Questões de Concurso
Comentadas sobre teorias dos estudos da tradução e estudos da interpretação em libras
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Existem alguns modelos de processamento no ato da tradução, sendo que um deles baseia-se nas interações entre os participantes, onde o intérprete deve reconhecer o contexto, os participantes, os objetivos e a mensagem, esse modelo é o:
Quanto à competência referencial é, CORRETO afirmar que:
I. As competências tradutórias e interpretativas são essenciais para a formação do tradutor/intérprete de Libras e Português. II. A competência interpretativa também engloba conhecimentos pragmáticos, sociolinguísticos, textuais e gramaticais. III. Todo tradutor/intérprete necessita ter a capacidade de gerenciar sua atuação, bem como manter o controle emocional e psíquico em momentos de atuação simultânea. IV. A subcompetência extralinguística somente é relevante para os processos de interpretação consecutiva, que remetem ao conhecimento enciclopédico e cultural das línguas envolvidas.
Assinale a alternativa correta:
Segundo Quadros (2004), são tradutores e intérpretes:
I – Professores de surdos proficientes em ambas as línguas, língua brasileira de sinais e língua portuguesa;
II – Filhos de pais surdos que comprovam fluência em Libras e em Língua Portuguesa, além de amplo conhecimento cultural e identitário da comunidade surda Brasileira;
III – Profissional que domina a língua de sinais e a língua falada do país e que é qualificado para desempenhar a função de intérprete;
IV – Profissional intérprete que tenha a formação específica na área de sua atuação (por exemplo, a área da educação);
V - Pessoas ouvintes que dominam a língua de sinais com convívio com a comunidade surda por mais de cinco anos.
Segundo Albres (2010), há algumas considerações preliminares para interpretação da Língua de Sinais para língua portuguesa oral. Analise os excertos que sejam correspondentes.
I – A entonação - A mesclagem de voz consiste da variação emocional (alegria, tristeza, euforia,) e variação da entonação da impostação vocal (projeção, relação grave agudo, ressonância).
II – A invisibilidade da interpretação oral - Nesse tipo de interpretação o profissional deve ficar entre o emissor e o receptor, considerando que o destaque deve ser atribuído ao intérprete e não para o sinalizador.
III – A velocidade da fala - o intérprete deve acompanhar o ritmo do conferencista que faz uso da língua de sinais (emissor), a depender da característica deste, pode utilizar alguns recursos que serão importantes para melhorar a qualidade da sua comunicação.
IV – A articulação - Uma voz bem postada, sonora, com timbre melodioso é o pré-requisito para uma boa interpretação, independente da forma como se fala.
V - Capturar o perfil do Sinalizador - Nesse caso o intérprete tem certa autonomia para captação e imitação do texto-base, sempre levando em consideração as características culturais e linguísticas inerentes ao emissor.