Questões de Concurso Sobre história
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Para Bittencourt (2011, p. 111), “a partir do fim da década de 80 do século XX criaram-se várias propostas curriculares de História para o ensino fundamental e médio, as quais circulam pelos Estados e municípios, além dos PCN, que são resultado da incorporação de parte dessa produção”.
De acordo com essa autora, tais propostas curriculares se caracterizam pela
Tendo como referência o que defendem Schwarcz e Starling (2015), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a ascensão e a manutenção de Getúlio Vargas no poder, no segundo quartel do século XX.
( ) A Aliança Liberal designava a articulação das forças dissidentes, que apontavam para um programa de modernização do país, incorporando novos setores sociais na vida republicana e indicando a disposição desse grupo, uma vez no poder, de enfrentar a problemática dos direitos sociais.
( ) A política trabalhista varguista se apresentava em duas vertentes: a criação de leis de proteção ao trabalhador e a repressão a qualquer esforço de organização dos trabalhadores fora do controle do Estado.
( ) A nova Constituição de 1934 refletia os esforços modernizadores e democratizantes, promovendo a atividade industrial, garantindo ao trabalhador rural os mesmos direitos dos trabalhadores urbanos e incorporando mulheres e analfabetos ao processo eleitoral.
( ) A combinação entre censura, repressão e propaganda produziu uma tempestade ideológica que demonizou a atuação dos comunistas, infundiu o terror nas classes médias urbanas e consolidou um imaginário anticomunistas que acompanharia a história política do país.
( ) A mestiçagem como elogio e não como desvantagem, como marca da originalidade cultural do Brasil e não como atraso, foi uma importante forma de resistência popular à noção hegemônica de nacionalidade imposta pela ditadura estado-novista.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Considerando as orientações da BNCC para o ensino de História, associe corretamente o processo à sua respectiva definição.
Processos
(1) Análise
(2) Comparação
(3) Interpretação
(4) Contextualização
DEFINIÇÕES
( ) Localiza momentos e lugares específicos de um evento, de um discurso ou de um registro das atividades humanas.
( ) Exige observação e conhecimento da estrutura do objeto e das suas relações com modelos e formas inseridas no tempo e no espaço.
( ) Estimula a percepção de que povos e sociedades, em tempos e espaços diferentes, não são tributários dos mesmos valores e princípios.
( ) Pressupõe problematizar a própria escrita da história e considera que, apesar do esforço de organização e de busca de sentido, trata-se de uma atividade em que algo sempre escapa.
A sequência correta dessa associação é
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - No sistema escravista brasileiro os escravos eram considerados bens semoventes.
PORTANTO
II - A eles era negado agenciar seu lugar e condição: sem horas de lazer e sem constituição de família.
Sobre essas asserções, é correto afirmar que
Considerando o comentário do General Emílio Garrastazu Médici sobre sua aparente tranquilidade em relação ao Brasil na época em questão, é correto afirmar:
I – O esquema político-eleitoral por meio do qual as oligarquias exerceram sua dominação durante a Primeira República funcionava da seguinte maneira: os chefes políticos locais, chamados na época de coronéis, coagiam os eleitores a votarem nos candidatos indicados por eles ou conseguiam o voto por meio da “troca de favores”. Esse voto imposto e controlado pelo coronel é chamado voto de cabresto.
II – Em virtude da política dos governadores, Campos Sales não aumentou o controle do presidente sobre a Comissão de Verificação de Poderes, órgão responsável pela diplomação dos candidatos eleitos.
III – As oligarquias estaduais mantinham-se no poder por meio de alianças e favores que uniam municípios, estados e governo federal. O coronelismo era a coluna mestra desse edifício baseado na fraude eleitoral e na corrupção.
I. A aprendizagem do conhecimento histórico deve estar desvinculada da experiência de vida do aluno ou aluna.
II. Na busca pelo desenvolvimento da consciência histórica através da sala de aula, a história precisa gerar o sentido de orientação do indivíduo, contribuindo para a formação da identidade.
III. A história deve apresentar-se apenas como narrativa do passado, sem qualquer interpretação capaz de impedir a geração de sentido histórico.
I. A historiografia brasileira contemporânea abarca pelo menos dois grandes grupos de investigações: um, genérico, diz respeito à história escrita no Brasil e desde suas perspectivas de interesse e análise; outro, específico, relativo à história que tem o Brasil, de uma ou outra forma, como objeto.
II. uma história da historiografia brasileira deve ser o estudo dos livros que já se escreveram sobre a História do Brasil. Trata-se, portanto, de obras elaboradas, não de documentos.
III. a historiografia deve ser entendida como o processo e a história como a descrição ou reflexão do processo.
I. Tomando como referência os debates historiográficos e construindo uma discussão interdisciplinar com obras das mais diversas mídias, é possível tornar viável e dinâmico o trabalho com a biografia em sala de aula.
II. Um conceito que não deve ser usado em sala de aula é o de cultura política. Este, ao lado do conceito de ideologia, ajuda a doutrinar a mente dos alunos e deve ser abolido da prática pedagógica.
III. Ao professor de história, cabe passar aos seus alunos as melhores mnemotécnicas para que possam decorar com facilidade as diversas datas e fatos que marcaram a história da humanidade.
I. O conhecimento histórico escolar deve focar na análise de processos puramente cognitivos, independentes da vivência dos alunos, que lhes dá sustentação.
II. Aliado da analogia para a o desenvolvimento da compreensão histórica, o conceito de empatia facilita a compreensão histórica, ao aproximar as pessoas do passado às do presente.
III. O estudo do passado, utilizando as fontes nas aulas de História, não deve ser ancorado e contextualizado nos conhecimentos prévios do aluno.
I. muitos dos escravizados trazidos para o Brasil e que foram trabalhar em Minas ou Goiás vieram de regiões do interior do continente africano, das savanas e das bordas dos desertos.
II. poucos dos escravos trazidos para o Brasil vieram de regiões do litoral do continente africano.
III. No território brasileiro, reis e nobres africanos, vendidos por seus desafetos como escravos, buscaram, algumas vezes, reconstruir as estruturas políticas e religiosas das terras de onde haviam partido.
I. Ensinar história deve ser um exercício resumido às análises simples, que facilitem a compreensão e estejam descontextualizadas das figuras dos livros didáticos.
II. No processo pedagógico com o uso de imagens deve-se avaliar a importância da influência ideológica que as aplicam, em que o próprio processo de cognição e codificação da história seja o viés pelo qual os alunos, enquanto sujeitos do conhecimento, entendam que também são atores sociais e tomem consciência de seus atos.
III. Em métodos que integram as questões pedagógicas e historiográficas, o uso de imagens possibilita a interpretação da história, em determinados períodos ou épocas, com uma riqueza de informações e detalhes, sendo, portanto, uma excelente fonte de pesquisa para o ensino de história na atualidade.
I. Cada civilização tem sua expressão musical própria. Nesta perspectiva, a linguagem musical caracteriza-se como uma fonte que se abre ao historiador.
II. A incorporação da linguagem musical ao ensino de História reclama do professor e do aluno uma percepção mais consciente da canção popular.
III. A música é uma fonte de entretenimento, não podendo ser utilizada como uma fonte de pesquisa.