Questões de Concurso Comentadas sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

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Q93369 Português
Assinale a alternativa incorreta, considerando a acentuação das palavras físicas, psíquicas e biológicas (linha 14) e o novo acordo ortográfico.
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Q93036 Português
O emprego do acento gráfico em “primórdios” e “existência” atende à mesma regra de acentuação gráfica.
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Q92328 Português
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Com relação ao texto acima, julgue os itens de 15 a 24.

O emprego de acento gráfico no vocábulo “barbárie” deve-se à mesma regra que se observa no emprego de acento em “caleidoscópio”.
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Q81300 Português
O par de palavras que NÃO deve ser acentuado, segundo o registro culto e formal da língua, é
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Q68722 Português
K. Anders Ericsson, sueco grandalhão, barbudo e entusiástico, é professor de Psicologia na Florida State University, na qual recorre à pesquisa empírica para determinar o quanto do talento é "natural" e o quanto é adquirido. Conclusão: o atributo que em geral denominamos "talento bruto" é muito superesti­mado. "Muita gente acha que as pessoas nascem com limitações inatas", diz. "Mas dispomos de muito poucas evidências concretas de que alguém seja capaz de alcançar qualquer espécie de desempenho excepcio­nal sem se dedicar ao autoaperfeiçoamento". Ou, em outros termos, a excelência - no futebol, no piano, na cirurgia ou em programação de computadores - quase sempre é conquistada, não inata.

E é verdade, como sua avó sempre lhe dizia, que a prática realmente faz a perfeição. Mas não só a prática desordeira, ao acaso. O domínio de uma área, a mes­tria, decorre do que Ericsson denomina "prática delibe­rada", o que significa mais que tocar ao piano a escala de C menor 100 vezes ou treinar saques de tênis até deslocar o ombro. A prática deliberada tem três com­ponentes básicos: definição de objetivos específicos, obtenção de feedback imediato e concentração tanto em técnicas quanto em resultados.

As pessoas que se tornam excelentes em determinada área nem sempre são as mesmas que parecem "super­dotadas" quando crianças ou jovens. Isso sugere que, quando se trata de escolher o que fazer na vida, as pessoas devem fazer o que amam - sim, sua avó tam­bém lhe disse isso - porque, se você não amar o que faz, dificilmente se empenhará o suficiente para ser bom no que faz.

LEVITT, Steven D.; DUBNER, Stephen J. Super Freakonomics. O lado oculto do dia a dia. Trad. Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, p. 56-57. (adaptado)
Assinale com ( V ) as afirmativas verdadeiras e com ( F ) as falsas.

( ) Os verbos denominar e dispor ("denominamos" e "dispomos", sublinhados no texto) estão conjugados na primeira pessoa do plural do presente do modo Indicativo.
( ) Em "Sua avó sempre lhe dizia", o verbo dizer está conjugado na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do modo Indicativo.
( ) Os vocábulos "superestimado" e "superdotadas" (sublinhados no texto) apresentam o prefixo "super", que significa "em excesso, em posição superior".
( ) Os vocábulos evidência, espécie e tênis são acentuados devido à mesma regra de acentuação gráfica.
( ) Os vocábulos "grandalhão" e "dificilmente" (sublinhados no texto) apresentam os sufixos ão e mente, respectivamente, sendo que o primeiro (ão) é um sufixo nominal aumentativo e o segundo (mente) é um sufixo adverbial.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Q67469 Português
Texto 2

Os incentivos existem em três tipos de sabores básicos: econômico, social e moral. É muito comum que um único esquema de incentivos inclua as três varieda­des. Tomemos a campanha antitabagista dos últimos anos. O acréscimo da "taxa do pecado" de $ 3 em cada maço é um forte incentivo econômico contra a compra de cigarros. A proibição do fumo em restaurantes e bares é um poderoso incentivo social. E a afirmação do governo americano de que os terroristas angariam fundos com a venda de cigarros no mercado negro atua como um incentivo moral bastante estridente.

LEVITT, Steven D., DUBNER, Stephen J. Freakonomics. O lado oculto e inesperado de tudo que nos afeta. Tradução Regina Lyra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005, p. 23.

Considere as afirmativas abaixo.

1. O sinal de dois-pontos, no primeiro período do Texto 2, precede um aposto e poderia ser substituído por uma vírgula, sem ferir a norma culta da língua portuguesa.

2. Os vocábulos "acréscimo" e "econômico" são acentuados devido à mesma regra de acentuação gráfica.

3. O vocábulo "antitabagista" apresenta o prefixo anti, que sugere oposição, da mesma forma que o prefixo in (ou im), como em "imberbe", sugere negação, carência.

4. Se a oração "Tomemos a campanha antitabagista como exemplo" fosse re-escrita na segunda pessoa do singular, no negativo, sem qualquer outra alteração, ela ficaria corretamente redigida da seguinte forma: "Não toma a campanha antitabagista como exemplo".

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Ano: 2010 Banca: TJ-SC Órgão: TJ-SC Prova: TJ-SC - 2010 - TJ-SC - Assistente Social |
Q65581 Português
Aponte a frase em que não há nenhuma palavra a ser acentuada graficamente:
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Q63775 Português
Com relação ao vocabulário empregado no texto e à grafia de palavras desse texto, assinale a opção correta.
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Q62288 Português
Considerando o acento tônico e a classificação quanto ao número de sílabas, assinale a alternativa CORRETA
.
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Q61955 Português
Quanto à acentuação tônica e ao número de sílabas, assinale a alternativa INCORRETA.

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Q61223 Português
A frase totalmente correta do ponto de vista da grafia e/ou da acentuação é:
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Q54749 Português
Assinale a palavra que tenha sido acentuada por regra DISTINTA das demais.
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Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MS Prova: CESPE - 2010 - MS - Todos os Cargos |
Q44217 Português
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A partir do texto acima, julgue os itens subsequentes.
O uso do acento agudo em "análise" (L.8) é obrigatório para distinguir esse substantivo do possível uso da flexão do verbo analisar, analise, nessa estrutura sintática.
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Q36245 Português
No fim da década de 90, atormentado pelos chás de cadeira que enfrentou no Brasil, Levine resolveu fazer um levantamento em grandes cidades de 31 países para descobrir como diferentes culturas lidam com a questão do tempo. A conclusão foi que os brasileiros estão entre os povos mais atrasados - do ponto de vista temporal, bem entendido - do mundo. Foram analisadas a velocidade com que as pessoas percorrem determinada distância a pé no centro da cidade, o número de relógios corretamente ajustados e a eficiência dos correios. Os brasileiros pontuaram muito mal nos dois primeiros quesitos. No ranking geral, os suíços ocupam o primeiro lugar. O país dos relógios é, portanto, o que tem o povo mais pontual. Já as oito últimas posições no ranking são ocupadas por países pobres.
O estudo de Robert Levine associa a administração do tempo aos traços culturais de um país. "Nos Estados Unidos, por exemplo, a ideia de que tempo é dinheiro tem um alto valor cultural. Os brasileiros, em comparação, dão mais importância às relações sociais e são mais dispostos a perdoar atrasos", diz o psicólogo. Uma série de entrevistas com cariocas, por exemplo, revelou que a maioria considera aceitável que um convidado chegue mais de duas horas depois do combinado a uma festa de aniversário. Pode-se argumentar que os brasileiros são obrigados a ser mais flexíveis com os horários porque a infraestrutura não ajuda. Como ser pontual se o trânsito é um pesadelo e não se pode confiar no transporte público?

(Veja, 02.12.2009)
Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas graficamente pelos mesmos motivos que justificam, respectivamente, as acentuações de: década, relógios, suíços.
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Q2925960 Português

Assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas e acentuadas corretamente.

Alternativas
Q2899470 Português

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.


Texto 3

A região amazônica brasileira, definida quer como bacia hidrográfica, quer pela área de abrangência de um complexo de flora e fauna, quer pela divisão político-administrativa do país, ocupa mais da metade do território brasileiro. Apesar de ocupada milenarmente por povos indígenas e de explorada por adventícios desde os tempos coloniais e a despeito de recentes e expressivas migrações internas para algumas de suas seções, ocorridas principalmente a partir da década de 70, a população da região amazônica, tal como a sua densidade populacional, continuam muito baixas ou apenas modestas. Os dados mais recentes indicam que a população total da Amazônia é de 18.748.490 pessoas, correspondendo a pouco mais de 12% da população brasileira. A densidade populacional média da região é de apenas 4 habitantes por quilômetro quadrado, com extensas áreas que registram densidades abaixo de 1 habitante por quilômetro quadrado. Apenas 5% do PIB brasileiro é gerado na região Amazônica Legal, embora ela corresponda a cerca de 60% do território nacional brasileiro (FIGBE, 1996 e Veja, 1997 são as fontes dos dados sobre a Amazônia apresentados nesta seção).

As populações indígenas e suas terras estão espalhadas por toda a enorme região. Os grupos apresentam diferenças marcantes em termos de língua, cultura e de grau de interação com a sociedade nacional. Embora bem mais organizados do que há 10 anos, as suas habilidades de organização e de exercício da cidadania são de incipientes a recentes. O governo central tem sido notoriamente deficiente na proteção dos seus interesses. Mais recentemente, o apoio recebido de diversos grupos de direitos humanos sediados em outras regiões brasileiras e mesmo no exterior tem sido ao menos tão importante quanto à ação governamental para a prevalência dos direitos territoriais, políticos e culturais indígenas.

(Drummond, José A. O manejo agroflorestal científico como um uso alternativo de recursos naturais na Amazônia Brasileira. Estudos Sociedade e Agricultura. UFF. 1998. Fragmento)

As palavras “hidrográfica” e “área”, retiradas do primeiro período do texto, são acentuadas por justificativas diferentes. A opção em que aparecem, respectivamente, duas palavras acentuadas pelas mesmas regras de acentuação gráfica que hidrográfica e área é:

Alternativas
Q2894430 Português

TEXTO IV

Leia o texto abaixo e responda às questões 08, 09 e 10.

DA DIFÍCIL ARTE DE REDIGIR UM TELEGRAMA

Uma coisa é incontestável: a linguagem telegráfica só
surgiu depois do telegrama. Nunca ninguém escreveu
uma carta assim: "Viagem boa. Nós bem. Tempo
maravilha. Beijosfulano." O "Beijosfulano", numa
5 palavra só, é um expediente para economizar no
telegrama. Não. Quando as pessoas só escreviam
cartas e não havia crise de papel, o negócio era
escrever laudas e laudas. Quanto mais páginas tinha
uma carta, mais bonita era. Inventaram até o P.S. , que
10 é uma maneira de se escrever uma carta depois da
carta.


Depois, veio Morse, com seus traços e pontos e todo
mundo teve que se virar para escrever mais coisas em
menos palavras. Fica aqui uma pergunta: o que será
15 que Morse inventou primeiro? O telégrafo ou o código
Morse? Das duas uma: ou ele inventou a telegrafia e
depois quebrou a cabeça até achar um alfabeto que se
prestasse para sinalizar palavras, ou então criou um
dia o código, assim de brincadeira e depois ficou
20 pensando: "Como é que eu posso transformar isto
aqui num troço útil?" E aí bolou o telégrafo.


Seja como for, com ele surgiu o estilo telegráfico, muito
usado hoje em dia não só nos telegramas, mas também
nos recados e até nos lembretes que às vezes nós
25 deixamos para nós mesmos: "Dar banho no cachorro",
"Passar banco pegar dinheiro", "Cancelar dentista"
etc.

Jô Soares http://kattyrasga.07.googlepages.com/g%C3%AAnerosdodiscurso

Segundo as regras de acentuação da gramática normativa, as palavras "telégrafo", "código" e "telegráfico", que aparecem no texto, recebem acento porque são

Alternativas
Ano: 2009 Banca: CESGRANRIO Órgão: DECEA
Q1236217 Português
São acentuadas graficamente pela mesma razão as palavras:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1234842 Português
Conversa com a chuva
A chuva bateu na minha janela, Veio conversar comigo, Tão melancólica, Tão fina, Falou-me de tristezas esquecidas. Depois, saiu cantando uma canção triste Que o vento levou.
(Francisco de Assis Barbosa)
Em "Veio conversar comigo, Tão melancólica,” a palavra destacada é acentuada pelo mesmo motivo que:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Ituporanga - SC
Q1226846 Português
Texto
Acontece que Portugal e Inglaterra eram aliados de quinhentos anos – uma aliança tão antiga que, quando começou, a numeração de seus henriques e manueis ainda estava no zero. Ao mesmo tempo, D. João, como muitos portugueses, tinha um chiquê por tudo que fosse francês – a língua, a literatura, os perfumes, os molhos, os doces, os queijos – e se mortificava com a ideia de que a França se lhe tornasse hostil. Mas não podia se submeter a Napoleão e muito menos mandá-lo se roçar nas ostras, como gostaria, porque o corso podia se ofender e retaliar. D. João pensou até em oferecer em casamento seu herdeiro, D. Pedro, a alguma sobrinha de Napoleão – o que, além de vergonhoso, parecia prematuro porque D. Pedro tinha, então, apenas 9 anos.
CASTRO, Ruy. Era no tempo do rei. Um romance da chegada da Corte. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. p. 22
Observe as afirmativas abaixo:
I. Os pronomes oblíquos lhe e lo, destacados no texto, referem-se, respectivamente, a D. João e a Napoleão.
II. Os vocábulos francês e até obedecem à mesma regra de acentuação gráfica.
III. Em “não podia se submeter a Napoleão” e “porque o corso podia se ofender” se é um pronome reflexivo com a função de objeto direto.
IV. Em “D. Pedro tinha, então, apenas 9 anos.”, então pode ser substituído por pois, sem prejuízo gramatical ou de sentido.
V. “Retaliar” é um verbo intransitivo que está sendo usado no texto com o sentido de “vingar-se”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Respostas
4321: B
4322: C
4323: C
4324: B
4325: C
4326: B
4327: C
4328: C
4329: A
4330: D
4331: B
4332: D
4333: E
4334: E
4335: C
4336: E
4337: A
4338: A
4339: A
4340: B