – Rosa)


Assinale a alternativa em que estão corretamente relacionadas a classe das palavras destacadas e a tipologia do texto em questão.

Alternativas
Q1018400 Português
A palavra “diuturno” é um:
Alternativas
Respostas
2161: C
2162: D
2163: A
2164: D
2165: C
2166: B
2167: E
2168: D
2169: A
2170: B
2171: D
2172: D
2173: C
2174: A
2175: B
2176: A
2177: D
2178: C
2179: B
2180: B