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Questões de Concurso Sobre modernismo: tendências contemporâneas em literatura

Questões Discursivas

Foram encontradas 63 questões

Q2381671 Literatura
“Vou-me Embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei...”

Este é um poema de:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2023 - CBM-PR - Cadete |
Q2284121 Literatura
Leia o seguinte trecho, do romance de Bernardo Carvalho:
Leusipo perguntou o que eu tinha ido fazer na aldeia. Preferi achar que o tom era amistoso e, no meu paternalismo ingênuo, comecei a lhe explicar o que era um romance. Ele não estava interessado. Queria saber o que eu tinha ido fazer na aldeia. Os velhos estavam preocupados, queriam saber por que eu vinha remexer no passado, e ele não gostava quando os velhos ficavam preocupados. Eu tentava convencê-lo de que não havia motivo para preocupação. Tudo o que eu queria saber já era conhecido. E ele me perguntava: “Então, por que você quer saber, se já sabe?”. Tentei lhe explicar que pretendia escrever um livro e mais uma vez o que era um romance, o que era um livro de ficção (e mostrava o que tinha nas mãos), que seria tudo historinha, sem nenhuma consequência na realidade. Ele seguia incrédulo. Fazia-se desentendido, mas na verdade só queria me intimidar. Eu estava entre irritado e amedrontado. Tinha vontade de mandar o índio à puta que o pariu, mas não podia me indispor com a aldeia. Se é que havia alguma coisa a descobrir (e Leusipo a me intimidar punha ainda mais lenha nessa minha fantasia), era preciso ser diplomático.
CARVALHO, Bernardo. Nove noites. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. p. 85.
Com base no fragmento acima transcrito e na leitura integral de Nove noites, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2023 - CBM-PR - Cadete |
Q2284120 Literatura
A respeito de O livro das semelhanças, de Ana Martins Marques, considere as seguintes afirmativas:
1. A obra possui caráter explicitamente confessional, o que se materializa na forma dos poemas, que simulam registros de um diário pessoal.
2. O livro está dividido em quatro partes, “Livro”, “Cartografias”, “Visitas ao lugar-comum” e “O livro das semelhanças”, sendo a última a mais longa delas.
3. A seção intitulada “Livro” possui um aspecto metaliterário, organizando-se conforme a estrutura de um livro de poemas.
4. Os poemas desta obra se caracterizam pelo emprego de métrica e de esquemas de rimas regulares.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2079188 Literatura
Durante o período do Modernismo no Brasil foi criado o Movimento Antropofágico. Assinale, a seguir, a melhor definição para o Movimento Antropofágico. 
Alternativas
Q4119465 Literatura
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã: ele precisará sempre de outros galos. De um que apanhe esse grito que ele e o lance a outro; de um outro galo que apanhe o grito que um galo antes e o lance a outro; e de outros galos que com muitos outros galos se cruzem os fios de sol de seus gritos de galo, para que a manhã, desde uma teia tênue, se vá tecendo, entre todos os galos. E se encorpando em tela, entre todos, se erguendo tenda, onde entrem todos, se entretendendo para todos, no toldo (a manhã) que plana livre de armação. A manhã, toldo de um tecido tão aéreo que, tecido, se eleva por si: luz balão.
(In: MELO NETO, João Cabral de. Obra completa: volume único. Org. Marly de Oliveira. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.)

Cerca de 30 anos após a realização da Semana de Arte Moderna, a poesia modernista apresenta-se com características que a distinguem da produção dos primeiros modernistas. O poema “Tecendo a manhã”, de João Cabral de Melo Neto, ilustra a afirmação anterior, sendo ele um dos representantes modernistas da geração de 1945. Diante do exposto e considerando os conhecimentos acerca da literatura do período referido, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4119445 Literatura
Lya Luft foi uma escritora gaúcha formada em Letras anglo-germânicas pela PUC-RS; tornou-se mestre em Linguística Aplicada e em Literatura Brasileira, sendo, também, professora universitária e colunista em publicações jornalísticas brasileiras. Destacou-se como patrona da Feira do Livro de Porto Alegre. Faleceu em 2021 em decorrência de um câncer de pele do tipo melanoma. Sobre suas obras literárias, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q2403698 Literatura

No que concerne à literatura contemporânea no Brasil, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2403695 Literatura

Texto 9 para responder às questões de 72 a 75.


----------------A corda bamba da poesia na sala de aula


1-----------Vamos começar nossa conversa a respeito de poesia

------em sala de aula lembrando um poema de Antônio Carlos de

------Brito, o Cacaso. Ele traduz bem a concepção de poesia e de

4-----literatura que penso ser a mais adequada para conduzir o

------trabalho com a literatura em geral e a poesia em específico

------em contextos de ensino, os quais podem produzir, além da

7-----criticidade, a humanidade dos seres humanos. Cacaso era

------mestre em criar preciosidades em forma de poemas-pílula;

------era um sábio que ensinava a moçada de seu tempo a viver e

10----a escrever poesia por meio dos seus aforismos desaforados,

------bem-humorados, doces e amargos. Eis o “poeminha”:


----------------Na corda bamba [para Chico Alvim]


13----Poesia

------Eu não te escrevo

------Eu te

16----Vivo

------E viva nós!


1-----------Nesse texto que, na verdade, sintetiza toda a sua

19----poética, Cacaso embaralha alguns elementos que, na

------concepção escolar mais tradicional de poesia, estão

------separados. No contexto escolar, poesia e vida são, quase

22----sempre, coisas completamente diferentes. A poesia é, em

------geral, apresentada aos alunos com uma aura de solenidade

24----que apaga suas relações com a vida real das pessoas.


PILATI, Alexandre. Poesia na sala de aula: subsídios para pensar o lugar e

----a função da literatura em ambiente de ensino. Campinas, SP: Pontes

----------------------------------------Editores, 2017, com adaptações.

Assinale a alternativa que corresponde às características da produção artística de Antônio Carlos de Brito em seu contexto estético.

Alternativas
Q2081909 Literatura
Também no que se refere à literatura infantil, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do(a) autor(a) de “A Mulher que Matou os Peixes”:
Alternativas
Q2081908 Literatura
No que tange à literatura infantil, assinale a alternativa que apresenta o nome do(a) autor(a) da obra “Bisa, Bia, Bisa Bel”: 
Alternativas
Q2081899 Literatura
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do(a) autor(a) de “Verão no Aquário”: 
Alternativas
Q2081898 Literatura
Assinale a alternativa que apresenta o nome do(a) autor(a) da obra “A Brasileira de Prazins”: 
Alternativas
Q2081896 Literatura
No tocante à literatura infantil, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome do(a) autor(a) de “A bolsa amarela”: 
Alternativas
Q1977848 Literatura
O tema negro não é único ou obrigatório, nem se transforma em uma camisa de força para o autor afro-descendente, o que redundaria em visível empobrecimento. Por outro lado, nada obriga que a matéria ou o assunto negro estejam ausentes da escrita dos brancos, atraídos desde cedo pela busca do exótico e da cor local. Nas primeiras décadas do Modernismo, auge da moda primitivista e negrista na literatura e nas artes de vanguarda, ocorrem inúmeras apropriações, incorporadas a textos hoje clássicos, apesar da advertência de Oswald de Andrade contra a “macumba para turistas”. Por isto mesmo, é preciso enfatizar que a adoção da temática afro não deve ser considerada isoladamente e, sim, em sua interação com outros fatores, como autoria e ponto de vista. 

Eduardo de Assis Duarte. Literatura afro-brasileira: um conceito em construção. In: Estudos de literatura brasileira contemporânea, n.º 31, 2008, p. 14 (com adaptações).
Considerando o texto acima e os diversos aspectos relacionados à literatura afro-brasileira, julgue o item.
O negrismo pode ser encontrado em obras como Poemas negros, de Jorge de Lima, em que a subjetividade negra é representada pelo discurso do branco, em procedimento equiparável ao indianismo dos românticos, quando o nativo surgia reduzido a objeto da fantasia do colonizador.  
Alternativas
Q1884043 Literatura
Texto para a questão

Grande Sertão: Veredas


Disponível em https://bit.ly/3o5wGdj, consultado em janeiro de 2022. Com adaptações.

 A obra “Grande Sertão: Veredas” é um grande romance escrito por Guimarães Rosa, no qual Riobaldo, um exjagunço que, já envelhecido e afastado das funções, põe-se em prosa com um visitante, letrado e urbano, cuja voz não aparece, e que deseja conhecer o sertão mineiro. A obra é narrada em primeira pessoa e Riobaldo é aquele que conta a sua história e a trajetória dos seus pensamentos, refazendo as lembranças dos caminhos percorridos e trazendo à luz novas reminiscências.

De maneira não linear, como no fluxo da memória e das conversas ao pé da fogueira, o narrador conta a história da vingança contra Hermógenes, jagunço traidor, e envereda-se pelo labirinto dos sendeiros que o levaram à jagunçagem, aos recônditos do sertão e a espaços pouco conhecidos do Brasil.

As paisagens por onde transitou Riobaldo apontam marcadamente para os lugares geográficos correspondentes aos estados de Minas Gerais, Goiás e Bahia. Não obstante, o sertão de Rosa, ao mesmo tempo, é e não é real. Não é só sertão geográfico, mas projeção da alma: Grande Sertão: Veredas é a alma de Riobaldo.

Esse sertão é do tamanho do mundo — ali estão os problemas locais, o coronelismo, o jaguncismo, as diferenças sociais. A eles acoplam-se os problemas universais. O sertão de Riobaldo é o palco de sua vida e suas inquietações; todos os episódios que relata são permeados de reflexões sobre o bem e o mal, a guerra e a paz, a alegria e a tristeza, a liberdade e o medo — os paradoxos de que é composta sua própria história e, também, a história de toda a humanidade.

Como nomear e identificar o bem e o mal no sistema jagunço, em que impera a violência e a luta pelo poder? Pelas memórias de Riobaldo, surgem centenas de personagens e informações, inúmeras falas sertanejas, vozes do povo perante uma estrutura de heranças coloniais que não se soluciona.

Também central é o tema do amor, encarnado na personagem de Diadorim, que interpola as lembranças de Riobaldo e que também não se soluciona. Diadorim é colega jagunço de Riobaldo, e em meio a esse universo viril e estruturalmente machista, a homossexualidade não é tolerável. Assim, ao passo em que suscita o desejo de Riobaldo, levanta também o incômodo e a não aceitação do personagem com aquilo que sente. É o conflito, novamente, entre o bem e o mal, em que Diadorim representa o diabólico, aquilo que Riobaldo rejeita, e ao mesmo tempo deseja. 
Leia o texto 'Grande Sertão: Veredas' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A obra “Grande Sertão: Veredas” traz ao leitor a história da vingança contra Hermógenes, um jagunço traidor, entre outros elementos e histórias da jagunçagem na voz de Riobaldo, afirma o texto.
II. Após a leitura do texto, é possível perceber que a diferença entre o bem e o mal no sistema jagunço não é totalmente clara e que a violência e a luta pelo poder estão bastante presentes no mundo do jaguncismo.
III. Uma ideia presente no texto em análise é a de que os episódios relatados por Riobaldo são permeados de paradoxos e reflexões sobre a alegria e a tristeza, a liberdade e o medo, o bem e o mal, a guerra e a paz.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1884024 Literatura
Analise as afirmativas a seguir:

I. A sinestesia acontece pela associação de sensações por órgãos de sentidos diferentes, como, por exemplo: “Com aqueles olhos frios, disse que não gostava mais da namorada” (a frieza está associada ao tato e não à visão).
II. A hipérbole corresponde ao exagero de uma ideia feito de maneira intencional, como, por exemplo: quase morri de estudar.
III. A metonímia é a omissão de significados de palavras compostas, feita através da substantivação de um verbo no infinitivo. Um exemplo de metonímia pode ser visto em: costumava ler Shakespeare / aprecio a sua voz.

Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3984523 Literatura
Com base nos romances Esaú e Jacó, Memorial do convento, Quarto de despejo e Tempo de menino, considere as afirmativas a seguir.

I. Esaú e Jacó é um dos livros publicados por Machado de Assis pela primeira vez no século XX e tem dois irmãos gêmeos como personagens com nomes diferentes dos que dão título ao romance.

II. Memorial do convento é um dos romances publicados pela primeira vez por José Saramago já no século XXI e tem como foco central as memórias de freiras brasileiras e suas experiências no Brasil.

III. Tempo de menino é um livro do autor contemporâneo paranaense Domingos Pellegrini, que contém narrativas sobre as recordações da infância cercada por jogos eletrônicos e pelos desafios do uni verso da computação.

IV. Quarto de despejo é um livro de Carolina Maria de Jesus com a forma de diário em que são expostos o cotidiano de moradores da favela e reflexões sobre o descaso de autoridades e sobre as condições da mulher.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2410498 Literatura

Não corresponde ao título de uma obra de Guimarães Rosa:

Alternativas
Q2006224 Literatura

Texto 1


 Ali começa o sertão chamado bruto.


Pousos sucedem a pousos, e nenhum teto habitado ou em ruínas, nenhuma palhoça ou tapera dá abrigo ao caminhante contra a frialdade das noites, contra o temporal que ameaça, ou a chuva que está caindo. Por toda a parte, a calma da campina não arroteada; por toda a parte, a vegetação virgem, como quando aí surgiu pela vez primeira. 

[...]

Essa areia solta, e um tanto grossa, tem cor uniforme que reverbera com intensidade os raios do Sol, quando nela batem de chapa. Em alguns pontos é tão fofa e movediça que os animais das tropas viageiras arquejam de cansaço, ao vencerem aquele terreno incerto, que lhes foge de sob os cascos e onde se enterram até meia canela.

[...]

Ora é a perspectiva dos cerrados, não desses cerrados de arbustos raquíticos, enfezados e retorcidos de São Paulo e Minas Gerais, mas de garbosas e elevadas árvores que, se bem não tomem, todas, o corpo de que são capazes à beira das águas correntes ou regadas pela linfa dos córregos, contudo ensombram com folhuda rama o terreno que lhes fica em derredor e mostram na casca lisa a força da seiva que as alimenta; ora são campos a perder de vista, cobertos de macega alta e alourada, ou de viridente e mimosa grama, toda salpicada de silvestres flores; ora sucessões de luxuriantes capões, tão regulares e simétricos em sua disposição que surpreendem e embelezam os olhos; ora, enfim, charnecas meio apauladas, meio secas, onde nasce o altivo buriti e o gravata entrança o seu tapume espinhoso.


Nesses campos, tão diversos pelo matiz das cores, o capim crescido e ressecado pelo ardor do Sol transforma-se em vicejante tapete de relva, quando lavra o incêndio que algum tropeiro, por acaso ou mero desenfado, ateia com uma faúlha do seu isqueiro.


TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Inocência. Porto Alegre: L&PM, 1999.


Texto 2 


Assim, de meio assombrado me fui repondo quando ouvi que indagavam:

− Então patrício? está doente?

− Obrigado! Não senhor, respondi, não é doença; é que sucedeu-me uma desgraça: perdi

uma dinheirama do meu patrão...

− A la fresca!...

− É verdade... antes morresse, que isto! Que vai ele pensar agora de mim!...

− É uma dos diabos, é...; mas não se acoquine, homem!

Nisto o cusco brasino deu uns pulos ao focinho do cavalo, como querendo lambê-lo, e logo

correu para a estrada, aos latidos. E olhava-me, e vinha e ia, e tornava a latir...

Ah!... E num repente lembrei-me bem de tudo.

Parecia que estava vendo o lugar da sesteada, o banho, a arrumação das roupas nuns galhos de sarandi, e, em cima de uma pedra, a guaiaca e por cima dela o cinto das armas, e até uma ponta de cigarro de que tirei uma última tragada, antes de entrar na água, e que deixei espetada num espinho, ainda fumegando, soltando uma fitinha de fumaça azul, que subia, fininha e direita, no ar sem vento...; tudo, vi tudo.
Estava lá, na beirada do passo, a guaiaca. E o remédio era um só: tocar a meia rédea, antes
que outros andantes passassem.
[...]
LOPES NETO, João Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: L&PM, 1998.

Texto 3 

Sua casa ficava para trás da Serra do Mim, quase no meio de um brejo de água limpa, lugar chamado o Temor-de-Deus. O Pai, pequeno sitiante, lidava com vacas e arroz; a Mãe, urucuiana, nunca tirava o terço da mão, mesmo quando matando galinhas ou passando descompostura em alguém. E ela, menininha, por nome Maria, Nhinhinha dita, nascera já muito para miúda, cabeçudota e com olhos enormes.

    Não que parecesse olhar ou enxergar de propósito. Parava quieta, não queria bruxas de pano, brinquedo nenhum, sempre sentadinha onde se achasse, pouco se mexia. – “Ninguém entende muita coisa que ela fala...”- dizia o Pai, com certo espanto. Menos pela estranhez das palavras, pois só em raro ela perguntava, por exemplo: - “Ele xurugou?” – e, vai ver, quem e o quê, jamais se saberia. Mas, pelo esquisito do juízo ou enfeitado do sentido. Com riso imprevisto: - “Tatu não vê a lua...”- ela falasse. [...] 

ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.
A partir da análise de Bosi (2006) sobre a obra de Guimarães Rosa, considere as seguintes afirmativas:
I. A escrita de Guimarães Rosa aboliu as fronteiras entre o texto narrativo e o lírico. Grande Sertão: Veredas e as novelas de Corpo de Baile, por exemplo, além de incluir recursos da expressão poética, revitalizam-nos na construção narrativa. II. Sobre os contos da obra Primeiras Estórias, observa-se que, em A menina de lá, ao qual pertence o fragmento do texto 3, há um apelo ao lúdico e ao mágico, enquanto, em O Burrinho Pedrês, o autor desenvolve uma espécie de mimetismo entre o culto e o folclórico. III. A obra de Guimarães Rosa configura-se como um desafio à forma convencional de construção narrativa, pois seus processos mais frequentes pertencem aos domínios do poético e do mítico.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q1911159 Literatura
Marque a opção que apresenta a CORRETA periodização da literatura brasileira. 
Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: B
24: D
25: B
26: D
27: A
28: C
29: B
30: A
31: C
32: A
33: B
34: C
35: D
36: C
37: B
38: D
39: B
40: A