Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação e tradução de línguas de sinais em libras
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Esse tipo de tradução-interpretação é conhecido como
Tem-se como marco do surgimento da interpretação simultânea entre línguas orais
O papel do tradutor-intérprete de Libras nos movimentos surdos tem sido
O guia-intérprete do sujeito surdo-cego tem a mesma formação do tradutor e intérprete da LIBRAS, pois eles devem dominar a língua de sinais e as diferentes formas de comunicação que possibilitem o acesso à informação de que seus assistidos necessitam.
O sujeito surdo-cego que usa a língua de sinais, além de utilizar a modalidade viso-espacial, lança mão da modalidade sinestésica-espacial, visualizando mentalmente características de cada sinal por meio do movimento.
Para permitir e melhorar a comunicação no ambiente do sujeito surdo-cego, podem ser utilizados vários recursos, como sinais, leitura tátil das vibrações produzidas durante a emissão verbal (Tadoma), sistema braile e alfabeto datilológico manual.
Tradutor e intérprete da LIBRAS têm como atribuições efetuar comunicação entre surdos e ouvintes, surdos e surdos, surdos e surdo-cegos, surdo-cegos e ouvintes, por meio da LIBRAS para a língua oral e vice-versa.
A formação de tradutor e intérprete da LIBRAS cabe a qualquer organização social, desde que o certificado por ela expedido seja convalidado por instituição de ensino superior pública ou particular.
O intérprete deve exercer sua profissão com rigor técnico, protegendo o direito de sigilo das informações recebidas, salvo nos casos em que acredite ser necessário divulgá-las a associações ou aos responsáveis pelo surdo.
A União, diretamente ou por intermédio de instituições credenciadas, deve realizar, anualmente, o exame nacional de proficiência em Tradução e Interpretação da LIBRAS – Língua Portuguesa.
A formação de tradutor e intérprete em nível médio poderá ser realizada por meio de cursos de educação profissional, reconhecidos pelo sistema que os credenciou, de cursos de extensão universitária ou de cursos de formação continuada promovidos pelas instituições de ensino superior e pelas instituições credenciadas por secretarias de educação.
O exame de proficiência em Tradução e Interpretação da LIBRAS – Língua Portuguesa deve ser realizado por banca examinadora de amplo conhecimento dessa função, composta por comunidade surda ou por intérprete vinculado a instituição particular.
Compete ao intérprete educacional realizar mediação linguística do aluno surdo com o aluno ouvinte ou com o professor; ou com os alunos presentes, sejam eles surdos ou ouvintes.
O intérprete educacional deve orientar o professor a realizar adaptações curriculares, instruindo-o a reduzir os conteúdos e a simplificar as atividades.
De acordo com o Decreto n.º 5.626/2005, o profissional tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais ouvinte deverá possuir nível superior e competência e fluência na LIBRAS a fim de realizar a interpretação das duas línguas, de maneira simultânea e consecutiva, tendo a base mais forte em língua portuguesa.