Questões de Concurso Comentadas sobre libras
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A Libras, como qualquer outra língua natural, apresenta em seu léxico empréstimos linguísticos, sejam motivados pelo contato entre Libras e português, sejam decorrentes do contato da Libras com outras línguas de sinais.
Configuram sinais da Libras, criados a partir de empréstimos linguísticos, os dois exemplos apresentados em:
A inclusão de crianças e jovens surdos nos contextos educacionais demanda experiências linguísticas e culturais plenamente acessíveis.
Para que essa demanda seja efetiva e amplamente contemplada, é necessário que o poder público se comprometa com a
Pizzio, Rezende e Quadros explicam:
A forma do sinal utilizado com função de pronome pessoal é realizada pelo dedo indicador (um index) diretamente apontado para um ponto no espaço. Se o referente estiver presente na situação comunicativa, a apontação será feita diretamente para tal referente.
No caso de referentes ausentes, a referenciação pronominal, ao longo de um ato comunicativo, é realizada por
A escola deve preocupar-se não apenas com a identidade surda do aluno, mas, também, com outras identidades manifestadas pelos sujeitos. A identidade surda é apenas uma delas; existem as identidades voltadas ao gênero, à cor, à raça, etc.
Uma afirmação que corresponde a esse modo de conceber a identidade é:
As pesquisas apontam a existência de cinco componentes na estruturação dos sinais, os chamados parâmetros das línguas de sinais: a configuração de mão, o ponto de articulação, o movimento, a orientação e as expressões não manuais.
Qual das duplas a seguir pode ser considerada um par mínimo em Libras, ou seja, uma dupla de sinais que se diferenciam por um único parâmetro?
Ao traduzir determinadas frases de língua portuguesa para Libras, o intérprete faz uso de sinais da Libras classificados morfossintaticamente como verbo com concordância ou direcional.
Tal fato ocorre na tradução de:
O texto acima foi retirado do livro A História da Minha Vida, escrito em 1905, pela americana Helen Keller, que ficou surdocega aos oito meses de vida. Pensando na educação de surdocegos, observa-se que, no Brasil,
A compreensão mais atual do trabalho de tradução e interpretação entre línguas considera essas práticas como lugar de construção e produção de sentidos, que pressupõe uma postura dialógica no ato tradutório. O tradutor- -intérprete no exercício de seu trabalho não lida com palavras ou sinais isolados, mas com enunciados concretos e seus sentidos no discurso.
A opção que melhor corresponde a essa concepção é a de que o tradutor-intérprete deve
Está de acordo com o modo de conceber a atuação do intérprete educacional, expressa no texto acima, a declaração de que a inclusão do aluno surdo é
O Implante Coclear em crianças surdas é objeto de intenso questionamento na comunidade surda. Entre as diferentes críticas presentes nesse debate, pode-se destacar a ideia de “normalização da surdez”.
Com base na visão socioantropológica da surdez, o argumento que se alinha a essa ideia é o de que implante coclear
No ano de 2013, o Instituto Nacional de Educação de Surdos criou um canal de televisão denominado TVINES que conta com uma grade de programação variada. Essa importante conquista da comunidade surda brasileira caracteriza-se por uma série de inovações.
Entre essas inovações, podemos destacar a(o)
No livro Implante Coclear: normalização e resistência surda encontramos a seguinte afirmação:
(...) vejo os sujeitos surdos em sua constituição social, cultural e linguística. Isso significa que parto do entendimento de que o sujeito surdo não possui uma natureza dada que o determine como anormal, deficiente, etc. Qualquer representação surda é uma invenção cultural que pode ser determinada por distintos discursos, sejam eles de base clínica, psicológica, pedagógica, religiosa, linguística, entre outros. Posiciono-me dentro de um campo de saber que entende os sujeitos surdos como pertencentes a uma comunidade linguística e cultural distinta.
REZENDE, Patrícia Luiza Ferreira. Implante Coclear: normalização e resistência. Curitiba, PR: CRV, 2012.
Qual é a concepção de surdez expressa no texto acima: