Questões de Concurso Comentadas sobre revoluções liberais na europa : ondas de 1820, 1830 e 1848 em história

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Q3673116 História

 O neoliberalismo é uma ideologia econômica e política que surgiu no século XX, ganhando destaque a partir da década de 1970. Sobre as concepções ideológicas do neoliberalismo, analise os itens abaixo:


I.O neoliberalismo defende a redução do tamanho do Estado e a intervenção do Estado na economia e na sociedade, mas isso não inclui a privatização de empresas estatais.


II.O neoliberalismo enfatiza a importância do mercado livre como mecanismo eficiente para a alocação de recursos.


III.Os neoliberais são geralmente defensores do livre comércio internacional, mas são contra barreiras comerciais.


IV.O neoliberalismo enfatiza que as pessoas devem ser responsáveis pelo seu próprio bem-estar econômico e que os benefícios sociais devem ser ilimitados.


Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):

Alternativas
Q2431277 História

Sobre o processo de consolidação das revoluções liberais, assinale a alternativa que define o significado do “golpe do 18 de Brumário”, ocorrido em 1851 na França.

Alternativas
Q2344303 História
“A crença socialista nas restrições e determinantes sociais da democracia – a importância do social na democracia social – foi uma ampliação fundamental da ideia democrática. Contudo, sob certos aspectos, esta última continuou fortemente reduzida. Na maior parte dos movimentos democráticos iniciais, com exceção dos socialistas utópicos do início do século XIX, a soberania popular permaneceu uma prerrogativa masculina. O cartismo, na GrãBretanha, o mais notável desses primeiros movimentos, deixou isso especialmente claro, pois seus famosos Seis Pontos para a democratização da Constituição, elaborados em 1837-38, excluíram expressamente o voto feminino.” 
(ELEY, Geoff. Forjando a democracia: a história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Perseu Abramo, 2005. p. 47). 

Para compreender o lugar secundário das mulheres no movimento operário britânico, devemos considerar aspectos enraizados na estrutura social em que ainda predominava(m)

Alternativas
Q2240364 História
Sobre as Revoluções de 1848 na França, analise as assertivas abaixo:
I. A monarquia de Luis Felipe era controlada pela alta burguesia conservadora, que mantinha o voto censitário e apresentava limitações democráticas ao processo eleitoral, fatores que, somados à corrupção, aumentaram a oposição de republicanos liberais, socialistas e bonapartistas ao governo francês.
II. O governo procurou sufocar a oposição através da proibição de associações, da imprensa e da ação do Parlamento, desencadeando a Revolução de Fevereiro com intensa mobilização popular e operária, levando ao retorno do sistema republicano.
III. A Segunda República, proclamada pela união de liberais e socialistas, entre outras medidas, incluiu a autorização dos sindicatos, o direito de greve e a criação de oficinas nacionais com o objetivo de solucionar o desemprego e organizar unidades socialistas de produção.
IV. Amedrontada pelas conquistas socialistas, a burguesia buscou uma união com outros setores de proprietários e obteve uma vitória significativa nas eleições para a Assembleia Constituinte. Uma nova onda popular varreu Paris, sendo duramente reprimida. Em dezembro de 1848, Luís Bonaparte era eleito presidente.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2240362 História
Considerando o contexto das Revoluções Inglesas, assinale a alternativa INCORRETA sobre as características da República Puritana, governada por Oliver Cromwell. 
Alternativas
Q2201662 História
“Marx e Engels denunciavam o que estava sendo feito no progresso dilacerador do capitalismo e do imperialismo; insistiam em que era necessário que os homens lutassem no sentido de suplantá-los e nos indicaram alguns caminhos. No entanto, nessa denúncia estava implícito um outro conjunto de julgamentos de valor: a burguesia havia ‘salvado uma parte considerável da população da idiotice da vida rural’; as nações subjugadas eram ‘bárbaras e semibárbaras’: as potências dominantes eram ‘civilizadas’. Assim, com base nesse tipo de confiança nos valores singulares de modernização e da civilização foi criada uma distorção fundamental na história do comunismo”.
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade: na história e na literatura. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 493.
No excerto acima, extraído da obra O campo e a cidade, Raymond Williams aponta que Marx e Engels, em seu Manifesto comunista, haviam afirmado que relações de centralização e de dependência tinham criado condições favoráveis à revolução. Sobre este contexto, analise as afirmativas abaixo.
I. Engels teria sido um dos primeiros a compreender a cidade moderna como uma consequência social e física do capitalismo, sobretudo com a publicação da obra A situação da classe operária na Inglaterra em 1844.  II. Williams entende que Marx e Engels viam o proletariado urbano empobrecido como um corpo coletivo que aprenderia e criaria novas formas de sociedade, superior àquela existente. III. Para Williams há uma ambiguidade na argumentação de Marx e Engels e que está no excerto acima: se as formas de desenvolvimento burguês continham, ainda que não isentas de suas próprias contradições, valores superiores à “idiotice rural”, então qualquer programa, em nome do proletariado, poderia ser justificado e imposto.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2113406 História
Sobre o conflito armado que encerrou abruptamente a chamada “Belle Époque” europeia, podemos afirmar. 
Alternativas
Q2085281 História
O elo entre os assuntos públicos e as artes é particularmente forte nos países onde a consciência nacional e os movimentos de libertação ou de unificação nacional estavam se desenvolvendo. Não foi por acaso que o despertar ou ressurreição das culturas literárias nacionais na Alemanha, na Rússia, na Polônia, na Hungria, nos países escandinavos e em outras partes coincidisse com [...] a afirmação da supremacia cultural da língua vernácula e do povo nativo, ante uma cultura aristocrática e cosmopolita que constantemente empregava línguas estrangeiras.
(Eric J. Hobsbawm, 2007. p. 355-356.)
A restauração monárquica, uma das propostas do congresso de Viena, encontrou resistência em grande parte da Europa Ocidental, e vários movimentos revolucionários eclodiram, ao longo da primeira metade do século XIX, muitos deles impulsionados:
Alternativas
Q2606607 História
Leia as reflexões colocadas por E. Hobsbawn:
“O elemento demoníaco na acumulação capitalista, a busca ininterrupta e a busca de mais, além dos cálculos da racionalidade ou do propósito, a necessidade ou os extremos do luxo, tudo isso os encantava. Alguns de seus heróis mais característicos, Fausto e Don Juan, compartilhavam essa insaciável ganância com os bucaneiros do mundo dos negócios dos romances de Balzac.”
Fonte: HOBSBAWN, Eric. A Era das Revoluções. Paz e Terra, 2013, p. 281.
As articulações propostas por Hobsbawn, ao referenciar-se sobre a condição da humanidade moderna, implica considerar que 
Alternativas
Q2401014 História

O surgimento do Movimento Operário no século XIX foi

Alternativas
Q2026703 História
Acerca das revoluções inglesas do século XVII, que foram marcantes e prepararam o país para as profundas transformações que ocorreram na política, na economia e na sociedade, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1927957 História

    De acordo com o historiador britânico Eric Hobsbawm, na obra A era das revoluções: a Europa – 1789-1848, os movimentos nacionalistas conscientes são resultado das revoluções de 1830, marco da desintegração do movimento revolucionário europeu em segmentos nacionais, organizados primordialmente no âmbito das irmandades conspiratórias do início do século 19 e caracterizados, esses grupos, como “movimentos jovens”.

HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: a Europa – 1789-1848.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008, pp. 189-208.

No que se refere a esses movimentos, julgue (C ou E) o item a seguir.


O movimento nacionalista, já nesse período, encerrava uma grave ambiguidade: os nacionalismos exacerbados ou nacionalismos em expansão (este assumindo o expansionismo característico da Revolução Francesa), como, por exemplo, o movimento dos eslaváfilos russos e a defesa da “Sagrada Rússia” como a “Terceira Roma”, e o nacionalismo germânico que aspirava purificar o mundo com o “espírito alemão”. 

Alternativas
Q1927956 História

    De acordo com o historiador britânico Eric Hobsbawm, na obra A era das revoluções: a Europa – 1789-1848, os movimentos nacionalistas conscientes são resultado das revoluções de 1830, marco da desintegração do movimento revolucionário europeu em segmentos nacionais, organizados primordialmente no âmbito das irmandades conspiratórias do início do século 19 e caracterizados, esses grupos, como “movimentos jovens”.

HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: a Europa – 1789-1848.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008, pp. 189-208.

No que se refere a esses movimentos, julgue (C ou E) o item a seguir.


Pode-se considerar o Movimento dos Jovens Turcos e dos Jovens Tchecos como precursores dos nacionalismos tributários das revoluções de 1830.

Alternativas
Q1927955 História

    De acordo com o historiador britânico Eric Hobsbawm, na obra A era das revoluções: a Europa – 1789-1848, os movimentos nacionalistas conscientes são resultado das revoluções de 1830, marco da desintegração do movimento revolucionário europeu em segmentos nacionais, organizados primordialmente no âmbito das irmandades conspiratórias do início do século 19 e caracterizados, esses grupos, como “movimentos jovens”.

HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: a Europa – 1789-1848.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008, pp. 189-208.

No que se refere a esses movimentos, julgue (C ou E) o item a seguir.


Na década de 1840, o movimento pela Jovem Irlanda deu origem à mais duradoura organização nacionalista originária das organizações conspiratórias do século 19: os Fenianos ou a Fraternidade Republicana Irlandesa, cujo braço executivo foi o recém-extinto Exército Republicano Irlandês. 

Alternativas
Q1927954 História

    De acordo com o historiador britânico Eric Hobsbawm, na obra A era das revoluções: a Europa – 1789-1848, os movimentos nacionalistas conscientes são resultado das revoluções de 1830, marco da desintegração do movimento revolucionário europeu em segmentos nacionais, organizados primordialmente no âmbito das irmandades conspiratórias do início do século 19 e caracterizados, esses grupos, como “movimentos jovens”.

HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: a Europa – 1789-1848.

Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008, pp. 189-208.

No que se refere a esses movimentos, julgue (C ou E) o item a seguir.


Inspirados em Giuseppe Mazzini, político e revolucionário italiano, de 1831 a 1836, teriam se organizado os movimentos da Jovem Itália, Jovem Polônia, Jovem Suíça, Jovem Alemanha e Jovem França.

Alternativas
Q1927928 História

A ideia de “nação”, largamente difundida no século 19, não era algo espontâneo, mas um produto. Também não era historicamente nova, pois expressava características que membros de grupos humanos muito antigos tinham em comum, ou aquilo que os unia contra “estrangeiros”. Precisava, portanto, ser construída. Daí a importância crucial das instituições que podiam impor uniformidade nacional, que eram principalmente o Estado, especialmente a educação estatal, o emprego estatal e o serviço militar. Com base nesse contexto, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Na medida em que Estados-nações eram formados, postos públicos e profissões da civilização progressista se multiplicavam, a educação escolar se tornava mais geral e a migração urbanizava povos rurais. Nesse contexto, escolas e instituições, ao imporem uma língua de instrução, impunham também uma cultura, uma nacionalidade, uma uniformidade política e social.  

Alternativas
Q1927901 História

A respeito do movimento vintista português e das Cortes de Lisboa, julgue (C ou E) o item a seguir. 


O chamado “programa paulista” foi apresentado pelos deputados dessa província nas Cortes portuguesas em fevereiro de 1822. Antônio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e Silva, o principal orador em defesa do projeto, sublinhava a união natural entre os portugueses de todas as partes do mundo, a ser celebrada pela construção de um pacto federativo que contemplasse a delegação de poderes às províncias. 

Alternativas
Q1927900 História

A respeito do movimento vintista português e das Cortes de Lisboa, julgue (C ou E) o item a seguir. 


O deputado Pereira do Carmo, relator do Projeto das Bases da Constituição, sustentava que a Constituição não era um instrumento de regeneração, rejeitando os antigos costumes presentes no direito público português. Com isso, pretendia evitar o despotismo a partir da adoção de um preceituário liberal, exemplificado pela separação dos Poderes. 

Alternativas
Q1927899 História

A respeito do movimento vintista português e das Cortes de Lisboa, julgue (C ou E) o item a seguir. 


No Reino do Brasil, a adesão ao movimento vintista e às Cortes portuguesas ocorreu de maneira multifacetada a partir da formação de Juntas provisórias nas antigas capitanias. O processo foi desencadeado no Pará em janeiro de 1821 e, a seguir, na Bahia em fevereiro de 1821, antes mesmo da aprovação das Bases da Constituição pelos deputados reunidos em Lisboa. 

Alternativas
Q1927898 História

A respeito do movimento vintista português e das Cortes de Lisboa, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Com a eclosão da Revolução do Porto, emergiram duas tendências conflitantes quanto à forma de composição das Cortes. De um lado, advogava-se a convocação das Cortes em moldes tradicionais, com representantes das três ordens. De outro, defendia-se que as Cortes seriam expressão da nação, razão pela qual se fazia necessário adotar critérios representativos em moldes liberais na escolha dos deputados. A despeito de uma tentativa inicial de conciliação desses modelos nas primeiras instruções para as eleições, acabaram prevalecendo os critérios eleitorais espanhóis formulados para Cádiz.

Alternativas
Respostas
21: C
22: E
23: D
24: E
25: D
26: E
27: A
28: C
29: A
30: D
31: C
32: C
33: E
34: C
35: C
36: E
37: E
38: E
39: C
40: C