Questões de Concurso
Sobre o concerto europeu e o sistema de bismarck em história
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(__) A unificação italiana articulou guerra, diplomacia e mobilização popular, combinando o projeto monárquico?piedmontês de Cavour com iniciativas revolucionárias republicanas como as de Garibaldi, resultando em um Estado que incorporou profundas desigualdades regionais.
(__) A unificação alemã, liderada pela Prússia, baseou-se na política de Bismarck que utilizou guerras limitadas e alianças estratégicas, mas evitou reformas internas e centralização, mantendo autonomia ampla aos demais Estados alemães após 1871.
(__) Tanto na Itália quanto na Alemanha, os processos de unificação ocorreram com apoio homogêneo das elites e com participação popular ampla, sendo marcados por consensos sociais que evitaram conflitos internos e reconfigurações político?institucionais posteriores.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo:
Considerando a Era Napoleônica e o Congresso de Viena, assinale a alternativa CORRETA:
Observe a imagem a seguir.

Fonte: Die neue Hermannsschlacht (1875).
A imagem retrata o chanceler alemão Otto von Bismarck como herói Armínio na batalha da Floresta de Teutoburgo, simbolizando a unificação alemã de 1871.
Com base na observação da imagem, é correto afirmar que a representação de Otto von Bismark como Armínio
Na Confederação Germânica de meados do século XIX, em que se enfrentaram dois projetos políticos — o liberal-democrático e o militarista-conservador —, o processo de unificação nacional, comandado pelo prussiano Otto von Bismarck, se deu sob a orientação do primeiro projeto, herdeiro ideológico das revoluções de 1848.
Em relação ao Império Alemão, mencionado no texto precedente, julgue (C ou E) o item a seguir.
O Império Alemão tornou-se uma potência industrial e naval nas décadas seguintes a sua formação, tendo colapsado apenas ao final da Primeira Guerra Mundial.
Em relação ao Império Alemão, mencionado no texto precedente, julgue (C ou E) o item a seguir.
A escolha do Palácio de Versalhes como local da proclamação do Império Alemão foi uma forma de evitar o comprometimento da então frágil unidade alemã.
Em relação ao Império Alemão, mencionado no texto precedente, julgue (C ou E) o item a seguir.
A fim de assegurar a isonomia política interna, o parlamento alemão tinha uma câmara alta, o Bundesrat, onde os vinte e cinco estados alemães, os chamados Länder, tinham a mesma quantidade de representantes e votos.
Em relação ao Império Alemão, mencionado no texto precedente, julgue (C ou E) o item a seguir.
No Reichstag, a câmara baixa do parlamento alemão, atuavam todos os eleitos como representantes do povo e, a fim de proteger o poder absoluto do Kaiser, o chanceler Otto von Bismarck tentou evitar que o Reichstag tivesse muito poder, mas, por meio da influência política dos junkers, o Reichstag assegurou a sua iniciativa legislativa e a impossibilidade de sua dissolução pelo Kaiser.
As tentativas de se estabelecerem critérios objetivos sobre a existência de nacionalidade, ou de explicar por que certos grupos se tornaram ‘nações’ e outros não, frequentemente foram feitas com base em critérios simples como a língua ou a etnia ou em uma combinação de critérios como a língua, o território comum, a história comum, os traços culturais comuns e outros mais. (...) Todas as definições objetivas falharam pela óbvia razão de que (...) sempre é possível descobrir exceções. (...) os critérios usados para esse objetivo são em si mesmos ambíguos, mutáveis, opacos (...)”.
(HOBSBAWM, Eric. Nações e Nacionalismo desde 1780. Paz e Terra. São Paulo. 1998.)
Pode-se concluir acerca dos estudos de Hobsbawm sobre o tema, pegando o caso da formação do Estado Nacional italiano, que:
Qual das seguintes opções descreve o resultado do Congresso de Viena, realizado entre 1814 e 1815?
(PESAVENTO, 1997.)
Além das mudanças anteriormente citadas, no alvorecer do século XIX, a Europa:
Uma das consequências do imperialismo alemão foi a correlação entre práticas de dominação nos territórios ocupados e aquelas empregadas em grupos minoritários na Europa, a exemplo da população de rua. Além de serem igualmente tidos por “infantis” e “selvagens”, os grupos foram alvo de instituições que atuavam segundo procedimentos semelhantes, geralmente amparados na ideia de “educação para o trabalho”.
A geografia foi um dos principais instrumentos da cultura colonial alemã, nacionalizando-se, entre outros fatores, com a criação, em 1892, da disciplina “geografia das colônias alemãs”, difundida no sistema escolar. Anos depois, em 1899, o relato acerca da visita ao monte Kilimanjaro por Hans Meyer foi descrito em livros didáticos alemães como a chegada à “montanha mais alta do país”, estimulando a construção de uma epistemologia que naturalizava a dominação colonial.
Os recursos destinados a missionários foram cruciais para a colonização alemã no continente africano, o que se deu com a autorização para a formação de sociedades missionárias católicas na Alemanha após os conflitos ligados à chamada Kulturkampf, no início dos anos de 1870.
Bismarck havia se colocado inicialmente contra a colonização, dados os altos custos e riscos. Sua mudança de posição, em 1884, está associada a fatores internos, como a necessidade de deslocar tensões socioeconômicas para os domínios coloniais, e a externos, sobretudo a capacidade de interferir nas disputas entre outras potências. Em todo caso, Bismarck preferia designar as possessões alemãs nos territórios africanos, na China e no Pacífico de “protetorados”, optando por um modelo de dominação inspirado em iniciativas comerciais privadas com apoio estatal.