Questões de Concurso
Comentadas sobre divisões da linguística em linguística
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Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
El término gramática es utilizado hoy en varios sentidos, de los cuales interesan aquí especialmente dos. En el más estricto, la gramática es la parte de la lingüística que estudia la estructura de las palabras, las formas en que estas se enlazan y los significados a los que tales combinaciones dan lugar. En el más amplio, la gramática comprende, además de todo lo anterior, el análisis de los sonidos del habla, que corresponde a la fonética, y el de su organización lingüística, que compete a la fonología. En el primero de los dos sentidos que se han introducido, la gramática se divide en dos subdisciplinas: la morfología se ocupa de la estructura de las palabras, su constitución interna y sus variaciones; a la sintaxis corresponde el análisis de la forma en que se combinan y se disponen linealmente, así como el de los grupos que forman. Como se ha señalado, también es objeto de la gramática el estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas. La duplicidad de sentidos a la que se alude al comienzo de este apartado se refleja en el hecho de que unas veces se usa el término gramática para hacer referencia a todas las disciplinas mencionadas, mientras que en otras ocasiones este término designa solo el conjunto formado por la morfología y la sintaxis.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA; ASOCIACIÓN DE ACADEMIAS DE LA LENGUA ESPAÑOLA. Nueva gramática de la lengua española. Disponível em: https://www.rae.es/gramática/cuestiones-generales/introducción. Acesso em: 9 out. 2025.
No trecho “estudio de los significados de todas las expresiones complejas así constituidas”, o texto faz referência à
I.Morphology deals with the structure and formation of words.
II.Semantics focuses on how context influences the intended meaning of utterances.
III.Syntax studies how words combine to form sentences.
It is correct what is stated in:
Texto 2: A Linguística e o Ensino da Língua Portuguesa no Brasil: Uma Visão Crítica
O ensino da Língua Portuguesa, é praticamente um consenso no meio educacional brasileiro, apresenta-se, em geral, insatisfatório, improdutivo, não propiciando a formação de leitores e produtores textuais proficientes, afinal, o seu objetivo central. Que interesse, que estímulo pode ter, então, tal ensino para professores e alunos? A não ser para professores que se rejubilem, se sintam realizados, só porque suas turmas estão classificando com acerto, por exemplo, as orações coordenadas, numa prática, não obstante, frequentemente mecânica. A simples presença de um “mas”, numa frase, conduziria o aluno ao emprego do termo gramatical correspondente: oração coordenada adversativa.
Trata-se, evidentemente, de uma análise que, se bem que seja útil como meio de comprovação, mostra-se insuficiente, redutora, muitas vezes, na apreensão do sentido da oração na frase em que ocorre. Procedendo deste modo, teríamos análises idênticas para a oração coordenada em frases como “Ele agrediu o vizinho, mas foi por justa causa” e “Foi por justa causa, mas ele agrediu o vizinho”, quando, na verdade, a estruturação semântica das duas é oposta, porque os pontos de vista argumentativos são opostos. Em uma análise gramatical plena, deve-se apreender sempre o intento, o sentir do falante, de maneira a distinguir acepções textuais ou sentidos diversos, como no caso do “mas”, em enunciados com as mesmas unidades linguísticas.
Convive-se, desta maneira, com um ensino que, em geral, não cultua a prática reflexiva da língua, o seu domínio, em suas variedades e em seus modos diversos de dizer, que não motiva, assim, o gosto pelo seu estudo, pela leitura compreensiva de seus textos e pela produção constante destes, compartimentado em aulas de redação, aulas de exercícios de gramática normativa, ou descritiva, e aulas de leitura, que parece longe, cada vez mais, de contribuir, por exemplo, para o florescer do sentimento poético dos estudantes, tão fundamental na formação de uma cidadania integral.
Lamentável tal situação, quando se tem a compreensão de a linguagem ser imprescindível para a definição do homem. Possuidor da palavra é que o homem torna-se senhor do mundo da natureza e do mundo dos espíritos, como enfatiza o instigante linguista italiano Antonino Pagliaro, ou, como assevera Coseriu, a linguagem é o primeiro fenômeno da liberdade do homem (...). O homem vive em um mundo linguístico que ele mesmo criou como ser histórico. Pode-se ter objeto mais fascinante de estudo?
Ao fazer, já ao final do curso de graduação, indagações aos alunos sobre aspectos básicos do fenômeno linguístico, tinha, frequentemente, surpresas desagradáveis (por exemplo, a gíria ser identificada como linguagem desleixada, ou com a fala de quem não tem bom domínio da língua). Como é profundamente constrangedor, já ressaltei em outro texto, ouvir um professor de português opinar sobre assuntos linguísticos correntes como se leigo fosse, através, por exemplo, de julgamentos como “o português é uma língua complexa e de aquisição difícil”.
CARLOS EDUARDO FALCÃO UCHÔA
Na frase, enfatiza-se a articulação entre elementos constitutivos da linguagem, que podem ser denominados:
Em uma escola pública brasileira, uma professora de Língua Portuguesa do 9º ano passou a receber, ao longo do ano letivo, um número crescente de estudantes migrantes oriundos de um país em crise humanitária. Esses estudantes, falantes nativos de espanhol, chegaram com pouco conhecimento do português. Ao perceber as dificuldades enfrentadas por esses estudantes na comunicação e na participação em sala de aula, a professora buscou estratégias de acolhimento linguístico que permitissem tanto a integração dos migrantes quanto o engajamento dos estudantes brasileiros no processo.
Ao notar risos dos colegas brasileiros diante da pronúncia distinta dos migrantes falantes de espanhol — que diziam “Raque[l]”, a professora decidiu abordar a questão das diferenças fonético-fonológicas entre os estudantes e refletir com a turma sobre os impactos desses contrastes na interação entre os falantes de português e do espanhol no contato linguístico produzido na sala de aula. Nesse caso específico, e para elaborar sua proposta, a professora deve considerar que
Considerando os principais marcos, assinale a alternativa que apresenta a sequência cronológica correta desses processos.
SILVA, Keyla. Um estudo sobre as propriedades morfossintáticas e semânticas dos verbos espaciais em Língua de Sinais Brasileira. 2023. Tese (Doutorado em Linguística) – Universidade de Brasília, Brasília, 2023.
No que se refere à semântica da Libras, é correto afirmar que:
I – O Eixo da Análise Linguística/Semiótica envolve os procedimentos e estratégias (meta)cognitivas de análise e avaliação consciente, durante os processos de leitura e de produção de textos (orais, escritos e multissemióticos), das materialidades dos textos, responsáveis por seus efeitos de sentido, seja no que se refere às formas de composição dos textos, determinadas pelos gêneros (orais, escritos e multissemióticos) e pela situação de produção, seja no que se refere aos estilos adotados nos textos, com forte impacto nos efeitos de sentido.
II –As formas de composição dos textos dizem respeito à coesão, coerência e organização da progressão temática dos textos, influenciadas pela organização típica (forma de composição) do gênero em questão.
(Silva, T. C. Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Editora Contexto, 2003, p.23).
Avalie as descrições das principais áreas de interesse da fonética:
I. A Fonética Acústica compreende o estudo da produção da fala do ponto de vista fisiológico e articulatório.
II. A Fonética Articulatória compreende o estudo das propriedades físicas dos sons da fala a partir de sua transmissão do falante ao ouvinte.
III. A Fonética Auditiva compreende o estudo da percepção da fala.
IV. A Fonética Instrumental compreende o estudo das propriedades físicas da fala, levando em consideração o apoio de instrumentos laboratoriais.
Assinale a alternativa que contenha APENAS as afirmações corretas.
“O cliente foi absolvido das acusações, mas não absorvido pelas críticas públicas, pois muitos o censuraram em vez de elogiá-lo, já que alguns confundiram ‘ratificar’ com ‘retificar’ nos documentos”.
Assinale a alternativa que classifica corretamente os fenômenos lexicais destacados na ordem em que aparecem: absolvido/absorvido, censuraram/elogiá-lo, ratificar/retificar.
I. A pragmática inclui o exame de fenômenos como pressuposição, implícitos e atos de fala, que influenciam a interpretação textual.
II. A compreensão pragmática independe do contexto, pois decorre exclusivamente da estrutura gramatical e lexical da frase.
III. No ensino de leitura, a perspectiva semântico-pragmática permite desenvolver a competência de inferir sentidos não explícitos a partir de pistas textuais e situacionais.
IV. A análise pragmática desconsidera elementos extralinguísticos, pois seu foco é restrito ao enunciado enquanto estrutura formal.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do excerto.
Professor: Sim, como no português. Pense na palavra “banco”. Quantos significados você consegue lembrar?
O diálogo retrata uma possível situação em sala de aula de Língua Inglesa. Para argumentar que qualquer língua possa trazer dificuldades para seu falante ou aprendiz, o professor recorre a um exemplo que se insere na área da linguística denominada