Questões de Concurso
Comentadas sobre educação dos surdos em libras
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A respeito da alteridade e da representação das pessoas com deficiência na sociedade, julgue o item a seguir.
A alteridade baseia-se no princípio da representação do sujeito,
individual e independente, na medida em que expressa
a qualidade ou o estado do que é próprio do indivíduo,
sem afetar diretamente o outro, seja este igual ou diferente.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atentar para as especificidades da comunidade surda,
conduzindo e promovendo ações pontuais e ágeis para servi-la.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
respeitar a condição social e econômica dos que recebem
seus serviços, agindo com solidariedade e com a consciência
de que a liberdade de expressão é um direito social.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
priorizar o público surdo em detrimento do público ouvinte,
traduzindo apenas da língua oral para a LIBRAS, e não
da LIBRAS para a língua oral.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com parcialidade para garantir a fidelidade dos conteúdos
que lhe couber traduzir.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atuar sem preconceito de origem, raça, credo religioso,
idade, sexo ou orientação sexual ou gênero.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com honestidade, o que constitui conduta suficiente
para garantir a proteção do sigilo das informações recebidas.
Em sala de aula, esses profissionais devem atuar não apenas como intérpretes, mas também como professores, pois, no meio escolar, cabe-lhes a responsabilidade de ensinar.
Com a entrada do professor francês Ernest Huet no Imperial Instituto de Surdos-Mudos, o número de discentes surdos no instituto aumentou significativamente, devido ao reconhecimento dado pelas famílias de surdos ao trabalho desse educador.
Na educação de surdos nos Estados Unidos, a partir de 1821, todas as escolas de surdos passaram a seguir o mesmo padrão de ensino: o uso de sinais para a comunicação entre professores e alunos.
A escola alemã de Samuel Heinick foi a primeira a priorizar o ensino formal de língua de sinais para os surdos.
Na atualidade, são considerados expressões culturais surdas as artes surdas e o teatro com expressão visual e corporal.
Segundo Strobel (2009), a história de surdos pode ser dividida em três grandes períodos: revelação cultural; isolamento cultural e despertar cultural.
Em se tratando de criança surda filha de pais ouvintes, o desenvolvimento linguístico dela na LIBRAS pode ficar prejudicado se ela adquirir a língua após o chamado período crítico, que se estende, aproximadamente, dos dois anos de idade até a puberdade.
A LIBRAS se diferencia de outras línguas de sinais por ter uma ordem de sentença invariável, o que facilita o aprendizado dessa língua.
No processo de aquisição de língua de sinais, crianças surdas filhas de pais surdos não cometem erros de reversão pronominal.
A aquisição de língua de sinais por crianças surdas filhas de pais surdos acontece de forma muito similar à aquisição de línguas orais por crianças ouvintes filhas de pais ouvintes.
Enquanto a língua portuguesa dispõe de uma morfologia verbal para indicação do tempo em que determinado evento ocorre, na LIBRAS é necessário acrescentar à sentença sinais que indiquem tempo, como itens lexicais e sinais adverbiais que marcam passado, presente e futuro.
Na LIBRAS, os sinais de CONHECER, AMIGO e TRABALHO são exemplos que ilustram o chamado princípio da arbitrariedade, conforme o qual não há relação direta e obrigatória entre forma e significado nas línguas naturais.
Enquanto na língua portuguesa pares mínimos são identificados por critérios fonológicos, como, por exemplo, na diferença entre as palavras pato e bato, na LIBRAS pares mínimos manifestam-se unicamente por diferentes configurações de mão.