Questões de Concurso Sobre história
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(BRUNO, Arthur. FARIAS, Airton de. Fortaleza: Uma breve história. Fortaleza, Ed. Demócrito Rocha, 2012. pp.159.)
Durante o Regime Militar, os prefeitos nomeados pelo presidente foram denominados de “prefeitos biônicos”. O nosso último prefeito nomeado foi
(CAVALCANTE, Erinaldo. História e História Local: desafios, limites e possibilidades. Revista História hoje, v. 7 nº 13. 2018.)
De acordo com a citação acima, a referência é feita a metodologias utilizadas no ensino de História para uma consciência histórica da nossa realidade. Em relação às novas metodologias, podemos dizer que
Os principais elementos do Estado são: Território, Povo e Poder. Sobre as teorias sociológicas do Estado estas partem das contribuições de três sociólogos que se debruçaram para compreender o Estado e seus mecanismos institucionais, que possam garantir a ’coerção social". Ao longo da história sobre a evolução da sociedade o Estado se coloca a partir de diversas tipologias, em que representam a formação e ação do "poder coercitivo"no conjunto da sociedade. Essas tipologias podem ser descritas como: Estado feudal, Estado estamental, Estado absoluto e Estado representativo.
Nesse contexto podemos afirmar que:
Relativamente ao cenário mundial da atualidade, julgue o item.
Ao ser desbancado de sua posição de fonte geradora de energia, o petróleo acabou por propiciar algo até então inimaginável: a plena estabilidade política do Oriente Médio, com o fim dos conflitos na região e a resolução do histórico problema palestino.
Diante do surto de varíola de 1904, o presidente Rodrigues Alves decretou a vacinação obrigatória contra a doença – jornais e panfletos produzidos pela população insatisfeita começaram a circular na cidade, acusando Oswaldo Cruz de despotismo sanitário e de ser um cientista “desligado da realidade do país”. Os opositores do presidente afirmavam que essa era uma forma truculenta de impor a vacinação e que deveria ser uma decisão pessoal vacinar-se ou não. Já descontente com as ações precedentes da campanha sanitária e da reforma urbanística que a prejudicava, a população rebelou-se, agredindo os vacinadores.
TASINAFO, C. R.; FREITAS NETO, J. A. de. História Geral e do Brasil. São Paulo: Harbra, 2006. p. 578.
O texto descreve o clima político que antecedeu a Revolta da Vacina. Diante da crise, o presidente Rodrigues Alves
Passante, não chores a minha morte. Se eu vivesse, tu estarias morto.
Disponível em: www.wikipedia.org/epitafio. Acesso em: 03 nov. 2020.
O texto citado é um epitáfio que a tradição popular atribuiu a Robespierre. Esse epitáfio, como documento de uma memória coletiva, revela a
Marx, Freud, Einstein, todos transmitiram a mesma mensagem para a década de 20: o mundo não era o que parecia ser. Os sentidos, cujas percepções empíricas moldaram as nossas ideias de tempo e espaço, certo e errado, lei e justiça, e a natureza do comportamento do homem não eram confiáveis. Além disso, a análise marxista e freudiana se juntaram para minar, cada uma a sua maneira, o sentimento de responsabilidade pessoal e de dever para com o código da verdadeira moral, que era o centro da civilização europeia do século XIX.
JOHNSON, P. Tempos modernos. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1990. p. 9.
A obra do filósofo alemão Karl Marx contribuiu para minar o sentimento de responsabilidade pessoal com o código moral vigente na sociedade europeia ao mostrar que
O vínculo entre os legionários e o comandante começou progressivamente a assimilar-se ao existente entre patrão e cliente na vida civil: a partir da época de Mário e Sila, os soldados procuravam os seus generais para a reabilitação econômica, e os generais usavam os soldados para incursões políticas. Os exércitos tornaram-se instrumentos de comandantes populares e as guerras começaram a ser aventuras privadas de cônsules ambiciosos.
ANDERSON, P. Passagens da antiguidade ao feudalismo. Porto: Afrontamento, 1976. p. 80.
Essa definição da guerra como uma “aventura privada de cônsules ambiciosos” pode ser aplicada no conflito bélico em que
Observe a charge a seguir.

A charge é uma leitura crítica e bem humorada de qual episódio da história do Brasil?
A memória é um elemento essencial do que se costuma chamar identidade, individual ou coletiva, cuja busca é uma das atividades fundamentais dos indivíduos e das sociedades de hoje [...]. Mas a memória coletiva é não somente uma conquista, é também um instrumento e um objeto de poder.
(LE GOFF, J. História e Memória. Campinas: Editora da Unicamp, 5. ed., 2003, p. 469-470.)
A partir dos conhecimentos sobre a Idade Moderna e a Idade Contemporânea, considere as seguintes afirmativas:
1. Em 2020, várias estátuas de Cristóvão Colombo foram derrubadas para se protestar contra o genocídio de povos americanos nativos. 2. A obrigatoriedade do ensino da história e da cultura afro-brasileira e indígena objetiva valorizar a atuação de grupos e indivíduos marginalizados na história e na memória do nosso país. 3. Após a morte de Lênin (1924), Stálin coordenou o silenciamento da memória e das representações de Lênin nos países soviéticos. 4. No projeto “Brasil: Nunca Mais”, a memória das torturas dos presos políticos no período do Estado Novo foi recuperada.
Assinale a alternativa correta.
Para nós, o ostracismo existe no sentido figurado, mas para os atenienses era uma medida concreta que marcava a vida do ostracizado. As escavações arqueológicas permitiram que se descobrissem cacos com diversos nomes [de ostracizados].
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2002, p. 34.)
Considerando os conhecimentos sobre Grécia Antiga, a principal função pensada para a implantação do ostracismo na sociedade de Atenas entre os séculos VI e V a.C. foi a de impedir que:
Considere o excerto a seguir.
“Nos meados de seiscentos, a situação econômica portuguesa era de grade depressão. Numa consulta do Conselho da Fazenda, de 1657, descrevia-se a situação em traços sombrios: "A índia (...) acha-se hoje reduzida miseravelmente a seis praças principais que são: Moçambique, sem defesa; Goa, pouco segura; Diu, arriscada; Cochin, pendente da amizade do rei; Columbo, invadida pelos holandeses; Macau, sem comércio, desesperada (...) Angola, nervo das fábricas. A atividade do Brasil, necessita de prevenção contra os desejos que os castelhanos, ingleses e holandeses tem de nos tirarem os negros e os levarem às índias, às Barbadas e outras partes. A ilha de S. Tomé, onde se juntava o dinheiro de panos para engrossar o trato de Angola, se pôs em termos que já não parecem desta coroa, pois com ela não temos comércio nenhum.”
Disponível em:<www.humanas.ufpr.br/portal/cedope/files/2011/12/O
s-embates-políticos-e-ideológicos-no-reino-lusitanoda-Restauração-à-Viradeira-Algumas-consideraçõesJosé-Elias-Lara.pdf>
O documento evidencia a situação econômica de
Portugal em 1657, que se relaciona diretamente
com: