Questões de Concurso
Comentadas sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história
Foram encontradas 590 questões
I. As Capitanias Hereditárias e os governos-gerais continuaram convivendo até o século XVIII, enquanto se dava a progressiva criação de capitanias da Coroa, como a da Bahia de Todos-os-Santos e São Sebastião do Rio de Janeiro.
II. O governador-geral da colônia e os governadores das capitanias chegaram a contar com tropas regulares e profissionais, que eram compostas por milícias e ordenanças.
III. As milícias eram regimentos portugueses, uma força auxiliar formada por homens da população urbana que recebiam remuneração e prestavam serviço opcional.
Marque a alternativa CORRETA:
Observe a imagem a seguir.

A imagem faz uma referência à conquista da América e traz
um elemento religioso, que mostra a relação entre os
conquistadores europeus e os elementos da fé cristã. Esse
elemento é representado pela
I.Nos anos 70 surge a Bossa Nova, marcada por harmonias sofisticadas e ritmos suaves, tornando-se conhecida internacionalmente com artistas como João Gilberto, Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
II.O samba começou a se consolidar como um gênero musical distinto, especialmente em São Paulo, trazendo elementos da música africana e europeia.
III.O Brasil começou a desenvolver sua própria cena musical clássica com a formação de orquestras e a composição de óperas e peças para piano.
IV.A música sacra, as formas clássicas e o canto gregoriano foram introduzidas com a colonização portuguesa, dando origem às primeiras composições musicais no Brasil.
Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
As capitanias do Sul também haviam sido tratadas como uma região separada e, embora as tentativas formais de se criar um governo à parte, do Rio de Janeiro para o sul, tivessem fracassado (1573-1578, 1608-1612), os governadores residentes na Bahia tinham pouco controle sobre o Sul. São Paulo permaneceu uma área rústica até bem avançado o século XVIII.
(Stuart B. Schwartz, “Gente da terra braziliense da nasção”.
Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme
Mota (org.), A experiência brasileira. Formação: histórias)
Até essa época, segundo Schwartz, São Paulo
Na década de 1960, a produção historiográfica sobre o período colonial não conheceu obras particularmente significativas no tocante às abordagens de história da cultura.
(Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia da cultura
sobre o Brasil Colonial. Em: Marcos Cezar Freitas (org.),
Historiografia brasileira em perspectiva. Adaptado)
Para Mello e Souza, possivelmente, tal situação decorreu
A maioria de nós se surpreenderia ao saber que banana, laranja, manga, goiaba, cana-de-açúcar, couve, inhame, quiabo, assim como mangueiras e jaqueiras, nada disso é brasileiro, apesar de fazer parte não apenas de nossos usos mais corriqueiros, mas de nosso imaginário mais trivial. Embora saibamos geralmente que foi dado antigamente muito valor às chamadas especiarias, tão procuradas e negociadas pelos portugueses, principalmente antes de iniciarem a efetiva exploração das terras brasileiras, desconhecemos como se planejaram e se executaram aqueles experimentos já mencionados. Eles ocorreram intensamente e em dupla direção, isto é, plantas originárias do Oriente, da África e de outras regiões do Novo Mundo foram introduzidas no Brasil e vice-versa.
(Eduardo França Paiva, De português a mestiço: o imaginário
brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em: Lana Mara de
Castro Siman e Thais França de Lima e Fonseca (orgs.),
Inaugurando a História e construindo a nação; discursos
e imagens no ensino de História.)
A partir do excerto e das discussões do artigo citado, é correto afirmar que
Alguns cristãos-velhos, depondo acerca de fatos anteriores a 1645, referem-se a uma sinagoga em Penedo, à margem do Rio São Francisco, da qual se dizia ser rabino um certo Samuel Israel.
O comércio era atividade principal, quase única, dos judeus portugueses no Brasil holandês; o comércio do açúcar representava a parte maior dessa atividade. Ficou indicado que alguns deles se fizeram senhores de engenho, o que também não os impedia de negociar com o açúcar próprio e com o alheio.
MELLO, José Antonio G. de. Gente da Nação: cristãos-novos e judeus em Pernambuco, 1542-1654. Recife: Fundaj, 1996, p. 231.
Depois do açúcar, o gênero bastante frequente nas exportações negociadas pelos judeus na região de Penedo era
Com a morte do rei D. Henrique em janeiro de 1580, Portugal enfrentou uma crise sucessória. O rei Filipe II da Espanha, neto de D. Manuel, que havia governado Portugal entre 1495 e 1521, invadiu o reino português e assumiu o trono, dando início a um período de dominação que duraria até 1640.
Qual o nome do período citado e a consequência para o Brasil?
Considere o texto abaixo:
Os franceses tiveram um papel significativo na história do Brasil colonial, especialmente nos primeiros anos da colonização europeia. No século XVI, a França Antártica foi uma colônia francesa efêmera localizada na região da Baía de Guanabara, que é hoje o estado do Rio de Janeiro, fundada em 1555 por Nicolas Durand de Villegagnon, um explorador francês. A colônia foi uma tentativa de estabelecer uma presença permanente na América do Sul, com a intenção de explorar recursos naturais, como o pau-brasil, e também de servir como base para o comércio de especiarias. A presença francesa na região da Baía de Guanabara trouxe conflitos com os portugueses, que já estavam instalados no Brasil. A rivalidade levou a confrontos militares com os portugueses, que expulsaram os franceses da área em 1567.
Assinale a alternativa correta:
I. Através do Pacto Colonial era imposto que a colônia só poderia exportar para Portugal ou para os mercadores que convinham a Portugal; por consequência desse exclusivismo os mercadores conseguiam barganhar preços muito vantajosos.
II. A colônia Brasileira só poderia importar de Portugal ou da Inglaterra (considerada nação amiga de Portugal). Esse regime de comércio é chamado de exclusivismo metropolitano, considerado a grande razão da transferência de riquezas do Brasil colonial para metrópole Portugal.
III. Apesar de os mercadores portugueses terem poder de monopsônio para impor preço que desejariam pagar, não o faziam, pois, assim estariam desestimulando os colonos que também eram portugueses, a continuar a produzir no Brasil, pois haviam saído de Portugal com esperança de se tornarem ricos como senhores de engenho.
“Os espanhóis aproveitaram a _________ para uma grande ofensiva no Prata. Em outubro de 1762, as tropas castelhanas e missioneiras assaltaram e apoderaram-se da colônia de _________. Em 19 de abril de 1763, o forte de Santa Teresa, na fronteira sul da capitania de Rio Grande, caía, sem resistência. Mais grave ainda, em 24 do mesmo mês, a vila e o porto de Rio Grande e o Norte eram entregues, também praticamente sem luta, aos castelhanos, obrigando a administração luso-brasileira e grande parte da população da vila e dos arredores a recuar para os campos de Viamão. Colonos açorianos presos em Rio Grande foram levados para Maldonado (1755), no sudeste da Banda Oriental, onde se estabeleceram, muitos deles definitivamente.”
Fonte: https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/construcaodo-territorio/
O texto acima descreve brevemente um acordo político assinado entre Portugal e Espanha no ano de 1494 e que foi de suma importância para a história brasileira. Assinale a alternativa que contém o nome dado a ele: