Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação e tradução de línguas de sinais em libras
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Em relação ao Código de Conduta Ética da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-Intérpretes de Línguas de Sinais (FEBRAPILS), publicado em 13 de abril de 2014, considere as afirmações abaixo.
I - É permitido ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete usar de qualquer propaganda pessoal no exercício de sua função.
II - É vedado ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete executar qualquer ato que caracterize concorrência desleal ou exploração do trabalho de colegas.
III- É vedado ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete usar informações confidenciais traduzidas ou interpretadas para benefício próprio ou para ganho profissional.
Quais estão corretas?
Quando me aproximei, imediatamente Júlia procurou se pendurar em mim, agarrando-se ao meu pescoço para, no seu modo de conhecer o mundo, sentir meu cheiro e me lamber. Apesar da intensidade emocional e física do contato, logo em seguida, ela retornou para dentro de si mesma, na observação dos movimentos de suas mãos, indo e vindo da boca até bem junto aos olhos, buscando nesta repetição, quem sabe, a resolução de algo que a faria libertar-se do círculo vicioso em que vivia presa.
Ismênia Carolina M. G. Bosco. Relato de um caso de surdocegueira em
escola comum. In: Surdocegueira e deficiência múltipla. Brasília: Ministério da
Educação. Secretaria de Educação Especial. Universidade Federal do Ceará, 2010
(Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
Considerando o relato apresentado, julgue o item a seguir, a respeito do comportamento de pessoas surdocegas.
Apesar do seu pseudoisolamento, a pessoa surdocega apresenta
grande habilidade em presumir eventos futuros a partir de
pistas do ambiente.
Quando me aproximei, imediatamente Júlia procurou se pendurar em mim, agarrando-se ao meu pescoço para, no seu modo de conhecer o mundo, sentir meu cheiro e me lamber. Apesar da intensidade emocional e física do contato, logo em seguida, ela retornou para dentro de si mesma, na observação dos movimentos de suas mãos, indo e vindo da boca até bem junto aos olhos, buscando nesta repetição, quem sabe, a resolução de algo que a faria libertar-se do círculo vicioso em que vivia presa.
Ismênia Carolina M. G. Bosco. Relato de um caso de surdocegueira em
escola comum. In: Surdocegueira e deficiência múltipla. Brasília: Ministério da
Educação. Secretaria de Educação Especial. Universidade Federal do Ceará, 2010
(Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
Considerando o relato apresentado, julgue o item a seguir, a respeito do comportamento de pessoas surdocegas.
A defesa tátil é a forma como a criança surdocega experimenta
e reage, emocionalmente, às sensações do tato.
Quando me aproximei, imediatamente Júlia procurou se pendurar em mim, agarrando-se ao meu pescoço para, no seu modo de conhecer o mundo, sentir meu cheiro e me lamber. Apesar da intensidade emocional e física do contato, logo em seguida, ela retornou para dentro de si mesma, na observação dos movimentos de suas mãos, indo e vindo da boca até bem junto aos olhos, buscando nesta repetição, quem sabe, a resolução de algo que a faria libertar-se do círculo vicioso em que vivia presa.
Ismênia Carolina M. G. Bosco. Relato de um caso de surdocegueira em
escola comum. In: Surdocegueira e deficiência múltipla. Brasília: Ministério da
Educação. Secretaria de Educação Especial. Universidade Federal do Ceará, 2010
(Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
Considerando o relato apresentado, julgue o item a seguir, a respeito do comportamento de pessoas surdocegas.
Indivíduos com surdocegueira demonstram facilidade em
observar, compreender e imitar o comportamento de pessoas
com quem tenham contato.
Quando me aproximei, imediatamente Júlia procurou se pendurar em mim, agarrando-se ao meu pescoço para, no seu modo de conhecer o mundo, sentir meu cheiro e me lamber. Apesar da intensidade emocional e física do contato, logo em seguida, ela retornou para dentro de si mesma, na observação dos movimentos de suas mãos, indo e vindo da boca até bem junto aos olhos, buscando nesta repetição, quem sabe, a resolução de algo que a faria libertar-se do círculo vicioso em que vivia presa.
Ismênia Carolina M. G. Bosco. Relato de um caso de surdocegueira em
escola comum. In: Surdocegueira e deficiência múltipla. Brasília: Ministério da
Educação. Secretaria de Educação Especial. Universidade Federal do Ceará, 2010
(Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
Considerando o relato apresentado, julgue o item a seguir, a respeito do comportamento de pessoas surdocegas.
Pouca quantidade de estímulos recebidos do mundo externo
pode resultar em hábitos substitutivos e inapropriados de
autoestimulação pela pessoa com surdocegueira.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atentar para as especificidades da comunidade surda,
conduzindo e promovendo ações pontuais e ágeis para servi-la.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
respeitar a condição social e econômica dos que recebem
seus serviços, agindo com solidariedade e com a consciência
de que a liberdade de expressão é um direito social.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
priorizar o público surdo em detrimento do público ouvinte,
traduzindo apenas da língua oral para a LIBRAS, e não
da LIBRAS para a língua oral.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com parcialidade para garantir a fidelidade dos conteúdos
que lhe couber traduzir.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atuar sem preconceito de origem, raça, credo religioso,
idade, sexo ou orientação sexual ou gênero.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com honestidade, o que constitui conduta suficiente
para garantir a proteção do sigilo das informações recebidas.
Em sala de aula, esses profissionais devem atuar não apenas como intérpretes, mas também como professores, pois, no meio escolar, cabe-lhes a responsabilidade de ensinar.
Em sala de aula, é conveniente que os tradutores e intérpretes da LIBRAS dominem pelo menos os seguintes eixos do saber: o linguístico, o discursivo, o disciplinar e o pedagógico.
Os professores intérpretes devem proporcionar aos alunos surdos a compreensão de conteúdos curriculares e de atividades acadêmicas, principalmente em sala de aula, no mesmo nível e complexidade que as recebem os demais alunos.
O intérprete educacional atua como profissional intérprete da LIBRAS no meio escolar, onde sua principal função é intermediar a comunicação entre equipe pedagógica e pais surdos.
A formação do TILS e do GI deve ser oferecida pela
instituição de trabalho à qual eles estejam vinculados,
garantindo, assim, um profissional habilitado e ético. Essa
característica de área ocorre como consequência da sua
formação técnica, que, por ser multidisciplinar, necessita de
cursos que ofereçam assuntos concernentes à profissão, como
conhecimentos linguísticos, ou outros, para desempenho de sua
função.
Tanto o tradutor e intérprete quanto o guia-intérprete somente devem aceitar serviços de tradução compatíveis com o seu nível de competência tradutória, considerando as circunstâncias específicas da situação de tradução e as necessidades dos solicitantes e beneficiários.
O tradutor e intérprete de línguas de sinais deve ter uma postura neutra, que evite expressar opiniões e valores, durante o transcurso da interpretação. Essa posição garante legitimidade e ética na sua atuação, seja no campo jurídico, comunitário ou acadêmico.
Durante tradução em atos legais, é estritamente vedada ao profissional a paráfrase de textos legais e normativos, pois a interpretação da lei deve ser a mesma por surdos e ouvintes.