Questões de Concurso Sobre literatura
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Com base no texto e na teoria bakhtiniana, assinale a proposição que melhor caracteriza a polifonia.
O nome da autora premiada com o Jabuti Acadêmico 2025, na categoria História e Arqueologia pela obra "Imagens da branquitude: a presença da ausência", é
De acordo com o texto e os conhecimentos sobre os gêneros literários, assinale a alternativa correta.
De acordo com o texto e os conhecimentos sobre a história da literatura brasileira, assinale a alternativa correta.
Trata-se da obra:
(1) “O Cortiço”.
(2) “O Crime do Padre Amaro”.
(3) “Iracema”.
( ) Aluísio de Azevedo.
( ) José de Alencar.
( ) Eça de Queirós.
I. Em Portugal, o Arcadismo estabeleceu-se com a Arcádia Lusitana (1756).
II. Inspirado nas obras dos primeiros poetas árcades portugueses, o brasileiro Cláudio Manuel da Costa assimilou os valores da nova estética e procurou aplicá-los em sua própria produção literária.
Está CORRETO o que se afirma:
Ele alcançou notoriedade e reconhecimento por ter sido um autor prolífico e pioneiro em qual gênero literário?
O Poeta e escritor que o texto faz referência é:
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.
[...]
Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.
[...]
Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].
Com base na divisão cronológica da literatura brasileira, relacione a Coluna A com os períodos literários apresentados às suas respectivas características descritas na Coluna B.
Coluna A
1.Arcadismo
2.Barroco
3.Naturalismo
4.Simbolismo
Coluna B
(__)No Brasil, esse período teve início em 1768 e permaneceu em evidência até 1836. Suas principais características incluíam bucolismo, pastoralismo, idealização do amor e da mulher.
(__)Foi um estilo de época marcado por dualidades, tais como antropocentrismo versus teocentrismo, material versus espiritual, fé versus razão, e pela valorização do 'carpe diem' (aproveitar o momento)
(__)Iniciado em 1881, esse estilo de época distingue-se pelo uso de uma linguagem objetiva, pela presença do determinismo, da zoomorfização e do cientificismo, bem como pela ausência de idealizações e pela crítica de cunho sociopolítico.
(__)A estética brasileira começou a se definir em 1893, marcada pela musicalidade e pela valorização das sensações. Entre suas principais características, destacam-se: oposição à literatura realista, subjetividade, exaltação da espiritualidade, busca por um mundo ideal e sondagem do eu interior.
A sequência numérica que preenche os itens acima, de cima para baixo, é:

TEXT 1
“The Wolves are a free people,” said Father Wolf. “They take orders from the Head of the Pack, and not from any striped cattle-killer. The man’s cub is ours — to kill if we choose.”
“Ye choose and ye do not choose! What talk is this of choosing? By the bull that I killed, am I to stand nosing into your dog’s den for my fair dues? It is I, Shere Khan, who speak!”
KIPLING, R. The Jungle Book. S.l.: Project Gutenberg, 1894
TEXT 2

KIPLING, R.; CHAN, C. S. The Jungle Book.
Toronto: UDON Entertainment, s.d.