Questões de Concurso Comentadas sobre realismo em literatura

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Q1680721 Literatura
Analise as afirmativas a seguir:

I. No Realismo, é nítida a preferência pelo espaço urbano, pois a burguesia fixou-se principalmente nas cidades, onde residem os elementos a serem combatidos, já que a obra literária é vista como instrumento de denúncia dos desequilíbrios sociais. Nesse movimento literário, há uma preocupação em retratar pessoas da época, encarando o presente histórico, os conflitos do homem da época, os dramas cotidianos e os problemas concretos.

II. O subjetivismo é uma das características do Romantismo. Ele representa um dos traços fundamentais dessa estética (o “culto da natureza”). O artista traz à tona a sua paixão pelo mundo natural, pela vida no campo, pelo bucolismo e por uma vida repleta de amigos e felicidade. Não há mais a preocupação com modelos clássicos e universalizantes, pois a literatura passa a valorizar a ciência, a razão e a vida no campo.

III. Os autores do Arcadismo brasileiro, além de se utilizarem dos artifícios típicos da estética neoclássica (imitação de autores gregos e latinos, uso da mitologia pagã etc.), já expressavam em suas poesias alguns elementos que seriam depois explorados pelos barrocos, como, por exemplo: o elogio da vida em natureza, livre das agitações sociais e mundanas; a ampla utilização de termos e palavras indígenas nas poesias; a valorização das culturas regionais brasileiras e o elogio às novas correntes ideológicas que surgiam na época.

Marque a alternativa CORRETA:
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Q1678911 Literatura
Em se tratando de período literário, leia os comentários e assinale a alternativa correta.
Nasceu em decorrência da crise do Renascimento, ocasionada, principalmente, pelas fortes divergências religiosas e imposições do catolicismo e pelas dificuldades econômicas, decorrentes do declínio do comércio com o Oriente. Todo o rebuscamento presente na arte e literatura é reflexo dos conflitos dualistas entre o terreno e o celestial, o homem (antropocentrismo) e Deus (teocentrismo), o pecado e o perdão, a religiosidade medieval e o paganismo presente no período renascentista.
A ideologia é fornecida pela Contrarreforma. Em nenhuma outra época se produziu tamanha quantidade de igrejas, capelas, estátuas de santos e monumentos sepulcrais. As obras de arte deviam falar aos fiéis com a maior eficácia possível, mas em momento algum descer até eles. A arte tinha que convencer, conquistar e impor admiração.
O Renascimento definiu-se pela valorização do profano, pondo em voga o gosto pelas satisfações mundanas. Os intelectuais deste período, no entanto, não alcançam tranquilidade agindo de acordo com essa filosofia. A influência da Contrarreforma fez com que houvesse oposição entre os ideais de vida eterna em contraposição com a vida terrena e do espírito em contraposição à carne. Na visão, não há possibilidade de conciliar essas antíteses: ou se vive a vida sensualmente, ou se foge dos gozos humanos e se alcança a eternidade. A tensão de elementos contrários causa no artista uma profunda angústia: após arrojar-se nos prazeres mais radicais, ele se sente culpado e busca o perdão divino. Assim, ora ajoelha-se diante de Deus, ora celebra as delícias da vida.
O homem assume consciência integral no que se refere à fugacidade da vida humana (efemeridade): o tempo, veloz e avassalador, tudo destrói em sua passagem. Por outro lado, diante das coisas transitórias 6 (instabilidade), surge a contradição: vivê-las, antes que terminem, ou renunciar ao passageiro e entregar-se à eternidade?
O estilo apresenta forma conturbada, decorrente da tensão causada pela oposição entre os princípios renascentistas e a ética cristã. Daí a frequente utilização de antíteses, paradoxos e inversões, estabelecendo uma forma contraditória, dilemática. Além disso, a utilização de interrogações revela as incertezas do homem, frente ao seu período, a inversão de frases, a sua tentativa na conciliação dos elementos opostos.
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Q1293684 Literatura
O Realismo surgiu na França no século 19, época do auge da Segunda Revolução Industrial e do crescimento do capitalismo. Era uma forma de
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Q2048129 Literatura
“Predomínio da razão sobre a emoção; retorno aos ideais clássicos greco-latinos; uso de formas clássicas (epopeia, ode, lira, écloga); concepção do homem como medida de todas as coisas; valorização da vida em contato com a natureza; uso da medida nova; utilização de elementos da mitologia greco-latina; paganismo; clareza, mentalidade aberta, intensidade vital, ímpeto progressista, euforia, ânsia de glória, apreço pelo humano, sentido do nu artístico, primado da razão; Universalismo, apego aos valores transcendentais (o Belo, a Verdade, a Perfeição), o mundo e o homem, e não determinado país ou indivíduo.”
Essas são características do:
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Q1748632 Literatura
Alguns dos principais escritores realistas brasileiros foram: Assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1748631 Literatura
Sobre a linguagem do Realismo analise as afirmativas a seguir: I- A linguagem do Realismo é direta, clara, culta, descritiva, detalhada, impessoal, universal, objetiva e realista. O Realismo representou um movimento artístico e cultural que teve início em meados do século XIX na Europa. II- O Realismo teve como marco inicial a publicação de “Madame Bovary” (1857) de Gustave Flaubert. III- Em Portugal, o Realismo começa em 1865, com a Questão Coimbrã, travada entre dois grupos de literatos: os ultrarromânticos e os defensores do Realismo. Assinale a alternativa correta.
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Q1714029 Literatura
Caracterizava-se pela preocupação com a verdade, não apenas verossímil, mas com a verdade exata, a que se chega através de observação e análise. Na recriação artística da realidade, os autores da época põem em primeiro plano as impressões sensoriais, através da descrição objetiva. Os detalhes são da maior importância e nada é desprovido de interesse. O movimento valoriza as personagens esféricas, que apresentam simultaneamente várias qualidades ou tendências; são complexas, multiformes, repelem qualquer simplificação. Centra-se no presente, no momento vivido pelo autor. São frequentes a crítica social, que busca desnudar as mazelas da burguesia e do clero, e a análise psicológica, voltada para a investigação dos motivos das ações humanas. Tais afirmações referem-se ao:
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Q1663573 Literatura
Leia o fragmento a seguir, e assinale a alternativa correta: “Era uma boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes.” O trecho acima pertence a obra chamada:
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Q1661063 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. Para os escritores realistas, o destino dos homens é o resultado da providência divina. Em função disso, principalmente os escritores de tendência naturalista, enfatizam a espiritualidade como o principal aspecto determinante do comportamento social dos homens. O realismo foi, portanto, um movimento rico em expressões religiosas e amplamente apoiado pela Igreja Católica, assim como pelos Jesuítas. II. As características do Arcadismo no Brasil seguem a linha oriental: a volta aos padrões clássicos da China e da Índia; a complexidade das formas na literatura e nas artes; a poesia social, crítica; o fingimento poético e o uso de pseudônimos.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1661060 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. A catacrese é uma figura de linguagem que consiste em dar um novo sentido a uma palavra, fazendo com que ela passe a dar nome a outro ser semelhante. II. A preferência pelo espaço urbano é nítida no Realismo, pois a burguesia fixou-se principalmente nas cidades, onde residem os elementos a serem combatidos, já que a obra literária é vista como instrumento de denúncia dos desequilíbrios sociais. Há preocupação em retratar pessoas da época, encarando o presente histórico, os problemas concretos, os dramas cotidianos e os conflitos do homem da época.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1638851 Literatura
Considerando-se a relação obra - autor, assinalar a alternativa CORRETA:
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Q1311764 Literatura

Leia o texto e responda a questão.


Óbito do autor

     Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no intróito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco. 

     Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! Verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia — peneirava — uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: ''Vós, que o conhecestes, meus senhores, vós podeis dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos caracteres que têm honrado a humanidade. Este ar sombrio, estas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finado.''

     Bom e fiel amigo! Não, não me arrependo das vinte apólices que lhe deixei. E foi assim que cheguei à cláusula dos meus dias; foi assim que me encaminhei para o undiscovered country de Hamlet, sem as ânsias nem as dúvidas do moço príncipe, mas pausado e trôpego como quem se retira tarde do espetáculo. Tarde e aborrecido. Viram-me ir umas nove ou dez pessoas, entre elas três senhoras, minha irmã Sabina, casada com o Cotrim, a filha, — um lírio do vale, — e... Tenham paciência! Daqui a pouco lhes direi quem era a terceira senhora. Contentem-se de saber que essa anônima, ainda que não parenta, padeceu mais do que as parentas. É verdade, padeceu mais. Não digo que se carpisse, não digo que se deixasse rolar pelo chão, convulsa. Nem o meu óbito era coisa altamente dramática... Um solteirão que expira aos sessenta e quatro anos, não parece que reúna em si todos os elementos de uma tragédia. E, dado que sim, o que menos convinha a essa anônima era aparentá-lo. De pé, à cabeceira da cama, com os olhos estúpidos, a boca entreaberta, a triste senhora mal podia crer na minha extinção.

       — Morto! Morto! dizia consigo.

   E a imaginação dela, como as cegonhas que um ilustre viajante viu desferirem o vôo desde o Ilisso às ribas africanas, sem embargo das ruínas e dos tempos, a imaginação dessa senhora também voou por sobre os destroços presentes até às ribas de uma África juvenil... Deixá-la ir; lá iremos mais tarde; lá iremos quando eu me restituir aos primeiros anos. Agora, quero morrer tranqüilamente, metodicamente, ouvindo os soluços das damas, as falas baixas dos homens, a chuva que tamborila nas folhas de tinhorão da chácara, e o som estrídulo de uma navalha que um amolador está afiando lá fora, à porta de um correeiro. Juro-lhes que essa orquestra da morte foi muito menos triste do que podia parecer. De certo ponto em diante chegou a ser deliciosa. A vida estrebuchava-me no peito, com uns ímpetos de vaga marinha, esvaía-se-me a consciência, eu descia à imobilidade física e moral, e o corpo fazia-se-me planta, e pedra, e lodo, e coisa nenhuma.

     Morri de uma pneumonia; mas, se lhe disser que foi menos a pneumonia, do que uma idéia grandiosa e útil, a causa da minha morte, é possível que o leitor me não creia, e todavia é verdade. Vou expor-lhe sumariamente o caso. Julgue-o por si mesmo.

(ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Editora Moderna, 1994) 

Leia o trecho abaixo e complete a lacuna:
O texto trata-se do primeiro capítulo do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. A obra é bastante conhecida por ser um dos romances que inaugurou o _____ no Brasil.
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Q1250632 Literatura
O Pré-Modernismo não será considerado uma escola literária, sobretudo, um período literário de transição do Realismo/ Naturalismo para o Modernismo; sendo os principais objetivos:
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Q1218847 Literatura
            No Realismo ficcional, a mente cientificista também é responsável pelo esvaziar-se do êxtase que a paisagem suscitava nos escritores românticos. O que se entende pela preferência dada agora aos ambientes urbanos e, em nível mais profundo, pela não identificação do escritor realista com aquela vida e aquela natureza transformadas pelo positivismo em complexos de normas e fatos indiferentes à alma humana.

          O determinismo reflete-se na perspectiva em que se movem os narradores ao trabalhar as suas personagens. A pretensa neutralidade não chega ao ponto de ocultar o fato de que o autor carrega sempre de tons sombrios o destino das suas criaturas. Atente-se, nos romances desse período, para a galeria de seres distorcidos ou acachapados pelo Fatum.


Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira.
São Paulo: Cultrix, 2004, p. 172-3 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto precedente e as disposições da BNCC do ensino fundamental para a disciplina de língua portuguesa, julgue o item a seguir, a respeito do Realismo e do Naturalismo na literatura brasileira.


Na galeria de personagens distorcidos do Naturalismo brasileiro encontra-se Bentinho — o narrador de Dom Casmurro, de Machado de Assis —, cuja personalidade é definida no texto a partir de determinismos raciais e geográficos.

Alternativas
Q1218846 Literatura
            No Realismo ficcional, a mente cientificista também é responsável pelo esvaziar-se do êxtase que a paisagem suscitava nos escritores românticos. O que se entende pela preferência dada agora aos ambientes urbanos e, em nível mais profundo, pela não identificação do escritor realista com aquela vida e aquela natureza transformadas pelo positivismo em complexos de normas e fatos indiferentes à alma humana.

          O determinismo reflete-se na perspectiva em que se movem os narradores ao trabalhar as suas personagens. A pretensa neutralidade não chega ao ponto de ocultar o fato de que o autor carrega sempre de tons sombrios o destino das suas criaturas. Atente-se, nos romances desse período, para a galeria de seres distorcidos ou acachapados pelo Fatum.


Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira.
São Paulo: Cultrix, 2004, p. 172-3 (com adaptações).

Considerando o fragmento de texto precedente e as disposições da BNCC do ensino fundamental para a disciplina de língua portuguesa, julgue o item a seguir, a respeito do Realismo e do Naturalismo na literatura brasileira.


Nas obras realistas e naturalistas, as personagens tendem ao típico, o que pode levar a uma construção literária do patológico, como se observa nas obras O Bom Crioulo, de Adolfo Caminha, e O Cortiço, de Aluísio Azevedo.


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Q1059327 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I. O subjetivismo é uma das características do Simbolismo, sendo também uma característica própria de escolas anteriores (como o Romantismo) que valorizam o mundo interior do indivíduo. O Simbolismo, no entanto, vai além do subjetivismo dos românticos (início do século XIX), pretendendo atingir as áreas do subconsciente e do inconsciente. Os textos que surgiam, portanto, revelavam-se poesia “difícil”, embrenhando-se nas zonas mais ensombrecidas do eu e das emoções. II. No Realismo, é nítida a preferência pelo espaço urbano, pois a burguesia fixou-se principalmente nas cidades, onde residem os elementos a serem combatidos, já que a obra literária é vista como instrumento de denúncia dos desequilíbrios sociais. Há preocupação em retratar pessoas da época, encarando o presente histórico, os conflitos do homem da época, os problemas concretos, os dramas cotidianos.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1059322 Literatura
Leia as afirmativas a seguir:
I.
A obra O Ateneu, de Raul Pompeia, compõe-se de uma série de episódios e reflexões sobre a vida no internato, onde são narrados os relacionamentos entre os adolescentes, o ensino, os professores, as efemérides, apresentados pelo narrador memorialista Sandro. II. O universo de personagens criado por Lima Barreto está repleto de políticos ineficazes e poderosos, de ignorantes que passam por sábios, de militares incapazes e tirânicos. A esse mundo de privilegiados ele opõe as figuras do subúrbio, uma multidão de oprimidos, mostrando sua inspiração e sua revolta contra uma ordem social injusta.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1024730 Literatura
Objetivismo, impassibilidade, observação e análise, sensorialismo, temas contemporâneos, preocupação formal, materialismo, cientificismo. Essas são características do:
Alternativas
Q1024690 Literatura

O dualismo, o bifrontismo, o fusionismo, o feísmo, a religiosidade mesclada com a sensualidade, o niilismo temático, a pobreza ou a ausência de assunto, o rebuscamento da forma, a ornamentação estilística, a produção em prosa foi qualitativamente superior à poesia.


Trata-se de:

Alternativas
Q1020765 Literatura
O predomínio da emoção, do sentimento, o subjetivismo; a evasão ou escapismo, a fuga à realidade; nacionalismo; religiosidade; ilogismo; idealização da mulher; a liberdade de criação e despreocupação com a forma; o predomínio da metáfora, são características do:
Alternativas
Respostas
81: B
82: A
83: D
84: A
85: C
86: C
87: B
88: E
89: D
90: A
91: B
92: B
93: A
94: E
95: C
96: A
97: C
98: C
99: D
100: D