Questões de Concurso
Comentadas sobre código de conduta e ética dos tradutores e intérpretes de libras em libras
Foram encontradas 239 questões
O artigo 5º do Código de Conduta e Ética da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-Intérpretes de Língua de Sinais (FEBRAPILS) discorre sobre os princípios definidores para a conduta profissional do TILS e GI (Guia Intérprete), que são:
I. Confidencialidade;
II. Competência Tradutória;
III. Respeito ao contratante do serviço;
IV. Compromisso pelo desenvolvimento profissional.
Estão corretos os itens:
( ) Com o trabalho de parceria, o intérprete não precisa se esforçar; ( ) A postura ética, uma vez já obtida, não é necessário continuar estudando; ( ) O intérprete deve se esforçar constantemente para melhorar cada vez mais a sua forma de dizer o “mesmo” a outros, o que pressupõe um contato permanente com os surdos; ( ) O intérprete precisa se esforçar apenas quando atua em contexto educacional, pois precisa conhecer os conceitos em sala de aula.
l. O intérprete guardará informações confidenciais e não poderá trair confidencias, as quais foram confiadas a ele; ll. O intérprete deve manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo; lll. O intérprete deve adotar uma conduta adequada de se vestir, sem adereços, mantendo a dignidade da profissão e não chamando a atenção indevida sobre si mesmo, durante o exercício da função; lV. Reconhecendo a necessidade para seu desenvolvimento profissional, o intérprete deve agrupar-se com colegas profissionais com o propósito de dividir novos conhecimentos de vida e desenvolver suas capacidades expressivas e receptivas em interpretação e tradução.
Considere as afirmações abaixo sobre processos de tradução.
I - O profissional define o seu ritmo de acordo com o prazo.
II - O texto está disponível em um suporte físico ou virtual, o qual pode ser relido conforme a necessidade do profissional de tradução.
III- O produto final não deve passar por revisões e alterações antes da entrega ao cliente.
Quais estão corretas?
Em relação ao Código de Conduta Ética da Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-Intérpretes de Línguas de Sinais (FEBRAPILS), publicado em 13 de abril de 2014, considere as afirmações abaixo.
I - É permitido ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete usar de qualquer propaganda pessoal no exercício de sua função.
II - É vedado ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete executar qualquer ato que caracterize concorrência desleal ou exploração do trabalho de colegas.
III- É vedado ao Tradutor e Intérprete de Línguas de Sinais e ao Guia-Intérprete usar informações confidenciais traduzidas ou interpretadas para benefício próprio ou para ganho profissional.
Quais estão corretas?
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
respeitar a condição social e econômica dos que recebem
seus serviços, agindo com solidariedade e com a consciência
de que a liberdade de expressão é um direito social.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com parcialidade para garantir a fidelidade dos conteúdos
que lhe couber traduzir.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
atuar sem preconceito de origem, raça, credo religioso,
idade, sexo ou orientação sexual ou gênero.
A Lei n.º 12.319/2010, que regulamenta a profissão de tradutor e intérprete da LIBRAS, estabelece que, no exercício de sua profissão, os intérpretes devem
agir com honestidade, o que constitui conduta suficiente
para garantir a proteção do sigilo das informações recebidas.
A formação do TILS e do GI deve ser oferecida pela
instituição de trabalho à qual eles estejam vinculados,
garantindo, assim, um profissional habilitado e ético. Essa
característica de área ocorre como consequência da sua
formação técnica, que, por ser multidisciplinar, necessita de
cursos que ofereçam assuntos concernentes à profissão, como
conhecimentos linguísticos, ou outros, para desempenho de sua
função.
Tanto o tradutor e intérprete quanto o guia-intérprete somente devem aceitar serviços de tradução compatíveis com o seu nível de competência tradutória, considerando as circunstâncias específicas da situação de tradução e as necessidades dos solicitantes e beneficiários.
O tradutor e intérprete de línguas de sinais deve ter uma postura neutra, que evite expressar opiniões e valores, durante o transcurso da interpretação. Essa posição garante legitimidade e ética na sua atuação, seja no campo jurídico, comunitário ou acadêmico.
Durante tradução em atos legais, é estritamente vedada ao profissional a paráfrase de textos legais e normativos, pois a interpretação da lei deve ser a mesma por surdos e ouvintes.