Questões de Concurso Comentadas sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q3121609 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras foram corretamente acentuadas. 
Alternativas
Q3121583 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo


Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.

Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?".

Automaticamente, o outro responde "vamos indo" ou "caminhando, dentro do possível". E cada um segue o seu caminho.

O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.

Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.

De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alívio emocional.

Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física − tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.

Fenômeno cotidiano

Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.

Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.

Mas por que reclamamos tanto?

Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.

Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.

Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.

O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais. 

Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.

Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.

Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.

Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderno.

Manter o foco no negativo de maneira contínua pode alterar a forma como as pessoas vêem o mundo e interagem com outras. Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.

Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento − o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.

Também se observou que a reclamação cotidiana está correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.

Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
Em relação à acentuação, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas a seguir:

(__)O vocábulo 'vêem' está acentuado de forma incorreta, pois, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, o acento circunflexo de paroxítonas terminadas em 'êem' e em 'ôo' foi abolido.
(__)Os vocábulos 'experiência' e 'diária' são paroxítonas, mas com regras diferentes de acentuação. A primeira é acentuada por terminar em ditongo, enquanto a segunda é acentuada por apresentar hiato.
(__)São oxítonos os vocábulos 'aqui', 'social' e 'lamentar'.
(__)O vocábulo 'também' apresenta a mesma regra de acentuação do vocábulo 'hífen'.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, é:
Alternativas
Q3120507 Português
O texto seguinte servirá de base para responder àsa questão.


Só matando


As trapalhadas ambientais do bicho-homem


Ao observar os tentilhões de Galápagos, Darwin admirou as adaptações naturais das aves e revolucionou a ciência. Contudo, se visse as ações humanas atuais, talvez criasse a teoria da "Involução". Em nome do lucro, o homem interfere na natureza, causando danos irreversíveis.

Um exemplo é a tilápia. Apesar de ser um peixe de água doce, ela já aparece no mar brasileiro, de Santa Catarina ao Maranhão, desestabilizando o ecossistema marinho. Escapando de criatórios, usa rios como rota de transição e invade novos ambientes. Outro problema nos mares é o peixe-leão, uma espécie asiática que chegou aqui possivelmente pela água de lastro de navios ou por aquários irresponsáveis. Tóxico e voraz, já devasta espécies nativas e ameaça banhistas.

Na Colômbia, os hipopótamos trazidos por Pablo Escobar, após sua morte, se multiplicaram e viraram um pesadelo. O governo agora planeja abater centenas deles. No Brasil, criadores trouxeram caramujos africanos nos anos 1980, mas o plano gastronômico fracassou. Abandonados, esses moluscos se reproduziram e viraram pragas, transmitindo doenças graves.

Outro caso é o javaporco, híbrido de porco doméstico e javali, que devasta plantações no Sul e Centro-Oeste. Esses animais agressivos e transmissores de doenças cresceram 500% em número desde 1989. A única solução eficaz seria o controle por caça, mas restrições impostas pelo governo dificultam a situação, deixando produtores desamparados.

Em meio a tudo isso, surge a ironia: será que veremos ONGs ou comissões absurdas apoiando essas espécies invasoras, enquanto os verdadeiros problemas continuam negligenciados?


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/so-matando-1.327 1025
As palavras abaixo foram extraídas do texto. Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a explicação da regra está incorreta:
Alternativas
Q3120312 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


Só matando 

As trapalhadas ambientais do bicho-homem

Ao observar os tentilhões de Galápagos, Darwin admirou as adaptações naturais das aves e revolucionou a ciência. Contudo, se visse as ações humanas atuais, talvez criasse a teoria da "Involução". Em nome do lucro, o homem interfere na natureza, causando danos irreversíveis.

Um exemplo é a tilápia. Apesar de ser um peixe de água doce, ela já aparece no mar brasileiro, de Santa Catarina ao Maranhão, desestabilizando o ecossistema marinho. Escapando de criatórios, usa rios como rota de transição e invade novos ambientes. Outro problema nos mares é o peixe-leão, uma espécie asiática que chegou aqui possivelmente pela água de lastro de navios ou por aquários irresponsáveis. Tóxico e voraz, já devasta espécies nativas e ameaça banhistas.

Na Colômbia, os hipopótamos trazidos por Pablo Escobar, após sua morte, se multiplicaram e viraram um pesadelo. O governo agora planeja abater centenas deles. No Brasil, criadores trouxeram caramujos africanos nos anos 1980, mas o plano gastronômico fracassou. Abandonados, esses moluscos se reproduziram e viraram pragas, transmitindo doenças graves.

Outro caso é o javaporco, híbrido de porco doméstico e javali, que devasta plantações no Sul e Centro-Oeste. Esses animais agressivos e transmissores de doenças cresceram 500% em número desde 1989. A única solução eficaz seria o controle por caça, mas restrições impostas pelo governo dificultam a situação, deixando produtores desamparados.

Em meio a tudo isso, surge a ironia: será que veremos ONGs ou comissões absurdas apoiando essas espécies invasoras, enquanto os verdadeiros problemas continuam negligenciados?

Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/so-matando-1.327 1025
As palavras abaixo foram extraídas do texto. Com base nas regras de acentuação gráfica da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que a explicação da regra está incorreta:
Alternativas
Q3119599 Português
Lamento crônico: o custo emocional e físico de reclamar de tudo o tempo todo


Imaginemos uma situação muito comum. Duas pessoas caminham apressadamente e se encontram na rua.

Eles podem ser amigos, colegas de trabalho ou conhecidos. Um deles cumprimenta o outro, dizendo "olá, como vai?" ou "tudo bem?".

Automaticamente, o outro responde "vamos indo" ou "caminhando, dentro do possível". E cada um segue o seu caminho.

O tom de queixa parece algo típico de um encontro como esse.

Em pleno século 21, as sociedades desenvolvidas aceitam este tipo de atitude como uma forma rotineira de interação social.

De fato, é muito frequente ouvir reclamações sobre o trânsito, o clima, o trabalho ou as dificuldades econômicas. Para muitos, é algo inofensivo e até terapêutico, já que serve de alívio emocional.

Mas já foi demonstrado que o lamento crônico traz impactos significativos para a saúde mental, emocional e até física − tanto de quem reclama quanto de quem ouve as queixas.

Fenômeno cotidiano

Abordaremos aqui a expressão recorrente de insatisfação, frustração ou mal-estar, causada por situações percebidas como negativas. Este é um fenômeno quase universal, que pode ser extrapolado para contextos familiares, sociais e profissionais.

Longe de uma visão cataclísmica, reclamar ocasionalmente é um aspecto normal da experiência humana. O desgaste emocional e fisiológico ocorre quando este estado de espírito negativo invade nossa rotina diária.

Mas por que reclamamos tanto?

Especialistas acreditam que as queixas agem como mecanismo de enfrentamento. Através delas, liberamos tensões ou buscamos aprovação.

Concretamente, já se observou que nós reclamamos para buscar a aceitação da nossa opinião ou percepção, como se fosse um loop.

Até aqui, a reclamação funciona como uma estratégia de apresentação perante o nosso grupo social. Ela é uma função adaptativa do ser humano.

O problema surge quando ela passa a ser crônica, estendendo-se a inúmeros contextos. É uma situação que se agrava com o uso e abuso das redes sociais.

Nelas, pessoas influentes entre os mais jovens costumam dedicar grande parte do seu conteúdo a atacar isso e aquilo, como estratégia de captação de seguidores ou para criar debates e intercâmbio de comentários.

Diversas pesquisas confirmaram que o cérebro humano foi desenhado para identificar ameaças e problemas, o que explica por que é tão fácil se fixar no negativo e porque algumas pessoas se queixam mais do que outras.

Trata-se de um mecanismo evolutivo de função protetora: o cérebro tende a se fixar no negativo porque isso permitia que se enfrentasse um perigo real e aumentava as chances de sobrevivência.

Mas esse efeito, chamado de viés de negatividade, pode ser contraproducente no entorno moderno.

Manter o foco no negativo de maneira contínua pode alterar a forma como as pessoas vêem o mundo e interagem com outras.

Alguns estudos destacam que o ato de se lamentar pode causar mudanças estruturais no cérebro que, por sua vez, dificultam a resolução de problemas e afetam as funções cognitivas.

Isso significa que as pessoas queixosas podem sofrer redução de funções como a resolução de problemas, a tomada de decisões ou o planejamento − o que gera ainda mais frustrações e, consequentemente, mais queixas.

Também se observou que a reclamação cotidiana está correlacionada com a sintomatologia ansiosa depressiva. Concretamente, ela traz pensamentos intrusivos, ruminações, baixa autoestima, cansaço e fadiga mental.

Por isso, os indivíduos que não param de se lamentar por tudo costumam ser mais pessimistas e menos resilientes frente às adversidades.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/clyjpen5gdko)
Em relação à acentuação, marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso nas afirmativas a seguir:

(__)O vocábulo 'vêem' está acentuado de forma incorreta, pois, de acordo com o Novo Acordo Ortográfico, o acento circunflexo de paroxítonas terminadas em 'êem' e em 'ôo' foi abolido.

(__)Os vocábulos 'experiência' e 'diária' são paroxítonas, mas com regras diferentes de acentuação. A primeira é acentuada por terminar em ditongo, enquanto a segunda é acentuada por apresentar hiato.

(__)São oxítonos os vocábulos 'aqui', 'social' e 'lamentar'.

(__)O vocábulo 'também' apresenta a mesma regra de acentuação do vocábulo 'hífen'.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, é: 
Alternativas
Q3119168 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

E dá-lhe burrice


A burrice urbana galopa sem rédeas, e a inteligência parece engatar a marcha à ré. Estudos de James Flynn apontaram que o Q.I. médio da humanidade cresceu até 2000, mas vem caindo assustadoramente desde então. Uma provável causa é o empobrecimento da linguagem, reflexo da era digital.

Ao ler, o cérebro realiza processos sofisticados de interpretação e associação, essenciais para desenvolver pensamentos complexos. No entanto, a leitura é cada vez menos praticada. O resultado? Preguiça mental, facilitada por abreviações, emojis e músicas simplórias. A exclusão de tempos verbais também limita projeções temporais, restringindo o pensamento ao presente imediato.

Adolescentes, grandes vítimas da cultura digital, sucumbem ao imediatismo e seguem "influencers" sem questionar. Essa submissão à mediocridade resulta na simplificação da linguagem e no empobrecimento da comunicação, tornando-a rasteira e fácil de manipular. Parece que os vilões dos quadrinhos se materializaram, disfarçados de práticos e modernos, conduzindo a humanidade ao pasto do conformismo.


Fernando Fabbrini - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/e-da-lhe-burrice-1 .3343242
No trecho:
"O Q.I. médio da humanidade cresceu até 2000, mas vem caindo assustadoramente desde então."
Sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "médio", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3118808 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Superluas e os ritmos da Lua

As Luas cheias ocorrem aproximadamente a cada vinte e nove dias, quando o Sol brilha sobre a Lua diretamente atrás da Terra, iluminando toda a sua face.

A Lua cheia desta sexta-feira será a última de uma série de quatro "superluas", quando o satélite natural parece ser até 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal.

As chamadas superluas ocorrem apenas três ou quatro vezes por ano e sempre aparecem de forma consecutiva.

Elas acontecem quando a Lua cheia coincide com o momento em que a Lua está no ponto mais próximo da Terra em sua órbita: o perigeu.

A Lua não gira em uma órbita perfeitamente circular. Ela se afasta e se aproxima um pouco da Terra.

Quando está mais próxima, parece um pouco mais brilhante e maior no céu noturno.

Os ritmos da Lua − com suas fases regulares de crescimento e diminuição, uma vez por mês − foram usados desde os tempos primitivos para medir o tempo.

Um exemplo disso é o osso de Ishango, encontrado em 1957 no que hoje é a República Democrática do Congo.

O osso, retirado da tíbia de um babuíno e com mais de vinte mil anos, é considerado uma forma primitiva de calendário.

Descoberto por um geólogo belga, ele possui marcas distintas, algumas em forma de círculos ou semicírculos.

O arqueólogo Alexander Marshack, da Universidade de Harvard, explicou que essas marcas representam as diferentes fases da Lua, indicando que o osso foi usado como um calendário lunar de seis meses.

A Lua da Colheita é o nome dado à lua cheia mais próxima do equinócio de outono, no fim de setembro ou início de outubro, no hemisfério norte.

Nesta época do ano, a Lua nasce logo após o pôr do sol, permitindo que agricultores colhessem suas plantações até tarde da noite sob a luz da Lua. Hoje em dia, claro, a maioria usa lâmpadas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c7v3040n023o.adaptado.
A Lua da Colheita é o nome dado à lua cheia mais próxima do equinócio de outono, no fim de setembro ou início de outubro, no norte.
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego da acentuação gráfica.
Alternativas
Q3118692 Português
Analise as afirmativas a seguir quanto à acentuação:
I.A palavra "país" é acentuada, porque se acentua a letra "i" quando ela forma hiato com a segunda vogal átona e esteja sozinha ou seguida de "s".
II.As palavras "ibero", "pudico" e "Nobel" são paroxítonas.
III.De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, perdem o acento agudo as vogais tônicas "i" e "u" de palavras paroxítonas, quando antecedidas de ditongo, conforme exemplificado em "baiuca", "feiura" e "teius".
IV.Em "O gato soltou tanto pêlo que precisei aspirar a casa duas vezes naquela semana", o vocábulo "pêlo" recebe acento para ser diferenciado de "pelo" preposição exemplificado em: "Ele passou pelo parque antes de chegar em casa."
V.O verbo "averiguar" possui dupla prosódia, estando corretas as formas "averiguo" ou "averíguo".

Estão corretas:
Alternativas
Q3118461 Português
Qual das palavras abaixo é classificada como proparoxítona? 
Alternativas
Q3118011 Português
Alguns motivos para você ver os morcegos com outros olhos

Geralmente, morcegos não são animais que despertam simpatia nas pessoas. Provavelmente o primeiro motivo é o fato de sempre serem associados aos vampiros e, depois, a probabilidade em potencial de transmitirem a raiva. Além desses dois fatores, há também o fato de alguns se alimentarem de sangue de gado, e também a aparência.

Primeiramente, é importante dizer que espécies hematófagas, ou seja, as que se alimentam de sangue, são apenas três. Dessa forma, dentre as mais de 1000 espécies que temos, em todo o mundo, somente estas possuem tal hábito alimentar.

Outra questão é o fato de que nossa espécie não faz parte do cardápio de nenhum outro animal, exceto em casos extremos. Assim, entre uma galinha e você, por exemplo, com certeza um morcego hematófago optará pelo primeiro, e entre uma galinha e uma espécie nativa, provavelmente esta será a escolhida. Isso porque morcegos preferem espécies que se encontram em seu habitat. No entanto, quando seu ambiente está fragilizado, ou destruído, a alternativa é buscar outro local que possa oferecer a ele abrigo e alimento.

Quanto à raiva, realmente os morcegos são capazes de transmiti-la, assim como qualquer mamífero, inclusive aqueles que vivem conosco, tais como gatos e cachorros; revelando a importância da vacinação. Além disso, na maioria dos casos, os responsáveis são os hematófagos e, como você já sabe, são apenas três.

Assim como cachorros com raiva, morcegos acometidos pelo vírus responsável por esta doença apresentam sintomas característicos: são avistados durante o dia, e no chão. Diante disso, caso veja algum indivíduo assim, é necessário somente se afastar e contatar o Centro de Zoonoses.

Quanto à aparência, não há muito a ser dito, embora seja necessário perceber que temos uma tendência a dar juízo de valor para as outras espécies, de acordo com a visão que temos sobre elas, o que é algo discutível.

Morcegos são capazes de realizar, com eficiência, o controle populacional de diversas espécies, inclusive daquelas capazes de nos transmitir doenças ou causar prejuízos econômicos, como ratos, mosquitos e pragas de plantação em geral. Além disso, graças a eles, há a polinização eficiente de diversas plantas e a dispersão de sementes, auxiliando também na recomposição de ambientes destruídos. Só para se ter uma ideia, aproximadamente dois terços das angiospermas tropicais são polinizadas por morcegos − algumas, somente por eles!

Assim, percebe-se que os morcegos são animais muito importantes para a manutenção da vida de diversos ambientes e espécies, inclusive a nossa. Praticamente inofensivos, muitos são mortos em decorrência de preconceito e falta de conhecimento sobre a sua importância. Quanto a isso, é sabido que, em alguns países, muitas famílias constroem abrigos e disponibilizam bebedouros para tais animais, como forma de protegê-los e gozar de seus benefícios.

(https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/algunsmotivos-para-voce-ver-os-morcegos-com-outros-.htm)

(https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/alguns-motivos-para-v oce-ver-os-morcegos-com-outros-.htm)
Identifique a alternativa que apresenta uma afirmativa INCORRETA, em relação à acentuação dos vocábulos extraídos do texto:
Alternativas
Q3117911 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como pássaros, queijos e vinho podem causar doenças pulmonares

Não é apenas o seu trabalho que pode colocar você em risco de desenvolver certas doenças pulmonares.

Às vezes, o que você faz no seu tempo livre também é responsável.

Um exemplo são os adeptos da criação de aves, que criam pombos para competições ou mantêm aves em casa como animais de estimação.

Se você for uma dessas pessoas, mantenha-se atento aos sintomas do peito, como tosse persistente ou respiração curta. E, se eles aparecerem, trate com seriedade.

A patologia que narramos aqui tem um nome sofisticado: alveolite alérgica extrínseca (AAE).

Resumidamente, trata-se de uma inflamação dos minúsculos sacos de ar do pulmão (os alvéolos), gerada por uma reação alérgica a uma partícula externa que entra no corpo. Ela tem várias características comuns com a asbestose: tosse, rigidez no peito e respiração curta.

A AAE é diagnosticada com imagens radiográficas. Em um raio X do peito, os campos do pulmão apresentam nebulosidade, com aparência similar a vidro moído.

A poeira das penas e as fezes das aves contêm proteínas aviárias que inflamam nossos pulmões quando inaladas. Elas vêm de diversas espécies de aves diferentes.

A inflamação é observada em criadores de pombos, mas também atinge produtores e vendedores de aves

A AAE também tem outras causas, além da inalação constante de partículas das aves. A lista é extensa e curiosa. Ela inclui uma série de alérgenos provenientes de diversos campos de atividade.

No setor de alimentos, por exemplo, imagine a inalação dos fungos da crosta de queijos azuis, que causa a doença conhecida como pulmão do queijeiro. Ou os fungos das uvas mofadas e o desenvolvimento de pulmão do vinicultor.

As pessoas que trabalham com capim seco ou feno − como os fazendeiros ou construtores de telhados de palha, por exemplo − também podem inalar fungos inflamatórios. Outras fontes incluem a serragem, fertilizantes e musgos.

Aparentemente, nem a música e a banheira quente estão totalmente livres de riscos.

Bactérias relacionadas àquelas que causam a tuberculose podem ser inaladas de instrumentos de sopro feitos de latão ou da água quente borbulhante. Estas doenças são coloquialmente chamadas de pulmão do músico e pulmão da sauna.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjeerg0n284o.adaptado.
Trata-se de uma inflamação dos minúsculos sacos de ar do pulmão (os alvéolos), gerada por uma reação alérgica a uma partícula externa que entra no corpo.
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação gráfica.
Alternativas
Q3117452 Português
No trecho:
"O Q.I. médio da humanidade cresceu até 2000, mas vem caindo assustadoramente desde então."
Sobre o uso da acentuação gráfica na palavra "médio", é correto afirmar que:
Alternativas
Q3116932 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


IA e educação: o que precisamos ensinar hoje para que nossos filhos se virem amanhã?

A revolução tecnológica e o impacto da IA estão transformando o mercado de trabalho. Como preparar as próximas gerações para um futuro incerto? Confira o artigo de Joice Leite

A revolução tecnológica, impulsionada pela inteligência artificial (IA), está transformando o mercado de trabalho a uma velocidade inédita. Hoje, pais e educadores enfrentam um desafio central: preparar crianças e jovens para um futuro incerto, no qual muitas das profissões para as quais estão sendo formados sequer existem. Como, então, podemos educá-los para esse cenário em constante evolução?

O impacto da IA e a criação de novas profissões

Nos últimos anos, a ideia de que milhões de empregos podem desaparecer tem ganhado força, com números alarmantes reforçando essa previsão. O Fórum Econômico Mundial aponta que cerca de 83 milhões de empregos serão eliminados globalmente nos próximos anos, enquanto 69 milhões de novos postos surgirão. A IA está no epicentro dessa transformação, com 75% das empresas previstas para adotar a tecnologia em suas operações. Apesar das previsões de crescimento de empregos, 25% das empresas acreditam que a IA pode reduzir vagas de trabalho.

O impacto da IA, entretanto, vai além da simples substituição de tarefas repetitivas. Ela está abrindo oportunidades em áreas completamente novas, que exigem habilidades contempladas na BNCC. No entanto, muitas vezes as instituições educacionais não dispõem dos recursos necessários para implementar na prática as habilidades do século XXI, como a criatividade, o pensamento crítico e a resolução de problemas complexos. Além disso, é crucial que as políticas públicas invistam em infraestrutura adequada e tecnologia acessível, garantindo que todos os estudantes tenham a oportunidade de explorar e integrar a IA em seu aprendizado, contribuindo assim para uma educação mais inclusiva e equitativa. Isso exige uma reflexão urgente sobre o que realmente estamos ensinando aos nossos filhos.

O papel da educação no preparo para o futuro

As disciplinas que atualmente compõem o currículo escolar são indiscutivelmente importantes. A matemática, a história e a gramática continuam a ser pilares fundamentais do conhecimento humano; porém, à medida que nos deparamos com um mundo em rápida transformação, a maneira como essas disciplinas são ensinadas e aprendidas deve evoluir.

Para preparar os estudantes para os desafios do século XXI, é crucial que as disciplinas tradicionais não sejam apenas ensinadas de forma isolada, mas integradas a metodologias que estimulem o desenvolvimento de habilidades essenciais. O pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, a criatividade e a capacidade de adaptação são competências que não podem ser negligenciadas no ambiente educacional atual.

Vivemos em tempos nos quais, além de dominar a tabuada, as crianças precisam aprender a lidar com incertezas e mudanças rápidas. Profissões como analista de dados, especialista em cibersegurança e desenvolvedor de IA, que não existiam há dez anos, são apenas exemplos de campos que continuarão a emergir. Para pais e educadores, isso implica uma mudança de mentalidade: mais do que garantir boas notas, é necessário incentivar a curiosidade e o desenvolvimento de habilidades tecnológicas e emocionais.

O papel das escolas e o desenvolvimento de competências

As escolas, por sua vez, percebem a necessidade de se adaptar às demandas do futuro. Muitas já estão conscientes dessas mudanças, buscando ir além do currículo acadêmico tradicional. Instituições que estimulam o desenvolvimento de competências emocionais, tecnológicas e sociais, como empatia, liderança, pensamento computacional e trabalho colaborativo, estão preparando melhor seus alunos para os desafios que virão.

A importância de se adaptar a diferentes cenários, resolver problemas de maneira criativa e pensar de forma inovadora não pode ser subestimada. O desenvolvimento dessas habilidades é essencial para que os jovens se tornem agentes ativos e preparados para moldar o mundo em que viverão, e isso não pode ser feito apenas pela escola; os pais também devem estar envolvidos nesse processo.

Como os pais podem ajudar a moldar o futuro de seus filhos

Para os pais, refletir sobre o futuro é especialmente importante. A educação formal pode ser complementada por estímulos externos, como atividades extracurriculares, leitura e incentivo a projetos pessoais. Essas experiências ajudam a desenvolver o espírito empreendedor, a criatividade e a capacidade de inovação, elementos essenciais para atuar em um mercado de trabalho em constante transformação.

Com profissões emergindo em áreas como sustentabilidade, energias renováveis, saúde digital e desenvolvimento de novas tecnologias, as oportunidades para as próximas gerações são vastas. Porém, elas exigirão uma mentalidade flexível, aberta e adaptável às mudanças.

Portanto, é necessário ter coragem para inovar e determinação para educar para um futuro que já começou. Ao educar nossas crianças e jovens para enfrentar desafios que ainda não podemos prever, estamos, na verdade, abrindo caminho para que eles liderem essa nova era de inovações e descobertas. 


(https://exame.com/bussola/ia-e-educacao-o-que-precisamos-ensinar-hoje-para-que-nossos-filhos-se-virem-amanha/)
Quanto à acentuação, analise as afirmativas relacionadas aos vocábulos extraídos do texto e àqueles que estão fora do contexto, marcando as alternativas como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)O vocábulo 'ideia' não é mais acentuado, da mesma forma que os vocábulos 'hebreia' e 'heroico'.
(__)Assim como o vocábulo 'rápida', as seguintes palavras deverão ser acentuadas pela mesma regra: 'ciclope', 'alibi' e 'bavaro'.
(__)A forma verbal 'compõem' segue a mesma regra aplicada a verbos que mantiveram o acento diferencial para distinguir a forma da 3ª pessoa do singular da forma do plural como 'contêm' e 'mantêm'.
(__)O vocábulo 'inteligência' pode ser classificado como paroxítono, quando se considera o ditongo na sílaba final, ou como proparoxítono, caso seja interpretado como contendo um hiato.
(__)Os vocábulos que apresentam dupla prosódia incluem : 'Àjax', 'zângão' e 'Oceânia', sendo também corretas as formas 'Ajax', 'zangão' e 'Oceania'.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses é: 
Alternativas
Q3116251 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão..


Chuvas excepcionais


Embora as chuvas torrenciais e as tempestades sejam comuns nas regiões mediterrânicas da Espanha nos meses de setembro e outubro, as que caíram nas zonas mais afetadas quebraram recordes.


Na província de Valência caíram até 500 litros de água por metro quadrado e, em algumas regiões, choveu mais do que normalmente é registrado durante todo o ano.


Como explica José María Bodoque, pesquisador especializado em avaliação de risco de inundação, da Universidade de Castilla-La Mancha, ao The Conversation, "as chuvas saturaram rapidamente os solos, gerando inundações repentinas em rios, canais e avenidas que, em poucas horas, ficaram inundados e cobertos pela água, o que limitou o tempo de resposta.


Vídeos postado nas redes sociais por moradores de alguns dos municípios afetados mostraram como uma tromba d'água e lama se espalhava pelas ruas e calçadas, mesmo em áreas onde não chovia.


Foi apenas o começo de um pesadelo cuja extensão naquela época não era possível imaginar.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2y8822r7lo

Quanto à acentuação dos vocábulos extraídos do texto, identifique a alternativa que apresenta uma informação CORRETA:
Alternativas
Q3116022 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O dia é 28 de maio do ano 585 a.C., na atual Anatólia, na Turquia.

Os medos, um povo antigo que vivia onde hoje fica o Irã, e os lídios − um reino no sul da atual Turquia − vêm lutando há seis anos.

O historiador grego Heródoto (485-425 a.C.) conta que a guerra mostrava poucos sinais de estar chegando ao fim e nenhum dos lados fazia progressos significativos.

Seria preciso um eclipse solar para pôr fim ao banho de sangue.

Quando a batalha começava a esquentar, o dia subitamente se transformou em noite", escreveu Heródoto. "Quando observaram a mudança, os medos e os lídios pararam de lutar e ficaram ansiosos para definir um acordo de paz."

Talvez não observemos uma reação tão dramática ao eclipse total que passa pela América do Norte em 8 de abril deste ano, mas pesquisas recentes indicam que ele pode causar fortes impactos sobre a nossa psicologia, evocando o nosso deslumbramento.

Existem poucos eventos que despertam mais o nosso deslumbramento do que a série de coincidências celestiais que nos permite experimentar o eclipse solar total. A Lua precisa estar no tamanho correto, na distância exata da Terra e na órbita certa para passar em frente ao Sol e bloquear totalmente a sua luz por alguns momentos.

Presenciar esse evento surpreendente pode nos inspirar a encontrar mais humildade e cuidado pelos outros, segundo as pesquisas.

"As pessoas podem ser mais cooperativas − elas podem dizer que tem laços sociais mais fortes com os outros e se sentir mais conectadas à sua comunidade", afirma o psicólogo Sean Goldy, da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, que pesquisou os efeitos psicológicos do eclipse de 2017


(https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2024/04/6833848-)
Avalie as afirmações a seguir sobre os vocábulos extraídos do texto:

I.O verbo 'pôr' recebe acento diferenciando-se da preposição 'por'.
II.Devem ser acentuados pela mesma regra de 'órbita' os vocábulos 'canhamo' e 'exodo'.
III.A palavra 'Irã' é uma oxítona, assim como 'Nobel' e 'ureter'.
IV.'distância' e 'coincidência' seguem a mesma regra de acentuação.
V.São paroxítonas 'lua', 'despertem' e 'sentir'.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3115682 Português

O texto seguinte servirá de base para responder a questão


Aracnofilia


"Tarântulas são animais carismáticos", diz Chris Hamilton, professor assistente no departamento de entomologia, patologia vegetal e nematologia da Universidade de Idaho. "E isso é ótimo, porque podemos usá-las para educar o público."


Hamilton acredita que o "hobby da tarântula" começou a ganhar força na década de 2000. Hoje, pesquisadores veem regularmente entusiastas ostentando coleções de mais de 100 espécies em fóruns online.


"Esses fóruns mostram que as pessoas colecionam aranhas um pouco como colecionam Pokémon — elas querem 'pegar' todas elas", diz Alice Hughes, professora associada de biologia na Universidade de Hong Kong. É uma analogia precisa, considerando quantas cores e padrões diferentes as tarântulas podem ter.


Não é de surpreender que o tráfico de tarântulas tenha se tornado um "produto" constante na indústria multimilionária de comércio ilegal de vida selvagem.



(https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg7n96y0kxo) 

Identifique a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA, quanto à acentuação: 
Alternativas
Q3115506 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Alguns motivos para você ver os morcegos com outros olhos

Geralmente, morcegos não são animais que despertam simpatia nas pessoas. Provavelmente o primeiro motivo é o fato de sempre serem associados aos vampiros e, depois, a probabilidade em potencial de transmitirem a raiva. Além desses dois fatores, há também o fato de alguns se alimentarem de sangue de gado, e também a aparência.

Primeiramente, é importante dizer que espécies hematófagas, ou seja, as que se alimentam de sangue, são apenas três. Dessa forma, dentre as mais de 1000 espécies que temos, em todo o mundo, somente estas possuem tal hábito alimentar.

Outra questão é o fato de que nossa espécie não faz parte do cardápio de nenhum outro animal, exceto em casos extremos. Assim, entre uma galinha e você, por exemplo, com certeza um morcego hematófago optará pelo primeiro, e entre uma galinha e uma espécie nativa, provavelmente esta será a escolhida. Isso porque morcegos preferem espécies que se encontram em seu habitat. No entanto, quando seu ambiente está fragilizado, ou destruído, a alternativa é buscar outro local que possa oferecer a ele abrigo e alimento.

Quanto à raiva, realmente os morcegos são capazes de transmiti-la, assim como qualquer mamífero, inclusive aqueles que vivem conosco, tais como gatos e cachorros; revelando a importância da vacinação. Além disso, na maioria dos casos, os responsáveis são os hematófagos e, como você já sabe, são apenas três.

Assim como cachorros com raiva, morcegos acometidos pelo vírus responsável por esta doença apresentam sintomas característicos: são avistados durante o dia, e no chão. Diante disso, caso veja algum indivíduo assim, é necessário somente se afastar e contatar o Centro de Zoonoses. 

Quanto à aparência, não há muito a ser dito, embora seja necessário perceber que temos uma tendência a dar juízo de valor para as outras espécies, de acordo com a visão que temos sobre elas, o que é algo discutível.

Morcegos são capazes de realizar, com eficiência, o controle populacional de diversas espécies, inclusive daquelas capazes de nos transmitir doenças ou causar prejuízos econômicos, como ratos, mosquitos e pragas de plantação em geral. Além disso, graças a eles, há a polinização eficiente de diversas plantas e a dispersão de sementes, auxiliando também na recomposição de ambientes destruídos. Só para se ter uma ideia, aproximadamente dois terços das angiospermas tropicais são polinizadas por morcegos − algumas, somente por eles!

Assim, percebe-se que os morcegos são animais muito importantes para a manutenção da vida de diversos ambientes e espécies, inclusive a nossa. Praticamente inofensivos, muitos são mortos em decorrência de preconceito e falta de conhecimento sobre a sua importância. Quanto a isso, é sabido que, em alguns países, muitas famílias constroem abrigos e disponibilizam bebedouros para tais animais, como forma de protegê-los e gozar de seus benefícios.

(https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/algunsmotivos-para-voce-ver-os-morcegos-com-outros-.htm)

(https://mundoeducacao.uol.com.br/curiosidades/alguns-motivos-para-v oce-ver-os-morcegos-com-outros-.htm)
Quanto à ortografia dos vocábulos retirados do texto, marque a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3115311 Português
"A ideia de que a mentalidade afeta diretamente nosso sono não é nova."
"Décadas de pesquisa indicaram amplamente que, de fato, os processos psicológicos são provavelmente o principal motivador por trás da insônia."
"Para deixar claro, a insônia e suas consequências são muito reais. E ninguém argumentaria que, se você se sente sempre cansado, não deveria tentar mudar coisas na sua rotina, se puder.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5yjnq4pgwno)

Em relação à acentuação, analise as afirmativas referentes aos vocábulos extraídos dos trechos:

I.De acordo com o Novo Acordo Ortográfico, a palavra 'ideia' perdeu o acento devido ao ditongo aberto, pelo mesmo motivo, os vocábulos 'enjoo' e 'abençoo' também não são mais acentuados.
II.'décadas' é acentuada pela mesma regra de 'clímax' e 'Normândia'.
III.'trás' e 'você' são oxítonas.
IV.'ninguém' é acentuada pela mesma regra de 'além'.
V.são paroxítonas as palavras 'pesquisa', 'fato' e provavelmente'.

Estão corretas:
Alternativas
Q3115290 Português
"Urubus não estão entre os mais fofos dos animais, mas estão entre os campeões quando o assunto é a prestação de serviços ecossistêmicos."
As palavras abaixo que são acentuadas pela mesma regra da destacada no enunciado são:
Alternativas
Q3115022 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.As palavras oxítonas terminadas nas vogais tônicas abertas -a, -e ou -o, com ou sem -s no final, recebem acento agudo.

II.As paroxítonas com sílaba tônica nas vogais abertas grafadas -a, -e, -o, -i e -u, e que terminam em -l, -n, -r, -x, -s, ou em algumas formas plurais que se tornam proparoxítonas, recebem acento agudo.

III.São acentuadas as palavras oxítonas que apresentam os ditongos abertos grafados como -éu, -éi ou -ói, seguidos ou não de -s.

IV.Palavras paroxítonas que possuem na sílaba tônica as vogais fechadas -a, -e e -o, terminando em -l, -n, -r ou -x, bem como certas formas plurais que se tornam proparoxítonas, não recebem acento.

V.As palavras oxítonas que terminam nas vogais tônicas fechadas grafadas como -e ou -o, com ou sem -s, não recebem acento.


Quais das afirmativas lidas são regras de acentuação verdadeiras?
Alternativas
Respostas
521: D
522: C
523: D
524: C
525: B
526: B
527: A
528: D
529: A
530: A
531: D
532: A
533: A
534: A
535: B
536: B
537: C
538: C
539: A
540: A