Questões de Concurso
Comentadas sobre história geral em história
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A perspectiva do Mediterrâneo como palco para narrar uma história na longa duração remete, obviamente, à clássica obra de Fernand Braudel (1986), O Mediterrâneo e o mundo mediterrânico na época de Felipe II, publicada originalmente em 1966. Nela, o mar e as terras ao redor formam um pano de fundo quase imóvel – a longuíssima duração – para a história mais movimentada das estruturas (em particular, daquelas ligadas à produção e às trocas) e para a história rápida dos acontecimentos.
GUARINELLO, N. L. A bacia do Mediterrâneo e a cidade antiga: unidade e diversidade. R. Museu Arq. Etn. 38, 2022, p. 4.
Fernand Braudel, citado pelo autor no excerto, considera que os traços mais marcantes que conferem unidade ao Mediterrâneo são
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Além de ser o domínio propício para o exame epistemológico das condições de possibilidade de construção de conhecimento válido, a teoria da história auxilia na análise dos princípios que organizam as distintas constituições narrativas de sentido, no estabelecimento de uma correlação substantiva entre o mundo da vida e o conhecimento histórico.
MENDES, Breno; ARRAIS, Cristiano Alencar; BERBERT JÚNIOR, Carlos Oiti. O lugar da teoria da história na formação de historiadores e historiadoras no ensino superior. Varia Historia, Belo Horizonte, v. 39, n. 79, e23108, jan./abr. 2023, p. 21.
O campo de reflexão ao qual os autores se referem e que propõe esse vínculo entre o pensamento histórico e a vida prática é a
O fator foi apontado como um dos principais responsáveis por essa colocação:
Esse cenário permitiu a ascensão do radicalismo da extrema-direita, cujo expoente máximo foi o nazismo. Os nazistas criticavam os termos do Tratado de Versalhes, defendiam a militarização da Alemanha e tinham opiniões abertamente antissemitas. O crescimento dos nazistas durante a República de Weimar (1919-1933) foi exponencial, muito por conta de Adolf Hitler.
Qual papel o Brasil fez na Segunda Guerra Mundial:
O que foi o Tratado de Tordesilhas:
Qual foi o principal objetivo das potências europeias ao colonizar a América no século XVI:
O que contribuiu para a crise mundial do liberalismo no século XX, foi:
Qual foi um dos principais fatores que contribuíram para a transição do feudalismo para o capitalismo:
O país que teve as condições necessárias para iniciar esse processo foi Portugal, e almejou:
(Eric Hobsbawm. A era das revoluções – 1789-1848, 1998. Adaptado)
No contexto abordado pelo excerto, o historiador Eric Hobsbawm identificou, como parte da mais imediata e poderosa dessas forças,
Entre os masikoros e os baras de Madagáscar, a permuta de um boi reveste-se de um significado especial, pois o gado tem valor social, e vendê-lo passa a ser sinal de decadência, já que esse bem faz parte de um jogo de trocas específicas, fora da economia monetária.
(Marc Ferro. História das colonizações: das conquistas às independências, século XIII a XX, 1996. Adaptado)
No excerto, o historiador Marc Ferro exemplifica
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média, nascimento do ocidente, 2001. Adaptado)
De acordo com o autor, contribuíram para o enriquecimento mencionado
Historiadores soviéticos sugeriram corretamente uma tríplice classificação. Realmente, a região central do feudalismo europeu foi aquela onde ocorreu uma “síntese equilibrada” de elementos romanos e germânicos: essencialmente, o Norte da França e zonas contiguas, a terra do Império Carolíngio.
(Perry Anderson, Passagens da Antiguidade ao Feudalismo, 1998. Adaptado)
Considerando a tríplice classificação citada, é correto afirmar que
Para os historiadores, a habilidade em recapturar os conceitos variantes de Brasil sempre tem sido limitada.
(Stuart B. Schwartz, Gente da terra brasiliense da nasção. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Formação: histórias, 2000. Adaptado)
Segundo o autor, a recaptura mencionada limita-se pela condição
(John Manuel Monteiro. O desafio da história indígena no Brasil. Em: Aracy Lopes da Silva e Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola: novos subsídios para professores de 1° e 2° graus, 1995)
De acordo com John Monteiro, a partir dos anos finais do século XX, o contexto abordado pelo fragmento
(Carlo Ginzburg. Em: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história – Nove entrevistas, 2000)
Inspirado em Marc Bloch, o historiador Carlo Ginzburg, no fragmento, aborda